EDITORIAL

‘Maria da Fonte’: 131 anos de história

No dia 3 de Janeiro de 1886 nasceu o jornal ‘Maria da Fonte’. Já lá vão 131 anos. E mais de um século empre com o mesmo princípio: defender e informar as gentes da Póvoa de Lanhoso. Por isso hoje prestamos homenagem a todos aqueles que passaram por este jornal reproduzindo o primeiro ‘Programma da Redacção’ escrito no primeiro número por Azevedo Coutinho, redactor principal. O administrador era Álvaro Guimarães e director responsável, Francisco Manoel Martins D’Oliveira.
“Com um fim elevado, grandioso e patriotico entramos hoje na arena da imprensa periodica.
O Minho, esta bella e encantadora provincia, que engrinalda a rugosa fronte do vetusto Portugal, tem mostrado sempre quão valorosos e arrojados são os seus dilectos filhos, tornando-se assim respeitada e temida das outras provincias suas irmãs.
E a patria dos Berredos, dos Ozorios e dosa Godinhos tem sido sempre o braço mais poderoso para repellir odiosas  oppressões e restaurar as regalias populares.
Vamos, pois, levantar um monumento commemorativo dos feitos heroicos d’este povo; e, avivando na memoria de todos, factos que jamais devem olvidar-se, legaremos ás gerações vindouras as tradições gloriosas dos seus antepassados.
A memoria da Maria da Fonte, d’essa mulher varonil, que, excitando os ánimos, já em convulsão latente, fez surgir uma revolução popular, que, em pouco tempo, ganhando poderosos alentos, abalou um throno, e que abateria um sceptro se não fôra a ntervenção estrangeira, a memoria d’essa heroina vae ser emfim perpectuada n’esta folha semanal, que vê hoje a luz da publicidade.
Mas a Maria da Fonte, surgindo agora n’este pelago de ideias, n’este esboroar dos mais solidos principios e das mais firmes crenças politicas, não será, como a heroína d’outr’ora o braço direito d’um partido, mas sim - a gloria do passado, o echo do presente, a aspiração do futuro.
A sua politica será pugnar incessantemente pelos interesses da Povoa de Lanhoso, pelo progredimento da sua terra natal; e, tendo por lemma - a imparcialidade, - jámais deixará de ser fiel a seus principios.
O Castello de Lanhoso, cedendo o seu logar á Maria da Fonte, lega-lhe egualmente todas as suas ideias, e por isso os nossos leitores encontrarão n’este semanario a mais inabalavel firmeza de principios”.

Aproveito para desejar a todos os leitores e anunciantes do ‘Maria dsa Fonte’ um excelente 2017 cheio de saúde e muito sucesso.

DA CÂMARA MUNICIPAL

Bebés do concelho recebem apoio

Foram 43 as famílias que, no dia 29 de Dezembro, receberam os certificados do “Naturalanhoso”, uma medida instituída em 2013 pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, que visa premiar a natalidade e impulsionar o comércio local. Neste ano de 2016, 108 bebés receberam o apoio da autarquia da Póvoa de Lanhoso, num investimento de mais de 58 mil euros.
Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, acompanhado dos vereadores Gabriela Fonseca e André Rodrigues, entregou os apoios às famílias povoenses, desejando as maiores felicidades a todos. A ‘prenda’ de Natal varia consoante o número de filhos: 500 euros para o primeiro e segundo filho; 750 euros para o terceiro e 1000 euros a partir do quarto filho.
Ana Beatriz, de 6 meses, residente em Taíde, foi uma das bebés premiadas pelo ‘Naturalanhoso’. “Sem dúvida que este é um apoio importante. Todos os apoios são importantes para ajudar a criar os nossos meninos. É importante que o valor seja gasto no comércio local pois se somos ajudados também devemos ajudar o comércio do concelho ”, referiu a mãe, Isabel Oliveira Pereira. No caso desta família, o valor será gasto em leite e fraldas. Para Giselda Fernandes, de Taíde, esta medida é importante pois vem apoiar as famílias e também o comércio local. No seu caso, a verba será usada nas vacinas, leite e outros bens essenciais da pequena Clara, de 6 meses.  Residente na vila da Póvoa de Lanhoso, Liliana Couto, mãe da Maria João, de 7 meses, considera importante este apoio. “Em vez de irmos para longe, fazemos as nossas compras no concelho pois aqui encontramos tudo o que precisamos”, referiu.
Mais de 200 mil euros foi o valor  despendido pela Câmara Municipal desde a implementação do Naturalanhoso.

Misericórdia

88 anos assinalados com
homenagem ao administrador


O descerramento do retrato do actual administrador do Hospital António Lopes, Agostinho Vieira, foi um dos momentos que marcou as comemorações, na manhã de Sábado, dia 31 de Dezembro, dos 88 anos da fundação da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso.
Foi a 31 de Dezembro de 1928 que o Governador Civil de Braga, Capitão José Ri-beiro Barbosa, aprovou os primeiros estatutos da Santa Casa, dando início, como referiu o Provedor Humberto Carneiro, a “uma instituição de benemerência que, de então para cá, geriu o melhor que soube o legado do benemérito António Lopes e, nomeadamente, o Hospital que tem o seu nome”.
O evento, integrado nas comemorações do Centenário do Hospital António Lopes, consistiu na reunião de Mesa Administrativa, aberta ao público; a entrega de diplomas aos Irmãos da Misericórdia; e o descerramento do retrato do actual Administrador do Hospital António Lopes.
Na referida reunião, sob proposta do provedor Humberto Carneiro, foi aprovado, por aclamação, o reconhecimento do dia 31 de Dezembro de 1928 como a data da fundação da Misericórdia povoense. Sob proposta da vice-provedora e presidente da Comissão Executiva das Comemorações, Armandina Machado, foi aprovada a atribuição de um diploma aos Irmãos, que ateste essa condição, elaborado a partir da matriz do primeiro diploma da instituição, e a colocação do retrato do actual administrador-delegado, Agostinho Monteiro Vieira, na galeria dos administradores daquela unidade de saúde, ao lado dos seus antecessores.
O zelo e o bom desempenho de Agostinho Monteiro Vieira, ao longo destes 15 anos como administrador, foram referidos pelos elementos da Mesa Administrativa.
Referindo que a Misericórdia nasceu de uma recomendação do fundador, António Lopes, Humberto Carneiro vincou que, “ao longo destes 100 anos, o Hospital António Lopes tem-se transformado num dos melhores hospitais comparado com os da sua dimensão, continuando ainda em obras de modernização da sua parte mais antiga, as quais lhe permitirão prestar um serviço de maior qualidade e maior abrangência”.
“Um verdadeiro homem de Misericórdia”. Foi desta forma que o provedor se referiu ao administrador Agostinho Monteiro Vieira, atendendo às suas qualidades humanas e profissionais e à sua enorme dedicação à instituição.

População satisfeita com a ‘prenda’ de Natal

Nova carrinha ao serviço
da freguesia de Covelas


A Freguesia de Covelas dispõe de uma nova carrinha de transporte de passageiros, com a capacidade de 9 lugares. A bênção, pelo padre Rafael Poças, decorreu no Domingo, dia 25 de Dezembro, pelas 11 horas, após a celebração da Eucaristia. Uma verdadeira prenda do Menino Jesus. A nova carrinha vem substituir uma outra com 16 anos. Imperativos legais obrigaram à sua substituição. A Lei 13/2006, que regula o transporte colectivo de crianças, determina no artigo 5 que a licença é suspensa no caso da antiguidade do automóvel ser superior a 16 anos. Perante tal cenário, a Junta de Freguesia, presidida por Manuel Freitas, adquiriu uma nova viatura – uma Ford Transit, de 9 lugares. Para além do povo da freguesia, a cerimónia contou com a presença dos elementos do executivo e da Assembleia de Freguesia de Covelas, assim como do presidente da Câmara Municipal.
Tal aquisição, no valor de 26.300 euros, representa um enorme esforço financeiro para a Junta de Freguesia, só foi possível com o apoio da autarquia, que comparticipa com 1500 euros de entrada e, durante 48 meses, com 200 euros mensais.
Manuel Freitas, presidente da Junta de Freguesia de Covelas, referiu ao ‘Maria da Fonte’ que se trata de um enorme esforço financeiro mas a segurança das pessoas está em primeiro lugar. A carrinha desactivada irá ser vendida. O autarca salientou ainda que foram prudentes na aquisição, escolhendo uma carrinha de um preço inferior a outras no mercado mas que se adapta às necessidades da Junta de Freguesia.
A população mostrou-se muito satisfeita com a nova carrinha e considera que esta foi uma grande prenda de Natal da Junta de Freguesia.
Nos dias 24 e 25 de Dezembro, os elementos do executivo foram junto dos populares, levando as boas-festas, um postal e calendário para este ano de 2017. Para breve, está a inauguração da intervenção na Rua da Rita.

Garfe

‘Aldeia dos Presépios’
com balanço positivo


Termina no próximo Domingo, dia 8 de Janeiro, mais uma edição de ‘Garfe – Aldeia dos Presépios’. Desde o dia 11 de Dezembro que 19 presépios, espalhados pelos vários lugares da freguesia, transformam a aldeia num enorme presépio.  S. Pedro ajudou à festa e proporcionou dias solarengos. Porém, o frio que marcou as noites afastou muitos visitantes. É de noite que os presépios mostram todo o seu esplendor.
Com o Natal e o Ano Novo a decorrer ao fim-de-semana, os operadores turísticos solicitaram junto da organização para que a edição deste ano se prolongasse por mais uma semana.
O balanço é muito positivo, com a freguesia a receber visitantes de vários pontos da região. A edição deste ano ainda não terminou e já há novidades para o próximo ano, conforme revela o padre Luís Peixoto Fernandes, mentor da iniciativa, que adianta que há pessoas na freguesia com muita imaginação. “Não é preciso gastar muito dinheiro. O que é preciso é imaginação e pô-la a trabalhar todo o ano e não apenas nos primeiros dias de Dezembro”, revela.
“Já temos ideias novas para o próximo ano”, vinca o padre Luís. A aposta num momento musical no dia de abertura será para manter. O ano passado, o padre Borga animou o evento com a animação deste ano a ficar a cargo do Padre Sandro e dos Evangelium Cantante.
Depois da actuação de jovens talentos do concelho, neste Domingo, dia 8, a ‘Aldeia dos Presépios’ recebe o encontro de coros do concelho.
Olhando para os visitantes, o padre Luís Peixoto Fernandes aponta que a freguesia recebeu a visita de vários autocarros mas foram as famílias que mais visitaram os presépios. A estas, juntam-se grupos que percorrem os vários presépios a pé, de bicicleta e até de motorizada.

Junta de Freguesia associa-se ao evento
Para além da Câmara Municipal, também a Junta de Freguesia de Gare, presidida por Paulo Ferreira, dá o seu apoio à ‘Aldeia dos Presépios’. Salientando que o evento projecta culturalmente e turisticamente a freguesia em todo o país e nas comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, Paulo Ferreira revela ainda que o evento nasceu em 2002 e “desde então não mais parou de crescer, consolidando-se no panorama desta quadra, que é a mais emblemática do ano”.
“Hoje, podemos afirmar com toda a certeza que é uma aposta ganha, com o passado que se conhece e com um futuro que se espera e augura risonho”, aponta o autarca.
“Importante é sem dúvida o reconhecimento exterior de todos aqueles que nos visitam e nos brindam com a sua admiração e satisfação, os seus ecos espalham-se pelos quatro cantos do mundo através da nossa comunidade de emigrantes, da comunicação social e demais canais de divulgação. O ponto máximo desta notoriedade foi a carta que Sua Santidade, o Papa Francisco, nos endereçou no ano passado, parabenizando o povo de Garfe, os verdadeiros obreiros desta maravilha, na pessoa do seu pároco e guia espiritual, o Sr. Padre Luís Peixoto”, destaca ainda, enaltecendo “o envolvimento dos Garfenses na sua construção e nos méritos que tem de estreitar laços na nossa comunidade, criando uma dinâmica e um ambiente próprio da mensagem de Natal, semeando a paz, a amizade, a solidariedade e a concórdia, e aproveitando também este certame para a divulgação de alguns produtos regionais, para eventos culturais que a todos enriquecem e nos puxam para a vivência desta quadra com muito mais intensidade”.

Bombeiros

Museu carregado de recordações

No dia 17 de Dezembro, o Museu dos Bombeiros, inaugurado a 5 de Setembro, recebeu a visita dos participantes no encontro de antigos bombeiros e directores da corporação povoense. Foi uma visita carregada de emoções e saudade para muitos dos presépios. Cada peça, por mais pequena que seja, carrega uma história, com os visitantes a recuar no tempo e a relembrar episódios vividos ao serviço do corpo activo dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso. As palavras dispensavam-se nesse dia pois as emoções que toldavam os rostos falavam por si.
Albino Luís Lopes, com 83 anos, entrou para os bombeiros em 1956. Vestiu durante dez anos a farda da corporação povoense. No seu tempo recorda que apenas existia apenas o carro, o Ford. Olha com orgulho para o museu. “Está uma maravilha. É muito importante preservarem estas peças. Tenho um neto que é bombeiro”, refere Albino Lopes.
“Encontros como este são uma coisa boa. Do meu tempo já faleceram todos. Entrei em 1956 para os Bombeiros. Não havia nada. Íamos par os incêndios e levávamos uma machada no cinto e cortávamos um ramo de pinheiro para apagar o fogo”, disse.
A passar a época natalícia na terra natal, Luís Amílcar, emigrado na Suíça, não esquece os 17 anos nos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso.
“É sempre bom encontrar os amigos que deixei nos bombeiros. É sempre um orgulho. Revemos amigos que não vemos durante os anos. Ainda não conhecia o museu. Está bem concretizado. É uma obra que embeleza ainda mais os bombeiros”, destaca.
Também na Suíça está Manuel Pereira da Silva, que durante 30 anos integrou o corpo activo dos bombeiros povoenses. “Encontros como este são uma maravilha. Encontramos amigos do nosso tempo, pessoas que deram muito aos bombeiros. Já fiz um encontro na Suíça, onde esteve representado o comando e a direcção. Queremos realizar um novo encontro, aberto a todos. Já conhecia o Museu. É uma mais-valia para os Bombeiros. Recordei episódios passados. As condições eram outras, não eram como agora. Temos que agradecer a todos que passaram pelos bombeiros, não esquecendo o presidente honorário Ferreira Martins, que foi o presidente que mais me marcou”, destaca Manuel Pereira da Silva.

AOS REPRESENTANTES DOS RANCHOS FOLCLÓRICOS

Câmara entregou
certificados de formação 


A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, através do Vereador da Cultura, André Rodrigues, já entregou os certificados a representantes dos Ranchos Folclóricos do concelho que participaram na primeira ‘Formação para dirigentes, directores e encenadores de grupos folclóricos e etnográficos da Póvoa de Lanhoso’.
Esta formação foi promovida pela Câmara, organizada pelo INATEL e ministrada pelo formador José Ribeiro Pinto, num total de 25 horas. Receberam o devido certificado o Rancho Folclórico de Porto D’Ave - Taíde, o Rancho Folclórico da Póvoa de Lanhoso e o Rancho Folclórico de S. Julião de Covelas.

DESPORTO

Maria da Fonte ‘reforça’ plantel

O mercado de transferências no futebol distrital está tranquilo, mas Roger Bastos encara com maior optimismo a segunda volta do campeonato. Durante esta primeira fase, o técnico do Maria da Fonte nunca teve todos os jogadores a cem por cento e lamenta o facto de não ter a possibilidade com cerca de seis jogadores que podem ser preponderantes na equipa. A paragem na prova acabou por ajudar a recuperação dos jogadores.
“O nosso reforço passa pela recuperação dos jogadores que temos dentro de casa e alguns que estão a procurar ritmo”, vincou Roger Bastos, na altura de balanço, depois de concluída a primeira volta da prova. “Esperamos melhor produtividade com os joga-dores que estão agora aptos a jogar. Temos claramente de apostar nos lugares da frente, depois de chegar ao segundo lugar, embora com consciência que são poucos pontos das equipas que estão atrás. O Joane parte em vantagem e compete ao Maria da Fonte e outros adversários contrariar essa tendência e com uma segunda volta com menos contrariedades”, salientou o treinador. Ainda assim, faz questão de evidenciar que “todos os que foram chamados destacaram-se e evidenciaram-se num campeonato muito competitivo. Estão de parabéns”.
A equipa da Póvoa de Lanhoso parte para a segunda volta em segundo lugar, “dentro das expectativas”, como referiu Roger Bastos. “Acredito que em comparação com o ano anterior há já uma melhoria e podemos evoluir mais”, apontou.

Campeonato Regional Norte

Domingos Vieira em terceiro

Em pares, na categoria BC4, o povoense Domingos Vieira, alcançou o terceiro lugar no Campeonato Regional Norte, disputado na Maia, no dia 17 de Dezembro. Nesta competição, o Sporting de Braga, camisola envergada por Domingos Vieira, conseguiu dois pódios, através de José Gonçalves e José Macedo. Estiveram presentes 12 clubes da zona norte, com um número estimado de 70 atletas. O SC Braga participou com 3 pares BC3 e 1 par BC4, orientados por Luís Marta, André Soares e Susana Louro.

EM SERZEDELO

Jogo de futebol foi mote
para tarde de convívio 



Tal como no ano passado, o Centro Lusitano de Zurich realizou em terras lusas um jogo amigável de futebol. Depois de Serafão, no concelho de Fafe, a escolha recaiu, este ano, na freguesia de Serzedelo.
Os juniores B do Centro Lusitano foram a equipa que entrou em campo para defrontar a equipa de juvenis da ACD Serzedelo, numa partida realizada no dia 28 de Dezembro. A iniciativa deste encontro partiu de Paulo Costa, membro do Centro Lusitano e natural daquela freguesia de Serzedelo.
Numa bela tarde de Dezembro, em que o S. Pedro ajudou à festa, o público marcou presença em grande número. Mais de uma centena de pessoas assistiram ao jogo, num momento de grande confraternização.
Os visitantes levaram a melhor sobre a equipa local, vencendo por 3-0 mas o resultado foi o menos importante neste dia pois o convívio foi a razão número um da realização deste desafio.
Após o apito final, seguiu-se a entrega de lembranças, com o convívio a prosseguir pela tarde fora.
“Iniciativas como esta são importantes para que os jovens se conheçam. É uma iniciativa de louvar e de repetir. Bem-haja a quem teve a ideia”, referiu António Leitão, presidente da direcção da ACD Serzedelo. Aquele responsável salientou ainda que é mais importante o convívio que o resultado. Trata-se de uma equipa jovem, com jovens da terra e formada há pouco, pelo que os resultados ainda não aparecem mas, de acordo com António Leitão, o importante é a competição.
Para Arminda Macedo, responsável administrativa pela equipa de Juniores B do Centro Lusitano, traçou um balanço muito positivo do evento e salientou que “o que conta é o convívio e a amizade entre todos os portugueses”.
O empenho dos pais, um deles que se deslocou de Vila Real, foi fundamental para o sucesso do evento, conforme destacou Arminda Macedo, natural de Fontarcada e emigrada na Suíça.