Garfe

Dá vida aos presépios

Pelo oitavo ano, a freguesia de Garfe enche-se de encanto para receber os milhares de visitantes que ali se deslocam para apreciar os vários presépios construídos pelos habitantes da freguesia.
De ano para ano, os moradores dos vários lugares presenteiam os visitantes com belas construções, alguns considerados como verdadeiras obras de arte. Este ano, quem se deslocar à aldeia de Garfe poderá apreciar quinze presépios, mais dois que no ano transacto.
De 8 de Dezembro a 6 de Janeiro, a freguesia de Garfe transforma-se na Aldeia dos Presépios, numa iniciativa que envolve os moradores dos vários lugares e de diversas gerações. Dos mais pequenos aos mais velhos, todos dão o seu contributo na construção do presépio representativo do seu lugar.
No centro da freguesia, no lugar de Salgueiros, vai nascer a “Loja da Aldeia dos Presépios”, com posto de informação e venda de lembranças. De 8 de Dezembro a 6 de Janeiro os presépios podem ser visitados nos seguintes horários: de segunda a quinta- -feira, das 18 às 22 horas; às sextas-feiras, das 18 às 23 horas; aos sábados, das 14 às 23 horas; e aos domingos, das 14 às 22 horas.
Tal como vem acontecendo nos últimos anos, cada um dos presépios recebe a celebração de uma missa, que ficaram definidas da seguinte forma: No dia 8 de Dezembro (terça-feira), às 17 horas – Presépio do Curso de Geriatria, na Av. Padre Manuel Cunha; no dia 11 (sexta-feira), às 20h30 – Presépio da Costa-Roda; no dia 12 (sábado), às 18 horas – Presépio do Pinheiro; no dia 13 de Dezembro (domingo), às 17h30 – Presépio do Cilindro; no dia 18 sexta-feira), às 11 horas – Presépio da EB1/JI de Garfe; no dia 18, às 20h30 – Presépio de Sal-gueiros; no dia 19 (sábado), às 17 horas – Presépio da Devesa; no dia 20 (domingo), às 17h30 – Presépio da Pena; no dia 24 (quinta-feira), às 10 horas – Presépio do Carvalhinho; no dia 24, às 24 horas – Missa do Galo no Presépio de Assento, Rande e Igreja de Cima; no dia 25 (sexta-feira), às 17 horas – Presépio de Gondiães (escuteiros); no dia 26 (sábado), às 18 horas – Presépio de S. Roque, Teire e Azenha Nova: no dia 27 (domingo), às 17 horas – Presépio de Fonte de Milho, Comenda e S. Pedro; no dia 31 (quinta-feira), às 16 horas – Presépio de Quintã, Eiras, Comenda e Outeiro; e no dia 1 de Janeiro (sexta-feira), às 17 horas – Presépio dos Moinhos.

Santa Casa

Investimentos de 2,7 milhões

A inauguração da Unidade de Longa Duração e o arranque da construção da Clínica Social, no início de 2010, dão dois dos grandes projectos que marcarão a vida da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa e Lanhoso no próximo ano.
No dia 14 de Novembro, para além da Assembleia Eleitoral, que elegeu Humberto Carneiro como Provedor da Santa Casa, os Irmãos reuniram em Assembleia Geral tendo aprovado, por unanimidade o Orçamento Suplementar para 2009 e o Plano de Acção e Orçamento para 2010. Com uma receita previsional de 9.254.500,00 euros (nove milhões duzentos e cinquenta e quatro mil e quinhentos euros) e uma despesa de 9.027.500,00 euros (nove milhões vinte e sete mil e quinhentos euros), a Santa casa prevê que, em 2010, os investimentos ascendam aos 2.784.826,00 euros (dois milhões setecentos e oitenta e quatro mil e oitocentos e vinte e seis euros euros). Num investimento superior a 2,25 milhões de euros, a Unidade de Longa Duração permitirá acolher 29 utentes com necessidades de internamento em longa duração, bem como a criação de novos postos de trabalho. A par da inauguração, no início do ano, que terá o nome de Elvira Câmara Lopes, esposa do grande benemérito António Ferreira Lopes, a Santa Casa espera arrancar com a construção da Clínica Social da Misericórdia, a qual ficará localizada nos terrenos anexos ao hospital e permitirá acolher doentes de Alzheimer e Parkinson.
Do Plano de Acção para 2010, destaca-se ainda a realização das 6.ªs Jornadas Médico-Cirúrgicas, a 2.ª Semana Aberta, assim como a sustentabilidade da Unidade de Convalescença, mantendo esta como uma “Unidade de Referência. A par destas iniciativas, A Santa Casa da Misericórdia tem prevista uma intervenção no Lar de S. José, nomeadamente a remodelação do espaço destinado ao Centro de Dia, com instalação de um monta-camas e saídas de emergência, com um investimento na ordem dos 150.000 euros.
“Os serviços administrativos da Santa Casa da Misericórdia sofreram obras de adaptação que permitiram a melhoria das condições de trabalho e de atendimento dos utentes. Para 2010 propomo-nos mudar o sistema de assiduidade para sistema biométrico para que se consiga um controlo mais eficaz, redução de custos e gestão de acessos a zonas restritas. Outra prioridade é a instalação de um sistema que fará toda a gestão de chamadas telefónicas, tráfego de internet, VPN´s, VOIP, etc, bem como a criação de uma plataforma de partilha de informação e gestão documental”, revela a Santa Casa.
A aposta na formação e na qualidade mantém-se, destacando-se o alargamento de âmbito ao centro de formação e transição da norma para a ISO 9001:2008, nas valências já certificadas.

Para associações


E.Leclerc cria conta

Desde sexta-feira, dia 20, que a loja de Braga do E.Leclerc possui uma conta com o nome “Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga”, criada no âmbito do projecto “Associações”, uma iniciativa que pretende apoiar, financeiramente, as associações de cariz social, cultural e desportivo. Trata-se do primeiro acordo formal, mas outros se seguirão, uma vez que os responsáveis da loja de Braga já encetaram contactos com outras associações. Depois do acordo e da criação da conta, cabe a cada associação dinamizar a referida conta, associando um maior número de clientes a essa mesma conta. No final de cada mês, é elaborado o relatório de vendas e 1% das compras realizadas pelos clientes associados a cada uma das associações reverte a favor das mesmas associações.
Dado o elevado número de pedidos de ajuda que a loja de Braga do E.Leclerc tem recebido, esta foi a forma de ajudar, equitativamente, as várias associações. Para além da ajuda às várias associações, esta iniciativa promove uma maior fidelização dos clientes.
“No final de cada mês, 1% do volume de vendas associado à conta da associação é transferido para a referida associação”, revelou António Vieira, responsável pela loja de Braga do E. Leclerc, durante a visita que responsáveis daquela empresa à Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga (AADVDB), localizada na Póvoa de Lanhoso. Durante a visita, realizada ao final da tarde de ontem, os responsáveis do E.Leclerc ficaram a conhecer as instalações da associação, assim como as actividades ali desenvolvi-das no apoio aos deficientes visuais do distrito de Braga.
“Cria-se, desta forma, uma rede de solidariedade. Esta é a forma de ajudar, equitativamente, as associações de cariz social, cultural e desportivo”, destacou Carlos Vieira
No caso concreto da AADVDB, o responsável do E.Leclerc colocou as instalações daquela superfície comercial à disposição da associação, nomeadamente para a divulgação da sua actividade.

Livro de Domingos Guimarães Marques

Ex-combatentes falam da guerra

Domingos Guimarães Marques reuniu testemunhos de ex-combatentes portugueses e da Frelimo no livro apresentou na Faculdade de Filosofia. “Trata-se de um livro isento que procura fazer história”, assegurou o coordenador da obra, admitindo ter ficado “satisfeito porque estes retalhos, transcritos na primeira pessoa, dão uma manta feliz”.
A apresentação do livro contou com a presença, entre outras individualidades, do embaixador de Moçambique. O escritor sentiu “obrigação” de escrever a história do Batalhão de Caçadores 3868, ao qual pertenceu. “O país não pode esquecer esses homens. A história é história e o livro revela factos da história”, sublinhou Domingos Guimarães Marques.
Descoberto o paradeiro actual dos homens e mulheres que melhor se afiguravam para narrar vários episódios da vida no teatro das operações, o coordenador da obra convidou todos eles para elaborarem o respectivo testemunho. Deste modo foi possível reunir testemunhos da guerra em Moçambique, desde a operação ‘Nó Górdio’, Julho/Agosto de 1970 até ao seu termo.
O livro, segundo Domingos Guimarães Marques, “tem todo o interesse para a história de Portugal”. E explicou: “o fim do grande império tem histórias maravilhosas para contar e depois é extraordiná-rio também conhecer o lado da Frelimo, já que tive a sorte de conseguir testemunhos de alguns ex-combatentes”.
O coordenador da obra “não conhecia as pessoas que testemunham”, até porque foi encontrando-as “casualmente”. “Temos testemunhos de pessoas de vários locais, vá-rias companhias e de diferentes anos e quase todos vieram com saudades, apesar dos momentos difíceis que passaram. Vê-se aqui o princípio e fim da guerra e como evoluir”, referiu. E para o escritor, o livro tem outra missão, que passa pelo “reconhecimento destes homens que estavam a fazer um serviço ao país”.
Com a história destas companhias, com os depoimentos dos ex-combatentes da Frelimo, como os diálogos registados em vários pontos de Moçambique, no final da guerra, tudo isto aliado aos testemunhos escritos nos livros ‘HBC 3868’ e ‘Cabo Delgado’, Domingos Guimarães Marques conseguiu criar as condições para a coordenação deste novo livro, como que “em jeito de um inmemoriam de todas aquelas e de todos aqueles que, independentemente da cor da pele, do credo político ou religioso que professavam, foram vítimas da guerra”. O coordenador da obra tem já mais cinco livros na carteira. Outro sobre Moçambique, um sobre Angola, outro sobre Guiné-Bissau e, ainda, outro sobre ‘Angela Merkel e a queda do Muro de Berlim’.
Mas quer ir mais longe e já está a trabalhar na obra ‘Passeando pelas ruas de Braga’. “Vou reunir 35 pessoas para falarem de várias zonas da cidade. A ideia do livro, que estará pronto no final do próximo ano, é contar a história na primeira pessoa”, adiantou.

Idosos


Burlas na mira da GNR

Cerca de 40 idosos, das dez freguesias do baixo concelho, participaram, nos dias 17 e 18 de Novembro, na acção de sensibilização para o perigo das burlas a que estão sujeitos os mais velhos. Inseridas no programa “Idosos em Segurança”, as acções de sensibilização abordaram as burlas, assim como segurança na residência e violência doméstica, este último tema a pedido do Centro Comunitário do Vale do Cávado, em Monsul.
As palestras, proferidas pelo 1.º Sargento Fernando Monteiro, comandante do Posto da GNR da Póvoa de Lanhoso, deram a conhecer as burlas e as medidas a adoptar para impedir tais situações. “Quando detectarem um indivíduo estranho a fazer perguntas alertem a GNR. Nunca dêem informações vossas ou dos vizinhos a estranhos”, foi um dos alertas deixados pelo comandante do Posto da GNR.
Depois dos alertas e das medidas de segurança a adoptar deixados pelo 1.º Sargento Fernando Monteiro, os mais velhos deram a conhecer algumas das tentativas de burla de que já foram vítimas. A entrega de encomendas para um familiar foi a situação mais apontada. Um dos participantes referiu que deu 300 euros para comprar um objecto mas acabou por receber uma encomenda falsa que continha um tijolo.
Dado que estas iniciativas se dirigiram a um público mais velho, o comandante da GNR deixou ainda alguns conselhos no tocante aos perigos das lareiras e dos fogareiros, muitos utilizados na época de Inverno.
Residente em Friande, Amélia Silva, de 73 anos, foi uma das participantes na acção de sensibilização da GNR. “São importantes estes conselhos da GNR pois vão fazer com que eu passe a ter mais cuidado”, disse Amélia Silva, que nunca tinha participado numa acção da GNR.
José Maria da Silva, de 75 anos, residente em Ajude, já foi vítima de burla. “Os conselhos são importantes para não voltar a ser enganado”, disse José Silva, que passará a estar mais atento e a ter mais cuidado, sobretudo com estranhos.
(...)

Taça A. F. Braga - Emilianos, O–Porto d’Ave, 5

Porto d’Ave segue em frente

O Porto d’Ave carimbou o passaporte de acesso à próxima eliminatória da taça, após ter vencido, por 5-0, a formação do Emilianos, num jogo a contar para a segunda mão da segunda eliminatória da Taça da Associação de Futebol de Braga. Depois da vitória no jogo da primeira mão, por 2-0, o Porto d’Ave voltou a levar de vencida a formação do Emilianos.
Frente a frente estiveram duas equipas que militam em escalões diferentes: de um lado o Emilianos, da II Distrital e, do outro, o Porto d’Ave da Divisão de Honra.
A vitória do Porto d’Ave começou a ser construída bem cedo, com Meira, aos 3 minutos de jogo, a colocar em vantagem a formação do Porto d’Ave que chegou ao intervalo já a vencer por 4-0, com o segundo golo a ser apontado por Jaques, aos 31m, segundo-se o terceiro, aos 39 minutos, por Manaus e o quarto, por Freitas, ao cair do pano da primeira parte.
A fragilidade defensiva apresentada pelo Emilianos, no primeiro tempo, foi bem aproveitada pelo Porto d’Ave, que ao intervalo se encontrava já a vencer por um número expressivo de golos. O quinto e último golo do desafio apareceu já no segundo tempo, aos 66 minutos, com Meira a fazer o segundo golo neste desafio.
Apesar da goleada imposta pelo Porto d’Ave, o Emilianos foi uma equipa digna, que procurou dar resposta ao Porto d’Ave, sobretudo na segunda parte, mas foi incapaz de se impor perante um adversário como o Porto d’Ave, uma equipa com grandes valores, bem organizada e mostrou uma grande postura dentro das quatro linhas.
O segundo tempo, o Emilianos apresentou-se mais organizado, mais seguro e procurou incomodar a baliza defendida por Pedroto, com Ricardo a obrigar Pedroto a sacudir a bola com os punhos e Filipe, aos 73 minutos, a pro-curar ultrapassar o guarda-redes do Porto d’Ave, mas este, com os pés, desfez o lance e impediu o avançado do Emilianos de prosseguir a jogada.
Logo depois, uma jogada dos visitantes obriga Jorge, guarda-redes do Emilianos, a socar a bola. Na recarga, Meira remata ao lado da baliza dos homens de Santo Emilião. Com esta vitória, o Porto d’Ave continua na Taça A. F. Braga.

Jorge Sousa – Emilianos
“Quero dar os parabéns à equipa do Porto d’Ave pois é um justo vencedor.
Depois, quero dizer que os Emilianos saem da Taça de cabeça erguida, mais pelo que fizemos no jogo em Porto d’Ave e pela segunda parte que fizemos hoje aqui.
A equipa entrou mal, sofreu golos que não são muito habituais mas na segunda parte conseguiu equilibrar e acho que a equipa esteve ao nível do que é habitual.
A Taça interessa, é sempre bom jogar, mas o nosso campeonato é domingo e é domingo que temos que ter uma atitude diferente para levar de vencida a equipa do Brito.”

João Fernando – Porto d’Ave
“Antes de mais, quero mandar um forte abraço e rezo para que tudo corra bem ao prof. Manuel Machado, de quem tenho o prazer de ser amigo, e que passa um momento difícil com a sua saúde.
É uma vitória que dedicamos por inteiro ao Porto d’Ave que está de parabéns. A passagem à eliminatória seguinte foi uma prenda que demos ao clube. Sabíamos que íamos encontrar um adversário que mais uma vez mostrou categoria e que possa cumprir os seus objectivos que são o da subida de divisão.
O Porto d’Ave mostrou-se sério e competente e construiu uma vitória que não deixa margem para dúvidas.”
Armindo Veloso




COMPLEXOS INTRÍNSECOS

Há tempos atrás via num dos muitos ‘flashes’ informativos das televisões a apresentação de um novo jogador do Sporting de nacionalidade espanhola. Depois de dissertar num fluente espanhol sobre as maravilhas de vir jogar para o Sporting — coitados, é um discurso sempre igual vão para que clube forem —, foi a vez do presidente do Sporting dizer de sua justiça acerca do novo herói sportinguista. Numa das frases que proferiu, em vez de “nós” disse “nosotros”. Há pequenas coisas na vida que, pelo seu significado profundo, se transformam em coisas essenciais. Eu, que nem sou nacionalista, fiquei chocado com aquele grande sinal do complexo português. Vemos excelentes jogadores a trabalhar em Espanha, cujo expoente máximo, é o Cristiano Ronaldo chegar à primeira conferência de imprensa em Espanha com a lição bem estudada, num espanhol que por vezes surpreende. Os espanhóis não brincam. Sabem que a impressão transmitida por essas “caixas” mediáticas é fundamental para a imagem de um grande país como Espanha. Logo, exigem! Quanto a nós, apregoamos aos sete ventos que somos uma Nação com nove séculos que já fomos “donos do mundo” com os espanhóis, etc., etc., mas eles praticam e nós não. Já que não os querem educar logo na primeira entrevista ou intervenção que fazem em Portugal para os media, o que é que, justifica que alguns jogadores e treinadores espanhois estejam em Portugal dois ou três anos e continuem a falar em espanhol sem o mínimo esforço para se adaptarem à nossa língua? Será que não podiam copiar o Rei, grande senhor, que fruto do tempo que passou em Portugal aprendeu um português de grande qualidade que faz questão de utilizar quando cá vem? Já agora outra situação caricata: quando o Rei, D. Juan Carlos, esteve na Madeira com o nosso Presidente da República, foi de morrer a rir ver a nossa jornalista a fazer um esforço para falar em “portunhol” e o rei, impávido e sereno, a responder em Português. Não, não foi só no início, foi durante a entrevista toda! A jornalista não deu pela figura ridícula que fez. É com estes pequenos, grandes, sinais que uma Nação se afirma. Não é andarmos a apregoar, bacoca mente, da boca para fora que somos isto e aquilo mas depois não praticamos os mínimos. Um dia destes, os nossos antepassados, que tanto fizeram para afirmar Portugal, ainda nos vão aparecer todos em espírito...
Até um dia destes.
CASTELO DE AREIA

Porto d’Ave só sabe empatar


No domingo, na recepção à formação do Águias da Graça, o Porto d’Ave voltou a empatar. Em oito jogos disputados a formação de Taíde soma duas vitórias, quatro empates e duas derrotas, ocupando a sétima posição com 10 pontos. A Divisão de Honra é muito disputada, os jogos não são fáceis. Mas todos sabemos que as contratações sonantes do início da época quiseram mostrar que os portodavenses queriam mais do que ser uma surpresa na prova, tal como na temporada passada. Jogadores como Ma-naus, Xavier ou Paulinho abriram outras perspectivas para os lados de Taíde que em nada se confirmaram, pelo menos até agora.
CASTELO

Fernando Machado
(autarca de Lanhoso)

Numa entrevista exclusiva ao 'MF', Fernando Machado, presidente da Junta de Freguesia de Lanhoso, fala dos seus projectos para quatro anos de serviço à comunidade. Numa linha totalmente diferente dos autarcas de hoje, na qual a Póvoa de Lanhoso se revela nas constantes quezílias e lutas pelos poleiros, o social-democrata, o mais velho presidente do concelho, já conquistou a minha admiração. Elogiar o trabalho do anterior executivo (sublinhe-se, do PS) é obra. É uma verdadeira lufada de ar fresco na maneira de se fazer política na terra da Maria da Fonte. Conte connosco, senhor presidente.