Agrupamento 527 Nossa Senhora do Amparo

38 anos na promoção
dos valores escutistas
Após 38 anos, os valores da fraternidade, lealdade, altruísmo, responsabilidade, respeito e disciplina mantêm-se vivos no Agrupamento 527 de Nossa Senhora do Amparo. Nasceu a 13 de Junho e, este ano, as comemorações do aniversário do Agrupamento 527  realizaram-se no fim-de-semana de 14 e 15 de Junho, num evento que promoveu o convívio de escuteiros e seus familiares. A realização de promessas foi um dos momentos mais emotivos das comemorações.
Cumpridos que estão 38 anos, o Agrupamento de Nossa Senhora do Amparo conta com cerca de 110 escuteiros.
O Parque do Horto acolheu a cerimónia festiva que contou com, no sábado, dia 14, a vigília de promessas, na Igreja do Horto, cedida pela Confraria do Pilar, e a preparação de promessas.
No domingo, dia 15, a missa campal contou com a realização das promessas de 10 lobitos, 19 exploradores, 7 pioneiros e 1 dirigente. De seguida, escuteiros e seus familiares realizaram um pi
Pela objectiva do povoense Ricardo Alves, deixamos algumas das imagens dos festejos dos 38 anos do Agrupamento 527 de Nossa Senhora do Amparo.
quenique-convívio que contou, também, com jogos escutistas e tradicionais que envolveram pais e escuteiros.

Póvoa de Lanhoso

Moradores rumaram
a Miranda do Douro
Tradição e animação andaram de mãos daro, no distrito de Bragança.
Bem cedo, pelas 6 horas, os convivas iniciaram a viagem que os levaria até Mirando do Douro, com a primeira paragem a ocorrer junto à Sé daquela localidade, onde aí teve lugar a celebração da Eucaristia. Depois de um almoço na zona histórica, o grupo teve oportunidade de, acompanhado de um guia, visitar vários pontos de interesse na cidade. No final, os povoenses foram presenteados com uma belíssima actuação de um grupo de pauliteiros, característicos desta localidade. Depois do lanche, seguiu-se uma visita ao Santuário de Nossa Senhora da Assunção, em Vila Flor. No regresso a casa, o grupo pode adquirir produtos regionais na Freguesia de Abreiro, concelho de Mirandela.
Viveram-se momentos de grande convívio com os povoenses a guardar na memória os momentos passados em Miranda do Douro.
das no passeio organizado pela Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso (Nossa Senhora do Amparo). No sábado, dia 21 de Junho, cerca de 300 pessoas integraram o passeio a Miranda do Dou

Junta de Freguesia de Travassos

Manuel Sousa
“Estamos a ajustar-nos
a uma nova realidade”
Manuel Sousa, presidente da Junta de Freguesia de Travassos, abraça o cargo que desempenha com afinco e dedicação. Rede de água, saneamento e rede viária são as grandes preocupações da Junta de
Freguesia.

Como estão a decorrer estes primeiros meses do segundo mandato?
Fazemos uma avaliação bastante positiva deste segundo mandato. Achamos que tem corrido bem. Estamos a ajustar-nos a uma nova realidade, percebendo e assimilando melhor a reforma administrativa e percebendo as alterações que a nova lei autárquica impôs e, claro, que impactos é que isso traz ao quotidiano da freguesia, da população, e a partir daí pensar no que podemos fazer para melhorar, até porque, com a redução das verbas atribuídas às juntas de freguesia, há que ponderar, cada vez mais e melhor, a gestão destes recursos financeiros.

O que tem sido feito?
Temos concretizado obras de necessidade mais prementes. Temos feito arranjos em alguns muros, encanamentos de águas em várias vias, também para manter as condições da rede viária que merece a nossa melhor atenção. Nesse sentido, temos até adjudicada uma obra para pavimentação de mais um caminho na freguesia, temos uma via importante a ser alargada, onde iremos criar um passeio na extensão deste alargamento. A par disto, estamos a estudar opções e estamos também a preparar-nos para perceber se poderemos concretizar obras significativas num quadro comunitário que está agora a aparecer e que esperamos que nos traga boas perspectivas.

Que balanço traça destes anos como presidente de junta?
Como presidente da junta deixo sempre essa avaliação para os travassenses. Trabalhei e continuo trabalhar com todo o afinco e dedicação, para encontrar as melhores formas de desenvolver Travassos. O facto de ter sido reeleito diz-me que a população gostou do rumo que o anterior mandato tomou e dá-me ânimo para continuar a seguir este caminho, para não desiludir toda a população. Vejo como um sinal de confiança no nosso trabalho e isso é sempre gratificante.
 Era o que estava à espera? Nos tempos de hoje é fácil ser presidente de junta?
Claro que os tempos não têm sido os mais fáceis. Todo o país atravessou um momento muito difícil e continua a lutar para sair de uma situação que nos obrigou a repensar muita coisa, nomeadamente no gerir e na atribuição dos investimentos públicos. Mas o nosso propósito, o projecto que defendemos com a paixão que temos por a nossa freguesia, levou-nos a procurar o caminho para “levar o barco a bom porto”. Seguiremos o rumo que tomamos, mas ficaremos sempre atentos a todas as oportunidades, que resultem no desenvolvimento da freguesia.

No mandato anterior, conseguiram realizar as obras a que se propuseram?
Grande parte delas, até por-que realizamos outras que percebemos ser, tanto ao mais importantes do que as que tínhamos planeado inicialmente. À medida que fomos gerindo os desígnios da autarquia, apercebemo-nos e quisemos perceber o quadro real da freguesia, as principais preocupações e as inquietações de todos os travassenses. E a partir daí, prioriza-mos os investimentos tendo em conta os recursos financeiros a que tivemos acesso, concretizando aquelas que nos pareceram mais importantes. Mas, não estamos desligados das necessidades e continuaremos a trabalhar para satisfazer aquelas que ainda não puderam ser concretizadas.

De todas, qual a obra mais importante?
Consideramos que todas elas foram importantes até pelo que referi na última pergunta. Aquela que daríamos mais destaque, seria, talvez, o início do arranjo urbanístico do centro cívico da freguesia. É um projecto que nos move, porque acreditamos que terá um impacto positivo na freguesia, quer seja pelo asseio que dará a um espaço que é central, quer pelo conforto e até novas formas de viver aquele espaço. Ainda não conseguimos, porém, concretizá-lo na totalidade, tendo procedido, no entanto, ao alargamento de um ponto que consideramos fundamental na freguesia e que beneficia, como disse, muito directamente, boa parte da popu-lação, além de que já dotou aquele espaço de uma estética mais arranjada, mais funcional e mais atractiva. Agora estamos à espera de poder iniciar a segunda fase, assim que seja possível, para melhorar ainda mais o centro e trazer mais qualidade de vida à população.

Ainda há muito a fazer?
Há sempre muito a fazer. A nossa perspectiva é poder trazer a Travassos um desenvolvimento sóbrio, sustentado e equilibrado e, portanto, realizar obras que nos acalentem essa via. Mas, por outro lado, há obras de estruturas que precisam de ser levadas a cabo e para as quais necessitamos de apoio, principalmente financeiro. A rede de saneamento continua a ser uma grande preocupação para nós e vemos com expectativa as soluções que algumas freguesias vizinhas foram conseguindo para realizar este tipo de obras.

Liderada pelo NIC

Mega-operação levou 
à detenção de onze pessoas
No decurso de uma investigação, em curso há cerca de 8 meses, o Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento da GNR da Póvoa de Lanhoso deteve 11 indivíduos, 7 ho-mens e quatro mulheres, e apreendeu diverso material. A investigação delegada no NIC da GNR da Póvoa de Lanhoso estava relacionada com crimes de furto de me-tais não preciosos e furtos em residências nos concelhos de Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Fafe e Cabeceiras de Basto.
De acordo com um comunicado emitido pela GNR, foram realizadas operações de vigilâncias, seguidas de 9 buscas domiciliárias e uma busca a uma sucateira, nos concelhos de Vieira do Mi-nho, Guimarães, Póvoa de Lanhoso e Trofa.
As buscas, iniciadas pelas 22h30 do dia 17 de Junho, tiveram o seu culminar pelas 17 horas do dia 18 de Junho e envolveram 130 militares dos Comandos de Braga, Porto e Viana do Castelo.
Das buscas resultaram ainda a apreensão de 11 automóveis, 6 motociclos, 12 tele- móveis, 3 televisores, 2 computadores, 3 pistolas calibre 6.35mm, 1 caçadeira e vários cartuchos, 1 catana, uma motosserra, 4 rebarbadoras, 45 discos, 2 compressores, 1 frigorífico, 1 esquentador, uma máquina de polir, 6.350 quilos de fio de cobre, 103 mil euros e vários documentos relacionados com a actividade delituosa.
Os detidos foram presentes ao DIAP do Porto. Quatro homens e uma mulher ficaram sujeitos a prisão preventiva; outros quatro detidos ficaram sujeitos a apresentações diárias no posto policial da sua área de residência, um com obrigatoriedade de permanência no domicílio e os restantes dois ficam obrigados a permanecer no domicílio entre as 19 horas e as 7 horas, tendo sido obrigados a pagar uma caução de 5 mil euros para permanecerem em liberdade.

Monsul

Festa de finalistas 
do Centro Educativo do Cávado
O Centro Educativo do Cávado, em Monsul, que alberga as crianças das dez freguesias do baixo concelho, realizou, no dia 13 de Junho, a festa de finalistas. Os mais pequenos foram as estrelas da festa e presentearam a plateia com várias actuações.
No final, os mais pequenos receberam os diplomas. De cartola e bengala, as crianças do Centro Educativo do Cávado viveram momentos de grande alegria. Os professores que os acompanharam ao longo dos quatro anos de aprendizagem não foram esquecidos e receberam lembranças das mãos dos mais pequenos. E mais do que as palavras, deixamos as fotografias que marcaram a festa de finalistas.

S. João de Rei

S. João marcado por inauguração
A freguesia de S. João de Rei acolheu, de 21 a 24 de Junho, as festividades em honra de S. João, o santo padroeiro daquela freguesia. O principal dia dos festejos, a 24 de Junho, ficou marcado pela inauguração de um edifício de apoio à paróquia. A obra, integra uma sala polivalente e sanitários e o cimo foi transformado num palco, num verdadeiro anfiteatro ao ar livre. A obra é da responsabilidade da Fábrica da Igreja mas foi custeada quase integralmente pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, contando ainda com o apoio da Junta de freguesia de S. João de Rei.
“Esta é uma obra necessária e uma obra bonita que bem embelezar o espaço. Está com muito bom gosto e é um equipamento que vai apoiar a igreja e a freguesia em geral”, revelou o presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista, após a cerimónia de bênção e inauguração do espaço.
Após a inauguração, teve  lugar a missa e sermão em honra de S. João e a majestosa procissão em honra daquele santo, com a presença de vários andores e figuras alegóricas.

U.F. Verim, Friande e Ajude

Praia Fluvial acessível a todos
A Praia Fluvial de Verim voltou a ser contemplada com a bandeira “Praia Acessível – Praia para Todos”. No domingo, dia 22 de Junto, a bandeira voltou a ser hasteada naquela que é a única praia fluvial do concelho, num momento que reuniu o executivo da União de Freguesias de Verim, Friande e Ajude, presidente e vereadores da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.
Recorde-se que a bandeira de Praia Acessível distingue zonas balneares, marítimas e fluviais, que cumpram os requisitos necessários em termos de acessibilidade e mobilidade condicionada.
A entrega d Bandeira decorreu depois de uma vistoria efectuada pela ARH (Autoridade dos Recursos Hídricos), no passado dia 13 de Junho.
“O hastear desta bandeira, é mais um reforço na estratégia da Junta de Freguesia e Câmara Municipal que estão atentas à necessidade de inclusão de todos. Esta Praia Fluvial é a única designada no concelho da Póvoa de Lanhoso e constitui uma dos atracões turísticas do nosso concelho e em particular desta União de Freguesias”, referiu José Manuel Silva, presidente da União de Freguesias.
“Esta praia fluvial insere-se nas margens do Rio Cávado, nascido na Fonte da Pipa na Serra do Larouco a 1.520 metros de altitude, proporciona boas condições de salubridade, tranquilidade e segurança a quem a procura”, reforçou o autarca, apontando ainda que “ter uma Praia Fluvial para todos e ver esse mérito reconhecido com a atribuição desta bandeira é motivo que a todos nos deve orgulhar e dar alento para em conjunto, continuarmos a trabalhar para a manutenção desta bandeira e evoluir de modo a proporcionar mais-valias a este espaço”.
“Hoje que celebramos este acto, devemos reflectir sobre o percurso deste espaço até esta data e naturalmente agradecer a todos os senhores Presidentes de Junta e Câmara que nos antecederam. Hoje cabe-nos a nós continuar a escrever a historia desta freguesia e devemos faze-lo com respeito pelos que nos antecederam e por aqueles que nos sucederam”, disse ainda José Manuel Silva.

Visitantes satisfeitos
António Joaquim e Amélia frequentam as actividades do Centro de Convívio de Friande e, na tarde de domingo, visitaram a Praia Fluvial de Verim.
“Já conhecia isto. Dantes, quando era moço, com os meus 10 a 12 anos, vínhamos aqui procurar uma água de enxofre aqui perto para curarmos as feridas”, conta António Joaquim.
“É um sítio bonito e é bom que mantenham isto assim bonito. Antigamente, a estrada até aqui era em terra. Agora, vem o tempo bom e é um bom sítio para vir. Quando aqui vim foi com os meus familiares que estão em França”, referiu a D. Amélia.

A Praia Fluvial de Verim conta com:
Estacionamento de automóveis junto à praia; Estacionamentos com lugares reservados a portadores de mobilidade condicionada; Acesso à zona de banhos de nível; Sanitários acessíveis;
 Acesso pedonal fácil; Posto de socorros acessível; Bar acessível; e Nadadores-salvadores de 15 de Junho a 15 de Setembro;
A União de Freguesias de Verim, Friande e Ajude continua a encetar esforços para tornar as margens do Cávado mais atractivas e trazer ainda mais visitantes até àquelas paragens. Uma dessas conquistas ocorre nesta quinta-feira, dia 26, com o repovoamento com truta fário pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

Domingos Vieira sem rodeios fala da sua vida

“Era visto como o rapazinho
 da cadeira de rodas”
Domingos Vieira, tem 30 anos, reside em S. João de Rei. Tem no Boccia e nos Bombeiros os seus grandes amores. Sofre de distrofia muscular, que o atirou para uma cadeira de rodas, mas nem mesmo as limitações físicas o impedem de praticar desporto e levar uma vida quase normal. “Nasceu comigo e vai morrer comigo”, explica Domingos Vieira, referindo-se aos seus problemas de saúde.
O seu tempo é repartido pelos treinos de Boccia, no Sporting de Braga, e os bombeiros, onde presta voluntariado na central telefónica.
Sem rodeios e sem qualquer constrangimento, Domingos Vieira revela que já não é visto somente como “o rapazinho da cadeira de rodas”. A prática de Boccia e a conquista de lugares no pódio tiraram-no do anonimato. Faz as tarefas da vida diária e cumpriu um dos seus grandes sonhos: tirar a carta de condução. Tem um carro adaptado, o que lhe dá uma grande liberdade de movimentos e independência.
Veio para os bombeiros há 10 anos e aqui tem o que se pode chamar de uma segunda família. Aqui fez amigos para a vida. Não enverga farda pois não é bombeiro voluntário mas a paixão pela causa é enorme. É com brilho nos olhos que fala das tarefas que desempenha.
“Eu costumo dizer que gosto muito do boccia, mas os bombeiros são o que me completa mais. Gosto disto. Gosto de sentir que estou a ajudar alguém. Se a triagem não for bem feita, os meus colegas não chegam lá. Sinto-me útil a ajudar os outros”, explica Domingos Vieira.
Iniciou a prática de Boccia há cerca de 11 anos. Incentivado por um amigo, Joaquim Alexandre, experimentou a modalidade e a partir daí nunca mais parou. Da APPC de Guimarães passou para o Sporting de Braga e já envergou, por diversas ocasiões, a camisola da selecção nacional. A presença nos Jogos Paralímpicos não correu de fei- ção mas foi uma importante aprendizagem para competições futuras. Em 2011/2012 e 2012/2013 foi bi-campeão nacional e actualmente é tri-campeão regional. Na época 2012/2013 ganhou a Taça de Portugal. Em pares, é vice-campeão nacional e vice-campeão regional.
Em 2011, com as cores da selecção nacional foi vice-campeão mundial, numa prova realizada em Belfast. Venceu dois torneios realizados na Tunísia e alcançou um quarto lugar na Taça da Europa. Nesta época, o sonho passa, a nível individual, por alcançar o lugar mais cimeiro no pódio no campeonato regional, campeonato nacional e Taça de Portugal.

Grupo Desportivo Porto d’Ave

Domingos Pereira
mantém-se na presidência
Ligado ao clube há mais de 20 anos, Domingos Pereira assume os destinos do clube para mais um mandato. Manter a equipa sénior no pró-nacional é um dos objectivos para a próxima época.

O que o levou a recandidatar-se ao cargo de presidente do Porto d’Ave?
Fizeram-se reuniões e não apareceram listas e acedi aos pedidos de elementos da direcção cessante, de sócios e simpatizantes do clube para avançar novamente com uma candidatura à presidência do clube. Gostava mais de ser um dirigente como o fui durante vários anos. Gostava mais de estar num cargo desses e ajudar a trabalhar. Não tinha ambição em ser presidente. A minha presença no clube é para ajudar e trabalhar. É o amor ao clube que me faz continuar na presidência.

Quais os objectivos da próxima época?
A manutenção é o nosso objectivo. Vamos ver jogo a jogo, fazer o melhor possível e conseguir a manutenção o mais rápido possível. O clube não é só a equipa sénior. Queremos alcançar os melhores resultados possíveis nos vários escalões de formação e no futsal.

A manutenção, conseguida no final do campeonato, foi um prémio para a direcção…

Foi um prémio mais do que merecido. Tínhamos uma equipa com qualidade para estar neste campeonato. Tivemos alguns resultados menos positivos e acabamos por conseguir a manutenção só no final. Os resultados não espelharam a qualidade da equipa. Foi um bom prémio para a direcção e para os jogadores. Havia quem nos desse como “mortos” em Janeiro mas acabamos por “ressuscitar”.  Sempre acreditamos no valor da equipa e sempre demos todas as condições necessárias para um bom desempenho. Com a vinda do Guilherme mantivemos o sonho da manutenção, que acaba por ser um prémio por um trabalho merecido ao longo do ano. Acaba por ser um prémio para todos aqueles que por aqui passaram esta época. Quero, também, aproveitar este momento para endereçar os meus agradecimentos também à equipa de futsal, que foram campeãs.

Foi um final feliz..
Tivemos três treinadores esta época. Os resultados pretendidos não foram conseguidos. Tanto o Sérgio Lino como o José Barroso foram embora de livre vontade e com eles mantemos bom relacionamento.

Já foi assumida a continuidade de Guilherme Ramos. É um prémio justo para o técnico…
Não poderia ser de outra maneira. O Guilherme assumiu o comando quando faltavam nove jornadas. Ele acreditou na equipa e nós acreditamos no Guilherme. Ele disse que isso seria possível e conseguimos. O mérito parte de toda a gente mas parte também dele. Daí a renovação com o Guilherme. É um prémio mais do que justo.

O relvado sintético foi a grande marca desta época. Foi importante?
Foi muito importante, tanto para a equipa sénior como para os escalões de formação. Temos cerca de 150 atletas que integram o clube. Melhoramos as condições de trabalho. Concretizamos o sonho de há vários anos. Sem o apoio da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso nada disto seria possível. É uma obra que marca a história do clube. Era um melhoramento necessário para o desenvolvimento dos atletas. Há melhores condições de trabalho e traz mais motivação aos atletas. O Porto d’Ave tem que começar a tirar partido dos escalões de formação.

É fácil gerir um clube como o Porto d’Ave? Qual o orçamento da nova época?
Fácil não é, mas vai-se gerindo. O orçamento para a próxima época ronda os 50 mil euros. Temos as contas todas em dia. Ao longo destes tempos, temos contado com o importante apoio das empresas do concelho e da freguesia. O apoio dessas empresas é fundamental para desenvolvermos as nossas actividades e mantermo-nos como um clube sério e pagador. Para além de deixarmos o nosso agradecimento aos empresários do concelho e da freguesia, por toda a colaboração ao longo destes anos, queremos agradecer também o apoio da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e da Junta de Freguesia de Taíde. Com todo o apoio de todas as empresas e entidades conseguimos manter o Porto d’Ave como um clube de referência. A isto, junta-se também a dedicação e empenho de todos os directores. A manutenção foi também um prémio merecido para todas as empresas e instituições que connosco colaboram.

Que mensagem deixa aos sócios e simpatizantes do clube?
A todos eles, pedimos para que continuem a ajudar o clube, para que apoiem os clubes ao longo dos vários jogos. Daremos o nosso melhor ao longo da época. 
Este ano, o Porto d’Ave está empenhado em mudar a sua imagem em termos disciplinares. No capítulo disciplinar, ficamos em último lugar, algo que nos entristeceu. Queremos mudar essa imagem e tudo faremos para que isso seja uma realidade. Todos juntos, vamos trabalhar para mostrar realmente o que o clube é e não a imagem que passou na última época.