2O13 em planificação pela autarquia
Orçamento prevê reforço
de apoios de cariz social
Especial freguesias da Póvoa de Lanhoso
Rede viária é a prioridade
EDITORIAL

Armindo Veloso
Pirómanos
Um fanático americano lembrou-se de fazer um vídeo, de péssima qualidade dito por quem sabe da poda, onde, usando a sua liberdade de expressão de uma forma irresponsável, deu largas à estupidez, ridicularizou o Profeta Maomé e, por conseguinte, os seus crentes, dando aso a reacções violentas de grupos extremistas muçulmanos.
Uma jornalista do jornal Público, em declarações à Antena 1, fazia uma análise que eu subscrevo em absoluto. Dizia a jornalista – espero que não me leve a mal eu não ter memorizado o nome dela – que aquele louco que provocou a revolta do mundo muçulmano não deveria ter atingido os seus objectivos, ou seja, ser estrela mundial. Se se tivesse informado os factos sem o destaque que se lhes deu, talvez se tivesse evitado grande parte das revoltas que, sendo verdadeiras, não passavam de ínfimas minorias. E terminava: - nós andamos sempre as dar o palco às minorias.
Mas que bem!
O direito a informar e ser informado não é posto em causa se se tiver senso e não se deitar achas na fogueira quando ela já está acesa pelos factos. O massacre que os media dão de certas informações muitas das vezes provocam o efeito bola de neve, provocando outras e assim sucessivamente.
Está provado, e mais que provado, que os ‘pirómanos’, cheguem eles fogo de que tipo for, fazem-no muitas das vezes para serem célebres.
Ainda gostava de viver um tempo mediático onde numa manifestação de cem mil pessoas a notícia fosse os noventa e nove mil novecentos e noventa e nove que se portaram ordeiramente e não o um que partiu montras.
Até um dia destes.

Câmara distinguida
A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso foi novamente distinguida com o título de “Autarquia mais Familiarmente Responsável”. Esta distinção, que acontece pela terceira vez consecutiva, reconhece a valoriza as políticas e práticas de apoio às famílias desenvolvidas pela autarquia da Póvoa de Lanhoso. Em tempos de grandes constrangimentos, que afectam todas as famílias, é de louvar o trabalho desenvolvido pela Câmara Municipal.

Reforma Administrativa
São muitos os povoenses e autarcas descontentes com a recente proposta de reorganização administrativa apresentada pela Unidade Técnica criada para o efeito. A proposta, apresentada no início deste mês, contempla a redução de sete freguesias. Estão previstos seis uniões de freguesias, que integram um total de 13 freguesias. Das 29 freguesias do concelho, 16 permanecem inalteradas. As populações descontentes temem a perda da identidade das suas freguesias e não se mostram preparadas para as novas alterações que se avizinham.
Junta de Freguesia de Lanhoso
Rede viária é a prioridade
Data de 1086 a primeira referência documental sobre Lanhoso. De origem mais antiga que a nacionalidade, a freguesia de Lanhoso (S. Tiago) é uma terra de riquíssimas tradições.
Dela fizeram parte, até à criação da freguesia de Póvoa de Lanhoso (Nossa Senhora do Amparo), em 1930, o Castro de Lanhoso, o Santuário de Nossa Senhora do Pilar e o Castelo de Lanhoso.
Com um passado rico em termos históricos, do qual se destaca, entre outros, o Tratado de Lanhoso, em 1121, Lanhoso foi a freguesia cabeça de concelho até 1930, ano em que foi criada a freguesia da Póvoa de Lanhoso.
Olhando para o alto do Monte do Pilar, onde se destaca o Castelo de Lanhoso, a freguesia de Lanhoso não esquece o seu passado histórico e sócio-cultural.
A quietude, a harmonia e os traços de ruralidade convidam a uma visita. Mais do que visitar, Lanhoso convida a permanecer. Tão perto e tão longe, assim podemos definir Lanhoso. Tão perto do centro da vila, onde pode encontrar todo o tipo de bens e serviços, e tão longe do ruído próprio dos locais mais urbanos.
“Quem vem para aqui, fica”, assegura Fernando Machado, presidente da Junta de Freguesia de Lanhoso desde 2009. Fernando Machado lidera uma equipa de trabalho que integra Amália Alice Pires Ribeiro Machado, como secretária, e António Júlio Pereira Machado, como tesoureiro.
A rede viária é a principal preocupação da Junta de Freguesia de Lanhoso. A conclusão da Rua de Tinocos de Cima, com a colocação da rede de saneamento e águas pluviais, e a pavimentação da Rua dos Tinocos até à ligação com a Rua de Tinoco de Cima, também esta com rede de saneamento e condução de águas pluviais, a colocação de condutas na Rua de Chidelas e na Rua de Santo António foram algumas das melhorias operadas na rede viária. Muito mais a Junta de Freguesia gostaria de ver concretizado. O actual panorama financeiro vem adiar algumas das obras.
“As grandes necessidades são em termos de rede viária. Temos vários caminhos ainda em terra que gostaríamos de ver pavimentados. Tal ainda não nos foi possível realizar mas esperamos no futuro concretizar algumas das obras previstas para dar melhores condições de vida às gentes de Lanhoso”, refere Fernando Machado, presidente da Junta de Freguesia.
A Rua do Baldio, a Travessa do Baldio, a Travessa dos Tinocos, a Travessa da Avenida de Lanhoso, a Rua dos Penedos Abertos, a Rua da Calçada, a Rua de Cima de Vila, a Rua dos Moinhos e parte da Rua do Souto de Baixo são alguns dos locais onde a Junta de Freguesia de Lanhoso gostaria de ver concretizados melhoramentos na rede viária.
A tudo isto, junta-se, também, a conclusão da rede de água e saneamento, que abrange actualmente cerca de 80% da freguesia.
O Largo do Cruzeiro, onde confluem várias ruas e onde o trânsito de veículos de faz em grande número, levam a Junta de Freguesia de Lanhoso a equacionar uma intervenção no local, no sentido de dar maior dignidade a um dos pontos centrais da freguesia e regular a circulação das viaturas. A colocação de uma rotunda poderá ser uma das respostas para o Largo do Cruzeiro.
Apesar das dificuldades, a Junta de Freguesia de Lanhoso não baixa os braços e pro-mete continuar a encetar esforços para a melhoria da qualidade de vida das gentes de Lanhoso. No edifício da sede de Junta, a população de Lanhoso recebe todo o apoio na resolução dos seus problemas. Diariamente, uma carrinha da Junta de Freguesia transporta os jovens alunos até a um dos estabelecimentos de ensino básico na vila.
“Lanhoso é uma freguesia bonita, airosa, pacata e exposta ao sol nascente. Quem vem para aqui, fica. Há muito terreno disponível para construção e várias moradias disponíveis. Não podemos esquecer a excelente localização, a dois minutos da vila da Póvoa de Lanhoso e a dez minutos de Braga”, esclarece Fernando Machado, convidando a uma visita a Lanhoso.
Data de 1086 a primeira referência documental sobre Lanhoso. De origem mais antiga que a nacionalidade, a freguesia de Lanhoso (S. Tiago) é uma terra de riquíssimas tradições.
Dela fizeram parte, até à criação da freguesia de Póvoa de Lanhoso (Nossa Senhora do Amparo), em 1930, o Castro de Lanhoso, o Santuário de Nossa Senhora do Pilar e o Castelo de Lanhoso.
Com um passado rico em termos históricos, do qual se destaca, entre outros, o Tratado de Lanhoso, em 1121, Lanhoso foi a freguesia cabeça de concelho até 1930, ano em que foi criada a freguesia da Póvoa de Lanhoso.
Olhando para o alto do Monte do Pilar, onde se destaca o Castelo de Lanhoso, a freguesia de Lanhoso não esquece o seu passado histórico e sócio-cultural.
A quietude, a harmonia e os traços de ruralidade convidam a uma visita. Mais do que visitar, Lanhoso convida a permanecer. Tão perto e tão longe, assim podemos definir Lanhoso. Tão perto do centro da vila, onde pode encontrar todo o tipo de bens e serviços, e tão longe do ruído próprio dos locais mais urbanos.
“Quem vem para aqui, fica”, assegura Fernando Machado, presidente da Junta de Freguesia de Lanhoso desde 2009. Fernando Machado lidera uma equipa de trabalho que integra Amália Alice Pires Ribeiro Machado, como secretária, e António Júlio Pereira Machado, como tesoureiro.
A rede viária é a principal preocupação da Junta de Freguesia de Lanhoso. A conclusão da Rua de Tinocos de Cima, com a colocação da rede de saneamento e águas pluviais, e a pavimentação da Rua dos Tinocos até à ligação com a Rua de Tinoco de Cima, também esta com rede de saneamento e condução de águas pluviais, a colocação de condutas na Rua de Chidelas e na Rua de Santo António foram algumas das melhorias operadas na rede viária. Muito mais a Junta de Freguesia gostaria de ver concretizado. O actual panorama financeiro vem adiar algumas das obras.
“As grandes necessidades são em termos de rede viária. Temos vários caminhos ainda em terra que gostaríamos de ver pavimentados. Tal ainda não nos foi possível realizar mas esperamos no futuro concretizar algumas das obras previstas para dar melhores condições de vida às gentes de Lanhoso”, refere Fernando Machado, presidente da Junta de Freguesia.
A Rua do Baldio, a Travessa do Baldio, a Travessa dos Tinocos, a Travessa da Avenida de Lanhoso, a Rua dos Penedos Abertos, a Rua da Calçada, a Rua de Cima de Vila, a Rua dos Moinhos e parte da Rua do Souto de Baixo são alguns dos locais onde a Junta de Freguesia de Lanhoso gostaria de ver concretizados melhoramentos na rede viária.
A tudo isto, junta-se, também, a conclusão da rede de água e saneamento, que abrange actualmente cerca de 80% da freguesia.
O Largo do Cruzeiro, onde confluem várias ruas e onde o trânsito de veículos de faz em grande número, levam a Junta de Freguesia de Lanhoso a equacionar uma intervenção no local, no sentido de dar maior dignidade a um dos pontos centrais da freguesia e regular a circulação das viaturas. A colocação de uma rotunda poderá ser uma das respostas para o Largo do Cruzeiro.
Apesar das dificuldades, a Junta de Freguesia de Lanhoso não baixa os braços e pro-mete continuar a encetar esforços para a melhoria da qualidade de vida das gentes de Lanhoso. No edifício da sede de Junta, a população de Lanhoso recebe todo o apoio na resolução dos seus problemas. Diariamente, uma carrinha da Junta de Freguesia transporta os jovens alunos até a um dos estabelecimentos de ensino básico na vila.
“Lanhoso é uma freguesia bonita, airosa, pacata e exposta ao sol nascente. Quem vem para aqui, fica. Há muito terreno disponível para construção e várias moradias disponíveis. Não podemos esquecer a excelente localização, a dois minutos da vila da Póvoa de Lanhoso e a dez minutos de Braga”, esclarece Fernando Machado, convidando a uma visita a Lanhoso.
Rendufinho
Despiste de camião: dois feridos
O despiste de um camião de transporte de bens alimentares, na Estrada Nacional 103, em Rendufinho, ao início da tarde de quarta-feira, dia 7 de Novembro, provocou dois feridos ligeiros. O acidente levou ao corte do trânsito nos dois sentidos durante mais de oito horas, com o trânsito a ser desviado para vias alternativas. Na viatura sinistrada seguiam dois ocupantes, residentes em Paredes, no concelho do Porto, que sofreram ferimentos ligeiros e foram transportados ao Hospital de Braga pelos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso.
Para além do socorro aos feridos, os soldados da paz procederam à limpeza da via.
O acidente ocorreu pelas 13h15 e provocou ferimentos ligeiros no condutor e no ajudante, de 33 e 44 anos, que seguiam no camião de uma cadeira de supermercados.
Os soldados da paz povoenses compareceram no sinistro com seis elementos, apoiados por duas ambulâncias e uma viatura de apoio.
Para além dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, compareceram no local militares da Divisão de Trânsito do Comando Territorial de Braga da GNR, bem como elementos do posto da GNR da Póvoa de Lanhoso.
O despiste de um camião de transporte de bens alimentares, na Estrada Nacional 103, em Rendufinho, ao início da tarde de quarta-feira, dia 7 de Novembro, provocou dois feridos ligeiros. O acidente levou ao corte do trânsito nos dois sentidos durante mais de oito horas, com o trânsito a ser desviado para vias alternativas. Na viatura sinistrada seguiam dois ocupantes, residentes em Paredes, no concelho do Porto, que sofreram ferimentos ligeiros e foram transportados ao Hospital de Braga pelos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso.
Para além do socorro aos feridos, os soldados da paz procederam à limpeza da via.
O acidente ocorreu pelas 13h15 e provocou ferimentos ligeiros no condutor e no ajudante, de 33 e 44 anos, que seguiam no camião de uma cadeira de supermercados.
Os soldados da paz povoenses compareceram no sinistro com seis elementos, apoiados por duas ambulâncias e uma viatura de apoio.
Para além dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, compareceram no local militares da Divisão de Trânsito do Comando Territorial de Braga da GNR, bem como elementos do posto da GNR da Póvoa de Lanhoso.
Escola Profissional do Alto Ave
No âmbito das comemorações do Ano Europeu do Envelhecimento Activo e Solidariedade Intergeracional, a EPAVE – Escola Profissional do Alto Ave organizou, no dia 8 de Novembro, a III Feira Solidária.
O evento, que se realizou entre as 8 e as 14 horas, teve lugar na Praça Engenheiro Armando Rodrigues, no centro da vila.
Naquele momento, a comunidade escolar e loca teve oportunidade de adquirir um conjunto variados de bens a preços simbólicos. Do vestuário, ao calçado, passando pelas malas, bijutaria e plantas, os povoenses tiveram ao dispor bens cujos preços se situaram entre os 0,20 e os 2 euros.
A abertura do evento foi marcada pela comunidade escolar com uma marcha, subordinada ao tema “Ser Solidário”, desde aquela instituição de ensino até à Praça Eng. Armando Rodrigues, de forma a promover a cidadania ativa e o espírito de entreajuda na comunidade escolar, bem como sensibilizar toda a comunidade escolar e local para a importância da solidariedade na sociedade.
Para a concretização da iniciativa, a EPAVE contou com o apoio de várias empresas povoenses, que se juntaram à causa, oferecendo artigos pa-ra venda. As expectativas foram superadas e mais uma vez a iniciativa da EPAVE ficou marcada pelo sucesso.
“Esta campanha de solidariedade só obteve sucesso devido à participação de todos, destacando-se o papel fulcral dos formadores na organização e responsabilização das suas turmas e o contributo imprescindível dos funcionários na montagem do espaço (tendas, decoração do espaço, etc.). De salientar a participação de todos os formandos, que contribuíram para que este evento tivesse tido uma grande projecção”, referem os responsáveis da EPAVE.
GNR em acção de sensibilização
‘Apanhados’ à porta da missa
A GNR, através da Secção de Programas Especiais (SPE) do Destacamento Territorial (DTER) da Póvoa de Lanhoso, realizou no passado domingo, uma ‘operação relâmpago’ à saída da missa na Igreja Matriz da Póvoa de Lanhoso, distribuindo panfletos sobre a prevenção de crimes contra idosos.
A acção de sensibilização - mais uma levada a cabo pelo DTER da Póvoa de Lanhoso - envolveu os embaixadores ‘EPAVE’, alunos da Escola Profissional do Alto Ave e a Comunidade Intermunicipal do Vale do Ave (CIM-Ave).
As pessoas, idosos e não só, foram abordadas quando saíram da missa e receberam panfletos, numa acção de sensibilização que foi aprofundada, durante a tarde, durante o magusto organizado pela Junta de Freguesia e Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e que juntou mais de duas centenas de participantes.
Num contexto diferente, de convívio, a GNR aproveitou para sensibilizar os séniores para a prevenção das burlas e da criminalidade em geral, incluindo furtos em residências e na rua, com o apoio do vídeo produzido pela CIM-Ave.
Maria Madalena Azevedo, de 67 anos, elogiou a iniciativa da GNR “porque nem toda a gente está prevenida”.
No seu caso, está sensibilizada e nunca abre a porta a estranhos. Mesmo assim, “um conselho nunca é demais” acrescenta Maria de Jesus Silva, de 74 anos.
O responsável da SPE do DTER da Póvoa de Lanhoso, cabo Nuno Cruz, assume que “os embaixadores EPAVE dão muito apoio logístico e os idosos apreciam a presença dos jovens”.
O objectivo é também envolver os jovens, não só no apoio aos idosos, mas também na prevenção rodoviária.
“Para mim é tão importante como irem às aulas. O curriculum deles fica enriquecido” afirma o professor de Marketing e Relações Públicas, José Fernandes.
A GNR, através da Secção de Programas Especiais (SPE) do Destacamento Territorial (DTER) da Póvoa de Lanhoso, realizou no passado domingo, uma ‘operação relâmpago’ à saída da missa na Igreja Matriz da Póvoa de Lanhoso, distribuindo panfletos sobre a prevenção de crimes contra idosos.
A acção de sensibilização - mais uma levada a cabo pelo DTER da Póvoa de Lanhoso - envolveu os embaixadores ‘EPAVE’, alunos da Escola Profissional do Alto Ave e a Comunidade Intermunicipal do Vale do Ave (CIM-Ave).
As pessoas, idosos e não só, foram abordadas quando saíram da missa e receberam panfletos, numa acção de sensibilização que foi aprofundada, durante a tarde, durante o magusto organizado pela Junta de Freguesia e Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e que juntou mais de duas centenas de participantes.
Num contexto diferente, de convívio, a GNR aproveitou para sensibilizar os séniores para a prevenção das burlas e da criminalidade em geral, incluindo furtos em residências e na rua, com o apoio do vídeo produzido pela CIM-Ave.
Maria Madalena Azevedo, de 67 anos, elogiou a iniciativa da GNR “porque nem toda a gente está prevenida”.
No seu caso, está sensibilizada e nunca abre a porta a estranhos. Mesmo assim, “um conselho nunca é demais” acrescenta Maria de Jesus Silva, de 74 anos.
O responsável da SPE do DTER da Póvoa de Lanhoso, cabo Nuno Cruz, assume que “os embaixadores EPAVE dão muito apoio logístico e os idosos apreciam a presença dos jovens”.
O objectivo é também envolver os jovens, não só no apoio aos idosos, mas também na prevenção rodoviária.
“Para mim é tão importante como irem às aulas. O curriculum deles fica enriquecido” afirma o professor de Marketing e Relações Públicas, José Fernandes.
Faleceu aos 99 anos
Bisneto da ‘Maria da Fonte’
Tinha 99 anos e muitas histórias para contar. Para além de ser o morador com mais idade da freguesia de Verim, Horácio João Tinoco era bisneto da “Maria da Fonte”. Sua bisavó, Joana Maria Esteves, era um dos nomes apontados à heroína Maria da Fonte. Contudo, são várias as versões, são vários os nomes apontados à identidade da heroína povoense.
Joana Maria Esteves, em cuja sepultura, localizada no cemitério de Verim, consta “Ana Maria Esteves” viveu na freguesia de Verim, para onde casou com António Joaquim Lopes da Silva. O ‘Comércio de Portugal’, em 1883, publicou uma notícia revelando que de 7 para 8 de Dezembro de 1874, faleceu na freguesia de Verim, Ana Maria Esteves, natural da freguesia de Santiago de Oliveira, casada com António Joaquim Lopes da Silva, daquela freguesia de Verim, e que fora esta a famigerada Maria da Fonte.
Joana Maria Esteves nasceu a 12 de Março de 1827, tendo falecido a 7 de Dezembro de 1868.
Nos Cadernos Culturais da Associação Cultural da Juventude Povoense, publicados em Outubro de 1991, com textos do historiador Paulo Freitas, ficamos a saber mais um pouco sobre Joana Maria Esteves, apelidada por alguns como Ana Maria Esteves e ainda Joanna Anna.
Para J. C. Fortunato D’Antas, num texto publicado no ‘Novo Almanaque de Lembranças para 1877’, Ana Maria Esteves (Joana Maria Esteves) terá tomado parte muito activa no movimento.
“A mesma mulher é igualmente indicada por outros autores como sendo aquela que deu origem ao nome da revolução, entre os quais podemos encontrar Rocha Martins”, escreve Paulo Freitas nos “Cadernos Culturais”. Cremildo Pereira escreveu que é a Joana Maria Esteves que deve ser atribuído o feito de rebentar a porta da cadeia a golpe de Machado.
A 27 de Outubro de 1978, o ‘Maria da Fonte’ publicava, na capa, uma notícia sobre Joana Maria Esteves. Armando Eurico de Carvalho, director do ‘Maria da Fonte’ na época e autor do texto, conversou com Horácio João Tinoco.
“Sou bisneto da Maria da Fonte, de seu nome Joana Maria Esteves. Meu pai chamava-se Abílio José de Faria Tinoco e minha mãe é que era neta da Maria da Fonte e tinha o nome de Adozinda Ma-ria Lopes da Silva”, contou Horácio João Tinoco, na época com 65 anos, completados a 13 de Outubro, proprietário da “Casa do Pereiro”.
“Nasceu na freguesia de Oliveira e depois casou para esta ‘Casa do Pereiro’, onde viveu o resto da sua vida, acabando por ser sepultada no cemitério paroquial de Verim. A filha que tinha mais parecida com ela era a Margarida Rosa, pelo seu dinamismo e acções aventureiras. Essa minha tia-avó morreu solteirona”, explica Horácio Tinoco, na notícia publicada em 1978.
“Eu ainda cheguei a conhecer o meu avô António Clemente, o João, a Felizarda, a Margarida Rosa, a Delfina e a Patrocínia, todos filhos da Maria da Fonte”, revelou na época Horácio Tinoco.
Tinha 99 anos e muitas histórias para contar. Para além de ser o morador com mais idade da freguesia de Verim, Horácio João Tinoco era bisneto da “Maria da Fonte”. Sua bisavó, Joana Maria Esteves, era um dos nomes apontados à heroína Maria da Fonte. Contudo, são várias as versões, são vários os nomes apontados à identidade da heroína povoense.
Joana Maria Esteves, em cuja sepultura, localizada no cemitério de Verim, consta “Ana Maria Esteves” viveu na freguesia de Verim, para onde casou com António Joaquim Lopes da Silva. O ‘Comércio de Portugal’, em 1883, publicou uma notícia revelando que de 7 para 8 de Dezembro de 1874, faleceu na freguesia de Verim, Ana Maria Esteves, natural da freguesia de Santiago de Oliveira, casada com António Joaquim Lopes da Silva, daquela freguesia de Verim, e que fora esta a famigerada Maria da Fonte.
Joana Maria Esteves nasceu a 12 de Março de 1827, tendo falecido a 7 de Dezembro de 1868.
Nos Cadernos Culturais da Associação Cultural da Juventude Povoense, publicados em Outubro de 1991, com textos do historiador Paulo Freitas, ficamos a saber mais um pouco sobre Joana Maria Esteves, apelidada por alguns como Ana Maria Esteves e ainda Joanna Anna.
Para J. C. Fortunato D’Antas, num texto publicado no ‘Novo Almanaque de Lembranças para 1877’, Ana Maria Esteves (Joana Maria Esteves) terá tomado parte muito activa no movimento.
“A mesma mulher é igualmente indicada por outros autores como sendo aquela que deu origem ao nome da revolução, entre os quais podemos encontrar Rocha Martins”, escreve Paulo Freitas nos “Cadernos Culturais”. Cremildo Pereira escreveu que é a Joana Maria Esteves que deve ser atribuído o feito de rebentar a porta da cadeia a golpe de Machado.
A 27 de Outubro de 1978, o ‘Maria da Fonte’ publicava, na capa, uma notícia sobre Joana Maria Esteves. Armando Eurico de Carvalho, director do ‘Maria da Fonte’ na época e autor do texto, conversou com Horácio João Tinoco.
“Sou bisneto da Maria da Fonte, de seu nome Joana Maria Esteves. Meu pai chamava-se Abílio José de Faria Tinoco e minha mãe é que era neta da Maria da Fonte e tinha o nome de Adozinda Ma-ria Lopes da Silva”, contou Horácio João Tinoco, na época com 65 anos, completados a 13 de Outubro, proprietário da “Casa do Pereiro”.
“Nasceu na freguesia de Oliveira e depois casou para esta ‘Casa do Pereiro’, onde viveu o resto da sua vida, acabando por ser sepultada no cemitério paroquial de Verim. A filha que tinha mais parecida com ela era a Margarida Rosa, pelo seu dinamismo e acções aventureiras. Essa minha tia-avó morreu solteirona”, explica Horácio Tinoco, na notícia publicada em 1978.
“Eu ainda cheguei a conhecer o meu avô António Clemente, o João, a Felizarda, a Margarida Rosa, a Delfina e a Patrocínia, todos filhos da Maria da Fonte”, revelou na época Horácio Tinoco.
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