“Com a altura deste, tenho outros no quintal da minha casa mas nunca tive um com uma flor tão grande”, explica Aida Machado. O enorme girassol atraiu a atenção de quem por ali passava. “Agora, está quase seco e vou guardar algumas sementes para o próximo ano”, explica. No ano passado, naquele local viu nascer uma enorme abóbora que pesava cerca de 90 quilos. “Já tive uma abóbora com cerca de 40 quilos mas a do ano passado ultrapassou tudo”, revela, orgulhosa Aida Machado.
Lugar de Fundevila
Enorme girassol atraiu a atenção
Já foi altivo e vistoso. Agora, o enorme girassol está a secar e as suas sementes serão guardadas para o próximo ano. Aida Oliveira Machado, residente no lugar de Fundevila exibe, com orgulho, o enorme girassol que nasceu num quintal cultivado por aquela moradora, na Rua Prof. Serafim. Com mais de 3,5 metros de altura o enorme girassol apresenta uma flor com um diâmetro de 1,47 metros.
“Com a altura deste, tenho outros no quintal da minha casa mas nunca tive um com uma flor tão grande”, explica Aida Machado. O enorme girassol atraiu a atenção de quem por ali passava. “Agora, está quase seco e vou guardar algumas sementes para o próximo ano”, explica. No ano passado, naquele local viu nascer uma enorme abóbora que pesava cerca de 90 quilos. “Já tive uma abóbora com cerca de 40 quilos mas a do ano passado ultrapassou tudo”, revela, orgulhosa Aida Machado.
“Com a altura deste, tenho outros no quintal da minha casa mas nunca tive um com uma flor tão grande”, explica Aida Machado. O enorme girassol atraiu a atenção de quem por ali passava. “Agora, está quase seco e vou guardar algumas sementes para o próximo ano”, explica. No ano passado, naquele local viu nascer uma enorme abóbora que pesava cerca de 90 quilos. “Já tive uma abóbora com cerca de 40 quilos mas a do ano passado ultrapassou tudo”, revela, orgulhosa Aida Machado.
Oliveira
Zona de Lazer muito concorrida
A calmaria das águas e aspecto cuidado da zona envolvente são o grande cartão-de-visita da zona de lazer de Oliveira.
As águas límpidas têm sido muito procuradas pelos povoenses mas também por pessoas de outros concelhos, conforme dá conta Paulo Gago, presidente da Junta de Freguesia de Oliveira. “É preciso gostar das coisas e mantê-las bem cuidadas”, revela Paulo Gago ao ‘Maria da Fonte’.
Este ano, a Junta de Freguesia de Oliveira suportou os custos relativos à presença de um nadador-salvador no local, durante os meses de Julho e Agosto. Apesar de não estar classificada como praia fluvial, o espaço conta, nos meses de maior afluência, com um nadador-salvador, que garante a segurança de todos quantos usufruem daquele espaço fluvial.
A manutenção e a limpeza do espaço são da responsabilidade da Junta de Freguesia de Oliveira que procura dar as melhores condições a todos os frequentadores da zona de lazer.
O areal, apesar de pequeno, mantém-se limpo e convida a umas horas de relaxamento. Para refrescar, os veraneantes têm à disposição águas límpidas e tranquilas.
Nestes meses de Verão, o espaço foi muito concorrido, com os presentes a terem à disposição um bar de apoio, concessionado à comissão de festas.
Um grupo de escuteiros franceses, que passou alguns dias no Diverlanhoso, procurou a zona de lazer de Oliveira, para passar uma noite. De fora do concelho, são muitos os que, anualmente, repetem a visita à zona de lazer de Oliveira.
A calmaria das águas e aspecto cuidado da zona envolvente são o grande cartão-de-visita da zona de lazer de Oliveira.
As águas límpidas têm sido muito procuradas pelos povoenses mas também por pessoas de outros concelhos, conforme dá conta Paulo Gago, presidente da Junta de Freguesia de Oliveira. “É preciso gostar das coisas e mantê-las bem cuidadas”, revela Paulo Gago ao ‘Maria da Fonte’.
Este ano, a Junta de Freguesia de Oliveira suportou os custos relativos à presença de um nadador-salvador no local, durante os meses de Julho e Agosto. Apesar de não estar classificada como praia fluvial, o espaço conta, nos meses de maior afluência, com um nadador-salvador, que garante a segurança de todos quantos usufruem daquele espaço fluvial.
A manutenção e a limpeza do espaço são da responsabilidade da Junta de Freguesia de Oliveira que procura dar as melhores condições a todos os frequentadores da zona de lazer.
O areal, apesar de pequeno, mantém-se limpo e convida a umas horas de relaxamento. Para refrescar, os veraneantes têm à disposição águas límpidas e tranquilas.
Nestes meses de Verão, o espaço foi muito concorrido, com os presentes a terem à disposição um bar de apoio, concessionado à comissão de festas.
Um grupo de escuteiros franceses, que passou alguns dias no Diverlanhoso, procurou a zona de lazer de Oliveira, para passar uma noite. De fora do concelho, são muitos os que, anualmente, repetem a visita à zona de lazer de Oliveira.
Romaria da N.ª Sr.ª de Porto d'Ave
“Convite à reflexão e à fé intensa”
Manuel Linda, bispo auxiliar de Braga, fez um discurso centrado na fé e nos comportamentos. Pediu aos católicos para primarem pelos verdadeiros valores da igreja.
O Santuário de Nossa Senhora de Porto d’Ave estava completamente lotado. Entrar era praticamente impossível. Cá fora, os fiéis foram escutando a eucaristia pelas colunas que foram instaladas pela organização. De Manuel Linda, bispo auxiliar de Braga, durante a homilia, ouviram-se palavras a convidar a uma reflexão. Uma correcção de comportamentos em nome dos verdadeiros valores da igreja.
“A Igreja é vista como um porto de salvação”, começou por referir. “Contudo vale mais dar três voltas de joelhos ao Santuário ou confessar-se, procurando a remissão dos pecados?” Por vezes ouve-se que são os próprios padres que estragam a Igreja, todavia já muitos ouviram o Papa falar na fé. Este é realmente o ano da fé e é preciso pensar nos verdadeiros valores da igreja. Não basta dar três voltas de joelhos ao Santuário, como não basta levar a noiva ao altar ou os filhos à cataquese”, considerou Manuel Linda, numa alusão à alteração de comportamentos.
Cá fora os fiéis mantinham-se em silêncio. À escuta. De pé ou sentados na pedra do santuário ou até em bancos trazidos de casa. À procura de uma sombra, porque a manhã em Porto d’Ave convidava a fugir da dureza e da intensidade dos raios de sol. As palavras de Manuel Linda deixaram alguns a brilhar. Renovou-lhes a esperança, mesmo com o convite à reflexão. A bondade, o amor ao próximo, os comportamentos de acordo com a lei da Igreja, assentes numa fé inabalável, foram os aperitivos para a romaria. “Sabe bem vir à Igreja”, disse uma das fiéis, que pela sua expressão deixou transparecer algum tempo de ausência.
Manuel Linda, bispo auxiliar de Braga, fez um discurso centrado na fé e nos comportamentos. Pediu aos católicos para primarem pelos verdadeiros valores da igreja.
O Santuário de Nossa Senhora de Porto d’Ave estava completamente lotado. Entrar era praticamente impossível. Cá fora, os fiéis foram escutando a eucaristia pelas colunas que foram instaladas pela organização. De Manuel Linda, bispo auxiliar de Braga, durante a homilia, ouviram-se palavras a convidar a uma reflexão. Uma correcção de comportamentos em nome dos verdadeiros valores da igreja.
“A Igreja é vista como um porto de salvação”, começou por referir. “Contudo vale mais dar três voltas de joelhos ao Santuário ou confessar-se, procurando a remissão dos pecados?” Por vezes ouve-se que são os próprios padres que estragam a Igreja, todavia já muitos ouviram o Papa falar na fé. Este é realmente o ano da fé e é preciso pensar nos verdadeiros valores da igreja. Não basta dar três voltas de joelhos ao Santuário, como não basta levar a noiva ao altar ou os filhos à cataquese”, considerou Manuel Linda, numa alusão à alteração de comportamentos.
Cá fora os fiéis mantinham-se em silêncio. À escuta. De pé ou sentados na pedra do santuário ou até em bancos trazidos de casa. À procura de uma sombra, porque a manhã em Porto d’Ave convidava a fugir da dureza e da intensidade dos raios de sol. As palavras de Manuel Linda deixaram alguns a brilhar. Renovou-lhes a esperança, mesmo com o convite à reflexão. A bondade, o amor ao próximo, os comportamentos de acordo com a lei da Igreja, assentes numa fé inabalável, foram os aperitivos para a romaria. “Sabe bem vir à Igreja”, disse uma das fiéis, que pela sua expressão deixou transparecer algum tempo de ausência.
Romaria da N.ª Sr.ª de Porto d'Ave
Festa atraiu milhares de pessoas
Há quem diga que em Porto d’Ave, nos dias de romaria, se come o melhor bife do mundo. Bastam umas pedras de sal, num avantajado naco de vazio que até sai por fora do prato e na boca parece manteiga. A sobremesa também é de respeito. Melões casca de carvalho, os famosos que picam na boca. Mas para os encontrar, quase um tesouro se tem que procurar...
“O bife até os desdentados os podem comer”, diz André Marques para o seu filho de 5 anos. “Como eu pai? Como tu e não só meu filho”.
Vitor Fernandes, proprietário de um dos restaurantes, natural de Fafe, e que marca presença nas principais romarias do Minho mostrou-se agradado “com o empenho da organização em criar todas as condições”. O seu espaço estava equipado com todo o tipo de máquinas, de forma “a oferecer o melhor aos clientes”. Sobre os bifes garante que “tem que ser de boi ou de vaca. Há quem use novilho ou vitela, mas o sabor é totalmente distinto. Este tipo de carne leva apenas uma pitada de sal, uns minutos na grelha e na boca é uma delícia”. Pa-gou 400 euros pelo espaço, garantindo que “este preço já não muda há alguns anos”. “É importante que a a organização tenha pense dessa forma, de modo a que a tradição se mantenha bem viva”, acrescentou.
Uma descida no espaço, rumo às carrinhas de melões e melancias. A promessa do verdadeiro casca de carvalho está nas mãos de António Teixeira. Durante a semana trabalha “numa fábrica”, ao fim-de-semana desloca-se às festas para vender e ajudar o pai. “Chego a vender 500 quilos num dia”. Dizem os antigos que o verdadeiro casca de carvalho é mergulhado em água e vai ao fundo. Os que picam. Os outros ficam à tona. António Teixeira defende que isso “é um mito”. “Consigo perceber sem os mergulhar na água e garanto-lhe que vai picar”. E as vendas estão a correr bem? “Mal. Este ano há muita concorrência”. Compra feita para fazer o teste. Há quem diga que só em mil é que lá aparece um que pica. São os mitos de um melão, quase considerado te-souro nacional.
A romaria de Porto d’Ave é igualmente pródiga nos doces tradicionais. Cavacas, miniaturas, um pão doce, broas de milho caseiras, roli-nhos de marmelada e até o pão de Deus. São várias as bancas com as vendedoras a chamarem pelos visitantes. “Ó cara linda não quer um docinho? Para levar para a esposa? Ou para dar aos meninos?”. Sobe-se a rampa e são várias as frases de engate ao cliente. Está a correr bem o negócio? “Mal muito mal. Esta crise tornou as pessoas azedas. Ninguém quer gastar dinheiro ou estão todos diabéticos”, defende a vendedora Pureza Gonçalves.
Há quem diga que em Porto d’Ave, nos dias de romaria, se come o melhor bife do mundo. Bastam umas pedras de sal, num avantajado naco de vazio que até sai por fora do prato e na boca parece manteiga. A sobremesa também é de respeito. Melões casca de carvalho, os famosos que picam na boca. Mas para os encontrar, quase um tesouro se tem que procurar...
“O bife até os desdentados os podem comer”, diz André Marques para o seu filho de 5 anos. “Como eu pai? Como tu e não só meu filho”.
Vitor Fernandes, proprietário de um dos restaurantes, natural de Fafe, e que marca presença nas principais romarias do Minho mostrou-se agradado “com o empenho da organização em criar todas as condições”. O seu espaço estava equipado com todo o tipo de máquinas, de forma “a oferecer o melhor aos clientes”. Sobre os bifes garante que “tem que ser de boi ou de vaca. Há quem use novilho ou vitela, mas o sabor é totalmente distinto. Este tipo de carne leva apenas uma pitada de sal, uns minutos na grelha e na boca é uma delícia”. Pa-gou 400 euros pelo espaço, garantindo que “este preço já não muda há alguns anos”. “É importante que a a organização tenha pense dessa forma, de modo a que a tradição se mantenha bem viva”, acrescentou.
Uma descida no espaço, rumo às carrinhas de melões e melancias. A promessa do verdadeiro casca de carvalho está nas mãos de António Teixeira. Durante a semana trabalha “numa fábrica”, ao fim-de-semana desloca-se às festas para vender e ajudar o pai. “Chego a vender 500 quilos num dia”. Dizem os antigos que o verdadeiro casca de carvalho é mergulhado em água e vai ao fundo. Os que picam. Os outros ficam à tona. António Teixeira defende que isso “é um mito”. “Consigo perceber sem os mergulhar na água e garanto-lhe que vai picar”. E as vendas estão a correr bem? “Mal. Este ano há muita concorrência”. Compra feita para fazer o teste. Há quem diga que só em mil é que lá aparece um que pica. São os mitos de um melão, quase considerado te-souro nacional.
A romaria de Porto d’Ave é igualmente pródiga nos doces tradicionais. Cavacas, miniaturas, um pão doce, broas de milho caseiras, roli-nhos de marmelada e até o pão de Deus. São várias as bancas com as vendedoras a chamarem pelos visitantes. “Ó cara linda não quer um docinho? Para levar para a esposa? Ou para dar aos meninos?”. Sobe-se a rampa e são várias as frases de engate ao cliente. Está a correr bem o negócio? “Mal muito mal. Esta crise tornou as pessoas azedas. Ninguém quer gastar dinheiro ou estão todos diabéticos”, defende a vendedora Pureza Gonçalves.
Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso
Humberto Carneiro assume
recandidatura a Provedor
Na sessão solene comemorativa dos 95 anos do Hospital António Lopes/Misericórdia, realizada na manhã de ontem, Humberto Carneiro, Provedor da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso assumiu a sua recandidatura ao cargo.
“Independentemente de não ser o melhor momento, tanto pessoal como profissional, quero dizer-lhes que, muito ponderadamente, vou assumir ser candidato a provedor da Misericórdia para o próximo mandato”, assegurou Humberto Carneiro, vincando que a decisão foi tomada depois de ouvir a família, os amigos e muitos povoenses e devido ao facto da instituição necessitar de levar por diante obras estruturais e tidas como fundamentais.
Humberto Carneiro tornou, desta forma, pública a sua recandidatura ao cargo de Provedor da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso, cujo acto eleitoral decorre no mês de Novembro.
A construção da nova Unidade Médico-Cirúrgica do Hospital António Lopes, que se assume como um enorme desafio para a Misericórdia da Póvoa de Lanhoso, pesou na decisão do actual Provedor. “Necessita, claramente, de um acompanhamento muito especial e muito atento, para que não haja derrapagens orçamentais, para que não haja derrapagens do tempo”, revelou Humberto Carneiro, não virando costas aos novos desafios da Misericórdia povoense.
“Fiz questão, em tempo próprio, de solicitar aos colaboradores, que independentemente da estima que possam ter, do reconhecimento do trabalho desta Mesa Administrativa, para não se manifestarem sobre quem podiam apoiar ou não apoiar, porque tem que haver, seguramente, uma distância entre quem trabalha e quem gere e, nomeadamente, numa instituição como esta, em que quem gere resulta de actos electivos. Não queria, de forma alguma, condicionar quem quer que fosse a poder candidatar-se a provedor desta instituição”, revelou o Provedor Humberto Carneiro.
Em Abril deste ano, mais de uma centena de Irmãos convocou uma assembleia geral extraordinária, no sentido de solicitar a permissão da assembleia geral para uma nova recandidatura dos actuais membros da Mesa Administrativa.
Hospital António Lopes vai ter novo bloco cirúrgico
Já está para aprovação na Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso o projecto da nova Unidade Médico-Cirúrgica do Hospital António Lopes. A novidade foi avançada pelo Provedor da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso, no decurso da sessão solene.
O projecto de remodelação de ampliação, orçado em 2,5 milhões de euros, contempla a criação de mais um bloco operatório, com duas salas de cirurgia, o aumento de 20 camas na área de internamento e a criação de novas áreas dedicadas às especialidades médico-cirúrgicas. A nova estrutura, de quatro pisos, contempla uma área de construção superior a 2 mil metros quadrados. A intervenção, e segundo Humberto Carneiro, visa adequar as instalações ao que era imposto legalmente.
“O Hospital António Lopes vai ter a obra que necessita ser feita para continuar a cumprir o legado do nosso fundador”, assegurou Humberto Carneiro.
Na sua intervenção, Humberto Carneiro deu conta da enorme satisfação pelo facto do Hospital António Lopes integrar o ranking dos “Hospitais 5 estrelas”, com a Entidade Reguladora da Saúde a reconhecer a qualidade do trabalho prestado pelo Hospital António Lopes (HAL).
Aos colaboradores e funcionários do HAL, Humberto Carneiro deixou uma palavra de “muito apreço e de muita estima”.
Provedor elogiou coragem de Rui Barreira
Na sua intervenção, Humberto Carneiro, e referindo a Rui Barreira, director do Centro Distrital de Segurança Social de Braga, referiu que encontrou “uma pessoa sensível, aberta aos problemas das Misericórdias e em particular à Misericórdia da Póvoa de Lanhoso”.
Um dos exemplos, deixados por Humberto Carneiro, foi a atribuição, novamente à Misericórdia, do programa comunitário de assistência alimentar aos mais carenciados.
Neste momento, é prestado apoio a 193 famílias tendo sido distribuídos, até ao mês de Agosto, um total de 594 cabazes. Humberto Carneiro referi que a distribuição do alimentos está a ser feita de “uma forma serena, ordenada e discreta, com respeito pela pessoa humana, pelas pessoas que têm dificuldades”.
Além deste, a Misericórdia da Póvoa de Lanhoso aderiu ao Programa das Cantinas Sociais. As refeições servidas ultrapassam já as 65 contratualizadas.
Os agradecimentos estenderam-se também ao apoio dado pela Câmara, seja ao nível das actividades de enriquecimento curricular, seja através do Pelouro da Saúde.
recandidatura a Provedor
Na sessão solene comemorativa dos 95 anos do Hospital António Lopes/Misericórdia, realizada na manhã de ontem, Humberto Carneiro, Provedor da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso assumiu a sua recandidatura ao cargo.
“Independentemente de não ser o melhor momento, tanto pessoal como profissional, quero dizer-lhes que, muito ponderadamente, vou assumir ser candidato a provedor da Misericórdia para o próximo mandato”, assegurou Humberto Carneiro, vincando que a decisão foi tomada depois de ouvir a família, os amigos e muitos povoenses e devido ao facto da instituição necessitar de levar por diante obras estruturais e tidas como fundamentais.
Humberto Carneiro tornou, desta forma, pública a sua recandidatura ao cargo de Provedor da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso, cujo acto eleitoral decorre no mês de Novembro.
A construção da nova Unidade Médico-Cirúrgica do Hospital António Lopes, que se assume como um enorme desafio para a Misericórdia da Póvoa de Lanhoso, pesou na decisão do actual Provedor. “Necessita, claramente, de um acompanhamento muito especial e muito atento, para que não haja derrapagens orçamentais, para que não haja derrapagens do tempo”, revelou Humberto Carneiro, não virando costas aos novos desafios da Misericórdia povoense.
“Fiz questão, em tempo próprio, de solicitar aos colaboradores, que independentemente da estima que possam ter, do reconhecimento do trabalho desta Mesa Administrativa, para não se manifestarem sobre quem podiam apoiar ou não apoiar, porque tem que haver, seguramente, uma distância entre quem trabalha e quem gere e, nomeadamente, numa instituição como esta, em que quem gere resulta de actos electivos. Não queria, de forma alguma, condicionar quem quer que fosse a poder candidatar-se a provedor desta instituição”, revelou o Provedor Humberto Carneiro.
Em Abril deste ano, mais de uma centena de Irmãos convocou uma assembleia geral extraordinária, no sentido de solicitar a permissão da assembleia geral para uma nova recandidatura dos actuais membros da Mesa Administrativa.
Hospital António Lopes vai ter novo bloco cirúrgico
Já está para aprovação na Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso o projecto da nova Unidade Médico-Cirúrgica do Hospital António Lopes. A novidade foi avançada pelo Provedor da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso, no decurso da sessão solene.
O projecto de remodelação de ampliação, orçado em 2,5 milhões de euros, contempla a criação de mais um bloco operatório, com duas salas de cirurgia, o aumento de 20 camas na área de internamento e a criação de novas áreas dedicadas às especialidades médico-cirúrgicas. A nova estrutura, de quatro pisos, contempla uma área de construção superior a 2 mil metros quadrados. A intervenção, e segundo Humberto Carneiro, visa adequar as instalações ao que era imposto legalmente.
“O Hospital António Lopes vai ter a obra que necessita ser feita para continuar a cumprir o legado do nosso fundador”, assegurou Humberto Carneiro.
Na sua intervenção, Humberto Carneiro deu conta da enorme satisfação pelo facto do Hospital António Lopes integrar o ranking dos “Hospitais 5 estrelas”, com a Entidade Reguladora da Saúde a reconhecer a qualidade do trabalho prestado pelo Hospital António Lopes (HAL).
Aos colaboradores e funcionários do HAL, Humberto Carneiro deixou uma palavra de “muito apreço e de muita estima”.
Provedor elogiou coragem de Rui Barreira
Na sua intervenção, Humberto Carneiro, e referindo a Rui Barreira, director do Centro Distrital de Segurança Social de Braga, referiu que encontrou “uma pessoa sensível, aberta aos problemas das Misericórdias e em particular à Misericórdia da Póvoa de Lanhoso”.
Um dos exemplos, deixados por Humberto Carneiro, foi a atribuição, novamente à Misericórdia, do programa comunitário de assistência alimentar aos mais carenciados.
Neste momento, é prestado apoio a 193 famílias tendo sido distribuídos, até ao mês de Agosto, um total de 594 cabazes. Humberto Carneiro referi que a distribuição do alimentos está a ser feita de “uma forma serena, ordenada e discreta, com respeito pela pessoa humana, pelas pessoas que têm dificuldades”.
Além deste, a Misericórdia da Póvoa de Lanhoso aderiu ao Programa das Cantinas Sociais. As refeições servidas ultrapassam já as 65 contratualizadas.
Os agradecimentos estenderam-se também ao apoio dado pela Câmara, seja ao nível das actividades de enriquecimento curricular, seja através do Pelouro da Saúde.
108.º Aniversário dos Bombeiros Voluntários
Câmara mantém compromisso
O presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, José Manuel Baptista, acredita que, este ano, o município ainda conseguirá assegurar aos bombeiros “a maioria dos apoios” até agora concedidos, mas salvaguarda que as regras impostas às autarquias “limitam, em muito a nossa vontade de apoiar e desenvolver novos projectos”.
O autarca povoense falava ontem na sessão solene do 108.º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso que ficou marcada pelo juramento de duas dezenas de bombeiros que passaram a integrar o corpo activo e pela nomeação do 2.º comandante, António Veloso.
José Manuel Baptista congratulou-se com o facto do concelho contar com um corpo de bombeiros “devidamente organizado, com capacidade de resposta, bem equipada e com homens e mulheres e motivados” e sublinhou que o município “tem cumprido o seu papel” no apoio à instituição.
Lembrando a “fase difícil” que a administração pública atravessa, o presidente da Câmara da Póvoa de Lanhoso apontou a necessidade de “definir prioridades e apoiar o que é indispensável”, realçando que o seu município tem canalizado os investimentos para a educação e a acção social.
Para este ano, José Manuel Baptista quer manter o apoio aos bombeiros, mas foi dizendo que: “todos temos de nos adaptar a esta nova realidade”.
A conjuntura económica também marcou o discurso do presidente da direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, Padre Luís Fernandes, que afirmou que “as corporações de bombeiros, sendo das instituições mais necessitadas, a quem se requer auxílio nos momentos difíceis, são, paradoxalmente, das que mais sofrem com a conjuntura económica”.
O dirigente dos Bombeiros povoenses considera que “a maioria das corporações do país sentem-se cada vez menos fortes, não porque a vontade lhes falta, mas porque começam a escassear os meios”.
“Quem mais luta pelo bem comum é tantas vezes quem é menos apoiados por quem tem a missão de apoiar” denunciou.
O Pe Luís Fernandes preferiu, no entanto, realçar o apoio que os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso têm merecido, quer da população, quer da Câmara Municipal.
“Ainda é um daqueles concelhos onde cidadãos e empresas sabem reconhecer o trabalho dos bombeiros” sublinhou o Pe Luís Fernandes, na sessão solene.
O comandante da corporação povoense, António Lourenço, também reconheceu o apoio da população em vários momentos, nomeadamente no peditório que este ano foi precisar realizar e que ‘bateu’ à porta de todas as freguesias do concelho.
Para António Lourenço, a “a ligação à população é factor de orgulho”, mas o comandante tem outros motivos para estar orgulhoso do corpo activo que comanda há 19 anos e ontem confessava-se: “tão ou mais feliz do que quando aqui entrei”.
Por ter “um grupo de bombeiros absolutamente fantástico”; por dispor do essencial para cumprir a missão em termos materiais; por contar com o apoio da Direcção e pelo bom relacionamento com todos os corpos de bombeiros do distrito.
O presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, José Manuel Baptista, acredita que, este ano, o município ainda conseguirá assegurar aos bombeiros “a maioria dos apoios” até agora concedidos, mas salvaguarda que as regras impostas às autarquias “limitam, em muito a nossa vontade de apoiar e desenvolver novos projectos”.
O autarca povoense falava ontem na sessão solene do 108.º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso que ficou marcada pelo juramento de duas dezenas de bombeiros que passaram a integrar o corpo activo e pela nomeação do 2.º comandante, António Veloso.
José Manuel Baptista congratulou-se com o facto do concelho contar com um corpo de bombeiros “devidamente organizado, com capacidade de resposta, bem equipada e com homens e mulheres e motivados” e sublinhou que o município “tem cumprido o seu papel” no apoio à instituição.
Lembrando a “fase difícil” que a administração pública atravessa, o presidente da Câmara da Póvoa de Lanhoso apontou a necessidade de “definir prioridades e apoiar o que é indispensável”, realçando que o seu município tem canalizado os investimentos para a educação e a acção social.
Para este ano, José Manuel Baptista quer manter o apoio aos bombeiros, mas foi dizendo que: “todos temos de nos adaptar a esta nova realidade”.
A conjuntura económica também marcou o discurso do presidente da direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, Padre Luís Fernandes, que afirmou que “as corporações de bombeiros, sendo das instituições mais necessitadas, a quem se requer auxílio nos momentos difíceis, são, paradoxalmente, das que mais sofrem com a conjuntura económica”.
O dirigente dos Bombeiros povoenses considera que “a maioria das corporações do país sentem-se cada vez menos fortes, não porque a vontade lhes falta, mas porque começam a escassear os meios”.
“Quem mais luta pelo bem comum é tantas vezes quem é menos apoiados por quem tem a missão de apoiar” denunciou.
O Pe Luís Fernandes preferiu, no entanto, realçar o apoio que os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso têm merecido, quer da população, quer da Câmara Municipal.
“Ainda é um daqueles concelhos onde cidadãos e empresas sabem reconhecer o trabalho dos bombeiros” sublinhou o Pe Luís Fernandes, na sessão solene.
O comandante da corporação povoense, António Lourenço, também reconheceu o apoio da população em vários momentos, nomeadamente no peditório que este ano foi precisar realizar e que ‘bateu’ à porta de todas as freguesias do concelho.
Para António Lourenço, a “a ligação à população é factor de orgulho”, mas o comandante tem outros motivos para estar orgulhoso do corpo activo que comanda há 19 anos e ontem confessava-se: “tão ou mais feliz do que quando aqui entrei”.
Por ter “um grupo de bombeiros absolutamente fantástico”; por dispor do essencial para cumprir a missão em termos materiais; por contar com o apoio da Direcção e pelo bom relacionamento com todos os corpos de bombeiros do distrito.
Covelas
População venerou S. Julião
A procissão em honra de S. Julião, na tarde de domingo, dia 12 de Agosto, foi um dos momentos altos dos festejos em honra daquele santo, realizados na freguesia de Covelas. Com o bom tempo a fazer-se sentir, foram muitos os devotos que ali marcaram presença para assistir à passagem dos andores e das figuras alegóricas.
De vários pontos da freguesia, assim como das freguesias vizinhas, foram muitos os populares que marcaram presença das festividades deste ano.
Para além dos actos religiosos, as festas de S. Julião contaram com momentos de diversão e de grande animação, proporcionados pelos ‘Amigos da Pândega’, grupo ‘Artis Show’, grupo de cantares ‘Amigos de Sobreposta’, assim como pelo Grupo de Aeróbica de Covelas. O folclore subiu ao palco pelo Rancho Folclórico de S. Julião de Covelas.
A procissão em honra de S. Julião, na tarde de domingo, dia 12 de Agosto, foi um dos momentos altos dos festejos em honra daquele santo, realizados na freguesia de Covelas. Com o bom tempo a fazer-se sentir, foram muitos os devotos que ali marcaram presença para assistir à passagem dos andores e das figuras alegóricas.
De vários pontos da freguesia, assim como das freguesias vizinhas, foram muitos os populares que marcaram presença das festividades deste ano.
Para além dos actos religiosos, as festas de S. Julião contaram com momentos de diversão e de grande animação, proporcionados pelos ‘Amigos da Pândega’, grupo ‘Artis Show’, grupo de cantares ‘Amigos de Sobreposta’, assim como pelo Grupo de Aeróbica de Covelas. O folclore subiu ao palco pelo Rancho Folclórico de S. Julião de Covelas.
Desporto adaptado
Jantar com sabor a solidariedade
O Aquafalls – SPA Hotel Rural, localizado em Caniçada – Vieira do Minho, acolhe, no dia 21 de Setembro, um jantar de angariação de fundos denominado “Jantar com Sabor a Solidariedade”, com vista a apoiar a secção de desporto adaptado do Sporting Clube de Braga.
As inscrições podem ser efectuadas até ao dia 14 de Setembro.
Residente na freguesia de Vilela, Alexandrina Oliveira é uma das promotoras do evento. Deficiente motora, Alexandrina Oliveira, de 32 anos, integra a secção de Desporto Adaptado do Sporting Clube de Braga, na modalidade de Boccia (classe BC1), sendo, actualmente a vice-campeã nacional naquela categoria.
“Foi e contínua a ser extremamente difícil para mim, e todos os meus colegas, conquistarmos bons resultados devido à falta de apoios, pois cada um de nós necessita de transporte adaptado (incluindo gasóleo e motoristas), estadias (com espaços adequados), equipamentos especializados, enquadramento humano individualizado e especializado para o acompanhamento desportivo e para todas as tarefas da vida diária. Estas despesas tornam-se insuportáveis, devido à escassez de verbas da Secção de Desporto Adaptado”, revela Alexandrina Oliveira, apelando à solidariedade de todos.
“Resolvi, em conjunto com o meu amigo e Acompanhante Técnico Desportivo, Francisco Manuel Lopes Teixeira, organizar um Jantar de Angariação de Fundos, para a Secção de Desporto Adaptado. Venho, assim, apelar à solidariedade de toda a população, mas de um modo especial aos povoenses e bracarenses. Necessitamos de juntar 60 pessoas. Ao participarem neste Jantar estarão a contribuir para um sonho de cerca 12 Atletas, portadores de deficiência, tornarem o sonho em realidade de representarem a Selecção Nacioal”, revela a atleta do Sporting Clube de Braga.
O Aquafalls – SPA Hotel Rural, localizado em Caniçada – Vieira do Minho, acolhe, no dia 21 de Setembro, um jantar de angariação de fundos denominado “Jantar com Sabor a Solidariedade”, com vista a apoiar a secção de desporto adaptado do Sporting Clube de Braga.
As inscrições podem ser efectuadas até ao dia 14 de Setembro.
Residente na freguesia de Vilela, Alexandrina Oliveira é uma das promotoras do evento. Deficiente motora, Alexandrina Oliveira, de 32 anos, integra a secção de Desporto Adaptado do Sporting Clube de Braga, na modalidade de Boccia (classe BC1), sendo, actualmente a vice-campeã nacional naquela categoria.
“Foi e contínua a ser extremamente difícil para mim, e todos os meus colegas, conquistarmos bons resultados devido à falta de apoios, pois cada um de nós necessita de transporte adaptado (incluindo gasóleo e motoristas), estadias (com espaços adequados), equipamentos especializados, enquadramento humano individualizado e especializado para o acompanhamento desportivo e para todas as tarefas da vida diária. Estas despesas tornam-se insuportáveis, devido à escassez de verbas da Secção de Desporto Adaptado”, revela Alexandrina Oliveira, apelando à solidariedade de todos.
“Resolvi, em conjunto com o meu amigo e Acompanhante Técnico Desportivo, Francisco Manuel Lopes Teixeira, organizar um Jantar de Angariação de Fundos, para a Secção de Desporto Adaptado. Venho, assim, apelar à solidariedade de toda a população, mas de um modo especial aos povoenses e bracarenses. Necessitamos de juntar 60 pessoas. Ao participarem neste Jantar estarão a contribuir para um sonho de cerca 12 Atletas, portadores de deficiência, tornarem o sonho em realidade de representarem a Selecção Nacioal”, revela a atleta do Sporting Clube de Braga.
Ciclismo - Volta a Portugal
Por Terras da Maria da Fonte
A terceira etapa da Volta a Portugal, realizada no sábado, dia 18 de Agosto, passou pelo concelho da Póvoa de Lanhoso. A etapa teve o seu início em Vila Nova de Cerveira, tendo os ciclistas percorrido uma distância de 176 Km até à cidade de Fafe.
Águas Santas, Monsul, Gerás, Póvoa de Lanhoso e Taíde foram algumas das freguesias percorridas pelos ciclistas que integram a 74.ª Volta a Portugal em Bicicleta, que se realiza entre os dias 15 e 26 de Agosto. Neste ano, a volta conta com 17 equipas participantes, num total de 149 corredores. César Fonte, da Efapel/Glassdrive foi o vencedor da terceira etapa da volta. Junto às estradas, muitos povoenses aguardavam a passagem dos ciclistas. No centro da vila, os presentes vibraram com a passagem dos corredores e foram muitos os que aproveitaram para registar o momento em fotografia. O espanhol David Blanco acabou por vencer a Volta.
A terceira etapa da Volta a Portugal, realizada no sábado, dia 18 de Agosto, passou pelo concelho da Póvoa de Lanhoso. A etapa teve o seu início em Vila Nova de Cerveira, tendo os ciclistas percorrido uma distância de 176 Km até à cidade de Fafe.
Águas Santas, Monsul, Gerás, Póvoa de Lanhoso e Taíde foram algumas das freguesias percorridas pelos ciclistas que integram a 74.ª Volta a Portugal em Bicicleta, que se realiza entre os dias 15 e 26 de Agosto. Neste ano, a volta conta com 17 equipas participantes, num total de 149 corredores. César Fonte, da Efapel/Glassdrive foi o vencedor da terceira etapa da volta. Junto às estradas, muitos povoenses aguardavam a passagem dos ciclistas. No centro da vila, os presentes vibraram com a passagem dos corredores e foram muitos os que aproveitaram para registar o momento em fotografia. O espanhol David Blanco acabou por vencer a Volta.
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