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Festas de Fontarcada


S. Francisco está à porta

O lugar de Simães, em Fontarcada, recebe, de 4 a 9 de Outubro, as festividades em honra de S. Francisco, realizadas na sua capela. Do programa elaborado consta, no dia 4 de Outubro (terça-feira), às 19h30, uma missa em honra de S. Francisco. Mais tarde, pelas 21h30, a música está em destaque com a actuação do artista Johnny Abreu, à qual se segue a “Noite da Juventude”, com a presença de Dj’s.
“Amigos da Borguinha” é o grupo musical responsável pela animação da noite de quarta-feira, dia 5 de Outubro. O início da actuação está marcado para as 21h30. Na noite do dia 6 (quinta-feira), as atenções estão voltadas para a actuação do grupo povoense “Cantares da Nossa Aldeia”.
No dia 7 (sexta-feira) o folclore marca presença nas festas, com a actuação do Rancho Folclórico Maria da Fonte, de Fontarcada, e do Ran-cho Folclórico Moleirinhas de Esposende.
Para sábado, dia 8, o programa contempla uma sessão de fogo, pelas 12 horas, seguindo-se, pelas 14 horas, a entrada no recinto do grupo “Bombos Pedralvelas”. À noite, a animação fica a cargo da orquestra “Réplica 7”, cuja actuação tem lugar pelas 21h30. No domingo, dia 9, principal dia dos festejos, os actos religiosos estão em destaque. Depois da entrada no recinto, pelas 9h30, da Fanfarra dos Escuteiros de Fontarcada, segue-se, às 10 horas, a missa solene com sermão a S. Francisco e, às 15h30, a majestosa procissão, com vários andores e figurados.
Findo aquele acto religioso, seguem-se os cantares ao desafio com Duarte, Irene e Sara Gaia. À noite, a partir das 21 horas, tem lugar a actuação do grupo “Amigos de Guimarães”, seguindo-se as actuações do artista Dino Freitas (22 horas), Andreia Martins (22h30) e Kikas Freitas (23 horas).
Uma sessão de fogo encerra as festividades deste ano.

Taíde


“A verdadeira dívida é o amor”

A missa em honra de Nossa Senhora do Porto d’Ave e a majestosa procissão, no domingo, dia 4 de Setembro, foram dois dos pontos altos da Romaria de Nossa Senhora do Porto d’Ave, realizada na freguesia de Taíde. Num momento de grande fé, muitos devotos de Nossa Senhora do Porto d’Ave deslocaram-se ao santuário mariano para cumprir as suas promessas e assistir aos momentos religiosos que integraram aquela romaria. Iniciada a 27 de Agosto, a romaria de Nossa Senhora do Porto d’Ave teve o seu culminar no domingo, dia 4. Durante os vários dias, a fé e a devoção a Nossa Senhora trouxe a Porto d’Ave milhares de devotos, vindos de vários pontos da região.
No domingo, e logo pela manhã, os fiéis cumpriam as suas promessas em volta do santuário, alguns deles de joelhos e transportando objectos em cera. Ao recinto, foram chegando alguns romeiros que realizaram a viagem a pé desde outras freguesias do concelho e de outros concelhos vizinhos.
Cumpridas as promessas, os fiéis marcaram presença na missa em Honra de Nossa Senhora do Porto d’Ave, presidida pelo bispo-auxiliar de Braga, D. António Couto.
Pegando na liturgia da palavra, o bispo-auxiliar de Braga alertou para a responsabilidade de cada um de nós perante os Irmãos que nos rodeiam. Das suas palavras, sobressaiu a necessidade de manter os corações abertos para ajudar, orientar e auxiliar os outros.
“Somos mais ou menos assim, capazes de humilhar, capazes de desprezar, capazes de abandonar os nossos irmãos, talvez, quando eles mais precisam de nós”, referiu D. António Couto.
“Nunca abandoneis ninguém, nunca rejeiteis ninguém, nunca ponhais ninguém de lado, nunca humilheis ninguém”, alertou o bispo-auxiliar de Braga.
“Irmãos, tendes uma grande dívida uns para com os outros”, revelou D. António Couto, pegando nas palavras de S. Paulo.
“De dívida nós percebemos todos nos tempos em que estamos. Mas, não é de euros, nem de dólares, nem de ouro. Somos todos devedores de amor uns para com os outros. A nossa dívida, a nossa dívida mais funda e a nossa dívida verdadeira é o amor. Estamos sempre a dever o amor uns aos outros. Felizmente, nunca conseguiremos saldar esta dívida. Poderemos saldar a dívida de euros ou de dólares mas, felizmente, nunca saldaremos a dívida do amor que devemos ao nosso irmão”, destacou D. António Couto. “É bom que sintamos isso: que eu te devo o amor e que tu me deves o amor e que nós somos devedores do amor uns para com os outros. Quando tivermos esta sensibilidade, esta maneira de abrir o coração e de ver de maneira diferente nós saberemos entender também o mundo de forma diferente”, disse ainda D. António Couto que, no decurso da homilia, incentivou os cristãos a serem verdadeiros sentinelas para ajudar as pessoas, dando as melhores orientações para a sua vida e os seus corações.

S. Gens de Calvos


População venerou São Gens

A Freguesia de S. Gens de Calvos viveu momentos de festa no último fim-de-semana de Agosto, dias 27 e 28, com a realização das festividades em honra do padroeiro São Gens. A este acontecimento aliou-se a presença da Banda Municipal de Santa Cruz da Madeira, num intercâmbio que esta colectividade efectuou com a Banda Musical de Calvos. As festividades em honra do padroeiro São Gens iniciaram-se no dia 25 de Agosto, dia litúrgico do mártir São Gens, com uma eucaristia em honra do santo padroeiro. A noite de sábado, dia 27, foi dedicada ao folclore, com a actuação dos Rancho Folclórico Maria da Fonte, de Fontarcada, e do Rancho Folclórico da Póvoa de Lanhoso, que alegraram os inúmeros presentes.
No domingo, dia 28, celebrou-se a eucaristia solene em honra do padroeiro São Gens, cantada pela Banda Musical de Calvos. No decorrer da homilia, o padre Fernando Eurico destacou a importância de sermos mártires como foi São Gens, que, sem medo, assumiu a sua fé em Cristo, mesmo sofrendo com tal decisão. O sacerdote destacou ainda a necessidade de sermos mártires no nosso quotidiano, nas nossas relações com os outros. São Gens foi mártir no tempo do Imperador Diocleciano. Devido à sua profissão de taquígrafo, é hoje considerado o padroeiro dos notários, escrivães e secretários.
O ponto alto destas festividades aconteceu com a realização da procissão em honra de São Gens, que percor-reu o espaço entre a Igreja Paroquial e a sede da Junta de Freguesia, incorporando a Banda Musical de Calvos e a Banda Municipal de Santa Cruz da Madeira. No final da procissão, e de forma a encerrar as festas, as duas bandas musicais deram um concerto que muito agradou à inúmera plateia.

Banda Municipal de Santa Cruz da Madeira na Póvoa de Lanhoso
Fruto de um intercâmbio cultural, a Banda Municipal de Santa Cruz, da Madeira, esteve presente no nosso concelho entre os dias 26 e 29 de Agosto. Este foi o primeiro intercâmbio que esta colectividade realizou fora da Madeira. Recorde-se que, em Janeiro deste ano, foi a Banda Musical de Calvos que visitou Santa Cruz por ocasião das Festas de Santo Amaro.
A comitiva madeirense, composta por músicos, autarcas e acompanhantes, chegou à Póvoa de Lanhoso na tarde de sexta-feira, dia 26, onde foi recebida, nos Paços do Concelho, pelo Presidente da Câmara Municipal, Manuel Baptista, membros do seu executivo, Junta de Freguesia de Calvos, dirigentes e elementos da Banda Musical de Calvos. No salão nobre, o presidente da Câmara Municipal deu as boas-vindas a todos os visitantes, fazendo uma breve síntese do concelho e daquilo que podiam desfrutar durante esta visita. A recepção ficou ainda marcada por uma troca de lembranças entre a autarquia madeirense e povoense e entre as duas bandas musicais.
Na noite de sexta-feira, dia 26, e integrado no programa Verão (Con)Vida, a Banda Municipal de Santa Cruz actuou na Praça Engenheiro Armando Rodrigues.
De forma a poderem conhecer um pouco a região e os seus locais de eleição, a comitiva madeirense, acompanhada pelos dirigentes da Banda de Calvos, realizou uma visita pelo concelho, durante o dia de sábado. Assim, os visitantes tiveram a oportunidade de se deliciarem com as belas paisagens minhotas, conhecer os espaços municipais e degustar a gastronomia povoense. A comitiva, composta por 35 pessoas, teve ainda a oportunidade de visitar o Parque Nacional da Peneda-Gêres.
No domingo, a Banda Municipal de Santa Cruz actuou nas festividades em honra de São Gens, em Calvos, freguesia que acolheu a comitiva, juntamente com a Banda Musical de Calvos. No final da procissão, na qual a Banda madeirense também tocou, o presidente da direcção da mesma entregou ao Padre Fernando Eurico, uma pequena lembrança, como forma de recordação da passagem da Banda da Madeira por Cal-vos.
Ambas as bandas musicais mostraram-se muito satisfeitas com a realização deste intercâmbio, esperando-se que surjam mais actividades deste tipo.

Frades


Fiéis subiram monte S. Mamede
Monte acima, foram muitos os peregrinos que se deslocaram, na manhã de quarta-feira, dia 17 de Agosto, ao alto do Monte de S. Mamede, para prestar veneração àquele santo. Muitos dos devotos chegaram ao alto do monte bem cedo. De merendeiro na mão, estenderam as suas mantas debaixo das árvores para ali passar o dia. A par do culto a S. Mamede, são muitos os que ainda mantêm a tradição e permanecem no cimo do monte durante o dia de festa.
Na área envolvente, os carros foram-se juntando e o espaço ficou repleto. Às viaturas, juntaram-se os vendedores.
De tudo um pouco de podia encontrar naquela manhã. Doces, fruta, calçado, vestuário, brinquedos, cd’s e roulottes de comes e bebes eram algumas das ofertas no local.
Antes da celebração da eucaristia, que contou com sermão pelo padre Albino Carneiro, os devotos visitaram as duas capelas no alto do monte e alguns aventuraram-se na subida até ao posto de vigia.
“São Mamede é patrono do gado e é invocado por causa do leite, quando os animais têm falta de leite para dar às suas crias ou as mães quando estão no período de lactação e, tendo falta de leite, recorrem ao mártir para que este lhe conceda as suas benesses”, pode ler-se no livro “Subindo o Monte de Penafiel de Soaz ao encontro de São Mamede”, da autoria do povoense Sérgio Manuel da Costa Machado.
No decurso da pregação, o padre Albino Carneiro considerou S. Mamede como o exemplo de vida e de santidade. “Continuamos a celebrar um homem que, no sem tempo, marcou a vida da Igreja”, referiu o sacerdote que destacou a necessidade de “voltarmos à originalidade da nossa fé”.
“O exemplo de S. Mamede para nós, hoje, é de que não podemos viver sem Deus”, disse ainda o padre Albino Carneiro, que frisou a necessidade de “vivermos de acordo com a nossa fé e com o nosso ser de baptizado”.
Findo o sermão, seguiu-se a procissão na qual se incorporaram os andores, as bandeiras e os devotos de S. Mamede.
Unicamente composta pelos actos religiosos, a festa em honra de S. Mamede, realizada na manhã do dia 17 de Agosto contou com a presença de muitos devotos, vindos de vários pontos do concelho.

Friande


Sr.ª da Ajuda venerada pelos fiéis

A população de Friade prestou culto, de 11 a 15 de Agosto, a Nossa Senhora da Ajuda, com as festividades a decorrer na sua capela, no lugar de Nossa Senhora da Ajuda. Para além dos momentos religiosos, o programa das festas deste ano contemplou a música e o folclore, aos quais se juntaram as touradas, o bazar e a subida ao bacalhau, que trouxeram momentos de grande animação até aquela freguesia do baixo concelho.
Neste ano, a animação musical esteve a cargo do conjunto “Minhotos Marotos”, “Novo Império” e “Alta Tensão”. O folclore foi trazido a público pelo Grupo Recreativo e Folclórico de Mosteiro, do concelho de Vieira do Minho. Depois da procissão de velas, o ponto alto das cerimónias religiosas ocorreu na tarde de domingo, dia 14 de Agosto. Pelas 14 horas, a Capela de Nossa Senhora da Ajuda recebeu a celebração da eucaristia, à qual se seguiu a procissão, que integrou vários andores adornados com flores naturais.
A eucaristia, celebrada pelo padre Marco Gil, contou a presença do padre Fernando Senra, que ficou responsável pelo sermão em honra de Nossa Senhora da Ajuda. Por volta das 14 horas, o povo foi-se concentrando junto ao templo para assistir ao acto religioso que antecedeu a majestosa procissão.
Tal como noutras festas e romarias, o espaço envolvente ao templo contou com a presença dos vendedores de doces e brinquedos e das roulottes de comes e bebes.
Num momento em que os emigrantes marcam presença na freguesia, as festas em honra da Senhora da Ajuda contaram com uma grande participação, que trouxe muita animação aos vários momentos do programa.
No decurso da pregação, o padre Fernando Senra falou nos vários títulos de Nossa Senhora, os quais têm sentido pelo facto de Nossa Senhora ter sido a escolhida para ser a mãe de Deus.
“Maria é a nossa mãe no Céu e não só no Céu. Maria é a mãe das nossas mães e a mãe de cada um de nós. É o nosso melhor amparo, é ela que nos deita a mão e nos ajuda”, referiu o padre Fernando Senra. Findo o sermão, teve lugar a procissão em honra de Nossa Senhora da Ajuda, na qual se incorporaram vários andores.
A Junta de Freguesia de Friande, com o apoio da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, procedeu ao arranjo do largo e do espaço exterior ao cemitério. Para muitos, a surpresa foi total pois o espaço estava totalmente remodelado.
Ao centro, numa pequena rotunda, uma fonte com a imagem, em pedra, de Nossa Senhora da Ajuda, deixou maravilhados alguns dos presentes. A esta, junta-se um parque infantil e de manutenção, muito do agrado de pequenos e graúdos. No mesmo espaço, os mais novos podem divertir-se e, ao mesmo tempo, os pais e familiares podem usufruir das várias máquinas e depender de alguns minutos para o exercício físico. Os espaços em terra receberam relva, árvores e diversas plantas, que embelezaram a área. A tudo isto, junta-se o cemitério, devidamen- te cuidado e renovado, tanto no exterior como no interior.
As obras ali executadas for-am uma enorme surpresa para alguns dos presentes, sobretudo de fora da freguesia.
Maria Cunha, emigrada em França, deslocou-se a Friande para assistir à procissão. “Vim à procissão e gostei muito do que aqui fizeram. Está tudo muito bonito. Não contava que uma freguesia como Friande, que é uma freguesia pequena tivesse um espaço tão bonito. Agora, é preciso mantê-lo assim belo e esperar que as pessoas usufruam destas máquinas de ginástica aqui colocadas”, disse.

Vilela


José Malhoa anima Sra. da Alegria

Os momentos religiosos, com a realização das novenas, de 15 a 18 de Agosto, marcam o arranque das festas em honra de Nossa Senhora das Maravilhas, cujo ponto alto ocorre de 19 a 22 de Agosto. Realizadas na sua capela, as festividades aliam a vertente religiosa aos momentos de animação. Depois da música gravada durante o dia, a noite de sexta-feira, dia 19, é preenchia com a actuação do grupo de cantes “Amigos de Sobreposta”, que prometem trazer muita animação à freguesia de Vilela.
No sábado, depois da salva de morteiros, segue-se o peditório da Comissão de Festas pelos lugares da freguesia, acompanhados de gaitas de foles. Às 20h30, estão em destaque os actos religiosos, aos quais se segue a procissão de velas. Mais tarde, pelas 22 horas, entra em palco o conjunto musical “Sons do Minho”, que actuará até às 24 horas, hora a que será queimada uma sessão de fogo.
Para o domingo, dia 21, o programa das festas contempla, às 11h30, a missa em honra de Nossa Senhora das Maravilhas, cantada pelo Grupo Coral da freguesia, seguindo-se, às 15 horas, a entrada da Fanfarra do CNE de Garfe e, às 16 horas, a procissão em honra de Nossa Senhora das Maravilhas. Finda a mesma, segue-se o folclore, com a actuação do Rancho Folclórico da Póvoa de Lanhoso e do Rancho Folclórico de Garfe. Mais tarde, às 22 horas, a animação está a cargo do conjunto “Manuel Silva e Amigos”. Uma grandiosa sessão de fogo, às 24 horas, encerra aquele dia de festa.
O último dia de festa, segunda-feira, dia 22, conta, às 11 horas, com a missa dos emigrantes, seguindo-se, às 15h30, o início dos actos religiosos e reza de terço e, às 17h30, os jogos populares.
À noite, a partir das 23 horas, tem início a actuação do famoso artista José Malhoa. Uma grandiosa sessão de fogo encerra as festas de 2011.

São Martinho de Campo


Festividades muito concorridas

Realizadas de 29 de Julho a 1 de Agosto, as festividades em honra de Nossa Senhora do Rosário e S. Frutuoso, em S. Martinho do Campo, foram um sucesso. O bom tempo, aliado a um programa de qualidade, trouxe até àquela freguesia uma verdadeira multidão.
Rui Bandeira e Jorge Loureiro foram as estrelas do programa das festas deste ano, aos quais se juntaram ainda a banda “Belcanshow”, o grupo musical “O Milénio”, assim como a Banda de Música de Calvos e a Banda de Música das Caldas das Taipas.
Na tarde de domingo, dia 31 de Julho, a majestosa procissão saiu à rua, num acto que contou com diversos andores e inúmeras figuras alegóricas.
O povo compareceu em peso, apesar do intenso calor que se fazia sentir naquele dia.
Num momento de grande beleza, a procissão em honra de Nossa Senhora do Rosário e S. Frutuoso foi do agrado das centenas de pessoas que assistiram àquele acto religioso.
Acompanhada de uma amiga, Maria Adelaide, residente na vila da Póvoa de Lanhoso, estava maravilhada com a procissão. “Nunca tinha vindo a esta procissão. Fui convidada pela minha amiga e resolvi vir. É muito bonita e os vários figurados dão uma beleza ainda maior à procissão”, disse aquela povoense.
Também Rosa Sousa, residente na vila, se mostrou agradada com a procissão e com as festas deste ano. “Moro na vila mas costumo assistir a alguns momentos da festa. No sábado à noite era um mar de gente. Penso que as festas deste ano tiveram ainda mais público. Gostei muito do espectáculo e estou a gostar muito da procissão”, disse.
Antes da procissão, as bandas de música mereceram a atenção dos populares, que apreciaram a actuação das duas bandas. Grande apreciador deste tipo de espectáculo, o Padre António Couto, de Covelas, foi uma das presenças naquele momento.
O último dia de festa, segunda-feira, dia 1 de Agosto, foi dedicado ao emigrante. Jorge Loureiro e sua banda foram a atracção daquela noite. Uma grandiosa sessão de fogo de jardim e fogo preso encerram as festas para este ano.

Freguesia de Garfe


Festejos a S. Roque

De 13 a 16 de Agosto, a freguesia de Garfe recebe as festividades em honra de S. Roque, realizadas na sua capela, no lugar de S. Roque.
Do programa festivo consta, no sábado, dia 13, pelas 8 horas, a alvorada, seguindo-se a volta pela freguesia, num momento que contará com a presença dos Zés Pereira de S. Torcato (Guimarães).
Para além da música gravada, o primeiro dia de festejos fica marcado pelos jogos tradicionais, que se realizam durante a tarde. À noite, a partir das 22 horas, as atenções estão voltadas para a actuação do conjunto “Cantares da Nossa Aldeia”, desta vila. Uma sessão de fogo encerra o primeiro dia de festa.
Um torneio de malha e petanca animam a tarde de domingo, dia 14, num dia marcado pela actuação da artica Rebeca e sua banda.Uma grandiosa sessão de fogo encerra as festividades de domingo.
O dia 15, domingo, principal dia de festa, fica marcado, pelas 10 horas, pela missa cantada pelo grupo coral da freguesia e, à tarde, a partir das 15 horas, pela grandiosa procissão, com saída da Igreja paroquial de Garfe para a capela de S. Roque, acompanhada pela Fanfarra do CNE de Garfe, à qual se segue o sermão em honra de S. Roque.
Findo aquele acto religioso, segue-se o folclore, com a actuação, a partir das 17 horas, do Rancho Folclórico de Garfe e do Rancho Folclórico de Canedo de Basto (Celorico de Basto).
A actuação da banda Atlantis, a partir das 22 horas, encerra o principal dia de festa.
Na terça-feira, dia 16, Dia do Emigrante, às 11 horas, celebra-se a missa cantada em honra dos emigrantes e, às 14 horas, disputa-se uma grande torneio de malha.

Ajude juntou população em festa original


Teatro e música anima freguesia

No passado dia 5 de Agosto, a freguesia de Ajude recebeu a peça “A Visita”, protagonizada por Pedro Giestas. A celebração teatral realizou-se junto ao edifício da sede de junta de freguesia. Apesar da chuva, Pedro Giestas presenteou os espectadores com uma peça que fala do isolamento e da desertificação do mundo rural. No início do espectáculo, José Manuel Silva, presidente da Junta de Freguesia de Ajude, acompanhado dos restantes elementos do executivo, agradeceu o apoio dado por todos os moradores da freguesia, assim como à Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso por ter apostado na descentralização cultural.
Para além do teatro, a noite daquele dia foi animada com a música, por Luís Muxima, à qual se juntou um belo repasto, onde não faltaram os “comes e bebes”, acompanhados de um saboroso caldo verde.
A solidariedade marcou também presença. Os donativos recolhidos naquela noite reverteram, este ano, para a Casa de Trabalho de Fontarcada. “Nesta festa-convívio e num ambiente descontraído, queremos que aconteça a música, a festa popular mais genuína, que se acenda a fogareiro, se prove o vinho, o caldo verde, se faça a dança, o teatro, se partilhem afectos e se encontrem os amigos”, foram os votos deixados pelo presidente da Junta de Freguesia de Ajude.

Ajudenses à descoberta do concelho
Numa iniciativa promovida pela Junta de Freguesia de Ajude, os habitantes daquela freguesia partiram, no dia 30 de Julho, à descoberta do concelho da Póvoa de Lanhoso. Ao invés de procurarem outros locais na região, os elementos da Junta de Freguesia deram a conhecer alguns lugares do concelho aos habitantes de Ajude. “Vá para fora cá dentro” poderia ter sido o slogan associado à iniciativa.
O Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso, o Centro Interpretativo do Carvalho de Calvos, o Theatro Club, o Museu do Ouro de Travassos e o Santuário de Nossa Senhora do Porto d’Ave, com visita ao Museu de Arte Sacra, foram os locais percorridos. Pelas 13h30, os convivas realizaram o seu piquenique no espaço envolvente ao Santuário. Os cantares ao desafio e os jogos tradicionais animaram os presentes.

Com muita animação...


Festa de S. Pedro no Horto

A Capela do Horto acolheu, nos dias 29 de Junho e 1, 2 e 3 de Julho, as festividades em honra de S. Pedro, numa organização da Comissão de Festas da Confraria do Pilar. A missa e sermão em honra de S. Pedro, na manhã de domingo, dia 3 de Julho, foi um dos momentos altos dos festejos.
O espaço envolvente à Capela do Horto recebeu as tasquinhas regionais, nas quais marcaram presença a Catequese, o Clube de caçadores, o Rancho Folclórico da Póvoa de Lanhoso, a Fabriqueira, os Escuteiros, a ACJP e a Associação “Em diálogo”. Durante os dias de festa, foram muitos os que por ali passaram para apreciar as várias iguarias.
Depois da procissão e da missa solene e sermão em honra de S. Pedro, a tarde de domingo foi preenchida pelo festival de folclore que atraiu centenas de pessoas àquele recinto.
Responsável pela Pastoral Universitária da Arquidiocese de Braga, o Padre Eduardo Duque foi o sacerdote responsável pelo sermão em honra de S. Pedro. No decurso da celebração eucarística, o Padre Eduardo Duque destacou o papel de S. Pedro e apontou que este, juntamente com S. Paulo, como duas colunas muito fortes da Igreja. “Temos que ter uma palavra, uma face e uma honra. Estamos no tempo em que é preciso voltar a esta honra, a esta seriedade e a uma face. Deus vê não a aparência mas o nosso interior”, disse o Padre Eduardo Duque.
A celebração da Eucaristia foi precedida pela procissão em honra de S. Pedro, durante a qual os fiéis conduziram o andor deste santo ao longo do espaço das festas.

Fontarcada


Santo António venerado

A capela de Santo António, em Arrifana, na freguesia de Fontarcada, acolheu, nos dias 13,18 e 19 de Junho, as festividades em honra daquele santo.
A procissão, na tarde de domingo, dia 19, foi um dos momentos mais significativos dos festejos, num acto abrilhantado pela Fanfarra dos Escuteiros daquela freguesia. Aos andores, juntou-se o povo da freguesia, num momento de fé e devoção a Santo António.
No final daquele acto religioso, o padre Fernando Eurico agradeceu a todos quantos participaram na procissão, bem como o brio, o trabalho e o sacrifício da comissão de festas. Aproveitando a presença de Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, o pároco de Fontarcada agradeceu o apoio dado pela Câmara Municipal nas obras de restauro da capela de Santo António, assim como em outras intervenções realizadas naquela paróquia. Aproveitando o momento, o padre Fernando Eurico alertou os presentes para a necessidade de colocarem novas portas e um novo chão na Igreja de Fontarcada.
Na última bênção, o sacerdote alertou que “há tempo para tudo: há tempo para descansar, para o desporto, para o trabalho e também para a oração”.
Findo a procissão, seguiu-se o bazar de ofertas e a actuação do Rancho Folclórico Maria da Fonte, de Fontarcada.
Tal como noutras festividades, os vendedores de doces marcaram presença com as suas bancas, onde não faltaram os doces da romaria e os charutos.

Adro da Igreja recebeu objectos


São João de Rei em festa

A missa e a procissão, na tarde de sexta-feira, dia 24 de Junho, foi o momento alto das festas em honra de S. João Baptista, realizadas na freguesia de S. João de Rei, de 22 a 26 de Junho. A procissão de velas, a actuação do grupo “Akisom”, do conjunto “Cantares da Nossa Aldeia”, dos “Inesquecíveis de Requeixo” e do Rancho Folclórico da P. Lanhoso foram outros dos momentos que integraram o cartaz das festas em honra de S. João. Num dia de sol e de imenso calor, os populares foram-se concentrando no adro da Igreja para participar nos momentos religiosos das festas, com a fanfarra dos escuteiros da freguesia a fazer a sua entrada no recinto pelas 16h20.
Num missa celebrada pelo padre Marco Gil e com o sermão a ficar a cargo do padre Fernando Senra, a população marcou presença em grande número para assistir à eucaristia.
Dando a conhecer a figura de S. João Baptista, o padre Fernando Senra revelou que este foi o último profeta do Antigo Testamento e que o seu nascimento foi motivo de alegria. Revelando que a missão de qual cristão é preparar o caminho do Senhor.
“Deus precisa do nosso olhar, das nossas mãos e do nosso coração. Deus não pode fazer o bem a não ser através de nós”, disse o sacerdote, alertando que é preciso que Cristo tome conta do nosso viver. Depois, seguiu-se a procissão, na qual marcaram pre-sença vários andores e os devotos de S. João, pelas principais artérias da freguesia. É usual ver-se, em algumas freguesias do concelho e não só, por ocasião do S. Pedro, o adro da igreja repleto de vasos, artefactos agrícolas e outros objectos.
Em S. João de Rei, a tradição marca presença pelo S. João. No adro, podiam-se avistar vasos com flores, uma casota e alguns objectos ligados à actividade agrícola, nomeadamente uma carrinha de um tractor e um fardo de feno.

Santo Emilião

Festas de S. Bento têm programa

Já é conhecido o programa das Festas a S. Bento, realizadas na freguesia de Santo Emilião, de 8 a 18 de Julho. As novenas, iniciadas no dia 8, são o primeiro acto religioso do cartaz das festas que contam, também, no dia 11, às 20 horas, com uma missa cantada em honra de S. Bento. O ponto alto dos festejos decorre de 14 a 18 de Julho. A inauguração das iluminações das festividades tem lugar no dia 14 de Julho, quinta-feira, pelas 20h30, à qual se segue, às 22 horas, a “Noite Jovem”, com a presença de Dj's que, ao longo de três horas, irão passar as melhores músicas disco e house, desde os anos 80 até aos nosso dias.
O fado, às 21h30, e a música popular, com a actuação do conjunto “Estrelas da Meia-noite”, às 23 horas, são as actividades que marcam a noite de sexta-feira, dia 15 de Julho.
A manhã de sábado, dia 16, será ale-grada com a presença dos Zés Pereiras de Delães, que percorrerão a freguesia, levando a boa disposição a todos os habitantes de Santo Emilião. À noite, a partir das 22 horas, a animação fica a cargo da orquestra “7 Mares”. Uma sessão de fogo-de-artifício encerra aquele dia de festa.
No domingo, dia 17 de Julho, os actos religiosos estão em destaque, com a celebração, às 11 horas, da missa cantada em honra de S. Bento. De tarde, a partir das 14 horas, entram no recinto das festas a Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso e a Banda de Música de Vila Verde, seguindo-se, a partir das 16 horas, os actos religiosos, com a saída da majestosa procissão, com diversos andores, figuras alegóricas e o Coro das Virgens. À noite, a partir das 21h30, tem lugar a actuação das duas bandas de música. Tal como no dia anterior, uma sessão de fogo encerra os festejos daquele dia. Os jogos tradicionais, durante a tarde, e o folclore, a partir das 21h30, com a actuação do Rancho Folclórico de S. Julião, de Covelas, marcam o dia 18, segunda-feira, último dia dos festejos. Uma grandiosa sessão de fogo de jardim encerra as festividades a S. Bento.

Nos dias 28 e 29 de Maio


Garfe venerou Sra. do Monte

A capela de Nossa Senhora do Monte, em Gondiães, acolheu, no passado fim-de-se-mana, dias 28 e 29 de Maio, as festividades em honra de Nossa Senhora do Monte. No domingo, principal dia de festas, os actos religiosos marcaram presença, com a missa, pelas 10h30, e o sermão e procissão, a partir das 14h30.
Os momentos religiosos contaram, para além do pároco da freguesia, padre Luís Peixoto Fernandes, com a presença do padre Sanches. Findos os actos religiosos, a animação ficou a cargo do Rancho Folclórico de Garfe.
Destacando o Minho como “um canteiro florido de devoção a Maria”, o padre Sanches apontou a devoção a Maria como “um herança preciosa” e referiu o facto de Deus ter construído um projecto de amor e felicidade para com os homens. “Nossa Senhora foi a colaboradora de Jesus na sua obra de redenção”, disse, incentivando os presentes a redescobrir o papel e a missão de Nossa Senhora na salvação”, disse ainda o padre Sanches, no decurso da Eucaristia, na manhã de domingo. E se o sol foi presença na manhã de domingo, ao início da tarde a chuva quase obrigou ao cancelamento da procissão. Contudo, a chuva deu tréguas e a procissão saiu à rua.
No espaço envolvente ao recinto das festas, marcaram presença os vendedores de doces, não faltando, também as bebidas e os petiscos.

Louredo


Povo rezou à Sra. da Alegria

Para além de assinalar a Revolução dos Cravos, o dia 25 de Abril ficou marcado, na freguesia de Louredo, pela visita do Compasso Pascal e pela festividade em honra de Nossa Senhora da Alegria. Naquele dia, principal dia de festa, os actos religiosos estiveram em destaque, com a celebração da missa em honra de Nossa Senhora da Alegria, pelas 15h30, e pela majestosa procissão em honra daquela santa.
De manhã, o Compasso Pascal percorreu a freguesia, levando a mensagem da Ressurreição de Jesus a todas as habitações daquela freguesia. De tarde, as atenções estiveram voltadas nos momentos que integraram o cartaz das festas em honra de Nossa Senhora da Alegria. Com o sol e o calor a brindar aquele dia, foram muitas as pessoas que compareceram junto à Igreja Paroquial para acompanhar os actos religiosos.

Boa nova espalhada
Durante a liturgia da Palavra, o sacerdote responsável pelo sermão em honra de Nossa Senhora da Alegria, e num dia em que se assinalava a Ressurreição de Cristo, re-lembrou o dia em que Jesus ressuscitou e a boa nova foi rapidamente espalhada.
“Também hoje vós foste de casa em casa, partilhando a boa nova. Hoje celebramos a alegria”, disse, relembrando que ao chegar ao sepulcro os discípulos de Jesus não tiveram dúvidas de que ele estava vivo. “É assim que nós vemos nascer a Igreja. Nasce da alegria destes primeiros discípulos, desta alegria que os contagia uns aos outros. A alegria da manhã de Páscoa é o grande fundamento da vida cris”, explicou o sacerdote.
“É Maria que está reunida com os discípulos, procurando perceber o projecto de Deus. Foi capaz de escutar tudo e guardar no seu coração. Talvez tenha sido ela a única a manter viva a fé dos discípulos”, disse ainda, pedindo que o encontro com o Senhor Ressuscitado continue ao longo do ano.
Finda a Eucaristia, seguiu-se a procissão em honra de Nossa Senhora da Alegria que integrou, para além do andor daquela santa, os andores do Menino Jesus, Nossa Senhora de Fátima e S. Sebastião. A estes, juntaram-se ainda vários figurados, num acto abrilhantado pela Fanfarra dos Escuteiros daquela freguesia.
Junto à Igreja, os presentes puderam apreciar o maior arco de Páscoa do concelho. Com 32 metros, o majestoso arco atraiu a curiosidade de todos aqueles que se deslocaram naquele dia a Louredo.

Póvoa de Lanhoso


Rancho Folclórico vai a França

O Rancho Folclórico da Póvoa de Lanhoso participa, no dia 22 de Maio, na 10.ª Festa em honra de Nossa Senhora de Fátima, promovida pela Associação Franco-Portuguesa de Neuves Maisons, localidade onde estão radicados muitos povoenses.
Do programa festivo consta, às 10h30, a missa solene, à qual se segue a procissão em honra de Nossa Senhora de Fátima. Findo o acto religioso, segue-se a oferta de um aperitivo pela associação franco-portuguesa. Mais tarde, a partir das 12 horas, tem lugar o almoço, no qual marcará presença a comida típica portuguesa. A animação mantém-se durante a tarde com a actuação, a partir das 14h30, da Fanfarra de Neuves Maisons, do Grupo Folclórico Português de Vandoeuvre, do grupo “West County Club” e do Rancho Folclórico da Póvoa de Lanhoso.

Saída a 20 de Maio
A saída da Póvoa de Lanhoso está agendada para o dia 20 de Maio, com o regresso a acontecer no dia 23. De acordo com informações recolhidas junto de um dos responsáveis, desde 1995 que o rancho povoense não se deslocava ao estrangeiro. Dezasseis anos depois, o Rancho Folclórico da Póvoa de Lanhoso volta a atravessar a fronteira, indo ao encontro dos povoenses radicados em Neuves Maisons. Este será, pois, um momento de confraternização com os povoenses radicados naquela localidade, assim como em localidades vizi-nhas. Fundado a 28 de Maio de 1979, o Rancho Folclórico da Póvoa de Lanhoso teve a sua primeira actuação no dia 26 de Junho daquele ano, na festa em honra de S. Pedro, no Horto. Depois da participação na Festa em honra de Nossa Senhora de Fátima, o Rancho Folclórico da Pó-voa de Lanhoso volta a França dias depois, participando no Festival de Folclore, no dia 5 de Junho, promovido pela associação dos portugueses em Montereau.

Taíde


Feira dos 25 muito concorrida

A tradicional “Feira dos 25”, realizada em Quintela, na freguesia de Taíde, continua a ser uma das festividades que atrai muitos forasteiros àquela freguesia. Apelidada como a Feira Anual dos 25, aquela festividade em honra de Nossa Senhora da Graça, realizou-se de 24 a 26 de Março, no lugar de Quintela. O ponto alto dos festejos foi o dia 25, principal dia de festa, onde os actos religiosos estiveram em destaque.
A feira do gado e a corrida de cavalos, no dia 25, são duas das actividades marcantes da festividade, que atraem muitos visitantes, tanto do concelho como de concelhos vizinhos.
O programa deste ano contou, no dia 24, quinta-feira, com música gravada durante o dia e com a actuação, à noite, do Rancho Folclórico de Porto d'Ave, daquela freguesia de Taíde. Na sexta-feira, dia 25 de Março, realizou-se a feira e o concurso pecuário, com a entrega de prémios a ter lugar no final da manhã daquele dia. De tarde, as atenções estiveram voltadas para a missa em honra de Nossa Senhora da Graça e a majestosa procissão, na qual participaram vários andores e figuras alegóricas. A noite daquele dia ficou marcada pela actuação do grupo musical “Akisom”.
O último dia de festa, sábado, dia 26, contou com o convívio dos amigos do cavalo e com a bênção dos cavalos em frente à capelinha de Nossa Senhora da Graça. Tal como noutras festividades, os vendedores ambulantes marcaram presença, dando ao espaço um colorido diferente e alegrando a centenária festividade.

Póvoa de Lanhoso

População venerou S. Brás

A procissão, na tarde de domingo, dia 6 de Fevereiro, foi o ponto alto dos festejos em honra de S. Brás, realizados na sua capela, na Póvoa de Lanhoso.
Pelas 10h30, teve início a cerimónia celebrada pelo padre Armindo Gonçalves, com o sermão a ficar a cargo do Padre Eduardo Duque, responsável pela Pastoral Universitária da Diocese de Braga.
“Venho aqui tentar rezar convosco, trazer-vos a mensagem de Jesus Cristo. Ou a igreja adapta a linguagem ao tempo em que estamos a viver ou então continuamos a pregar para os peixes”, alertou o Padre Eduardo Duque, incentivando os fiéis a agarrar a palavra de Deus, rezá-la e tentar perceber o que transmite.
“De que nos importa a nós observar os ritos e ter uma piedade popular, ter a nossa piedade, se essa piedade não se manifesta no dia-a-dia, na nossa vida, na nossa relação com os outros?”, questionou o Padre Eduardo Duque, fazendo alusão às leituras daquele dia. Dando conta da vida de S. Brás, médico e sábio, que viveu de forma humilde e que em tempo de perseguições teve que fugir para as montanhas, o sacerdote incentivou os presentes a seguir duas lições de vida: ser o sal da terra, dando sabor à nossa família e dar sabor aos outro, e ser a luz do mundo, sermos capazes de derreter o mal do mundo.
“A mensagem de S. Brás foi uma mensagem de esperança. Nós, cristão, devemos ser a esperança do mundo”, alertou o Padre Eduardo Duque.
Depois da Eucaristia, os actos religiosos regressaram pelas 14h30, com a oração da tarde, seguindo-se a procissão em honra de S. Brás. O último dia de festa ficou ainda marcado pela actuação do grupo “Motocavaquinhos”, de Barcelos.

Festividades


Freguesia de Serzedelo
celebrou São Sebastião

A procissão, desde a Igreja Paroquial até à capela de S. Sebastião foi o ponto alto das festividades em honra daquele santo, celebradas na freguesia de Serzedelo, de 20 a 23 de Janeiro. A par das actividades constantes do programa, a celebração em honra daquele santo contemplou a realização de novena, de 15 a 21 de Janeiro, cujo início ocorreu pelas 18h30.
O programa teve o seu início no dia 20, quinta-feira, com a realização da Missa em honra de S. Sebastião, seguindo-se no bado, dia 22, a música gravada, um grupo de bombos, zés pereiras e cabeçudos, assim como a actuação do conjunto “Costa Rica”.
O último e principal dia de festa ocorreu no passado domingo, dia 23, com a realização da procissão, pelas 10 horas, desde a Igreja até à capela de S. Sebastião, à qual se seguiu a missa cantada pela Banda de Música de Calvos e o sermão em honra de S. Sebastião, num acto celebrado pelo padre Albino Carneiro, de Vieira do Minho...
CASTELO

Boas sensações neste Natal


Como estamos a viver um período especial, com a passagem da quadra natalícia, nesta edição apenas destacamos os aspectos positivos dos últimos dias.
As várias festas de Natal, nos centros de convívio e em algumas freguesias do concelho, serviram para assinalar a passagem desta época festiva e, mais do que isso, aproximar a população das várias freguesias.
O convívio de Natal, proporcionado pela autarquia, com os mais velhos a serem as estrelas da festa, foi uma das novidades aportadas à edição deste ano.
Ao invés de trocarem prendas entre si, os membros do Rotary Club da Póvoa de Lanhoso, num gesto de verdadeira solidariedade, uniram esforços e ofereceram um computador às crianças da turma de multi-deficiência da Escola EB1/JI da Póvoa de Lanhoso.
Gestos como este aquecem o coração dos mais pequenos, assim como dos mais velhos.