Dia Mundial do Animal foi celebrado no dia 4 de outubro
Cães da GNR
encantaram crianças e idosos
Associação de Turismo da Póvoa de Lanhoso
Cartão sócio aliado dá descontos
nas lojas comerciais povoenses
Principal sala de espectáculos do concelho
Theatro Club classificado
monumento de interesse público
EDITORIAL

Armindo Veloso
À rasca
Sei que é um drama um jovem de vinte e tal anos, depois de muitas das vezes ter queimado as pestanas a estudar, ver-se em casa dos pais a depender deles para tudo; sei que é um drama um jovem de vinte e tal ou trinta e tal anos ver-se forçado a emigrar para trabalhar; sei que é um drama um jovem querer muitas das vezes constituir família e não ter condições para isso; sei que é um drama; sei que é um drama, sei que é um drama!
Há tempos atrás via um jovem, de trinta anos mais coisa menos coisa, num programa de televisão chamado ‘Cinco para a Meia Noite’ que dizia: A minha geração é a geração à rasca?! Ora essa. Nós temos de fazer acontecer, não é estarmos em casa à sombra dos nossos pais que as coisas nos chegam. Se não for hoje há-de ser amanhã. Temos de bulir. Geração à rasca foi a do meu avô que foi a pé para a França para ganhar o sustento dele e da família.
Ora cá está um jovem que vê o copo meio cheio.
No meio de muitos dramas, são inegáveis!, que os tempos de hoje implicam para as gerações mais novas, este jovem teve um discurso diferente.
Se é certo que centenas de milhar de jovens vêem o seu futuro de alguma forma frustrado, também é certo que na maioria dos casos têm algum suporte familiar quer dos pais quer dos avós que lhes vão proporcionando alguma qualidade de vida.
A minha dúvida meus amigos, ou melhor, o meu drama meus amigos, é, se isto não mudar mesmo, como serão as gerações vindouras quando esses jovens que vivem com o suporte dos pais e avós forem os velhos?
Não antecipemos problemas mas esse futuro visto do hoje é dramático.
Sejamos optimistas. É o que nos resta.
Até um dia destes.

I Jornadas Técnicas
A 3 de Novembro, a Póvoa de Lanhoso acolhe a I Jornadas Técnicas de Plantas Aromáticas e Medicinais. O trabalho desenvolvido nos últimos tempos, no âmbito do Gabinete de Apoio ao Bioagricultor, coloca a Póvoa de Lanhoso como uma referência. Esta poderá ser uma oportunidade a ser agarrada por jovens povoenses. A produção, transformação, comercialização e os apoios no âmbito do Proder estão em destaque nas I Jornadas Técnicas de Plantas Aromáticas e Medicinais.

Tudo a subir
São cada vez menores os rendimentos das famílias portuguesas. Em 2013, os contribuintes vêm os salários reduzidos com as alterações nas taxas de IRS. A tudo isto, junta-se a subida do IMI, do Imposto de Selo, dos combustíveis e da electricidade, entre outras. O custo de vida é cada vez mais elevado e os contribuintes vêem os seus rendimentos a diminuir.
Dia Mundial do Animal: 4 de Outubro
O Ruca, o Joca e o Sting fizeram as delícias de pequenos e graúdos. No Dia Mundial do Animal, comemorado a 4 de Outubro, o Parque do Pontido, na vila, acolheu uma demonstração da Equipa Cino-técnica K-9 do Comando de Braga da GNR. A iniciativa foi desenvolvida em conjunto com a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, à qual se juntou a CIM do Ave, com a carrinha de apoio às acções de sensibilização do DTER da GNR da P. Lanhoso.
Crianças e adultos assistiram às demonstrações dos binómios da GNR e ficaram maravilhadas com a destreza e a capacidade dos caninos, no que diz respeito à manutenção da ordem pública, detecção de droga e de explosivos. Para além da comemoração do Dia Mundial do Animal, a iniciativa integrou o projecto “Gerações Mãos Dadas”, levada a cabo pela Secção de Programas Especiais do Destacamento da GNR da Póvoa de Lanhoso.
Sensibilizar para as boas práticas e comportamentos cívicos alusivos à temática da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso. Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Gabriela Fonseca, vereadora da Educação e Juventude, Cabo Nuno Cruz, da secção de programas especiais da GNR da Póvoa de Lanhoso, e o capitão Gonçalo Amaro, comandante do DTER da GNR da Póvoa de Lanhoso, marcaram presença no evento.
“Gostei muito. Nunca tinha visto. Gostei de todos mas em especial do cão de manutenção de ordem pública. Um dia, quando vinha de França vi um cão no aeroporto. Nesse dia, fiquei admirada pois não sabia o que era. O cão encontrou dois sacos com droga”, revela Júlia Vieira, de Vilela.
A opinião foi também partilhada por Adelaide Rocha, de Fontarcada, que ficou maravilhada com a demonstração dos binómios da GNR. “Nunca tinha visto. Foi a primeira vez. Acho que foi uma iniciativa bonita e que se tornou ainda mais bonita pois teve a presença de crianças. O primeiro cão, o de manutenção de ordem pública, que mostrou uma grande obediência, foi aquele de quem mais gostei”, revela Adelaide Rocha.
Um pouco envergonhado, o Zé Pedro, do Jardim-de-Infância da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso, lá foi dizendo que gostou de todos, em especial do castanho, o Ruca, que detectou explosivos num carro da GNR.
Para Telmo Pereira, esta não foi a primeira vez que viu uma demonstração dos binómios da GNR. “Gostei de todos eles. Já tinha visto antes e gosto muito. São muito bonitos. Dos três, o que gostei mais foi do Sting”, revela o Telmo, de 4 anos.
De entre outras iniciativas, o Destacamento da GNR, através da Secção de Programas Especiais, tem no terreno a operação Residência Segura, com a visita às residências dos idosos dos concelhos de abrangência do DTER da Póvoa de Lanhoso; Igreja Segura; Comércio Seguro, com campanhas de sensibilização junto dos comerciantes; Embaixador EPAVE, no âmbito do projecto “Gerações Mãos Dadas” e Escola Segura.
Secção de programas especiais
GNR e EPAVE de ‘Mãos Dadas’
O Destacamento da GNR da Póvoa de Lanhoso, através da Secção de Programas Especiais, lançou o repto aos alunos da Escola Profissional do Alto Ave (EPAVE) para que se tornem voluntários e acompanhem os militares da GNR nas campanhas de sensibilização. Aos jovens, o cabo Nuno Cruz, do DTER da GNR, deu a conhecer as campanhas de sensibilização promovidas nos últimos tempos, nomeadamente quanto ao comércio seguro, fogos florestais, segurança rodoviária e burlas.
Os alunos interessados em assumirem o papel de “Embaixadores EPAVE” preenchem uma ficha de inscrição, colocando o horário disponível para participar nas campanhas de sensibilização da GNR. Posteriormente, será ministrada uma formação, pela GNR da Póvoa de Lanhoso, aos jovens voluntários.
O Destacamento da GNR da Póvoa de Lanhoso, através da Secção de Programas Especiais, lançou o repto aos alunos da Escola Profissional do Alto Ave (EPAVE) para que se tornem voluntários e acompanhem os militares da GNR nas campanhas de sensibilização. Aos jovens, o cabo Nuno Cruz, do DTER da GNR, deu a conhecer as campanhas de sensibilização promovidas nos últimos tempos, nomeadamente quanto ao comércio seguro, fogos florestais, segurança rodoviária e burlas.
Os alunos interessados em assumirem o papel de “Embaixadores EPAVE” preenchem uma ficha de inscrição, colocando o horário disponível para participar nas campanhas de sensibilização da GNR. Posteriormente, será ministrada uma formação, pela GNR da Póvoa de Lanhoso, aos jovens voluntários.
Conferência de imprensa realizada no dia 6
PS contra reforma administrativa
O Partido Socialista da Póvoa de Lanhoso convocou, no dia 6 de Outubro, uma conferência de imprensa para abordar a proposta de reforma administrativa apresentada pela Câmara Municipal, apresentada e chumbada na última Assembleia Municipal, e rebater as declarações do presidente da Câmara Municipal, Manuel Baptista.
Lídia Vale, presidente da Comissão Política do PS concelhio, referiu que o partido é um partido pluralista e que o PS sempre foi contra a reforma administrativa. Na sua intervenção, Lídia Vale frisou que todas as freguesias têm uma identidade e que essa identidade é muito importante. “Não podemos fazer uma reforma sem ouvir os principais intervenientes”, afirmou.
Para além da Lídia Vale, a conferência de imprensa conta com a presença de Frederico Castro, coordenador do Secretariado do PS, António Lourenço, vereador do PS na Câmara Municipal, Patrícia Pereira, líder da bancada do PS na Assembleia Municipal, e Gilberto Anjos, coordenador da JS e presidente da Junta de Freguesia de Moure.
Críticas ao PSD
Apontado o dedo à alteração da ordem de trabalhos, Frederico Castro vincou que “se existe um partido que não esteve organizado ou em sintonia foi o PSD”, referindo-se às abstenções dos eleitos pelo PSD na última Assembleia Municipal, aquando da votação da proposta de agregação de freguesias. Deixando o repto à Câmara Municipal para que se debata pelas freguesias do concelho, Frederico Castro apontou que o PS estará ao lado da manutenção das 29 freguesias no concelho.
Por sua vez, António Lourenço rebateu as informações prestadas pela Câmara Municipal, numa conferência de imprensa realizada no dia 2 de Outubro, no que diz respeito ao desenvolvimento do processo que deu origem à proposta de agregação de freguesias apresentada pela autarquia.
Patrícia Pereira, líder da bancada do PS, frisou que, por duas ocasiões, a Câmara deu a conhecer a sua intenção de não apresentar uma proposta quando à reforma administrativa. No que diz respeito à votação da proposta de agregação, a líder da bancada socialista afirmou que os elementos eleitos pelo PS votaram contra e que os presidentes de Junta foi dada liberdade de voto. “Cada um votava de acordo com os interesses da freguesia”, esclareceu, vincado a “coragem do PS” em defender as 29 freguesias.
A terminar as intervenções, Gilberto Anjos apontou que a reforma administrativa não traz nada de bom às populações, uma vez que as freguesias perdem a sua identidade e cultura e afasta o poder local das populações.
O Partido Socialista da Póvoa de Lanhoso convocou, no dia 6 de Outubro, uma conferência de imprensa para abordar a proposta de reforma administrativa apresentada pela Câmara Municipal, apresentada e chumbada na última Assembleia Municipal, e rebater as declarações do presidente da Câmara Municipal, Manuel Baptista.
Lídia Vale, presidente da Comissão Política do PS concelhio, referiu que o partido é um partido pluralista e que o PS sempre foi contra a reforma administrativa. Na sua intervenção, Lídia Vale frisou que todas as freguesias têm uma identidade e que essa identidade é muito importante. “Não podemos fazer uma reforma sem ouvir os principais intervenientes”, afirmou.
Para além da Lídia Vale, a conferência de imprensa conta com a presença de Frederico Castro, coordenador do Secretariado do PS, António Lourenço, vereador do PS na Câmara Municipal, Patrícia Pereira, líder da bancada do PS na Assembleia Municipal, e Gilberto Anjos, coordenador da JS e presidente da Junta de Freguesia de Moure.
Críticas ao PSD
Apontado o dedo à alteração da ordem de trabalhos, Frederico Castro vincou que “se existe um partido que não esteve organizado ou em sintonia foi o PSD”, referindo-se às abstenções dos eleitos pelo PSD na última Assembleia Municipal, aquando da votação da proposta de agregação de freguesias. Deixando o repto à Câmara Municipal para que se debata pelas freguesias do concelho, Frederico Castro apontou que o PS estará ao lado da manutenção das 29 freguesias no concelho.
Por sua vez, António Lourenço rebateu as informações prestadas pela Câmara Municipal, numa conferência de imprensa realizada no dia 2 de Outubro, no que diz respeito ao desenvolvimento do processo que deu origem à proposta de agregação de freguesias apresentada pela autarquia.
Patrícia Pereira, líder da bancada do PS, frisou que, por duas ocasiões, a Câmara deu a conhecer a sua intenção de não apresentar uma proposta quando à reforma administrativa. No que diz respeito à votação da proposta de agregação, a líder da bancada socialista afirmou que os elementos eleitos pelo PS votaram contra e que os presidentes de Junta foi dada liberdade de voto. “Cada um votava de acordo com os interesses da freguesia”, esclareceu, vincado a “coragem do PS” em defender as 29 freguesias.
A terminar as intervenções, Gilberto Anjos apontou que a reforma administrativa não traz nada de bom às populações, uma vez que as freguesias perdem a sua identidade e cultura e afasta o poder local das populações.
Continua a ser a principal sala de espectáculos
Theatro Club classificado
O Theatro Club da Póvoa de Lanhoso foi classificado como monumento de interesse público. A classificação consta da Portaria n.º 464/2012, publicada no Diário da República n.º 183, Série II, de 20 de Setembro de 2012. Na mesma portaria, que classifica o imó-vel como de interesse público, é fixada a zona especial de protecção.
Mandado construir pelo grande benemérito António Ferreira Lopes, o Theatro Club foi inaugurado em 1905.
“… considerado um projecto relevante pela sua simplicidade e elegância, inscrevendo -se num conjunto de alterações ocorridas desde o final do século XIX, que modificaram consideravelmente o seu traçado urbano. A fachada do teatro, totalmente revestida por azulejos monocromáticos, impõe -se pelas suas dimensões e traço de gosto classicista. A sala de espectáculos, de grande qualidade estética, é profusamente decorada com composições alusivas às artes performativas e retratos de dramaturgos portugueses, destacando-se o pano de boca de cena original, pintado a óleo sobre tela”, pode ler-se na portaria.
A classificação teve em conta o valor estético e técnico do edifício.
“A zona especial de protecção (ZEP) tem em conta o facto de o teatro se implantar em pleno centro urbano da Póvoa de Lanhoso, numa ma-lha consolidada e rodeada de outros imóveis com valor arquitectónico e a sua fixação visa salvaguardar o edifício e a sua envolvente, que muito contribui para a sua valorização”, pode ler-se.
“O Theatro Club continua a ser a principal sala de espectáculos do concelho, ali recebendo as mais diversas manifestações culturais, desde teatro a exposições de artes plásticas, passando por outros eventos, como recitais e concertos musicais, ou mesmo sociais, congressos ou palestras, para dar apenas alguns exemplos “, destaca a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.
Especialmente característico do movimento Arte Nova em Portugal, o Theatro Club destaca-se entre as mais notáveis salas de espectáculo existentes em Portugal pela sua peculiar arquitectura e expressiva decoração, salienta a autarquia povoense, revelando que entre Março de 2011 e Março de 2012, promoveu um programa especifico destinado a assinalar os 10 anos de reabertura e programação regular do Theatro Club. No ano de 2011, aquele espaço cultural foi palco de quase 200 iniciativas e recebeu cerca de 20 mil utiliza-dores, entre visitantes, espectadores e utilizadores.
Mandado construir pelo grande benemérito António Ferreira Lopes, o Theatro Club foi inaugurado em 1905.
“… considerado um projecto relevante pela sua simplicidade e elegância, inscrevendo -se num conjunto de alterações ocorridas desde o final do século XIX, que modificaram consideravelmente o seu traçado urbano. A fachada do teatro, totalmente revestida por azulejos monocromáticos, impõe -se pelas suas dimensões e traço de gosto classicista. A sala de espectáculos, de grande qualidade estética, é profusamente decorada com composições alusivas às artes performativas e retratos de dramaturgos portugueses, destacando-se o pano de boca de cena original, pintado a óleo sobre tela”, pode ler-se na portaria.
A classificação teve em conta o valor estético e técnico do edifício.
“A zona especial de protecção (ZEP) tem em conta o facto de o teatro se implantar em pleno centro urbano da Póvoa de Lanhoso, numa ma-lha consolidada e rodeada de outros imóveis com valor arquitectónico e a sua fixação visa salvaguardar o edifício e a sua envolvente, que muito contribui para a sua valorização”, pode ler-se.
“O Theatro Club continua a ser a principal sala de espectáculos do concelho, ali recebendo as mais diversas manifestações culturais, desde teatro a exposições de artes plásticas, passando por outros eventos, como recitais e concertos musicais, ou mesmo sociais, congressos ou palestras, para dar apenas alguns exemplos “, destaca a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.
Especialmente característico do movimento Arte Nova em Portugal, o Theatro Club destaca-se entre as mais notáveis salas de espectáculo existentes em Portugal pela sua peculiar arquitectura e expressiva decoração, salienta a autarquia povoense, revelando que entre Março de 2011 e Março de 2012, promoveu um programa especifico destinado a assinalar os 10 anos de reabertura e programação regular do Theatro Club. No ano de 2011, aquele espaço cultural foi palco de quase 200 iniciativas e recebeu cerca de 20 mil utiliza-dores, entre visitantes, espectadores e utilizadores.
Mo passado dia 8 de Outubro
Desfolhada uniu idoso
Ao som de “Ó Rosa arredonda a saia” e de outras cantigas populares, cerca de 50 utentes dos centros de convívio de Fontarcada, Vilela e Esperança participaram, na tarde de segunda-feira, dia 8 de Outubro, numa desfolhada à antiga. As cantigas trouxeram alegria ao trabalho no campo e animaram uma das actividades mais emblemáticas da vida rural – a desfolhada.
O lugar de Santa Luzia, em Fontarcada, acolheu a iniciativa. Os mais velhos deram o exemplo e participaram na desfolhada, onde não faltaram as concertinas, com a presença do Duarte e do Fininho. Fátima Moreira, vereadora da Acção Social da Câmara Municipal, e António Pereira, presidente da Junta de Freguesia de Fontarcada, participaram na festa.
Reavivar e preservar tradições, fazer reviver e relembrar os costumes do passado e proporcionar momentos de confraternização, convívio e diversão entre as pessoas idosas participantes foi o objectivo desta actividade promovida pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, em parceria com o Centro de Convívio de Fontarcada.
“Gostei muito desta iniciativa e gostei que nos trouxes-sem para o campo. Dá vontade de cantar, de rir, é diferente. Esta experiência é muito boa”, referiu Odete Amaral que, depois de mais de 30 anos por Lisboa, regressou há 14 anos há sua terra natal, a freguesia de Esperança.
“Acho que é bom existirem iniciativas como esta que proporcionam momentos de convívio entre estas pessoas, algumas com as quais andei na escola”, referiu ainda Odete Amaral.
Acho que é bom, é uma oportunidade para recordar o tempo antigo. Antigamente, era melhor. Começava-se de manhã e levava-se o farnel para o campo. A desfolhada era feita no campo e depois traziam-se as espigas para a eira. Eram tempos muito alegres. Estava-se sempre a cantar”, recorda Alberto Pereira, utente dos centros de convívio de Esperança e Vilela.
A opinião era também partilhada por Alzira Vieira. “Adoro este convívio. Antigamente, era uma alegria. Comíamos uma fatia de pão, com uma sardinha em cima e bebíamos água-pé. Ajudávamos os vizinhos. As desfolhadas prolongavam-se até à meia-noite. Era uma borga porque no final havia sempre dança”, explica Alzira Vieira.
Maria da Graça Araújo recorda os tempos passados, revelando que as desfolhadas, para além de se ajudar os vizinhos, era uma forma de terem alguma liberdade. Nesses momentos, os pais permitiam que se ausentassem até mais tarde. “Eram os divertimentos que tinham. Nós até nos oferecíamos para ajudar pois eram momentos que tínhamos para nos divertirmos”, dá conta Maria da Graça Araújo.
No final, os mais velhos foram presenteados com um lanche, onde não faltou a sardinha frita para recordar os tempos passados.
Ao som de “Ó Rosa arredonda a saia” e de outras cantigas populares, cerca de 50 utentes dos centros de convívio de Fontarcada, Vilela e Esperança participaram, na tarde de segunda-feira, dia 8 de Outubro, numa desfolhada à antiga. As cantigas trouxeram alegria ao trabalho no campo e animaram uma das actividades mais emblemáticas da vida rural – a desfolhada.
O lugar de Santa Luzia, em Fontarcada, acolheu a iniciativa. Os mais velhos deram o exemplo e participaram na desfolhada, onde não faltaram as concertinas, com a presença do Duarte e do Fininho. Fátima Moreira, vereadora da Acção Social da Câmara Municipal, e António Pereira, presidente da Junta de Freguesia de Fontarcada, participaram na festa.
Reavivar e preservar tradições, fazer reviver e relembrar os costumes do passado e proporcionar momentos de confraternização, convívio e diversão entre as pessoas idosas participantes foi o objectivo desta actividade promovida pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, em parceria com o Centro de Convívio de Fontarcada.
“Gostei muito desta iniciativa e gostei que nos trouxes-sem para o campo. Dá vontade de cantar, de rir, é diferente. Esta experiência é muito boa”, referiu Odete Amaral que, depois de mais de 30 anos por Lisboa, regressou há 14 anos há sua terra natal, a freguesia de Esperança.
“Acho que é bom existirem iniciativas como esta que proporcionam momentos de convívio entre estas pessoas, algumas com as quais andei na escola”, referiu ainda Odete Amaral.
Acho que é bom, é uma oportunidade para recordar o tempo antigo. Antigamente, era melhor. Começava-se de manhã e levava-se o farnel para o campo. A desfolhada era feita no campo e depois traziam-se as espigas para a eira. Eram tempos muito alegres. Estava-se sempre a cantar”, recorda Alberto Pereira, utente dos centros de convívio de Esperança e Vilela.
A opinião era também partilhada por Alzira Vieira. “Adoro este convívio. Antigamente, era uma alegria. Comíamos uma fatia de pão, com uma sardinha em cima e bebíamos água-pé. Ajudávamos os vizinhos. As desfolhadas prolongavam-se até à meia-noite. Era uma borga porque no final havia sempre dança”, explica Alzira Vieira.
Maria da Graça Araújo recorda os tempos passados, revelando que as desfolhadas, para além de se ajudar os vizinhos, era uma forma de terem alguma liberdade. Nesses momentos, os pais permitiam que se ausentassem até mais tarde. “Eram os divertimentos que tinham. Nós até nos oferecíamos para ajudar pois eram momentos que tínhamos para nos divertirmos”, dá conta Maria da Graça Araújo.
No final, os mais velhos foram presenteados com um lanche, onde não faltou a sardinha frita para recordar os tempos passados.
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