Misericórdia fecha ano
com resultados positivos
A Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso fechou o ano com saldo positivo. Este foi um dos pontos dados a conhecer na última Assembleia Geral de Irmãos. No ano findo, a Misericórdia da Póvoa de Lanhoso viu aprovada a actualização do Compromisso da Misericórdia que, depois de Assembleia Geral de Irmãos, foi remetido à Cúria Arquiepiscopal de Braga, que o aprovou por Decreto de 6 de outubro de 2015 na competência de Autoridade Eclesiástica diocesana.
De entre outras intervenções, a Misericórdia da Póvoa de Lanhoso deu continuidade à obra de remodelação e ampliação do Hospital António Lopes (HAL) que vigorará com um novo Acordo de Cooperação que converte o HAL em hospital do SNS (Serviço Nacional de Saúde), em plano de igualdade com os hospitais da rede pública.
“Este novo Acordo de Cooperação, não só renova o acesso dos utentes do SNS, por via do respectivo Médico de Família, para consultas e cirurgias das especialidades de: Cirurgia Geral, Cirurgia Vascular, Ginecologia, Oftalmologia, Ortopedia, Otorrinolaringologia e Urologia, mas também, pela mesma via, o acesso dos mesmos utentes a uma diversidade de Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica (MCDT’s) de diversas especialidades destacando-se cardiologia (ECG com provas de esforço, Ecocardiogramas, Holter e MAPA), gastroenterologia (EDA e Colonoscopias) e medicina física e reabilitação (fisioterapia)”, esclarece a Santa Casa, em nota de imprensa.
A par disto, a Santa Casa viu aprovados alguns projectos, nomeadamente o ON2 e o Fundo Rainha D. Leonor. O ON2 – O Novo Norte, que teve como objectivo obter verbas para co-financiamento da obra ULDM – Unidade de Longa Duração e Manutenção D. Elvira Câmara num valor que pode ir até 1,206 milhões de euros.
O Fundo Rainha D. Leonor, criado pela SCM de Lisboa e pela União das Misericórdias Portuguesas, com objectivo de financiamento, a fundo perdido, da obra de remodelação e ampliação do edifício de S. Gonçalo.
A Certificação EQUASS (European Quality in Social Services) das valências sociais foi outras das conquista no ano passado.
Na referida Assembleia Geral, realizada a 12 de Março, foram ainda apresentados e aprovados: a proposta da Mesa Administrativa contrair um mútuo oneroso no montante de 1 milhão de euros, para fazer face aos encargos com a remodelação e ampliação e aquisição de equipamentos para o Hospital António Lopes; O Regulamento Disciplinar de Irmãos, conforme previsto no Compromisso desta Misericórdia.
Direcção Regional da Cultura do Norte
Santuário Rupestre de Garfe
em processo de classificação
Respondendo à solicitação do Município da Póvoa de Lanhoso, a Direcção Regional de Cultura do Norte procedeu a nova abertura do procedimento de classificação do Santuário Rupestre de Garfe, com vista à protecção e enquadramento do monumento.
Os interessados em consultar, reclamar ou interpor recurso à proposta de classificação, devem consultar a página electrónica da Direcção Geral do Património Cultural.
“O interesse da Direcção Regional de Cultura do Norte na classificação deste importante monumento é para nós motivo de satisfação. Este santuário rupestre é um dos poucos exemplares existentes no nosso país e facilmente se tornará num local de visitação e interesse histórico", considera o Vereador para a Cultura e Turismo da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Armando Fernandes. “Vamos proceder à vedação do espaço envolvente que tem uma área superior a dois mil metros quadrados. Vamos, também, criar um acesso pedonal a este local que está situado no meio de uma quinta. O nosso objectivo é criar condições para o envolvimento da comunidade científica no estudo deste monumento. Já efectuámos contactos com duas universidades que demonstraram interesse em cooperar connosco”, adianta o mesmo responsável.
De lembrar que a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso solicitou, em 1996, ao antigo IPPAR (Instituto Português do Património Arquitectónico) a classificação do Santuário Rupestre de Garfe como Imóvel de Interesse Público. Porém, este procedimento não teve qualquer sequência, pelo que, até à data, este monumento não tem qualquer classificação.
Após uma intervenção de limpeza da vegetação que cobria o monumento e área envolvente, em finais de 2015, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso voltou a solicitar à DRCN (Direcção Regional de Cultura do Norte) uma nova apreciação de abertura de classificação do imóvel e respectiva área envolvente, pois representa um elevado valor arqueológico, que permitirá compreender as práticas pagãs no período pré-romano e romano do noroeste peninsular.
Assim, no âmbito do procedimento de classificação do Santuário Rupestre de Garfe, o prazo para apresentação de reclamação é até 5 de Abril de 2016; e o prazo para apresentação de recurso é a 27 de Abril de 2016.
em processo de classificação
Respondendo à solicitação do Município da Póvoa de Lanhoso, a Direcção Regional de Cultura do Norte procedeu a nova abertura do procedimento de classificação do Santuário Rupestre de Garfe, com vista à protecção e enquadramento do monumento.
Os interessados em consultar, reclamar ou interpor recurso à proposta de classificação, devem consultar a página electrónica da Direcção Geral do Património Cultural.
“O interesse da Direcção Regional de Cultura do Norte na classificação deste importante monumento é para nós motivo de satisfação. Este santuário rupestre é um dos poucos exemplares existentes no nosso país e facilmente se tornará num local de visitação e interesse histórico", considera o Vereador para a Cultura e Turismo da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Armando Fernandes. “Vamos proceder à vedação do espaço envolvente que tem uma área superior a dois mil metros quadrados. Vamos, também, criar um acesso pedonal a este local que está situado no meio de uma quinta. O nosso objectivo é criar condições para o envolvimento da comunidade científica no estudo deste monumento. Já efectuámos contactos com duas universidades que demonstraram interesse em cooperar connosco”, adianta o mesmo responsável.
De lembrar que a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso solicitou, em 1996, ao antigo IPPAR (Instituto Português do Património Arquitectónico) a classificação do Santuário Rupestre de Garfe como Imóvel de Interesse Público. Porém, este procedimento não teve qualquer sequência, pelo que, até à data, este monumento não tem qualquer classificação.
Após uma intervenção de limpeza da vegetação que cobria o monumento e área envolvente, em finais de 2015, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso voltou a solicitar à DRCN (Direcção Regional de Cultura do Norte) uma nova apreciação de abertura de classificação do imóvel e respectiva área envolvente, pois representa um elevado valor arqueológico, que permitirá compreender as práticas pagãs no período pré-romano e romano do noroeste peninsular.
Assim, no âmbito do procedimento de classificação do Santuário Rupestre de Garfe, o prazo para apresentação de reclamação é até 5 de Abril de 2016; e o prazo para apresentação de recurso é a 27 de Abril de 2016.
Veículo permite ampliar apoio à comunidade
Nova ambulância
veio da Alemanha
A Associação Humanitária de Bombeiros da Póvoa de Lanhoso adquiriu, recentemente, uma nova ambulância de socorro na Alemanha. Esta é a segunda viatura que os soldados da paz povoenses adquirem, na Alemanha, com a colaboração do padre Fernando Eurico. Há dois anos atrás, a corporação povoense adquiriu um camião de combate a incêndios. Os 2200 quilómetros que separam Memmingen, na Alemanha, e a Póvoa de Lanhoso foram percorridos com o padre Fernando Eurico ao volante, tendo como ‘co-piloto’ o padre Luís Fernandes, presidente da Associação Humanitária povoense. É caso para dizer que a nova ambulância dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso veio abençoada.
A expensas suas, os dois sacerdotes deslocaram-se à Alemanha, país que acolheu o padre Fernando Eurico durante 11 anos. De 1981 a 1992, o sacerdote trabalhou junto da comunidade portuguesa. A ida foi de avião e o regresso foi feito aos comandos da nova ambulância. Amigos do padre Fernando Eurico acolheram os dois sacerdotes durante a sua permanência na Alemanha.
António Lourenço, comandante dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, mostrou-se satisfeito com a nova ambulância. O interior espaçoso da viatura foi um dos aspectos destacados pelo comandante dos bombei-ros povoenses. A nova viatura irá ficar destinada, não em exclusividade, aos acidentes rodoviários.
‘Vida por Vida’ é o lema que une os bombeiros de todo o país.
A renovação da frota automóvel é uma das preocupações da direcção dos bombeiros povoenses, presidida pelo padre Luís Peixoto Fernandes. As condições físicas e humanas são importantes para um socorro rápido e eficaz. Dentro de poucos dias, a direcção da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso adquire uma nova ambulância de transporte de doentes.
Quem o conhece, conhece também o seu amor pelos Bombeiros. Natural da freguesia de Campos, no concelho de Vieira do Minho e residente na freguesia de Serzedelo, neste concelho, o padre Fernando Eurico Lages da Silva assumiu, em Outubro de 2015, a paroquialidade de Tabuaças e Soengas, no concelho de Vieira do Minho, mas foi pároco, de 2002 a 2015, em Fontarcada e Oliveira, tendo ficado responsável, em Novembro de 2010, pela paroquialidade de S. Gens de Calvos. Adora os bombeiros e ao longo dos anos tem recusado diversos convites para integrar a direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso. É o padrinho da primeira viatura adquirida na Alemanha.
veio da Alemanha
A expensas suas, os dois sacerdotes deslocaram-se à Alemanha, país que acolheu o padre Fernando Eurico durante 11 anos. De 1981 a 1992, o sacerdote trabalhou junto da comunidade portuguesa. A ida foi de avião e o regresso foi feito aos comandos da nova ambulância. Amigos do padre Fernando Eurico acolheram os dois sacerdotes durante a sua permanência na Alemanha.
António Lourenço, comandante dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, mostrou-se satisfeito com a nova ambulância. O interior espaçoso da viatura foi um dos aspectos destacados pelo comandante dos bombei-ros povoenses. A nova viatura irá ficar destinada, não em exclusividade, aos acidentes rodoviários.
‘Vida por Vida’ é o lema que une os bombeiros de todo o país.
A renovação da frota automóvel é uma das preocupações da direcção dos bombeiros povoenses, presidida pelo padre Luís Peixoto Fernandes. As condições físicas e humanas são importantes para um socorro rápido e eficaz. Dentro de poucos dias, a direcção da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso adquire uma nova ambulância de transporte de doentes.
Quem o conhece, conhece também o seu amor pelos Bombeiros. Natural da freguesia de Campos, no concelho de Vieira do Minho e residente na freguesia de Serzedelo, neste concelho, o padre Fernando Eurico Lages da Silva assumiu, em Outubro de 2015, a paroquialidade de Tabuaças e Soengas, no concelho de Vieira do Minho, mas foi pároco, de 2002 a 2015, em Fontarcada e Oliveira, tendo ficado responsável, em Novembro de 2010, pela paroquialidade de S. Gens de Calvos. Adora os bombeiros e ao longo dos anos tem recusado diversos convites para integrar a direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso. É o padrinho da primeira viatura adquirida na Alemanha.
Momento de exaltação do concelho
S. Pedro deu chuva a S. José
nos principais dias de festa
O principal dia das Festas de S. José, na Póvoa de Lanhoso, o dia 19 de Março, feriado municipal ficou marcado pela chuva. No dia em que se celebrou o dia de S. José – Dia do Pai, o concelho da Póvoa de Lanhoso saiu à rua por ocasião da majestosa procissão. Aos andores de S. José e do Menino Jesus, juntaram-se os andores dos santos padroeiros do concelho. A majestosidade do acto religioso, que integrou 31 andores, traz cada vez mais gente à vila da Póvoa de Lanhoso. Neste ano, a chuva juntou-se à festa mas o povo marcou presença em grande número.
Ao poder religioso, juntou-se também o poder civil e militar. Assembleia Municipal, Câmara Municipal e GNR marcaram presença na procissão de S. José. No cortejo religioso, fizeram-se também representar as Juntas de Freguesia, Confrarias e Associações do concelho, com as suas bandeiras e os seus representantes. Foi a presença do concelho nas festas do concelho.
O feriado municipal começou com a Feira Franca e o Concurso Pecuário de S. José, este último com muito menos gado que no ano anterior, com a chuva a afastar muitos visitantes.
O valor dos prémios, que segundo alguns criadores mantém-se igual há vários anos, tem afastado muitos participantes. Os custos, associados à criação de gado, tem também contribuído para o decréscimo de participantes.
Nos Paços do Concelho, pelas 10h30, realizou-se o Hastear das Bandeiras, seguindo-se, pelas 11 horas, a celebração da Missa Solene em honra de S. José, com sermão pelo padre Luís Gonçalves que, no decurso da homília exaltou o “exemplo maravilhoso” de S. José. O sa- cerdote considerou, e fazendo a ponte com os dias de hoje, que Jesus e Maria foram os primeiros emigrantes, os primeiros refugiados.
Os festejos integraram ainda, a partir das 14 horas, um concerto de música filarmónica, pela Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso e Banda Musical de Calvos.
A ‘Noite da Juventude’, a partir das 21h30, com Arsha, Átoa, Meninos de Coro, Fernando Alvim e Eazy, encerraram o principal dia de festa.
Festa que é festa tem barraquinhas de comes e bebes, tem carrinhos, doceiras, com saborosos charutos e cavacas, tem farturas e pipocas. Em dias de festa, os visitantes não deixam de comprar os doces tradicionais mas, de acordo com algumas vendedoras, em menor quantidade que há anos atrás. E nem só de doces vive uma festa pois, os enchidos e o presunto marcam também presença em algumas barraquinhas. Apesar do movimento em muitas das barraquinhas, muitos comerciantes dizem que as vendas são cada vez menores. “O povo não tem dinheiro”, rematou um vendedor.
nos principais dias de festa
O principal dia das Festas de S. José, na Póvoa de Lanhoso, o dia 19 de Março, feriado municipal ficou marcado pela chuva. No dia em que se celebrou o dia de S. José – Dia do Pai, o concelho da Póvoa de Lanhoso saiu à rua por ocasião da majestosa procissão. Aos andores de S. José e do Menino Jesus, juntaram-se os andores dos santos padroeiros do concelho. A majestosidade do acto religioso, que integrou 31 andores, traz cada vez mais gente à vila da Póvoa de Lanhoso. Neste ano, a chuva juntou-se à festa mas o povo marcou presença em grande número.
Ao poder religioso, juntou-se também o poder civil e militar. Assembleia Municipal, Câmara Municipal e GNR marcaram presença na procissão de S. José. No cortejo religioso, fizeram-se também representar as Juntas de Freguesia, Confrarias e Associações do concelho, com as suas bandeiras e os seus representantes. Foi a presença do concelho nas festas do concelho.
O feriado municipal começou com a Feira Franca e o Concurso Pecuário de S. José, este último com muito menos gado que no ano anterior, com a chuva a afastar muitos visitantes.
O valor dos prémios, que segundo alguns criadores mantém-se igual há vários anos, tem afastado muitos participantes. Os custos, associados à criação de gado, tem também contribuído para o decréscimo de participantes.
Nos Paços do Concelho, pelas 10h30, realizou-se o Hastear das Bandeiras, seguindo-se, pelas 11 horas, a celebração da Missa Solene em honra de S. José, com sermão pelo padre Luís Gonçalves que, no decurso da homília exaltou o “exemplo maravilhoso” de S. José. O sa- cerdote considerou, e fazendo a ponte com os dias de hoje, que Jesus e Maria foram os primeiros emigrantes, os primeiros refugiados.
Os festejos integraram ainda, a partir das 14 horas, um concerto de música filarmónica, pela Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso e Banda Musical de Calvos.
A ‘Noite da Juventude’, a partir das 21h30, com Arsha, Átoa, Meninos de Coro, Fernando Alvim e Eazy, encerraram o principal dia de festa.
Festa que é festa tem barraquinhas de comes e bebes, tem carrinhos, doceiras, com saborosos charutos e cavacas, tem farturas e pipocas. Em dias de festa, os visitantes não deixam de comprar os doces tradicionais mas, de acordo com algumas vendedoras, em menor quantidade que há anos atrás. E nem só de doces vive uma festa pois, os enchidos e o presunto marcam também presença em algumas barraquinhas. Apesar do movimento em muitas das barraquinhas, muitos comerciantes dizem que as vendas são cada vez menores. “O povo não tem dinheiro”, rematou um vendedor.
A Revolução da Maria da Fonte - 170 anos
| Primeira página do N.º 1 do Jornal “A Maria da Fonte”, publicado em 3 de Janeiro de 1886 |
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| Paulo A. Ribeiro Freitas |
Os primeiros levantamentos de 1846 aconteceram, inegavelmente, na Póvoa de Lanhoso. Foram esses episódios de contestação protagonizados por um conjunto de mulheres, não apenas da freguesia de Fontarcada mas de todo o concelho, que viriam a legar nome às ocorrências que a História de Portugal regista como a Revolução da Maria da Fonte. A mesma também foi, e é, apelidada de Revolução do Minho. Mas isso aconteceu por toda esta vasta região ter então seguido o exemplo da Póvoa de Lanhoso, levantando-se em armas e levando o país à sublevação e o governo à demissão, com fuga para Espanha do chefe do governo de então, Costa Cabral.
Muito se escreveu sobre os acontecimentos de 1846, cabendo, contudo, a este periódico, que ostenta o nome da heroína, desde a sua fundação em 1886, ter assumido a tarefa de contar, ou repor a verdade da mesma história, como um dos seus objetivos.
Desde 1846 que a Maria da Fonte e a ação das mulheres que protagonizaram a maioria dos episódios estão envoltas numa série de enredos, contribuindo para a sua transformação em símbolo nacional, enquanto refe-rência da luta por justiça e igualdade. Hoje, dado o vasto conjunto de estudos publicados, especialmente após a realização de um congresso sobre o tema em 1996, e da investigação que tem frutificado, é-nos possível documentar perfeitamente o essencial da ação e participação de cada um dos protagonistas nos acontecimentos de há 170 anos – das mulheres com nomes próprios às autoridades com competências e funções bem definidas por lei; dos titulares de cargos públicos, eleitos ou nomeados, em exercício e com participação nos episódios aos dos próprios membros das elites locais, enquanto “observadores” interessados.
Justifica-se, pois, 130 anos volvidos sobre a fundação do jornal ‘Maria da Fonte’, que ele mesmo possa disponibilizar o conhecimento existente, de forma idêntica à que utilizou para tentar clarificar dúvidas ou interpretações, corrigindo muito do enredo na informação que em 1885 Camilo Castelo Branco dera à estampa, e sobejamente veiculada a todo o país com a publicação do seu livro cujo título era o da virago povoense de 1846.
Tentaremos, aqui, explicar os principais contornos dos episódios que enformaram a Revolta da Maria da Fonte; o porquê de acontecerem na Póvoa de Lanhoso; o seu desenvolvimento em Revolução; os nomes das mulheres que protagonizaram os acontecimentos; a reação das autoridades e os principais contributos na construção do símbolo em que se transformou. Esta divulgação apenas no formato difere do folhetim com que Azevedo Coutinho, auxiliado por Martins de Oliveira, deu a público nas páginas deste mesmo jornal entre janeiro e agosto de 1886, decisivo na perceção do grande volume de factos conhecidos e hoje documentalmente confirmados.
Preâmbulo
As problemáticas subjacentes à história da Maria da Fonte são contemporâneas dos confrontos e das motivações dos levantamentos, aparentemente provocados pela aplicação das leis da saúde (que impediam a continuação da prática dos enterramentos dentro das igrejas), à recognição de uma líder para os motins. A não identificação de uma mulher com o nome próprio Maria da Fonte, a quem as revoltosas da Póvoa de Lanhoso davam vivas, e que as autoridades locais tentavam identificar e capturar, iria somar uma áurea romântica à ação daquelas mulheres, decididas a colocar termo aos desmandos que todos sentiam, independentemente das razões concretas de cada um, fosse qual fosse a sua condição social, poder económico, fervor religioso ou convicção política.
Se as dificuldades sentidas pelas autoridades locais ganharam relevância em relatórios oficiais, de quem a Maria da Fonte “se havia escondido”, ou ainda mais “épico”, pelo facto das mulheres presas nos episódios assim se identificarem (escondendo a sua própria identidade, ou daí tentando retirar “benefícios”), logo ganharam envolvência regional e que a imprensa liberal setembrista fez caricaturar, transportando-a para uma dimensão nacional, pela soma das particularidades incomuns a si associadas – a luta feminina, a ruralidade das intervenientes, a política no mundo do campesinato – e por quem todos nutriram simpatia na afronta à prepotência do poder instituído, numa sociedade em profunda transformação.
A popularidade da Maria da Fonte ganhou expressão no vasto cancioneiro interpretado nas ruas, nas leituras políticas e na simplicidade da força popular, as quais contrastaram com o recurso à ridicularização, como exemplarmente aconteceu com António Feliciano de Castilho na ‘Crónica certa e muito verdadeira…’. Contudo, a dimensão maior da glorificação é conseguida através do romantismo capaz de lhe votar um hino, interpretado logo no rescaldo dos levantamentos.
Se as mulheres regressaram às suas casas e às suas lidas logo após a substituição do administrador do concelho (ainda em 1846), a verdade é que o símbolo já era frequentemente evocado em associação a valores como igualdade, justiça ou coragem por homens como Almeida Garrett ou Oliveira Martins.
Volvidos 40 anos a honra e a dignidade das gentes da Póvoa de Lanhoso iriam ser abaladas com uma publicação de Camilo Castelo Branco. O mestre de Ceide, que já anteriormente se tinha inspirado na Póvoa de Lanhoso (em romances como ‘O Demónio do Ouro’, a ‘Brasileira de Prazins’ ou em algumas das “Novelas do Minho”…), invariavelmente com recurso a informações e escritos facultados por Ferreira de Mello e Andrade, da Casa da Agras, publicou em 1885 a sua ‘Maria da Fonte’. Tendo como objetivo refutar os ‘Apontamentos…’ do Pe. Casimiro José Vieira (o General das 5 Chagas, de Vieira do Minho), demarca o seu pensamento político e sociológico de outros vultos da Geração de 70, numa espécie de ensaio sobre o liberalismo português, tudo ceifando com a mordacidade caraterística do seu génio literário.
Em a ‘Maria da Fonte’, de Camilo, onde o relato romanceado da génese é uma transcrição literal dos escritos de Ferreira de Mello e Andrade, a versão que diz ser a mais credível dos acontecimentos, são afinal palavras do então administrador do concelho, que opta por não alterar (talvez pelo autor haver já falecido, em 1881), transportando para a dimensão nacional a visão romanesca da Maria da Fonte e das mulheres do Minho, e do que apelida de “rodeiro dos engeitados da Póvoa…”
Perante aquilo que considera uma afronta, a Póvoa de Lanhoso irá responder, como veremos, pelas palavras de Azevedo Coutinho, nas páginas de um jornal fundado e renomeado com esse objetivo particular: ‘A Maria da Fonte’.
André Rodrigues no lugar do Armando Fernandes
Troca de lugares
no executivo municipal
A redistribuição de pelouros foi um dos te-mas que marcou a última reunião pública da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, realizada a 22 de Março, com o vereador Armando Fernandes a ceder lugar a André Rodrigues, como vereador a tempo inteiro. A decisão torna-se efectiva a 1 de Maio.
Sob a tutela de Armando Fernandes estavam os pelouros da Cultura, Serviços Administrativos, Trânsito, Protecção Civil e Obras Particulares. A partir de 1 de Maio, o vereador André Rodrigues passa a comandar os pelouros do Trânsito, Serviços Administrativos, Protecção Civil e Cultura/Turismo. O pelouro das Obras Particulares associa-se ao do Planeamento, ficando sob responsabilidade do presidente da Câmara Municipal, Manuel Baptista.
Com estas alterações, o presidente Manuel Baptista passar a tutelar os Pelouros da Representação; Assuntos Sociais; Ambiente e Obras Municipais; Freguesias e Planeamento; e Obras Particulares. A Vice-presidência, Finanças, Educação, Juventude e Desporto e Desenvolvimento Económico ficam sob a tutela da vereadora Gabriela Fonseca.
O Pelouro da Cultura passa a designar-se ‘Cultura e Tu-rismo’ e deixa de existir o pelouro do Associativismo, com o PS a considerar que o Associativismo merecia um pelouro próprio.
Os vereadores Armando Fernandes e Gabriela Fonseca explicaram que se tratava de um pelouro transversal, uma vez que as associações de carácter cultural estavam mais ligadas ao vereador Armando Fernandes e as associações de carácter juvenil e desportivo trabalhavam com a vereadora Gabriela Fonseca. Tratava-se pois, de um pelouro que estava “repartido” por dois vereadores.
Com o anúncio formal da saída de Armando Fernandes, o vereador do PS, Frederico Castro, e numa declaração subscrita pelas vereadoras socialistas - Fátima Moreira e Lídia Vale, desejou as maiores felicidades, na sua vida profissional, a Armando Fernandes. “Quero dizer-lhe que tenho consideração pelo trabalho que fez na Câmara Municipal”, disse o vereador Frederico Castro, desejando também as maiores felicidades ao vereador André Rodrigues.
no executivo municipal
Sob a tutela de Armando Fernandes estavam os pelouros da Cultura, Serviços Administrativos, Trânsito, Protecção Civil e Obras Particulares. A partir de 1 de Maio, o vereador André Rodrigues passa a comandar os pelouros do Trânsito, Serviços Administrativos, Protecção Civil e Cultura/Turismo. O pelouro das Obras Particulares associa-se ao do Planeamento, ficando sob responsabilidade do presidente da Câmara Municipal, Manuel Baptista.
Com estas alterações, o presidente Manuel Baptista passar a tutelar os Pelouros da Representação; Assuntos Sociais; Ambiente e Obras Municipais; Freguesias e Planeamento; e Obras Particulares. A Vice-presidência, Finanças, Educação, Juventude e Desporto e Desenvolvimento Económico ficam sob a tutela da vereadora Gabriela Fonseca.
O Pelouro da Cultura passa a designar-se ‘Cultura e Tu-rismo’ e deixa de existir o pelouro do Associativismo, com o PS a considerar que o Associativismo merecia um pelouro próprio.
Os vereadores Armando Fernandes e Gabriela Fonseca explicaram que se tratava de um pelouro transversal, uma vez que as associações de carácter cultural estavam mais ligadas ao vereador Armando Fernandes e as associações de carácter juvenil e desportivo trabalhavam com a vereadora Gabriela Fonseca. Tratava-se pois, de um pelouro que estava “repartido” por dois vereadores.
Com o anúncio formal da saída de Armando Fernandes, o vereador do PS, Frederico Castro, e numa declaração subscrita pelas vereadoras socialistas - Fátima Moreira e Lídia Vale, desejou as maiores felicidades, na sua vida profissional, a Armando Fernandes. “Quero dizer-lhe que tenho consideração pelo trabalho que fez na Câmara Municipal”, disse o vereador Frederico Castro, desejando também as maiores felicidades ao vereador André Rodrigues.
Nacional de Escalada de Bloco
Gonçalo Sampaio
com excelentes resultados
Decorreu, nos dias 19 e 20 de Março, no pavilhão Encosta do Sol, na vila de Soure, a primeira prova do Circuito FPME (Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada) de Escalada de Bloco de 2016. A Associação Desportiva e Cultural Gonçalo Sampaio fez-se representar por Nuno Lima e Rui Machado, em Juniores; Jorge Gabriel, Rui Vieira e Ana Cunha, em Juvenis; e Beatriz Abreu e Leonor Martins, em Infantis.
Durante o domingo, os atletas competiram e deram o seu melhor, ultrapassando com a nota máxima os problemas idealizados pelos Equipadores Filipe Cardinal e Bruno Gaspar, responsáveis pelo route setting da competição. A fase final da competição mostrou-se bastante exigente, tendo no entanto os atletas conseguido obter excelentes classificações:
1.º lugar - Nuno Lima, em Juniores masculinos
1.º lugar - Jorge Gabriel, em Juvenis masculinos
2.º lugar - Ana Cunha, em Juvenis femininos
4.º lugar – Rui Machado, em Juniores masculinos
4.º lugar - Rui Vieira, em Juvenis masculinos
7.º lugar - Beatriz Abreu, em Infantis femininos
9.º lugar - Leonor Martins, em Infantis femininos
Como balanço final, podemos apontar uma óptima prestação dos atletas povoenses, num circuito extremamente competitivo, de uma modalidade em franco crescimento no nosso país. Estão de parabéns ainda, a direcção da Associação e o Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio pelo apoio incondicional que têm dado à modalidade e que dessa forma têm também contribuído para garantir a formação desportiva destes jovens, dando-lhes, a possibilidade de estarem presentes no pódio em diversas competições que têm participado do circuito nacional da modalidade, vendo assim o seu esforço e dedicação reconhecido.
com excelentes resultados
Decorreu, nos dias 19 e 20 de Março, no pavilhão Encosta do Sol, na vila de Soure, a primeira prova do Circuito FPME (Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada) de Escalada de Bloco de 2016. A Associação Desportiva e Cultural Gonçalo Sampaio fez-se representar por Nuno Lima e Rui Machado, em Juniores; Jorge Gabriel, Rui Vieira e Ana Cunha, em Juvenis; e Beatriz Abreu e Leonor Martins, em Infantis.
Durante o domingo, os atletas competiram e deram o seu melhor, ultrapassando com a nota máxima os problemas idealizados pelos Equipadores Filipe Cardinal e Bruno Gaspar, responsáveis pelo route setting da competição. A fase final da competição mostrou-se bastante exigente, tendo no entanto os atletas conseguido obter excelentes classificações:
1.º lugar - Nuno Lima, em Juniores masculinos
1.º lugar - Jorge Gabriel, em Juvenis masculinos
2.º lugar - Ana Cunha, em Juvenis femininos
4.º lugar – Rui Machado, em Juniores masculinos
4.º lugar - Rui Vieira, em Juvenis masculinos
7.º lugar - Beatriz Abreu, em Infantis femininos
9.º lugar - Leonor Martins, em Infantis femininos
Como balanço final, podemos apontar uma óptima prestação dos atletas povoenses, num circuito extremamente competitivo, de uma modalidade em franco crescimento no nosso país. Estão de parabéns ainda, a direcção da Associação e o Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio pelo apoio incondicional que têm dado à modalidade e que dessa forma têm também contribuído para garantir a formação desportiva destes jovens, dando-lhes, a possibilidade de estarem presentes no pódio em diversas competições que têm participado do circuito nacional da modalidade, vendo assim o seu esforço e dedicação reconhecido.
Alexandre Marques tem 12 anos...
Descendente de povoenses
dá cartas no motocross
Chama-se Alexandre Marques, tem 12 anos e nas suas veias corre sangue povoense. Nasceu na Suíça mas é filho de povoenses, da freguesia de Esperança. Aos 4 anos começou a andar de moto e desde aí não parou. Apesar da sua tenra idade, tem um futuro promissor pela frente.
Conta-nos um pouco da tua história no motocross. Com que idade começaste a andar de moto?
Acompanhava o meu pai em todas as provas e foi aí que o “bichinho” do motocross começou a nascer em mim. Quando completei os 4 anos, ofereceram-me a minha primeira moto e a partir daí comecei a minha carreira de piloto.
Que categorias e campeonatos disputaste?
As categorias foram o 65cc e 85cc na SJMCC e 50cc, 65cc e 85cc na MXRS com passagem pela FMS.
Quais as principais conquistas até hoje?
As principais conquistas começaram em 2011, tendo ganho o 50 cc na MXRS, juntado também o 1º lugar 65cc (2012), 2º lugar em 85cc (2014) e o 1º lugar no 85cc (2015). Agora no SJMCC, ganhei o 65cc (2013) e ganhei duas vezes o 85cc (2014 e 2015), onde consegui também o 4º lugar na Master Kids 85 (Prova mundial) em 2012 e 2013.
Quem ou quais foram suas referências e inspirações para te iniciares no motocross?
A minha principal referência foi o meu pai, que sempre me deu todo o apoio neste sonho e porque sempre o admirei como piloto e passou-me o bichinho do motocross.
Como iniciou a tua parceria com equipa Husqvarna?
Em 2014, a Husqvarna lançou uma mota nova de 85cc e, como eu tinha sido campeão na categoria 65cc no ano anterior, propuseram-me e foi uma boa oportunidade para começar uma nova categoria com uma nova mota.
Quais são as principais características que um piloto deve ter para um bom desempenho nas competições?
Confiança, concentração e preparação física são algumas das características que fazem um bom piloto. Um piloto de motocross, penso que seja um dos desportos mais exigentes, tem que estar muito confiante porque, no arranque, arrancam umas 40 motas ao mesmo tempo e todos com o mesmo objectivo. Depois, temos a condução, onde convêm ser muito bom porque, para além de andar sempre a grande velocidade, temos que enfrentar grandes saltos, travagens muito bruscas e com o passar do tempo a pista vai-se deteriorando. O nível de concentração tem que ser enorme. Depois, temos a parte física pois sem uma boa preparação nada vai resultar. Temos que estar preparados para andar a um ritmo alto. Mesmo com tudo a correr bem, não significa vitória porque temos os nossos adversários que lutam pelo mesmo. Então, temos que ser inteligentes e consistentes para continuar focados na vitória.
Como é tua rotina de treinos?
Eu consegui entra para uma sportschule, uma escola de desporto, onde consigo ter um plano de treino sem interferir nos estudos. Nesta altura do ano, a parte física é a principal.
Às segundas-feiras faço natação, terça-feira tenho ginástica em grupo e depois à noite faço duas horas de bicicleta e às quartas-feiras jogo futebol com os amigos futebol e bicicleta. Já na quinta-feira, faço uma hora de jogging pela manhã e no final da tarde tenho uma hora com o meu treinador pessoal.
Às sextas-feiras, aproveito para descansar um pouco ou desloco-me para as pistas. Por exemplo, no mês de Janeiro fui todos os fins-de-semana para Itália.
Como preparação para a próxima época, no mês de Dezembro estive em Portugal, sob a orientação de um treinador de motocross (Hugo Santos), onde me deslocarei novamente.
A quem deixas os teus agradecimentos?
Deixo os meus agradecimentos aos meus pais e fãs por todo o apoio e carinho dado e também claro a minha equipa Husqvarna e aos meus patrocinadores, por me ajudarem a realizar o meu sonho.
dá cartas no motocross
Chama-se Alexandre Marques, tem 12 anos e nas suas veias corre sangue povoense. Nasceu na Suíça mas é filho de povoenses, da freguesia de Esperança. Aos 4 anos começou a andar de moto e desde aí não parou. Apesar da sua tenra idade, tem um futuro promissor pela frente.
Conta-nos um pouco da tua história no motocross. Com que idade começaste a andar de moto?
Acompanhava o meu pai em todas as provas e foi aí que o “bichinho” do motocross começou a nascer em mim. Quando completei os 4 anos, ofereceram-me a minha primeira moto e a partir daí comecei a minha carreira de piloto.
Que categorias e campeonatos disputaste?
As categorias foram o 65cc e 85cc na SJMCC e 50cc, 65cc e 85cc na MXRS com passagem pela FMS.
Quais as principais conquistas até hoje?
As principais conquistas começaram em 2011, tendo ganho o 50 cc na MXRS, juntado também o 1º lugar 65cc (2012), 2º lugar em 85cc (2014) e o 1º lugar no 85cc (2015). Agora no SJMCC, ganhei o 65cc (2013) e ganhei duas vezes o 85cc (2014 e 2015), onde consegui também o 4º lugar na Master Kids 85 (Prova mundial) em 2012 e 2013.
Quem ou quais foram suas referências e inspirações para te iniciares no motocross?
A minha principal referência foi o meu pai, que sempre me deu todo o apoio neste sonho e porque sempre o admirei como piloto e passou-me o bichinho do motocross.
Como iniciou a tua parceria com equipa Husqvarna?
Em 2014, a Husqvarna lançou uma mota nova de 85cc e, como eu tinha sido campeão na categoria 65cc no ano anterior, propuseram-me e foi uma boa oportunidade para começar uma nova categoria com uma nova mota.
Quais são as principais características que um piloto deve ter para um bom desempenho nas competições?
Confiança, concentração e preparação física são algumas das características que fazem um bom piloto. Um piloto de motocross, penso que seja um dos desportos mais exigentes, tem que estar muito confiante porque, no arranque, arrancam umas 40 motas ao mesmo tempo e todos com o mesmo objectivo. Depois, temos a condução, onde convêm ser muito bom porque, para além de andar sempre a grande velocidade, temos que enfrentar grandes saltos, travagens muito bruscas e com o passar do tempo a pista vai-se deteriorando. O nível de concentração tem que ser enorme. Depois, temos a parte física pois sem uma boa preparação nada vai resultar. Temos que estar preparados para andar a um ritmo alto. Mesmo com tudo a correr bem, não significa vitória porque temos os nossos adversários que lutam pelo mesmo. Então, temos que ser inteligentes e consistentes para continuar focados na vitória.
Como é tua rotina de treinos?
Eu consegui entra para uma sportschule, uma escola de desporto, onde consigo ter um plano de treino sem interferir nos estudos. Nesta altura do ano, a parte física é a principal.
Às segundas-feiras faço natação, terça-feira tenho ginástica em grupo e depois à noite faço duas horas de bicicleta e às quartas-feiras jogo futebol com os amigos futebol e bicicleta. Já na quinta-feira, faço uma hora de jogging pela manhã e no final da tarde tenho uma hora com o meu treinador pessoal.
Às sextas-feiras, aproveito para descansar um pouco ou desloco-me para as pistas. Por exemplo, no mês de Janeiro fui todos os fins-de-semana para Itália.
Como preparação para a próxima época, no mês de Dezembro estive em Portugal, sob a orientação de um treinador de motocross (Hugo Santos), onde me deslocarei novamente.
A quem deixas os teus agradecimentos?
Deixo os meus agradecimentos aos meus pais e fãs por todo o apoio e carinho dado e também claro a minha equipa Husqvarna e aos meus patrocinadores, por me ajudarem a realizar o meu sonho.
Culturismo e Men’s Physique
Póvoa de Lanhoso acolhe
Campeonato Regional Norte
Pela mão do Ginásio de Porto d’Ave e IFBB (International Federation of Bodybuilding and Fitness) Portugal, a Póvoa de Lanhoso recebe, no dia 25 de Abril, o Campeonato Regional Norte de Culturismo e Men’s Physique, num evento que conta com o apoio da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso. A Póvoa de Lanhoso transforma-se, assim, no centro do culturismo da região Norte. Pelo antigo auditório do ISAVE, em Fontarcada, são esperados entre 200 a 300 atletas. O início da prova está agendado para as 10 horas.
“Conseguir trazer uma prova do calendário nacional para a Povoa de Lanhoso é mais que a realização de um sonho, é o alcançar de um objectivo para o qual muito tenho trabalhado.
Vai ser uma oportunidade única dos interessados por este desporto poderem ver, apreciar e opinar sobre um desporto que por norma só vêem na internet ou então teriam de se deslocar bastantes quilómetros para assistirem. Espero ver o auditório do ex-ISAVE, em Fontarcada, cheio de gente interessada pelo culturismo. Certamente que depois da prova a opinião sobre o culturismo vai mudar e espero que no futuro existam muitos mais atletas do concelho a participar. Estamos e estaremos sempre disponível para ajudar quem quiser competir e quem se quiser juntar à nossa família porque é esse o espirito do GYM PORTO D’AVE”, refere Daniel Morais, do Ginásio de Porto d’Ave.
Mais de mil pessoas são esperadas no antigo auditório do ISAVE para assistir às provas.
Campeonato Regional Norte
“Conseguir trazer uma prova do calendário nacional para a Povoa de Lanhoso é mais que a realização de um sonho, é o alcançar de um objectivo para o qual muito tenho trabalhado.
Vai ser uma oportunidade única dos interessados por este desporto poderem ver, apreciar e opinar sobre um desporto que por norma só vêem na internet ou então teriam de se deslocar bastantes quilómetros para assistirem. Espero ver o auditório do ex-ISAVE, em Fontarcada, cheio de gente interessada pelo culturismo. Certamente que depois da prova a opinião sobre o culturismo vai mudar e espero que no futuro existam muitos mais atletas do concelho a participar. Estamos e estaremos sempre disponível para ajudar quem quiser competir e quem se quiser juntar à nossa família porque é esse o espirito do GYM PORTO D’AVE”, refere Daniel Morais, do Ginásio de Porto d’Ave.
Mais de mil pessoas são esperadas no antigo auditório do ISAVE para assistir às provas.
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