EDITORIAL
Fasquias
Já aqui recordei há anos uma frase de uma pessoa de família que do alto dos seus oitenta anos, de muitas experiências vividas, me dizia que devemos olhar para cima para termos ambição quanto baste para “subirmos na vida” mas também deveremos olhar para baixo para sermos razoáveis, solidários e realistas.
Um clube de futebol, por exemplo o Futebol Clube do Porto, quando anda há anos e anos a bater-se nas melhores provas e ou as ganha ou fica em lugares honrosos e lá vem um ano que as coisas lhe correm mal, o que é perfeitamente normal – de outra forma as competições deixariam de ter interesse –, cai o carmo e a trindade e os sócios e adeptos quase comem vivos os que então endeu-savam; quando um atleta bate todos os recordes e ganha nuns Jogos Olímpicos sete medalhas de ouro e nas seguintes “só” ganha três passa a ser considerado uma decepção e os media desancam-lhe a imagem; quando uma empresa tem resultados positivos meia dúzia de anos seguidos e em um tem resultados negativos, depois de ganhos acumulados é perfeitamente normal isso acontecer, os accionistas ou os gerentes ligam as sirenes e os então competentes passam a ser olhados de soslaio, no mínimo; quando as condições de vida de um povo melhoram durante anos ou décadas a fio e de repente esse nível tem de baixar ficando mesmo assim muito acima do que era há vinte anos atrás passamos a ser miseráveis e arregaçamos as calças nas autoestradas. A natureza humana é mesmo assim. O que mais me irrita no meio disto tudo é que os que mais barulho fazem não são os milhões que têm pequenas reformas ou salários baixos ou médios. São, isso sim, os milhares de reformados representados por damas de lantejoulas ao pescoço - nos últimos tempos foram retiradas, grande conselho... - ou trabalhadores com sindicatos poderosíssimos que estão muito longe de serem os mais penalizados nas crises.
E os media andam em volta desses, a árvore, e esquecem-se dos outros, a floresta.
Até um dia destes.
Póvoa de Lanhoso
Comemorações dos 500 anos
dos Forais Novos
marcadas por Congresso
História e Futuro do Município e Municipalismo Português é o tema do congresso que se realiza, na Póvoa de Lanhoso, de 15 a 17 de Maio, no âmbito do programa comemorativo dos 500 anos dos Forais Novos. Ao Congresso, cujo Comissão Científica é presidida pelo Prof. Doutor José Viriato Capela, do Departamento de História da Universidade do Minho, junta-se uma feira quinhentista e uma encenação teatral. A apresentação das iniciativas para o mês de Maio decorreu, na manhã de ontem, no Theatro Club. Felicitando a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso pelo “congresso de si
“O tempo de D. Manuel – os Forais”, “Dos Municípios Manuelinos às Reformas de Mouzinho da Silveira”, “Os Municípios do Liberalismo à República”, “Os Municípios no Ordenamento Jurídico Português”, “Os Municípios e a Administração Pública”, “Os Municípios no contexto da reforma administrativa” e “Município Português – que futuro” são as sessões plenárias que integram o congresso que contará, de entre reputados especialistas, com a presença do Secretário de Estado da Administração Local, António Leitão Amaro, e de representantes dos grupos parlamentares da Assembleia da República. “Pelas pessoas que serão envolvidas, pelos domínios científicos que serão chamados à reflexão, penso que estamos em condições de levar a cabo uma iniciativa que terá impacto a nível nacional”, disse ainda o Prof. Doutor José Viriato Capela. “Que os povoenses se sintam orgulhosos de todo este trabalho que temos feito”, revelou Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, salientando o esforço e o trabalho de um conjunto de pessoas.
gnificativa envergadura”, o Prof. Doutor José Viriato Capela relembrou a comemoração, neste ano, dos 40 anos do 25 de Abril, assim como a importância da reflexão política, histórica e cultural sobre o que foi o município, o que está a ser e o que pode ser no futuro. ‘História e Municipalismo’ e ‘Municípios e Poder Autárquico’ são os grandes temas deste congresso. Ao longo dos trabalhos, será abordada a perspectiva das ciências, das ciências políticas, do direito, da administração e da política pelo que passarão, pela Póvoa de Lanhoso, figuras de referência nestes domínios.
Póvoa de Lanhoso
Rastreios para comemorar
Dia Mundial da Saúde
As comemorações do Dia Mundial da Saúde, a 10 de Abril, ficaram marcadas, na Póvoa de Lanhoso, pela realização de rastreios e de acDia Mundial da Saúde
Sensibilizar e alertar a população para a importância da prevenção no que respeita à saúde foi um dos objectivos da iniciativa que reuniu à sua volta elementos da Unidade de Cuidados à Comunidade Coração do Minho do Centro de Saúde da Póvoa de Lanhoso, da Unidade Móvel de Saúde, da Essilor, do ISAVE, da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso e da Farmácia da Misericórdia, da EPAVE, da Liga Portuguesa Contra o Cancro e da Farmácia de S. José. A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso associou-se às comemorações. No total, foram realizados 548 rastreios.
Povoenses aderiram em grande número
José Alves, residente em Fontarcada, foi um dos povoenses que participou nos rastreios. Avaliou a tensão arterial e a glicemia. “De vez em quando costumo participar nos rastreios. É importante existir momentos como este. É muito bom para sabermos como está a nossa saúde. Faço análises todos os anos e isto é uma maravilha para a comunidade”, revelou José Alves.
A enfermeira Rosa Maria, da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso, foi um das participantes na iniciativa e destacou a grande afluência de povoenses.
O momento foi de avaliação dos vários níveis mas também de transmissão de conselhos e alertas pois, como a própria referiu, algumas pessoas ainda não estão muito elucidadas dos perigos, nomeadamente da tensão alta.
“Quando há rastreios, aproveito para participar”, revelou Elvira Pereira, de Galegos, adiantando ainda que tem cuidado com a saúde e que costuma realizar periodicamente exames. “É muito importante cuidarmos da nossa saúde”, disse.
ções de sensibilização e divulgação na área da saúde. Reunidos vários intervenientes, foram colocados à disposição dos povoenses um conjunto de rastreios, nomea-damente a medição da tensão arterial, diabetes, colesterol e visual. As iniciativas decorreram na Praça Engenheiro Armando Rodrigues, no centro da vila, entre as 10 e as 13 horas.
Águas Santas
Escola Primária ‘virou’
dos livros para a cerveja
Outrora, pelas suas cadeiras e bancos passaram as crianças da freguesia. Foram-se as crianças e os livros aquando da abertura do Centro Educativo do Cávado, em 2012. O edifício fechado, e já algo degradado, ganhou nova vida e utilidade. A ideia partiu de um jovem bracarense, João Palmeira, cujos pais residem em Águas Santas. O repto lançado pelo empreendedor foi aceite pela autarquia, que cedeu o edifício para acolher a fábrica de cerveja artesanal. Uma situação de desemprego transformou o hobbie de João Palmeirados livros para a cerveja
“Quando o João se dirigiu à Câmara a pedir para ceder as instalações, foi logo aceite. Demos o apoio. Não fizemos mais do que a nossa obrigação”, referiu Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal, no momento dos discursos. O pedido do autarca ao jovem empreendedor, para que não esquecesse a heroína Maria da Fonte, não foi esquecido e a heroína da Póvoa de Lanhoso dá nome da uma das variedades da cerveja Amphora. “Aquilo que nós fizemos, faremos a qualquer povoense ou a qualquer investidor ou empreendedor”, referiu o autarca.
Agradecendo à família e a todos quantos o têm acompanhado nesta caminhada, João Palmeira não esqueceu o apoio da autarquia.
“Para além de facultarem as instalações, o edifício em si, são irrepreensíveis nos aspe-ctos burocráticos, naquilo que foi necessário para ocorrer as obras no edifício, também eles estão de parabéns, pois apoiam quem quer construir algo, quem quer empreender e ter uma vida dife-rente, disse o criador da Cerveja Amphora.
“A fábrica de cerveja artesanal Amphora é uma mais-valia para a nossa freguesia e para o nosso concelho. Além de ser um exemplo de empreendedorismo jovem, a cerveja Amphora levará consigo o bom nome de Águas Santas e Moure e da Póvoa de Lanhoso. A implantação deste tipo de projecto na nossa freguesia irá, mesmo que numa escala de pequena dimensão, ajudar a combater o desemprego no nosso concelho”, considerou o executivo da união das freguesias de Águas Santas e Moure.
em ocupação. Com o apoio de sócios criou a empresa ‘Cerveja com História’. O néctar, a cerveja artesanal Amphora, viu reconhecida a sua qualidade internacionalmente, pelo site da especialidade ratebeer. No sábado, dia 12 de Abril, teve lugar a cerimónia de inauguração. Depois do descerrar da placa, seguiu-se a visita às instalações, com João Palmeira a explicar todos os passos do processo de fabricação.
Em Diálogo - Associação para o Desenvolvimento Social da Póvoa de Lanhoso
Um grande contributo
no desenvolvimento do concelho
no desenvolvimento do concelho
A Em Diálogo – Associação para o Desenvolvimento Social da Póvoa de Lanhoso foi constituída a 27 de Outubro de 1998, por um conjunto de pessoas ligadas à área social e com uma forte experiência de trabalho no terreno. É uma Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos. Desde sempre que se assumiu como a única associação de desenvolvimento local, afigurando-se como um recurso para o estabelecimento de sinergias entre as várias instituições sociais, alargando os seus objectivos e ganhando dimensão concelhia.Trabalhar com pessoas é uma máxima da Em Diálogo e uma garantia de mudanças efectivas sustentáveis e sustentadas.
A Missão da Em Diálogo tem vindo a materializar-se nas várias actividades, projectos, serviços e equipamentos sociais criados no sentido de acolherem todos os povoenses e, em particular aqueles que se encontram em situações de maior vulnerabilidade, em função das suas necessidades mais específicas.
Levar a cabo este grande desafio implica uma intervenção coerente e integrada, ao nível do território concelhio, com uma ampla participação dos diferentes actores sociais, afirmando plenamente a prioridade ao apoio às pessoas e famílias mais carenciadas e, particularmente expostas a fenóme-nos de pobreza e exclusão social.
“No nosso dia-a-dia, trabalhamos em prol da criação de novos recursos e serviços, ao dispor de todos, tendo sempre presente o nosso foco de intervenção: a melhoria efectiva da qualidade de vida das pessoas residentes no concelho da Póvoa de Lanhoso, com vista à consagração do conceito de cidadania social, que postula o direito ao trabalho, a um rendimento mínimo, ao exercício dos direitos e deveres cívicos, à cultura, à participação na vida social e cultural, em suma a uma plena inserção na vida em sociedade”, explica Clarisse Matos Sá, presidente da Em Diálogo.
“Esta Associação tem como objectivo promover a integração económica e social de indivíduos e/ou grupos sociais mais desfavorecidos ou mais vulneráveis da população do Conce
lho da Póvoa de Lanhoso, através da mobilização e gestão de meios que permitam alterar as condições e os modos de vida dos referidos grupos, bem como a criação de novos recursos, a rentabilização das estruturas locais existentes, a articulação dos vários organismos e instituições locais e a mobilização da população no seu próprio processo de mudança”, explica a responsável.
Junta de Freguesia de Taíde
Sérgio Soares há oito anos à frente da maior freguesia do concelho
“Saneamento e parque infantil
entre as grandes prioridades”
Na freguesia de Taíde, a rede viária continua a ser uma preocupação para Sérgio Soares, presidente da Junta de Freguesia. Além destes melhoramentos, o edil espera ver a rede de água e de saneamento chegar a todos os moradores. De entre as intervenções a realizar, o autarca não esquece os mais novos, para quem quer construir um parque infantil. Iniciou, há cerca de seis meses, o terceiro mandato como presidente da Junta de Freguesia de Taíde. Como está a decorrer?
Está a correr dentro da normalidade. Nós, Presidentes de Junta, queremos sempre mais para as nossas freguesias mas também sabemos e compreendemos as dificuldades da Câmara Municipal, de quem muito dependemos e, normalmente, no ano seguinte ao de eleições autárquicas sabemos que as coisas se tornam ainda mais difíceis mas, mesmo assim, temos que ser persistentes e fazer o nosso trabalho sempre de forma séria e com o devido respeito por tudo e todos, pois só assim as coisas podem correr bem e dentro da normalidade.
Estamos a continuar com o trabalho que já vinha a ser desenvolvido anteriormente e, sendo assim, nada disto é novidade para nós executivo da Junta de Freguesia, executivo este que não sofreu qualquer alteração desde a apresentação em 2005. Por isso, posso dizer que está a correr bem, mas querendo sempre mais e melhor para a nossa freguesia.
É fácil ser presidente de Junta?
Este é o meu terceiro mandato. Como tal, e daí, a experiência de oito anos à frente da maior freguesia do nosso concelho em termos populacionais, dá-me alguma prática sobre tudo o que envolve a freguesia de Taíde. É de muita responsabilidade este cargo mas também gosto de desafios. Tudo o que faço na vida assumo-o sempre com a mesma atitude, onde coloco todo o meu empenho, dedicação e respeito. Não é fácil por vezes porque, infelizmente, ainda há algumas pessoas que não percebem ou não querem perceber que existem leis, e ainda bem que existem, às quais todos nós temos e devemos respeitar e daí surgem, por vezes, alguns momentos em que nos entristecemos um pouco mais, mas ponho sempre os desígnios da minha freguesia e das suas gentes em primeiro lugar. Daí que, as coisas menos boas não me abalam nem fazem com que ponha em causa o meu trabalho nem a responsabilidade que assumi ao aceitar este cargo pela terceira vez consecutiva. Também, em termos familiares e profissionais por vezes saímos a perder, pois uma freguesia como Taíde requer muito do seu presidente e de todo o executivo da junta. Confesso que não é fácil ser Presidente de Junta mas as coisas menos fáceis são aquelas que nos dão mais força e fazem com que o sucesso de tudo aquilo que projetamos seja alcançado.
Quais as principais necessidades de Taíde?
Taíde ainda tem muitas necessidades em termos de pavimentações. Falo da Rua Visconde de Taíde e Rua da Poça de Ralde. São duas ruas muito extensas mas gostava de as ver pavimentadas. Depois, temos outra necessidade que, para mim, é prioritária, que é a concretização da rede de saneamento e temos locais em que é extremamente necessário, pois esta é uma causa de saúde pública. Temos a Rua do Crasto, Rua do Santinho e Rua do Entroncamento em que o piso está ainda em calçada à portuguesa mas com muitas irregularidades. Por vezes, torna-se perigosa esta via e não tendo ainda rede de saneamento acho que é uma necessidade e urgente a colocação desta rede e a pavimentação das mesmas. A Rua de Gerzat também necessita de intervenção urgente pois a colocação da rede saneamento, gás natural e fibra óptica deixou o piso muito danificado e sendo esta uma das vias mais movimentadas carece de intervenção urgente. Outra das necessidades que considero urgente é, sem dúvida, um parque infantil com as devidas condições para que as pessoas possam levar os filhos a brincar. Esta é também uma das necessidades principais para Taíde que espero concretizar.
Para estes quatro anos, que obras a Junta de Freguesia gostaria de concretizar?
Sabendo de todas as dificuldades que o país atravessa e daí os municípios e as freguesias, tenho em conta que não podemos nem devemos fazer obras de fachada nem pedir muito mas gostaria, e espero ver concretizadas, as obras que referi nas principais necessidades, assim como a segunda fase da sede de Junta e um arranjo no Largo do Bobeiro para um Parque de Lazer e, claro, um Parque Infantil com as devidas condições.
Qual a mais prioritária?
Todas elas são importantes e prioritárias mas sinto muito a falta do Parque Infantil, pois gostaria de ver as crianças de Taíde a terem um local digno para brincarem e desfrutarem de tudo aquilo que merecem.
Depois de muitos anos de ‘casa às costas’, Taíde já dispõe de uma sede de Junta. Esta foi a primeira fase de uma obra mais abrangente. O que pretendem ainda fazer?
Taíde tem agora uma sede de junta onde podemos trabalhar de uma forma mais organizada e merecida. Foram sete anos de casa às costas, como diz, mas foi assim que quisemos pois tinha prometido que estaria sempre próximo da população e, daí, o atendimento era feito em três locais da freguesia. Agora, não faz sentido pois a sede de junta foi construída no centro da freguesia, geograficamente, e assim todos têm acesso e a uma distância idêntica para cada canto da freguesia. Relativamente à sede de junta, falta ainda construir uma segunda fase que é um espaço polivalente para eventos e apoio às instituições da freguesia, que espero ainda vê-la concretizada.
Que obras destaca desde que assumiu a presidência da Junta?
Todas as obras realizadas têm a sua importância pois nunca quis, nem quero, fazer obras só para dar nas vistas. Mas, de todas elas posso destacar a rotunda dos Romeiros e a Rua Dr. Francisco Vieira e Brito, rede de saneamento e água potável, Largo Nossa Senhora da Graça, em Quintela, e destaco particularmente a Sede de Junta e o Adro da Igreja Paroquial assim como o sintético no campo de jogos.
Simulacro
Exercício envolveu
Bombeiros da Póvoa de Lanhoso
e Vieira do Minho
O cenário foi devidamente preparado e o local estrategicamente escolhido para testar os meios de socorro. Um camião, que transportava troncos de madeira, ao passar numa ponte, que liga as freguesias de Oliveira e Serzedelo, perde parte da carga que atinge duas viaturas. Quatro pessoas ficam encarceradas. Foi este o cenário encontrado pelos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho, num exercício conjunto, realizado na tarde de sábado, dia 12 de Abril. Os toques de sirene despertaram a curiosidade de vários moradores que, desconhecendo a realização do exercício, se assustaram com o cenário encontrado. Tudo não passou de ficção mas uma situação destas pode muito bem passar da ficção para a realidade. Bombeiros da Póvoa de Lanhoso
e Vieira do Minho
O simulacro realizado, promovido pela 2.ª secção do Corpo de Bombeiros da Póvoa de Lanhoso, contou com um grau de dificuldade muito elevado. Para além da remoção da carga caída sobre a viatura, foi necessário proceder ao desencarceramento das quatro “vítimas”. No “socorro”, estiveram envolvidos 17 elementos dos soldados da paz povoenses, apoiados por cinco viaturas, e 11 elementos do corpo de bombeiros de Vieira do Minho, apoiados por três viaturas. No local, foi visível o bom relacionamento entre os elementos das duas corporações, num bom trabalho em equipa que permitiu terminar o simulacro com um balanço positivo. Este exercício insere-se na formação contínua dos Bom Voluntários da Póvoa de Lanhoso.
beiros
PJ investiga alegados
abusos a uma criança
Uma criança, de 10 anos, residente no concelho da Póvoa de Lanhoso, foi retirada do seio familiar por suspeita de abusos sexuais. abusos a uma criança
O ‘Maria da Fonte’ confirmou que a Polícia Judiciária já está no terreno a investigar o caso. Fonte oficial do Departamento de Investigação Criminal de Braga da PJ confirmou ontem que está em curso uma investigação sobre alegados abusos sexuais. Contactada também a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens da Póvoa de Lanhoso, um dos responsáveis recusou pronunciar-se sobre o caso.
Pelo que apuramos, foi submetida a exames periciais para confirmar o alegado abuso sexual.
Despoletada a denúncia, e enquanto decorrem as diligências da Polícia Judiciária, a criança foi encaminhada para uma instituição de acolhimento.
A mãe vive, há cerca de seis anos, com um novo companheiro, numa das freguesias do concelho da Póvoa de Lanhoso, e a criança é fruto de um anterior relacionamento.
Garfe
Eleições intercalares a 25 de Maio
O dia 25 de Maio foi o dia escolhido para a realização das eleições autárquicas intercalares na freguesia de Garfe. Recorde-se que, neste dia realizam-se as eleições europeias. Nas últimas eleições autárquicas, a 29 de Setembro, e relativamente a Garfe, apresentaram-se a votos quatro listas. A do PPD/PSD, liderada por José Castro; do PS, liderada por Paulo Ferreira, uma lista independente, liderada por Maria do Céu Santos e a lista do PCP/PEV. A lista do PSD foi a lista mais votada, como 340 votos (42,29%), logo seguida da lista do PS, com 331 votos (41,17%), da lista independente, com 105 votos (13,06%), e da lista da CDU com 8 votos (1%). Registaram-se ainda 12 votos em branco e oito nulos.
A votação ditou quatro mandatos para o PSD, 4 mandatos para o PS e um mandato para a lista independente. Após várias tentativas, não foi possível chegar a acordo para a constituição do executivo da Junta de Freguesia. Dado o impasse, não restava outra alternativa que não fosse a marcação de um novo acto eleitoral.
A freguesia de Garfe conta com 1.289 eleitores inscritos. No último acto eleitoral para as autárquicas, 804 eleitores exerceram o seu direito ao voto, com a abstenção a situar-se nos 37,66%.
“Considerando a renúncia ao mandato da totalidade dos membros efectivos e suplentes candidatos pela lista mais votada à Assembleia de Freguesia de Garfe, município da Póvoa de Lanhoso. Considerando que por esse facto ficou esgotada a possibilidade de substituição do Presidente da Junta de Freguesia prevista no artigo 79.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, na redacção que lhe foi dada pela Lei Orgânica n.º 1/21, de 30 de Novembro. Considerando, assim, a necessidade de marcação de eleições intercalares para a Assembleia de Freguesia de Garfe”, pode ler-se no despacho n.º 4479-A/2014, emitido pelo Gabinete do Secretário de Estado da Administração Local.
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