EDITORIAL
Excesso de zelo
Uma boa parte da sinalização de trânsito quer vertical quer horizontal fica muito a desejar nas estradas nacionais ou municipais do nosso país.
Desde o tamanho da sinalética vertical que é muito pequena comparada com, por exemplo, os nossos vizinhos espanhóis; sinais de trânsito ‘abraçados’ por vegetação ou pura e simplesmente vandalizados; semáforos onde só se vê o ferro de suporte porque os sinais propriamente ditos estão no meio de ramos de árvores; passadeiras ‘invisíveis’; lombas descomunais ou parcialmente desfeitas; sinais desactualizadíssimos; sinalização de obras a dez metros das mesmas ou a assinalar obras do mandato anterior, enfim, temos de tudo.
Mas, à portuguesa, também temos o excesso de zelo.
Quem percorrer a estrada entre Arcas e Águas Santas, refiro esta porque passo lá muitas vezes e saltou-me à vista, vai deparando com uma sementeira de sinais de trânsito que roçam o ridículo.
Duplos sinais por ali abaixo que ora limitam 70 ora limitam 50km/hora no espaço de vinte ou trinta metros; proibições de ultrapassar onde só loucos, que os há, o fariam precedidos de mais dois a indicar curva perigosa seguindo-se entroncamento e, pasme-se, há um sinal de ‘Escola/Crianças’ enviesado vá-se lá saber porquê. Será por causa do relevo do terreno?... Enfim, há de tudo.
Não sei, e ainda bem que não sei porque para o caso pouco me interessa, quem foram os responsáveis por tamanha sementeira de placas novinhas em folha o que é certo é que o ambiente é que paga e a utilidade de tanta informação é pouca ou nenhuma.
Será que há alguém que goste de ver uma sementeira de placas, desnecessárias, de ferro pintado nas bonitas bermas, quando limpas, das nossas estradas? Francamente não sei mas como há gostos para tudo...
Cumpre ao estado através das leis da República e dos seus organismo locais zelar pelo ordenamento do território coisa que raramente fez de Lisboa para cima e de Beja para baixo.
Não há, no entanto, nenhuma lei que supere a lei do bom senso.
Até um dia destes.
DISTINÇÃO ATRIBUÍDA PELO OBSERVATÓRIO DAS FAMÍLIAS NUMEROSAS
Póvoa de Lanhoso continua
a ser ‘Autarquia Mais
Familiarmente Responsável’
A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso voltou a receber a distinção de Autarquia Mais Familiarmente Responsável. Esta distinção, atribuída pelo Observatório das Famílias Numerosas, acontece pelo quinto ano consecutivo.
“Este é um reconhecimento que nos deixa muito satisfeitos, porque prova que as políticas sociais que seguimos estão consolidadas. A nossa preocupação permanente é melhorar a qualidade de vida dos povoenses e as respostas sociais e de educação são um importante contributo para atingirmos permanentemente esse objectivo”, considera o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista.
Respostas como o Naturalanhoso, o subsídio de apoio às rendas, as bolsas de estudo e os Prémios de Mérito Escolar, o apoio social escolar, os transportes escolares, os manuais escolares gratuitos, os Cartões Municipais, os Centros de Convívio, o Banco de Voluntariado e a Loja Social, o Serviço para a Promoção da Igualdade de Género, o Plano Municipal da Igualdade, de entre muitas outras, constituem algumas das medidas existentes.
A construção dos Centros Escolares e de equipamentos desportivos, como o Pavilhão do Centro Educativo do Cávado, a renovação da bandeira de Praia Acessível e outras medidas também contribuem para a renovação desta distinção, que é o reconhecimento desta política transversal de apoio às famí
Em 2013, a Póvoa de Lanhoso recebeu a bandeira com palma, que é a que é entregue às autarquias que recebem a distinção por três ou mais anos consecutivos.
A entrega da respectiva bandeira está marcada para o próximo dia 19 de Novembro (quarta-feira), pelas 17h00, no Auditório da sede da Associação Nacional de Municípios em Coimbra.
lias Povoenses implementada pelo Município.
CONFERÊNCIA CONTOU COM A PRESENÇA DE PATRÍCIA ELIANA PEREIRA
PS traça balanço
do primeiro ano de mandato
do primeiro ano de mandato
No balanço da actividade dos órgãos autárquicos no primeiro ano de mandato, Frederico Castro, presidente da Comissão Política do PS e vereador da Câmara Municipal, apontou que o Partido Socialista, tanto na Câmara como na Assembleia Municipal, “tem desenvolvido um trabalho que vai para além e que é mais do que aquilo que é tradicionalmente o trabalho de oposição de qualquer partido”.
O balanço deste primeiro ano de mandato, realizado na sede do PS, contou, para além de Frederico Castro, com a presença de Patrícia Eliana Pereira, líder da bancada do PS na Assembleia Municipal, de Gilberto Anjos, representante dos presidentes de Junta eleitos pelo PS, e de Carlos Vieira, coordenador da Juventude Socialista.
Frederico Castro destacou que ao longo deste ano apresentaram “propostas concretas que vão, por um lado, de encontro àquilo que era o programa eleitoral do PS mas que estão, em muito, sintonizadas com aquelas que são as necessidades mais prementes do concelho”. O vereador do PS deu ainda conta de propostas apresentadas que foram “sistematicamente” chumbadas pela Câmara Municipal”. Aquele elemento do PS deu como exemplos a proposta para a melhoria das condições de treino da atleta Alexandrina Oliveira, assim como do espaço da feira semanal. No que diz respeito à feira semanal, Frederico Castro referiu que, no caso da feira semanal, a Câmara Municipal chumbou a proposta com o argumento de que teria um projecto para aquele espaço. “Já passaram mais de seis meses e ainda não conhecemos esse projecto”, argumentou Frederico Castro.
A implementação da natação no pré-escolar foi outras das propostas referidas pelo vereador do PS que mereceu o chumbo da Câmara Municipal, com os agrupamentos de escola a implementar parcialmente a natação no pré-escolar neste ano lectivo.
Frederico Castro referiu ainda a proposta de medição dos níveis de amianto, também ela chumbada. O vereador socialista afirmou que “o PS não vai largar o assunto”.
Por último, Frederico Castro referiu a proposta levada à última reunião pública da Câmara Municipal, referente à melhoria das estradas de Ventuzela e Nossa Senhora da Alegria, na União de Freguesias de Campo e Louredo, também ela chumbada.
“Esta Câmara Municipal não está habituada a lidar com uma oposição construtiva”, acusou Frederico Castro, apontando que a Câmara Municipal está “demissionária”.
Tanto Frederico Castro como Patrícia Eliana Pereira referiram a solicitação de um gabinete para desenvolver o seu trabalho. “Merecemos ter condições de trabalho. Não têm os vereadores, não têm os deputados da Assembleia Municipal”, revelou Patrícia Pereira, apontando que o PS procura ser uma voz activa da população.
A transferência de verbas para as freguesias foi um dos assuntos destacados por Gilberto Anjos, que referiu o facto das freguesias do PS ficaram a perder. Segundo Gilberto Anjos, que preside à União de Freguesias de Águas Santas e Moure, as juntas de freguesia do PS “têm de encontrar uma forma de fazer mais com menos”. Carlos Vieira, da JS, apontou a política desenvolvida por aquela estrutura, de aproximação aos jovens, assim como a visita à Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso, onde reuniram com a comissão de estudantes.
Perceber a realidade das freguesias é o objectivo do PS para este segundo ano de mandato.
Covelas
Magusto convívio
reuniu população
reuniu população
Um lanche-convívio, na tarde de Domingo, dia 9 de Novembro, com magusto e porco no espeto, trouxe momentos de grande animação à freguesia de Covelas. A iniciativa partiu da Junta de Freguesias de Covelas e a população participou em grande número, dando um brilhantismo ainda maior à festa. Viveram-se momentos de grande alegria e animação, num salutar convívio entre as gentes de Covelas. O grupo ‘Amigos da Pandega’ animou o convívio, com os participantes a saciar o apetite com o porco no espeto, regado pelo bom vinho verde e adoçado pelas castanhas assadas. O ambiente foi de grande festa. Manuel Baptista, acompanhado pelos vereadores Gabriela Fonseca, Armando Fernandes e André Rodrigues, marcaram presença na festa.
APRENDEU A ARTE “DE OUVIDO” E ASSUME ORGULHO PELA FORMA COMO TOCA
Carlos Machado:
Um exímio tocador de sino
Um exímio tocador de sino
A vila da Póvoa de Lanhoso conta com um exímio tocador de sino. Carlos Manuel Machado tem 82 anos e mora no Horto, na vila. É conhecido por todos como o servo do Pilar. Reside numa habitação da Confraria de Nossa Senhora do Pilar há 60 anos. Uma vida. Todos quantos frequentam a Igreja do Pilar ou a Capela do Horto conhecem Carlos Machado. Aos Domingos, ao início da tarde, um táxi leva-o montanha acima até à Igreja do Pilar, onde permanece durante a tarde. Ao final do dia, regressa até ao sopé do monte do Pilar, onde reside, junto à Capela do Horto.
Encontramo-lo sentado junto à porta de casa, na conversa com um amigo. Ao se lado, o seu fiel amigo de quatro patas fazia-lhe companhia. Veio para aquela residência quando casou. Enquanto era novo, trabalhava fora e só ao Domingo é que se ocupava da Igreja do Pilar e da Capela do Horto. Nos restantes dias, era a esposa Maria Odete, de 81 anos, que se ocupava de tudo. Tal como o marido, também ela sabe tocar o sino. É o sacristão de serviço quando há celebrações naqueles templos.
Revela que aprendeu a tocar o sino “de ouvido”. “São uma porcaria dos sinos eléctricos. Não há ninguém que toque o sino como eu. Toda a gente fica admirada com a forma como eu toco o sino”, conta, orgulhoso, Carlos Machado.
“Morávamos em Lanhoso, ainda era eu rapaz pequeno, e ouvia tocar o sino. Ficava-me no ouvido”, diz-nos Carlos Machado.
“Eu trabalhava. A minha mulher é que fazia o trabalho todo. Eu só me ocupava disto ao Domingo. A minha mulher é que se ocupava de tudo durante a semana. Atendia as pessoas que vinham fazer promessas e acompanhava-as até à Igreja do Pilar. Naquela maré, a gente era nova e não custava nada. Agora, já não há tanta gente a fazer promessas. O povo por aqui sabe que eu estou ao Domingo à tarde lá em cima, na Igreja do Pilar”, revela.
Carlos Machado conhece várias histórias da vila e das suas gentes e tal como no sino, é um exímio contador de histórias.
Conhece a história de Santa Cristina de Bragança, sepultada na Capela do Horto e afirma, ao contrário do que alguns pensam, que o seu corpo ali permanece. “Já a vi por 3 vezes”, afirma, contando-nos a história de Santa Cristina. Sabe as datas precisas de vários acontecimentos e dá-nos a conhecer um pouco da história da vila e das suas gentes, passando pelo Castelo, pela construção da Igreja do Pilar, da Igreja de Nossa Senhora do Amparo e de vários episódios vividos nas Terras da Maria da Fonte. “Tenho tudo na cabeça”, aponta ainda Carlos Machado.
CULTURA
Alunos da EPAVE ajudam
a divulgar artistas
a divulgar artistas
Com o objectivo de dar a conhecer e divulgar a cultura e os artistas do concelho da Póvoa de Lanhoso, os alunos do 2.º ano do Curso Profissional Técnico de Comunicação – Marketing, Relações Públicas e Publicidade da EPAVE, promovem no centro comercial Liberdade Street Fashion em Braga, uma exposição de aguarelas da Artista Plástica Fernanda Barros, intitulada “100 Contemplações”.
As 100 Contemplações retratam locais e vivências da Póvoa de Lanhoso, explica Fernanda Barros.
“Porque vivo e trabalho na Póvoa de Lanhoso, é aqui que mais frequentemente encontro motivos de contemplação e, sem contemplações para o feio, o triste ou o desassossego deixei o meu olhar vagar, a minha alma sonhar e os meus pinceis trabalhar dando forma às cem contemplações que vos ofereço”, explica a autora.
Monsul
Freguesia recebeu visita pastoral
O Centro Social e Paroquial de Monsul foi uma das instituições da freguesia que recebeu, no dia 6 de Novembro, a visita de D. Francisco Senra Coelho, bispo auxiliar de Braga, no âmbito das visitas pastorais que decorrem no concelho da Póvoa de Lanhoso.
Os utentes, colaboradores, membros da direcção e comunidade em geral receberam a Santa Unção através da infinita misericórdia.
“O sacramento da Unção dos doentes pode ser administrado no hospital ou numa igreja e várias pessoas podem recebê-lo ao mesmo tempo. Se a doença perdura ou piora, o doente pode receber o sacramento várias vezes.
Deste modo, este momento foi vivido com muita fé por todos os presentes. Para encerrar este dia tivemos ainda a honra de ter em nossa presença durante o almoço o Sr. Bispo, no qual reinou muita alegria e convívio”, explica a Dr.ª Ricardina Costeira, directora técnica do Centro Social e Paroquial de Monsul.
U.F. Fontarcada e Oliveira
Escola de Arrifana
entregue à Associação
de Música dos Bombeiros
“A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso aprovou a cedência a escola de Arrifana, desactivada, à Associação da Banda de Música dos Bombeiros Voluntários para funcionar como sede da Escola de Música desta Banda. Desta forma, a população daquela área do concelho passa a beneficiar bem mais perto de casa da instalação de uma entidade ligada ao ensino e aperfeiçoamento da música”, informa a Câmara Municipal.
Trata-se de uma cedência, a título de empréstimo, do edifício da antiga escola de Arrifana na União de Freguesias de Fontarcada e Oliveira, com destino ao desenvolvimento de actividades de interesse para a freguesia. Tem sido preocupação da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso encontrar novas utilizações para as antigas escolas. De lembrar que outros edifícios escolares desactivados no concelho têm conhecido novas utilidades. Por exemplo, em Ferreiros, está instalada uma incubadora municipal de empresas; e, em Águas Santas, está em funcionamento uma unidade produtora de cerveja artesanal.
“O importante é a ocupação que se dá aos estabelecimentos de ensino que encerraram, servindo as populações locais e o interesse concelhio, pois até para incubação e instalação de empresas, o que representa a criação de postos de trabalho, têm sido utili
A antigas escolas de Frades e de Taíde e o antigo jardim de infância de Campo são os espaços que se encontram, neste momento, devolutos, sendo que a EB1 de Taíde não deverá ser ocupada pois, conforme prevê a Carta Educativa, este edifício deverá ser uma remodelação por forma a acomodar as crianças dos jardins de infância do Agrupamento da Póvoa de Lanhoso.
zadas”, considera a vice-presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Gabriela Fonseca.
SOLIDARIEDADE
Actividade arciprestal:
“A Caridade Sou Eu”
“A Caridade Sou Eu”
As paróquias de Calvos e Fontarcada desenvolveram iniciativas no âmbito da actividade lançada pela Equipa de Catequese Arciprestal, cujo objectivo era a prática da caridade para com os outros. Estas actividades foram realizadas através dos grupos de Catequese. A Catequese de Calvos visitou o Canil Municipal da Póvoa de Lanhoso. As crianças e os catequistas doaram ao canil diversos produtos, tais como, ração para os animais, mantas e brinquedos. Uma vez que em Outubro se comemorou o Dia do animal, os catequistas da paróquia aproveitaram a ocasião para praticar a caridade juntos dos animais.
Já em Fontarcada, realizou-se uma recolha de donativos para uma família carenciada, que necessita de apoio nas despesas de saúde. No final da eucaristia dominical, as catequistas recolheram os donativos juntos dos paroquianos, numa acção bastante participada pela comunidade. O fruto dessa recolha será entregue pelo grupo de Catequese à família em causa.
De relembrar que a Diocese de Braga está a viver o Ano Social, subordinado ao tema da Fé Vivida, assentando em quatro áreas de interesse: política, economia, cultura e família.
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