Secção de Programas Especiais da GNR

Ao encontro dos invisuais

Como é que um cego sabe que está perante um agente da autoridade? A dúvida foi colocada  numa acção realizada pela GNR, através da Secção de Programas Especiais do Destacamento Territorial (DTER) da Póvoa de Lanhoso, junto dos utentes da Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga (AADVDB).
A Secção de Programas Especiais está empenhada em estabelecer uma maior pro-ximidade com cegos e amblíopes e avança com uma parceria com a AADVDB que já deu os primeiros passos.
Numa acção de sensibilização que mobilizou cerca de duas dezenas de utentes da AADVDB, o coordenador da Secção, cabo Nuno Cruz, procurou auscultar os principais problemas de segurança que sentem no dia-a-dia.
“Queremos saber onde moram para tentar implementar um patrulhamento mais frequente” explicou o cabo Nu-no Cruz.
A AADVDB tem utentes de vários concelhos do distrito, pelo que o objectivo é passar a informação aos postos territoriais da GNR locais.
Os cegos e amblíopes tiveram oportunidade de tocar nalguns objectos utilizados pelos militares da GNR, incluindo a arma de serviço das forças de segurança - a Glock - e o crachá que os podem ajudar a identificar um elemento policial.
“Ainda existem algumas lacunas na relação do invisual com as forças de segurança” assume o responsável da Secção de Programas Especiais do DTER da P. Lanhoso.
“Pretendemos adoptar medidas e até rectificar comportamentos no atendimento ao cidadão invisual” explica o graduado, que está a planear visitas periódicas ao Posto da GNR da P. Lanhoso e algumas acções de mobilidade na vila povoense. No quadro da parceria com a AADVDB está prevista a elaboração de documentação em braille, a começar pelas brochuras da GNR com conselhos sobre prevenção de burlas e outros conselhos que já foram abordados nesta primeira acção.

‘A Póvoa de Lanhoso e a sua Herança’

O melhor entre os melhores

A escolha das maravilhas da Póvoa de Lanhoso iniciou-se no ano de 2008, com a categoria Património Edificado. Seguiram-se Património Natural e Paisagístico, Património Artístico e Etnográfico e Figuras Históricas e Personalidades Povoense. Agora, em 2012, surge a quinta edição, que vai escolher o melhor de cada categoria entre os cinco melhores. Na Casa da Botica, na Póvoa de Lanhoso, foi dado a conhecer, em pormenor, este projecto.
A apresentação pública das heranças povoenses vai realizar-se no próximo dia 18 de Maio, sendo que a apresentação dos resultados das votações está agendada para 20 de Julho. Durante este período todos aqueles que quiserem votar basta preencher o cupão de participação ou então aceder ao site www.povoaheranca.com.
Para Clarisse Matos Sá, da Associação ‘Em Diálogo’, entidade da comissão executiva do projecto, ‘A Póvoa e a sua herança’ tornou-se “um mensageiro na divulgação do património concelhio, lembrando e preservando a memória dos antepassados da Póvoa de Lanhoso”.

‘Em diálogo’
“Este projecto é liderado pela Associação ‘Em Diálogo’, e conta com a preciosa colaboração de um grupo significativo de parceiros, entre eles o município, a escola secundária e os agrupamentos do concelho”, salientou ainda Clarisse Matos Sá.
A presidente da Associação ‘Em Diálogo’, agradeceu “de forma especial ao amigo Zé Luís”, responsável pela criação e manutenção do site e deixou ainda um apelo “a todos os povoenses e minhotos que participem na eleição de ‘A Póvoa e a sua herança’, no sentido de engrandecerem o evento.

Estudo revela realidade preocupante

Misericórdia cria Cantina Social

De acordo com um estudo realizado pelo Instituto de Segurança Social, estima-se que no concelho da Póvoa de Lanhoso cerca de 132 pessoas, incluídas em grupos com potencial risco de probreza, apenas usufruem de uma refeição por dia. Perante este panorama, foi apontada a necessidade de se criar duas cantinas sociais no concelho. A Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso é a primeira entidade a avançar com esta resposta social.
O protocolo de colaboração, no âmbito da Convenção da Rede Solidária de Cantinas Sociais para o Programa de Emergência Alimentar, foi assinado no dia 20 de Abril, entre o Instituto de Segurança Social e a Santa Casa.
Deste modo, a Santa Casa disponibilizará 65 refeições diárias, destinadas consumo externo durante sete dias por semana, para população residente no concelho.
“O acesso a este programa é determinado pela Santa Casa sendo prioritário para “idosos com baixos rendimentos, famílias expostas ao fenómeno do desemprego, famílias com filhos a cargo, pessoas com deficiência e pessoas com dificuldade em ingressar no mercado de trabalho”, que não estejam integrados noutro tipo de resposta social interna ou que já beneficiem de outro tipo de apoio ao nível da alimentação”, refere a Santa Casa, em comunicado.
“Desta forma esta Santa Casa dá prossecução ao seu objectivo de caridade e missão cristã, chegando aos mais fragilizados e desfavorecidos. No momento estão-se a tomar as medidas necessárias para que o mais brevemente este protocolo seja implementado”, destacam.

Associação ‘Em Diálogo’

Formação para a inclusão

Um guarda-jóias em filigrana foi uma das peças resultantes da formação em ourivesaria, promovida pela Asso-ciação “Em Diálogo” e dirigida a 14 utentes do Rendimento Social de Inserção do concelho da Póvoa de Lanho-so. O curso, aprovado ao abrigo do Programa POPH, que teve a duração de 7 meses (600 horas de formação em sala de aula e 100 horas de estágio) teve o seu culminar no dia 26 de Abril.
A área escolhida – a Ourivesaria – prende-se com o facto de esta ser uma arte secular e tradicional da Póvoa de Lanhoso, conforme destacou Clarisse Matos Sá, presidente da direcção da “Em Diálogo”, entidade que tem como uma das missões trabalhar com a população mais desfavorecida do concelho da Póvoa de Lanhoso.
Aprender a trabalhar num ofício e poder rentabilizar, no futuro, os ensinamentos aprendidos é um dos objectivos da formação, com Clarisse Matos Sá a destacar que as peças podem ser produzidas a partir de latão, e não somente com a prata e o ouro, materiais mais nobres.
Para além da componente prática, numa oficina de ourives, os formandos adquiriram conhecimentos liga- dos à matemática para a vida, linguagem e comunicação, igualdade de oportunidades, cidadania, informática e inglês.
“Não foi fácil mas apostar neste tipo de pessoas e sabermos que no final temos um pequeno sucesso é sempre uma auto-estima para quem dirige o curso e que vai fazendo o caminho com estas pessoas”, revelou Clarisse Matos Sá, apontado que os beneficiários da RSI são pessoas que são estigmatizadas na sociedade.
“Temos que apostar nestas pessoas e dar-lhes uma oportunidade”, destacou a presidente da “Em Diálogo”, revelando que o primeiro objectivo do curso foi incutir-lhes a ideia de que são capazes de ultrapassar desafios e dificuldades.
Em sala de aula, Aurora Pereira deu a conhecer um conjunto de informações relativas à ourivesaria e em especial à filigrana, conhecimentos que deixaram entusiasmados os formandos que ansiavam por “colocar a mão na massa” e aprender a executar alguns dos ensinamentos trazidos à sala de aula. As ligas, as soldas, os quilates e a fundição foram alguns dos conhecimentos transmitidos nas aulas. Depois da parte teórica, seguiu-se a parte prática, num total de 100 horas, e numa formação coordenada por José Martins. Na componente prática, os formandos aprenderam a fazer uma liga, fundir o metal, laminar a chapa, la-minar o fio e repuxar o fio. Nas bancas, o fio e a chapa foram trabalhados para dar origem às várias peças de filigrana. “Acho que os alunos aprenderam bem e podemos tirar proveito de alguns deles. Um dia mais tarde, se houver oportunidade de trabalho, poderão ficar aqui ou em qualquer outro local de trabalho”, revelou José Martins.

ISAVE - Cortejo académico

Contra o aumento das taxas

As taxas moderadoras a subir e a saúde a cair” foi o tema do cortejo académico do ISAVE que saiu às ruas da vila da Póvoa de Lanhoso, na tarde de sexta-feira, dia 27 de Abril. Os cânticos entoados alertaram para o aumento das taxas moderadoras mas também para a situação actual do país, onde a crise não foi esquecida. “A saúde é para os mais ricos”, “Ir ao médico fica caro”, “Com o que temos fazemos o que podemos”, “Saúde em Portugal a diminuir” e “São precisos mais técnicos de saúde com qualidade” foram algumas das mensagens deixadas pelos estudantes da vila, num cortejo que esteve um “pouco apagado” em relação a anos anteriores. Mesmo assim, os jovens estudantes passaram pelas principais artérias da vila e deixaram a sua mensagem contra o aumento das taxas moderadoras.


Missa de finalistas mudou de local
As condições atmosféricas ditaram a mudança de local da Missa de Finalistas do ISAVE. O momento solene, realizado no dia 25 de Abril, foi agendado para o Campo dos Moinhos Novos mas a chuva obrigou à transferência da cerimónia para o Salão Paroquial da P. Lanhoso, num espaço que se revelou pequeno para acolher alunos e familiares. O momento, marcante e de muita emoção, trouxe centenas de pessoas à vila da Póvoa de Lanhoso. Concluída a licenciatura, os jovens estudantes iniciam uma nova etapa das suas vidas, na procura de um lugar no mundo do trabalho. No decurso da cerimónia, o padre Eduardo Duque, responsável pela Pastoral Universitária, pediu a graça para os finalistas no dia em que se celebrava a festa de S. Marcos Evangelista.
Aos finalistas, deixou uma palavra de ânimo e coragem e revelou que o momento era também um momento de agrade-cimento aos pais e a todos os que com eles fizeram a caminhada que culminou na Missa de Finalistas.

AM - ‘Lei dos Compromissos’:

Débitos e créditos

Dando cumprimento à lei 8/2012, de 21 de Fevereiro, a chamada “Lei dos Compromissos”, a Divisão Financeira da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso deu a conhecer, e dando cumprimento à alínea c) do art. 15.º , os débitos e créditos da Câmara Municipal da P. Lanhoso à data de 31 de Dezembro de 2011.
Revelando que parte substancial da dívida da Câmara Municipal diz respeito a 2008 e 2009, e enumerando alguns das empresas credoras e respectivos montantes, António Ramalho, do PS, acusou a autarquia de uma “gestão rui-nosa”, referindo a contratação de dívida a curto prazo monumental. “O executivo não tem vergonha de mostrar as dívidas e os créditos que tem”, contrapôs Nuno Aguilar, do PSD. Para Patrícia Pereira, do PS, a lei 8/2012 só coloca problemas às entidades com maus hábitos. “Esta Câmara é incumpridora e tem maus hábitos”, acusou. Por sua vez, Nuno Aguilar considerou que “o município da Póvoa de Lanhoso já mostrou que tem a casa organizada”.
E se não houve consenso quanto à informação prestada ao abrigo da “Lei dos Compromissos”, também não houve consenso no momento de votação do Relatório de Gestão e Prestação de Contas do exercício de 2011, com o ponto 2 da ordem de trabalhos a ser aprovado com 30 votos a favor e 18 abstenções.
Levadas a votação na última Assembleia Municipal, a Proposta de Alteração dos Limites Territoriais do Concelho (freguesia de Serzedelo e Soutelo (Vieira do Minho) e o Regulamento Municipal da Feira Semanal foram aprovados por maioria e por unanimidade, respectivamente. Por sua vez, o pedido de “Autorização genérica para dispensa de autorização prévia da Assembleia Municipal” no âmbito da abertura de procedimentos relativos a despesas que dêem lugar a encargos orçamentais em mais de um ano económico ou em ano que não seja o da sua realização foi aprovada por maioria.

Reforma Administrativa
“O CDS/PP integrou a referida comissão na convicção de que a boa-fé imperaria neste processo que desde o início teve o apoio dos três partidos. Pensávamos nós que PS e PSD colocariam os interesses do concelho acima dos interesses partidários. Apenas posso dizer que demissão em demissão viveu esta comissão”, referiu o deputado do CDS/PP, José Eduardo Vieira.
“Para onde foram atirados os interesses do concelho?”, questionou o deputado do CDS/PP, assegurando que o seu  partido não se demitiu nem se demitirá das suas responsabilidades.
Patrícia Pereira e Nuno Aguilar Monteiro trocaram “mimos” quanto à extinção da referida comissão, com a primeira a apontar a atitude do PSD de “pura demagogia” por estes terem acusado o PS de falta de responsabilidade.
“Quem abandonou inexplicavelmente a comissão criada no seio desta Assembleia, quem fugiu às responsabilidades, quem tinha maioria nessa comissão, quem tem maioria nesta Assembleia Municipal”, foram algumas das questões deixadas por Patrícia Pereira.
Na resposta, Nuno Aguilar Monteiro apontou que o PSD apresentou a renúncia aos lugares que tinha por desconforto e desconfiança e por manifesta atitude de não colaboração do PS.

Agrupamento do Ave

Escritor José Vaz à conversa...

Os alunos das escolas do 1º ciclo do Agrupamento do Ave receberam a visita do escritor José Vaz, no dia 16 de abril, em duas sessões que decorreram na biblioteca da EB 2,3 de Taíde.
Foi com grande satisfação que os alunos conviveram durante algumas horas com o autor de “O livro das contas e dos contos”, que leram nas aulas. Foi uma manhã diferente em que falaram com o escritor sobre o percurso da sua vida, sobre os seus livros.
Familiarizados com este tipo de iniciativas, as crianças colocaram as suas questões de forma muito disciplinada, com desenvoltura e pertinência. E assim a conversa fluiu desde a infância de José Vaz, em que ele era “pastor” de pintainhos, passando pela entrada precoce, aos onze anos, no mundo do trabalho, até à publicação dos livros, com cerca de quarenta anos e a licenciatura aos sessenta.
Para além do contacto através do escritor, que é uma preciosa motivação para a leitura e tem grandes repercussões na aprendizagem dos alunos e no seu  desempenho enquanto leitores, ficou uma bela lição de vida.

Concelhia do PS da Póvoa de Lanhoso

Socialistas recordaram 25 de Abril

A concelhia do Partido Socialista da Pó-voa de Lanhoso organizou, mais uma vez, o tradicional jantar comemorativo do 25 de Abril, que decorreu no Restaurante Põe-te a Pau, em Fontarcada e contou com a presença de cerca de 400 pessoas. Depois de saciado o apetite, seguiu-se o momento dos discursos, iniciados por José de Almeida Faria, que recordou a passagem da data gloriosa para o país.
“O 25 de Abril foi uma felicidade que aconteceu ao povo português”, recordou José de Almeida Faria, vincando que alguns intervenientes – os capitães de Abril, souberam dar ao povo português a liberdade e a justiça.
De entre outras considerações, José de Almeida Faria recordou o saudoso Francisco Tinoco de Faria, “figura ímpar da democracia em Portugal”.
“Não foi pela sociedade que temos que estas pessoas lutaram”, referiu Gilberto Anjos, coordenador da Juventude Socialista da Póvoa de Lanhoso, recordando as dificuldades sentidas pelos portugueses, que quase se vêem obrigados a desistir dos sonhos e ambições. Na sua intervenção, Gilberto Anjos apontou o dedo à “dualidade de critérios na forma como são tratados os presidentes de Junta” e referiu que algumas freguesias do concelho não viram uma única obra neste mandato.
Considerando que o Jantar do 25 de Abril é uma marca da Póvoa de Lanhoso e que a Póvoa de Lanhoso não passa sem ele, Belarmino Dias, presidente da Comissão Política do PS recordou José Alcino Ribeiro de Melo, falecido este ano, um povoense que “nunca perdia este jantar” e que foi durante muitos anos o patrocinador dos prémios sorteados durante o repasto.
No tocante ao trabalho do executivo municipal, Belarmino Dias referiu que “a justificação é sempre a mesma – a crise – para o não cumprimento de promessas”.
“A crise não é justificação para tudo”, atirou o presidente da Comissão Política do PS.

Associação de Andebol da Póvoa de Lanhoso

À procura de atletas

Criada a época transacta, a Associação de Andebol da Póvoa de Lanhoso pretende afirmar-se no panorama desportivo das Terras da Maria da Fonte e apresentar-se como uma alternativa ao futebol, modalidade praticada por muitos jovens povoenses.
Confrontados com os avanços e recuos da modalidade no concelho, um conjunto de pais, cujos filhos são praticantes da modalidade, criaram, na época transacta, a Associação de Andebol da Póvoa de Lanhoso, num projecto que conta com a boa vontade dos pais de alguns alunos, que dispõem do seu tempo livre em prol da associação. No arranque, a associação contou com o apoio da Associação de Andebol de Braga. “Dos projectos anteriores, ficou nos jovens o gosto pelo andebol e foi essa vontade dos atletas e a disponibilidade de alguns pais que permitiram o aparecimento da AAPL”, conforme revela João Ferreira, um dos treinadores da Associação.
Actualmente, são cerca de 4O jovens, dos 7 aos 16 anos, que integram a associação, numa modalidade que se divide nas categorias de minis e bâmbis, infantis, iniciados e juvenis.
“Surgiu da boa vontade de um grupo de pais que vão assegurando a gestão, uma gestão algo minimalista. Estamos a tentar não ter grandes orçamentos, a manter as despesas controladas e a principal despesa acaba por ser com os treinadores”, revelou um dos responsáveis.
A não existência de treina-dores no concelho com formação na área levou os responsáveis da Associação de Andebol da Póvoa de Lanhoso a procurarem na cidade de Braga dois treinadores com formação adequada.
Na próxima época, o objectivo passa por dar continuidade ao trabalho desenvolvido até ao momento. Aproximar mais pais do projecto é outro dos objectivos. Para o desenvolvimento da sua actividade,  a Associação de Andebol da P. Lanhoso conta com o apoio da Câmara Municipal a Póvoa de Lanhoso, através de um subsidio, e de algumas empresas do concelho. A estes apoios, junta-se, também, os pais dos alunos que pagam uma mensalidade de 15 euros.
O projecto está lançado e mantém-se sólido. À vontade dos responsáveis, apenas faltam responder os jovens povoenses, optando pela prática do andebol.

Um pouco de história e futuro
“Os jovens da Póvoa de Lanhoso, desde que trabalhem, são iguais aos dos outros lados. Lembro que nos anos anteriores, os juvenis subiram à 1ª divisão e que se disputou na Póvoa de Lanhoso a fase final de Infantis masculinos em Junho de 2009. Dessa equipa, estiveram presentes com regularidade nos trabalhos da selecção nacional três povoenses: o Cláudio Silva, o Daniel Silva e o Daniel Carvalho, sendo que o Cláudio Silva é já um dos guarda-redes das equipas juniores do ABC de Braga e da selecção nacional de sub-18”, recorda o treinador João Ferreira.
“Aquilo que pretendemos é ser um “clube de formação”, ou seja, um clube com jovens a praticar andebol dos sete aos dezassete anos e se o andebol ganhar raízes poderá seguir em frente. Esta época, dois atletas Infantis têm feito regularmente parte dos treinos do Centro de treinos da Selecção Regional de Braga, antecâmara das selecções nacionais: o Gonçalo Fernandes e o Jorge Henriques. Na próxima época, pensamos ter já todos os escalões a funcionar”, destaca, incentivando os jovens povoenses a marcar presença nos treinos.