O Cortejo Etnográfico regressou às Festas de S. José, 20 anos depois. Um regresso saudado com um enorme êxito já que foram milhares as pessoas que aplaudiram os 24 carros que fizeram parte deste cortejo e onde temos a destacar o nosso jornal que esteve presente com os seus 127 anos de história. As festividades que decorreram ao longo de 10 dias levaram muitas pessoas à vila para ouvir muita música, ver as actividades desportivas, o concurso pecuário e a majestosa procissão em honra de S. José. Parabéns a todos!
Festas em honra de São José
Cortejo foi um enorme sucesso
O Cortejo Etnográfico regressou às Festas de S. José, 20 anos depois. Um regresso saudado com um enorme êxito já que foram milhares as pessoas que aplaudiram os 24 carros que fizeram parte deste cortejo e onde temos a destacar o nosso jornal que esteve presente com os seus 127 anos de história. As festividades que decorreram ao longo de 10 dias levaram muitas pessoas à vila para ouvir muita música, ver as actividades desportivas, o concurso pecuário e a majestosa procissão em honra de S. José. Parabéns a todos!
O Cortejo Etnográfico regressou às Festas de S. José, 20 anos depois. Um regresso saudado com um enorme êxito já que foram milhares as pessoas que aplaudiram os 24 carros que fizeram parte deste cortejo e onde temos a destacar o nosso jornal que esteve presente com os seus 127 anos de história. As festividades que decorreram ao longo de 10 dias levaram muitas pessoas à vila para ouvir muita música, ver as actividades desportivas, o concurso pecuário e a majestosa procissão em honra de S. José. Parabéns a todos!
EDITORIAL

Armindo Veloso
Brincar com o fogo
Os europeus - falemos só desses - com mais de cinquenta anos contactaram de uma forma ou de outra com a segunda guerra mundial ou com o seu rescaldo e consequências.
Já os mais novos nasceram e cresceram num mundo que, sendo cheio de dificuldades, estas não se assemelham minimamente àquelas.
Julgo que reside aqui uma das principais razões de tanta loucura.
A democracia, o tal regime que é mau mas é o melhor, está a ser levianamente ameaçado por votos de protesto.
Basta pegarmos nos exemplos da Grécia e de Itália para ficarmos de cabelos em pé.
Na Grécia, país semelhante ao nosso, quer em população quem na economia, quase ganhava um partido radical de esquerda, o SYRIZA, que, uma vez no poder, ou renegava a sua doutrina, ou a Grécia já não estaria no euro e, quem sabe, na União Europeia com as consequências que pode-riam resultar daí tanto para os gregos como para o resto da Europa.
Na Itália, meu Deus na Itália, nas últimas eleições cerca de cinquenta e cinco por cento dos italianos votaram ou no requentado e populista Berlusconi ou num actor cómico que, pelo seu lado, teve vinte e cinco por cento de votos e não tem a mínima preparação para o que quer que seja em matéria política.
Mário Monti, um intelectual italiano conceituadíssimo internacionalmente fez o sacrifício (!) de liderar um governo de tecnocratas que fez o que pode dadas as circunstâncias. Resultado: foi humilhado com cerca de dez por cento dos votos.
Mesmo com a classe política europeia desacreditada, estas brincadeiras só se podem entender como atitudes irresponsáveis de eleitorado mais jovem que não viveu na pele o que de outra maneira poderá estar para chegar.
Até um dia destes.

Cortejo
Cerca de vinte anos depois, o cortejo etnográfico voltou a marcar presença nas Festas de S. José, num momento muito apreciado pela multidão que marcou presença na vila povoense na tarde de domingo.
As actividades do mundo rural e as actividades marcantes das várias freguesias foram trazidas ao desfile, num momento que se poderá repetir nos próximos anos, dado o sucesso alcançado este ano.

Sinistralidade
Portugal, e segundo dados da Organização Mundial de Saúde, tem a segunda taxa mais elevada de sinistralidade rodoviária dos 15 países da Europa Ocidental. Os dados que serviram de base ao relatório referem-se a 2010. No nosso país, e de acordo com aquele relatório, morreram naquele ano 937 pessoas em acidentes rodoviários, o que equivale a 11,8 pessoas por 100 mil habitantes.
Festas de S. José
Actos religiosos concorridos
Os actos religiosos, com a celebração da missa solene e a majestosa procissão em honra de S. José, estiveram em destaque no dia 19 de Março, dia em que o concelho celebrou o seu feriado municipal. Depois da cerimónia do hastear de bandeiras, pelas 10h30, teve lugar a inauguração das obras de requalificação do adro da Igreja paroquial, numa beneficiação, orçada em cerca de 60 mil euros, que contou, para além da paróquia, com o grande apoio da Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso e Câmara Municipal. Com o excelente relacionamento entre as três entidades, a paróquia de Nossa Senhora do Amparo tem realizado um conjunto importante de intervenções ao longo dos últimos anos. Na cerimónia marcou presença de D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga, que presidiu também à missa solene em honra de S. José, com o Salão Paroquial a ficar repleto de fiéis para escutar as palavras de D. Jorge Ortiga que, no decurso da homília, abordou início do pontificado do Papa Francisco e pediu aos fiéis para guardar Cristo no coração.
Tal como em anos anteriores, a presença dos andores dos padroeiros das paróquias da Póvoa de Lanhoso deram um brilhantismo ainda maior à procissão em honra de S. José. Transportado pelos Bombeiros da Póvoa de Lanhoso mereceu especial atenção por parte dos devotos presentes. Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal, marcou presença na cerimónia acompanhado dos vereadores Gabriela Fonseca, Armando Fernandes e Luís Amaro da Costa. A estes, juntaram-se, também, os presidentes de junta do concelho e os representantes das várias associações, instituições e confrarias concelhias, que marcaram presença na procissão com as suas bandeiras
“Achei a procissão muito bonita. Gostei de ver os andores e gosto de ver os grupos do concelho representados na procissão. Gostei da actuação do Quim Barreiros e do cortejo. É uma festa muito bonita e mantenho a tradição de comprar doces e ir às barraquinhas”, disse José Augusto Oliveira, residente em Covelas.
Residente na Póvoa de Lanhoso, Acácio Soares apreciava a passagem dos vários andores. “Está uma procissão muito bonita e gosto de ver os andores dos padroeiros das várias freguesias”, disse, destacando a procissão e o concurso pecuário como os seus momento de eleição.
“Agora, como de costume, vou comprar doces e uma rosca para levar para casa”, revelou Acácio Soares.
Emigrante em França e com residência em Fontarcada, Elvira Rocha comprava os tradicionais charutos no momento em que foi abordada pelo “Maria da Fonte”. “Gostei muito de ver a procissão. Estou a passar cá uma temporada e aproveitei para vir à festa. Vi o cortejo e gostei muito. Penso que nunca tinha assistido ao cortejo. É tudo muito bonito”, disse Elvira Rocha.
Numa festa popular não podem faltar os doces, as farturas, os comes e bebes, os vendedores de CD’s e os divertimentos. As Festas de S. José não fogem à regra e as várias “barriquinhas” dão uma animação e um colorido diferente às festas. Os doces tradicionais, com os cigarros e as cavacas em destaque, são compra obrigatória para quem marca presença nas festas concelhias.
Residente em Lanhoso, Elisa Castro Ribeiro, acompanhava a mãe, que era doceira, às Festas de S. José. “Desde que me lembro que venho às festas de S. José”, revelou Elisa Ribeiro, que prosseguiu o negócio da sua progenitora.
“Tenho clientes que são certos e todos os anos procuram os meus doces. O negócio está a correr bem. Já vendi quase tudo”, disse, apontado que as vendas decorreram como no ano passado. Doces regionais, como o casadinho, as cavacas e os cigarros são algumas das ofertas presentes na banca desta doceira povoense. Na tenda da D. Elisa, uma dúzia de cigarros custa 2,5 euros e um saquinho com doces fica pelos 4 euros.
As farturas recheadas são as mais procuradas na roulotte das “Farturas Ana”, da Póvoa de Lanhoso. Por 4 euros, os clientes levam 6 farturas normais, com as recheadas a custar 1,5 euros por unidade. “As vendas correram bem. Temos trabalhado bem.
Os melhores dias foram sexta-feira e hoje”, disseram os responsáveis.
Os actos religiosos, com a celebração da missa solene e a majestosa procissão em honra de S. José, estiveram em destaque no dia 19 de Março, dia em que o concelho celebrou o seu feriado municipal. Depois da cerimónia do hastear de bandeiras, pelas 10h30, teve lugar a inauguração das obras de requalificação do adro da Igreja paroquial, numa beneficiação, orçada em cerca de 60 mil euros, que contou, para além da paróquia, com o grande apoio da Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso e Câmara Municipal. Com o excelente relacionamento entre as três entidades, a paróquia de Nossa Senhora do Amparo tem realizado um conjunto importante de intervenções ao longo dos últimos anos. Na cerimónia marcou presença de D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga, que presidiu também à missa solene em honra de S. José, com o Salão Paroquial a ficar repleto de fiéis para escutar as palavras de D. Jorge Ortiga que, no decurso da homília, abordou início do pontificado do Papa Francisco e pediu aos fiéis para guardar Cristo no coração.
Tal como em anos anteriores, a presença dos andores dos padroeiros das paróquias da Póvoa de Lanhoso deram um brilhantismo ainda maior à procissão em honra de S. José. Transportado pelos Bombeiros da Póvoa de Lanhoso mereceu especial atenção por parte dos devotos presentes. Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal, marcou presença na cerimónia acompanhado dos vereadores Gabriela Fonseca, Armando Fernandes e Luís Amaro da Costa. A estes, juntaram-se, também, os presidentes de junta do concelho e os representantes das várias associações, instituições e confrarias concelhias, que marcaram presença na procissão com as suas bandeiras
“Achei a procissão muito bonita. Gostei de ver os andores e gosto de ver os grupos do concelho representados na procissão. Gostei da actuação do Quim Barreiros e do cortejo. É uma festa muito bonita e mantenho a tradição de comprar doces e ir às barraquinhas”, disse José Augusto Oliveira, residente em Covelas.
Residente na Póvoa de Lanhoso, Acácio Soares apreciava a passagem dos vários andores. “Está uma procissão muito bonita e gosto de ver os andores dos padroeiros das várias freguesias”, disse, destacando a procissão e o concurso pecuário como os seus momento de eleição.
“Agora, como de costume, vou comprar doces e uma rosca para levar para casa”, revelou Acácio Soares.
Emigrante em França e com residência em Fontarcada, Elvira Rocha comprava os tradicionais charutos no momento em que foi abordada pelo “Maria da Fonte”. “Gostei muito de ver a procissão. Estou a passar cá uma temporada e aproveitei para vir à festa. Vi o cortejo e gostei muito. Penso que nunca tinha assistido ao cortejo. É tudo muito bonito”, disse Elvira Rocha.
Numa festa popular não podem faltar os doces, as farturas, os comes e bebes, os vendedores de CD’s e os divertimentos. As Festas de S. José não fogem à regra e as várias “barriquinhas” dão uma animação e um colorido diferente às festas. Os doces tradicionais, com os cigarros e as cavacas em destaque, são compra obrigatória para quem marca presença nas festas concelhias.
Residente em Lanhoso, Elisa Castro Ribeiro, acompanhava a mãe, que era doceira, às Festas de S. José. “Desde que me lembro que venho às festas de S. José”, revelou Elisa Ribeiro, que prosseguiu o negócio da sua progenitora.
“Tenho clientes que são certos e todos os anos procuram os meus doces. O negócio está a correr bem. Já vendi quase tudo”, disse, apontado que as vendas decorreram como no ano passado. Doces regionais, como o casadinho, as cavacas e os cigarros são algumas das ofertas presentes na banca desta doceira povoense. Na tenda da D. Elisa, uma dúzia de cigarros custa 2,5 euros e um saquinho com doces fica pelos 4 euros.
As farturas recheadas são as mais procuradas na roulotte das “Farturas Ana”, da Póvoa de Lanhoso. Por 4 euros, os clientes levam 6 farturas normais, com as recheadas a custar 1,5 euros por unidade. “As vendas correram bem. Temos trabalhado bem.
Os melhores dias foram sexta-feira e hoje”, disseram os responsáveis.
Jornal marcou presença no Cortejo etnográfico
'Maria da Fonte' em destaque
O Jornal Maria da Fonte marcou presença no cortejo etnográfico e causou surpresa a todos quantos assistiam ao cortejo etnográfico. A encerrar o desfile um camião, todo ele forrado com várias capas e páginas do jornal, inclusivamente a primeira página da primeira edição datada de 13 de Janeiro de 1886, transportou algumas máquinas que fazem parte da história deste centenário jornal. Uma máquina de composição mecânica, um prelo, um armário para composição com gavetas de tipo, um cavalete e uma picotadeira integraram o carro do Jornal Maria da Fonte.
Especialmente para o evento, o Maria da Fonte imprimiu o seu primeiro número, dando a conhecer duas das páginas que fizeram parte da sua primeira edição, datada de 13 de Janeiro de 1886.
Ao longo do percurso, vários ardinas distribuíram a primeira edição do Maria da Fonte, para surpresa das várias pessoas que ali se encontravam. Ao ver passar o camião, muitos dos presentes iam comentando as fotos e notícias que adornavam o camião.
“Olha os elementos da Junta de Freguesia de Lanhoso. Naquela folha está o presidente da Câmara”, ouvia-se comentar. Pedro Machado, da Foto Pedro, avistou o filho Eduardo numa das páginas do jornal. As várias fotografias chamavam a atenção e os presentes ficaram agradados por ver o camião do Jornal Maria da Fonte.
Cento e vinte e sete anos de história marcaram presença no cortejo do Jornal Maria da Fonte, que integra o grupo de comunicação Arcada Nova.
Para além das capas e folhas das várias edições, o carro alegórico foi decorado com várias páginas que integraram a edição especial editada aquando das comemorações do 125.º aniversário do Maria da Fonte.
As “velhas” máquinas, autênticas peças de museu, foram outrora fundamentais na vida do Maria da Fonte. A máquina de composição manual de tipos de chumbo foi a que mais chamou a atenção.
“Na tipografia tradicional o texto era composto à mão, juntando tipos móveis um por um. Com uma máquina Linotype, equipada com chumbo em ponto líquido, era possível compor uma linha inteira de texto; esta, assim que batida no teclado da máquina, era imediatamente fundida e integrada na composição de colunas e de páginas”, referem os especialistas, acerca da máquina de composição.
Maria Silva, residente na vila, recebeu com agrado o primeiro número do Maria da Fonte. “Nunca tinha visto o primeiro jornal. Vou guardá-lo. Vai ficar para recordação”, disse.
Com o primeiro jornal na mão, o escritor Cunha de Leiradella, residente em Brunhais, apontou que a primeira edição do Maria da Fonte fez referência a um seu tio, facto que até então desconhecia.
Dar a conhecer um pouco da história do Maria da Fonte, que já conta com 127 anos de vida foi um dos objectivos.
Especialmente para o evento, o Maria da Fonte imprimiu o seu primeiro número, dando a conhecer duas das páginas que fizeram parte da sua primeira edição, datada de 13 de Janeiro de 1886.
Ao longo do percurso, vários ardinas distribuíram a primeira edição do Maria da Fonte, para surpresa das várias pessoas que ali se encontravam. Ao ver passar o camião, muitos dos presentes iam comentando as fotos e notícias que adornavam o camião.
“Olha os elementos da Junta de Freguesia de Lanhoso. Naquela folha está o presidente da Câmara”, ouvia-se comentar. Pedro Machado, da Foto Pedro, avistou o filho Eduardo numa das páginas do jornal. As várias fotografias chamavam a atenção e os presentes ficaram agradados por ver o camião do Jornal Maria da Fonte.
Cento e vinte e sete anos de história marcaram presença no cortejo do Jornal Maria da Fonte, que integra o grupo de comunicação Arcada Nova.
Para além das capas e folhas das várias edições, o carro alegórico foi decorado com várias páginas que integraram a edição especial editada aquando das comemorações do 125.º aniversário do Maria da Fonte.
As “velhas” máquinas, autênticas peças de museu, foram outrora fundamentais na vida do Maria da Fonte. A máquina de composição manual de tipos de chumbo foi a que mais chamou a atenção.
“Na tipografia tradicional o texto era composto à mão, juntando tipos móveis um por um. Com uma máquina Linotype, equipada com chumbo em ponto líquido, era possível compor uma linha inteira de texto; esta, assim que batida no teclado da máquina, era imediatamente fundida e integrada na composição de colunas e de páginas”, referem os especialistas, acerca da máquina de composição.
Maria Silva, residente na vila, recebeu com agrado o primeiro número do Maria da Fonte. “Nunca tinha visto o primeiro jornal. Vou guardá-lo. Vai ficar para recordação”, disse.
Com o primeiro jornal na mão, o escritor Cunha de Leiradella, residente em Brunhais, apontou que a primeira edição do Maria da Fonte fez referência a um seu tio, facto que até então desconhecia.
Dar a conhecer um pouco da história do Maria da Fonte, que já conta com 127 anos de vida foi um dos objectivos.
Festas de S. José
Vila encheu-se para ver cortejo
Depois de largos anos sem se realizar, o cortejo etnográfico regressou às Festas de S. José. No domingo, dia 17, o S. Pedro ajudou à festa e a vila da Póvoa de Lanhoso encheu-se de gente para apreciar os 24 carros alegóricos que integravam o cortejo. Uma verdadeira multidão marcou presença na sede do concelho para acompanhar a passagem do cortejo etnográfico. De máquina fotográfica na mão, muitos dos presentes não deixaram de registar o momento em fotografia, depois de cerca de 20 anos de ausência. O bom tempo, aliado a uma actividade onde a maioria das freguesias do concelho marcou presença, foram os ingredientes para o sucesso do cortejo etnográfico.
Dar a conhecer a identidade das freguesias, as tradições do mundo rural e a história das Terras da Maria da Fonte foi um dos objectivos da iniciativa, promovida pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.
O ‘Castelo de Lanhoso’ foi o primeiro carro a abrir o desfile, com a encenação do Tratado de Lanhoso. Ali, o público apreciou o confronto entre D. Teresa e a irmã, D. Urraca de Castela.
O lenhador, o ferreiro, o trabalho na pedra, as tecedeiras e a filigrana foram alguns dos temas trazidos ao cortejo etnográfico, dando a conhecer algumas das actividades características das freguesias do concelho da Póvoa de Lanhoso, onde não faltou também a matança do porco, a taberna e o fabrico do pão. O Pelourinho, local onde eram punidos e expostos os criminosos foi trazido ao desfile pela freguesia de Monsul. Os presépios imagem de marca da freguesia de Garfe não foram esquecidos e integraram o carro alegórico daquela freguesia. A revolta das mulheres, encenando a revolução da Maria da Fonte veio novamente a público, trazida pelas gentes de Fontarcada. Ali, os presentes puderam apreciar a rebelião das mulheres contra a proibição do enterramento nas igrejas. “Isto é muito bom, sobretudo para o comércio, pois traz muita gente à vila. Estou a gostar de tudo e só tenho pena que não estejam presentes todas as freguesias. Gostei de ver a matança do porco”, disse Alberto Silva, residente em S. Martinho do Campo, que espera que esta iniciativa se repita nos próximos anos.
Também residente em S. Martinho do Campo, Joaquim de Oliveira Queirós queixava-se da dificuldade de apreciar o desfile, devido ao aglomerar de pessoas. “Isto é o que era o que se fazia há alguns anos atrás. Devia manter-se pois dá mais vida às festas”, disse.
Depois de largos anos sem se realizar, o cortejo etnográfico regressou às Festas de S. José. No domingo, dia 17, o S. Pedro ajudou à festa e a vila da Póvoa de Lanhoso encheu-se de gente para apreciar os 24 carros alegóricos que integravam o cortejo. Uma verdadeira multidão marcou presença na sede do concelho para acompanhar a passagem do cortejo etnográfico. De máquina fotográfica na mão, muitos dos presentes não deixaram de registar o momento em fotografia, depois de cerca de 20 anos de ausência. O bom tempo, aliado a uma actividade onde a maioria das freguesias do concelho marcou presença, foram os ingredientes para o sucesso do cortejo etnográfico.
Dar a conhecer a identidade das freguesias, as tradições do mundo rural e a história das Terras da Maria da Fonte foi um dos objectivos da iniciativa, promovida pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.
O ‘Castelo de Lanhoso’ foi o primeiro carro a abrir o desfile, com a encenação do Tratado de Lanhoso. Ali, o público apreciou o confronto entre D. Teresa e a irmã, D. Urraca de Castela.
O lenhador, o ferreiro, o trabalho na pedra, as tecedeiras e a filigrana foram alguns dos temas trazidos ao cortejo etnográfico, dando a conhecer algumas das actividades características das freguesias do concelho da Póvoa de Lanhoso, onde não faltou também a matança do porco, a taberna e o fabrico do pão. O Pelourinho, local onde eram punidos e expostos os criminosos foi trazido ao desfile pela freguesia de Monsul. Os presépios imagem de marca da freguesia de Garfe não foram esquecidos e integraram o carro alegórico daquela freguesia. A revolta das mulheres, encenando a revolução da Maria da Fonte veio novamente a público, trazida pelas gentes de Fontarcada. Ali, os presentes puderam apreciar a rebelião das mulheres contra a proibição do enterramento nas igrejas. “Isto é muito bom, sobretudo para o comércio, pois traz muita gente à vila. Estou a gostar de tudo e só tenho pena que não estejam presentes todas as freguesias. Gostei de ver a matança do porco”, disse Alberto Silva, residente em S. Martinho do Campo, que espera que esta iniciativa se repita nos próximos anos.
Também residente em S. Martinho do Campo, Joaquim de Oliveira Queirós queixava-se da dificuldade de apreciar o desfile, devido ao aglomerar de pessoas. “Isto é o que era o que se fazia há alguns anos atrás. Devia manter-se pois dá mais vida às festas”, disse.
Theatro Club - Concurso literário
Asas à imaginação pela escrita
O Theatro Club da Póvoa de Lanhoso foi palco, na noite de quarta-feira, da cerimónia de entrega dos certificados de participação e prémios do Concurso Literário António Celestino promovido pela Rede de Bibliotecas Escolares da Póvoa de Lanhoso, num momento que uniu a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e os Agrupamentos de Escola do concelho. A edição deste ano contou com 49 participantes, distribuídos por quatro escalões etários.
“Na segunda-feira iniciou-se a Semana da Leitura no concelho da Póvoa de Lanhoso. Ler permite-nos crescer cultural e intelectualmente, permite-nos viajar, permite-nos sonhar. O que é que a leitura tem a vem com a escrita? Tem a ver com tudo. Quanto mais lermos, melhor interpretamos e melhor escrevemos. Normalmente, um escritor é, ou foi, um bom leitor. Por isso, este concurso, como outros da promoção da escrita, é um incentivo à escrita pois é de pequenino que se deve incentivar à leitura e à escrita. Portanto, todos os meninos aqui presentes, que participaram no concurso, estão de parabéns”, revelou Gabriela Fonseca, vereadora da Educação da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, agradecendo a colaboração do Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio e da Póvoa de Lanhoso.
“Escrever faz muito bem, é libertador e a função das escolas é um pouco esta, permitir aos nossos alunos que se aventurem neste caminho”, considerou José Ramos, do Agrupamento de Escolas da Póvoa de Lanhoso.
“Eu hoje sonhei e penso que vocês também sonharam com todas estas belas histórias escritas pelos nossos alunos. Acho que vale a pena apostarmos mais na cultura, acho que vale a pena apostarmos mais na escrita e na leitura”, referiu também António Fonseca, em representação do Agrupamento de Escolas Professor Gonçalo Sampaio.
Ana Catarina Miranda Pires, com “O Livro Abandonado”; Bárbara Daniela Duarte Cruz, com “Aprendi a Viver Assim”; Natália Marquêz Correlo, com “Dores que Afligem a Alma”; e Isa Pontes, com a “Caminhada”, foram os vencedores no 1.º, 2.º, 3.º e 4.º escalão, este último dedicado ao público em geral.
Independentemente dos resultados obtidos, todos foram considerados vencedores pela vereadora da Educação, Gabriela Fonseca.
Ana Catarina Miranda Pires, de 10 anos, residente na Póvoa de Lanhoso e aluna da Escola EB 2,3 Prof.º Gonçalo Sampaio foi uma das vencedoras da noite, tendo arrecadado o primeiro prémio na primeiro escalão, dedicado a participantes até aos 12 anos. Ser professora de português é o sonho de Ana Catarina. “Gosto de escrever. Fui buscar a ideia a livros que tinha em casa e aos quais nunca ligava”, destaca a jovem aluna, que tem em José Saramago o seu escritor de eleição. Escrever um livro é outro dos sonhos desta jovem povoense. O texto vencedor poderá ser o ponto de partida para o livro tão ambicionado.
Escreve há muitos anos e já tem várias obras publicadas. Isa Pontes, residente em Friande, tomou conhecimento do concurso através da Casa da Botica. “Concorri e trouxe ao concurso um conto, que é um misto de ficção com realidade. Misturei factos que se passaram em África e aqui na Póvoa de Lanhoso com um pouco de ficção para cativar o público”, revelou Isa Pontes, que alcançou o primeiro lugar no escalão dedicado ao público em geral.
“Tudo o que servi para incentivar os jovens a ler, tudo o que concorra para os fazer ler é uma maravilha porque a educação é a base de qualquer sucesso, de qualquer país”, revelou Isa Pontes, mostrando-se satisfeita pela participação no concurso.
O Theatro Club da Póvoa de Lanhoso foi palco, na noite de quarta-feira, da cerimónia de entrega dos certificados de participação e prémios do Concurso Literário António Celestino promovido pela Rede de Bibliotecas Escolares da Póvoa de Lanhoso, num momento que uniu a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e os Agrupamentos de Escola do concelho. A edição deste ano contou com 49 participantes, distribuídos por quatro escalões etários.
“Na segunda-feira iniciou-se a Semana da Leitura no concelho da Póvoa de Lanhoso. Ler permite-nos crescer cultural e intelectualmente, permite-nos viajar, permite-nos sonhar. O que é que a leitura tem a vem com a escrita? Tem a ver com tudo. Quanto mais lermos, melhor interpretamos e melhor escrevemos. Normalmente, um escritor é, ou foi, um bom leitor. Por isso, este concurso, como outros da promoção da escrita, é um incentivo à escrita pois é de pequenino que se deve incentivar à leitura e à escrita. Portanto, todos os meninos aqui presentes, que participaram no concurso, estão de parabéns”, revelou Gabriela Fonseca, vereadora da Educação da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, agradecendo a colaboração do Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio e da Póvoa de Lanhoso.
“Escrever faz muito bem, é libertador e a função das escolas é um pouco esta, permitir aos nossos alunos que se aventurem neste caminho”, considerou José Ramos, do Agrupamento de Escolas da Póvoa de Lanhoso.
“Eu hoje sonhei e penso que vocês também sonharam com todas estas belas histórias escritas pelos nossos alunos. Acho que vale a pena apostarmos mais na cultura, acho que vale a pena apostarmos mais na escrita e na leitura”, referiu também António Fonseca, em representação do Agrupamento de Escolas Professor Gonçalo Sampaio.
Ana Catarina Miranda Pires, com “O Livro Abandonado”; Bárbara Daniela Duarte Cruz, com “Aprendi a Viver Assim”; Natália Marquêz Correlo, com “Dores que Afligem a Alma”; e Isa Pontes, com a “Caminhada”, foram os vencedores no 1.º, 2.º, 3.º e 4.º escalão, este último dedicado ao público em geral.
Independentemente dos resultados obtidos, todos foram considerados vencedores pela vereadora da Educação, Gabriela Fonseca.
Ana Catarina Miranda Pires, de 10 anos, residente na Póvoa de Lanhoso e aluna da Escola EB 2,3 Prof.º Gonçalo Sampaio foi uma das vencedoras da noite, tendo arrecadado o primeiro prémio na primeiro escalão, dedicado a participantes até aos 12 anos. Ser professora de português é o sonho de Ana Catarina. “Gosto de escrever. Fui buscar a ideia a livros que tinha em casa e aos quais nunca ligava”, destaca a jovem aluna, que tem em José Saramago o seu escritor de eleição. Escrever um livro é outro dos sonhos desta jovem povoense. O texto vencedor poderá ser o ponto de partida para o livro tão ambicionado.
Escreve há muitos anos e já tem várias obras publicadas. Isa Pontes, residente em Friande, tomou conhecimento do concurso através da Casa da Botica. “Concorri e trouxe ao concurso um conto, que é um misto de ficção com realidade. Misturei factos que se passaram em África e aqui na Póvoa de Lanhoso com um pouco de ficção para cativar o público”, revelou Isa Pontes, que alcançou o primeiro lugar no escalão dedicado ao público em geral.
“Tudo o que servi para incentivar os jovens a ler, tudo o que concorra para os fazer ler é uma maravilha porque a educação é a base de qualquer sucesso, de qualquer país”, revelou Isa Pontes, mostrando-se satisfeita pela participação no concurso.
Responsáveis do Hospital de Braga
Visita à Braval
As boas práticas ambientais praticadas no Hospital de Braga já dão frutos: cerca de 1% do total de resíduos recicláveis recolhidos em Braga são provenientes do Hospital. Tais números devem-se à parceria existente entre as duas instituições. Na tarde de ontem, os responsáveis da Comissão Executiva do Hospital de Braga visitaram a Braval e ficar a conhecer as várias estruturas que integram o Ecoparque.
Conhecer mais de perto a realidade da Braval foi um dos objectivos da visita, confor-me destacou João Ribeiro, presidente da Comissão Executiva. “Sabemos que somos um grande produtor de resíduos. Temos tido a colaboração da Braval desde o início para tentarmos ter os melhores procedimentos ambientais e, aliás, o Hospital de Braga é um hospital com certificação ambiental Portanto, temos como objectivo ter as melhores práticas”, destacou aquele responsável.
Para além das melhorias ambientais, as boas práticas conduzem também, e de acordo com aquele responsável, a uma poupança bastante considerável.
A sensibilização no Hospital de Braga passa não só pelos funcionários como pelos utentes e familiares. O repto foi lançado à Braval para a decoração de uma das alas da unidade hospitalar, a pediatria, dando a conhecer as boas-práticas aos mais pequenos e seus familiares.
“Quisemos demonstrar ao nosso parceiro de excelência o que fazemos e a importância que têm para nos continuar a ajudar nesta parceria. Queremos dinamizar esta parceria e aumentar e que, cada vez mais, seja um parceiro ainda mais importante”, referiu no final da visita, Pedro Machado, director executivo da Braval.
“Os resíduos hospitalares até esta parceria iam todos juntos para os resíduos hospitalares, seja perigoso ou não perigoso. Com esta parceria, houve o cuidado de os separar, aqueles que são passiveis de reciclagem, que não são contaminados”, explicou Pedro Machado, vincando a melhoria ambiental que estas boas-práticas proporcionam.
As boas práticas ambientais praticadas no Hospital de Braga já dão frutos: cerca de 1% do total de resíduos recicláveis recolhidos em Braga são provenientes do Hospital. Tais números devem-se à parceria existente entre as duas instituições. Na tarde de ontem, os responsáveis da Comissão Executiva do Hospital de Braga visitaram a Braval e ficar a conhecer as várias estruturas que integram o Ecoparque.
Conhecer mais de perto a realidade da Braval foi um dos objectivos da visita, confor-me destacou João Ribeiro, presidente da Comissão Executiva. “Sabemos que somos um grande produtor de resíduos. Temos tido a colaboração da Braval desde o início para tentarmos ter os melhores procedimentos ambientais e, aliás, o Hospital de Braga é um hospital com certificação ambiental Portanto, temos como objectivo ter as melhores práticas”, destacou aquele responsável.
Para além das melhorias ambientais, as boas práticas conduzem também, e de acordo com aquele responsável, a uma poupança bastante considerável.
A sensibilização no Hospital de Braga passa não só pelos funcionários como pelos utentes e familiares. O repto foi lançado à Braval para a decoração de uma das alas da unidade hospitalar, a pediatria, dando a conhecer as boas-práticas aos mais pequenos e seus familiares.
“Quisemos demonstrar ao nosso parceiro de excelência o que fazemos e a importância que têm para nos continuar a ajudar nesta parceria. Queremos dinamizar esta parceria e aumentar e que, cada vez mais, seja um parceiro ainda mais importante”, referiu no final da visita, Pedro Machado, director executivo da Braval.
“Os resíduos hospitalares até esta parceria iam todos juntos para os resíduos hospitalares, seja perigoso ou não perigoso. Com esta parceria, houve o cuidado de os separar, aqueles que são passiveis de reciclagem, que não são contaminados”, explicou Pedro Machado, vincando a melhoria ambiental que estas boas-práticas proporcionam.
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