EDITORIAL
Esturro
Ensinaram-me desde miúdo que a omnipresença era um termo divino. Só Ele era.
Não sei se os meus amigos leitores têm reparado que nos tempos que vivemos é difícil ver alguém com responsabilidades sociais ou políticas que estejam algum tempo ali. Onde estão fisicamente.
Desde Ministros; Secretários de Estado; Gestores; Presidentes de Câmara; Vereadores, etc, etc, quando estão em cerimónias públicas não passam sem espreitar de quando em vez para o seu telemóvel, smart phone ou ipad.
Há uns meses dividi mesa de almoço com um Presidente de Câmara. Era vê-lo assiduamente com as mãos abaixo do nível do tampo da mesa a responder a sms's e email's com aqui e ali semblantes diferentes - deduzo que as transformações se devessem ao conteúdo de cada mensagem.
Mais grave ainda, já vi pessoas de grande responsabilidade em conferências, palestras, debates e até conferências de imprensa com a cabeça baixa enfiada num dos tais equipamentos a responder e enviar mensagens estando em todo o lado, menos ali. Onde deveriam estar.
Já repararam onde os tempos modernos, os tais da globalização, nos trouxeram? Isto é lá forma de se viver em sociedade com o mínimo de qualidade de vida?
Mas não são só aqueles. Num restaurante, há dias, estava uma mesa com quatro pessoas que eram certamente pai, mãe, filho e filha. O filho era adolescente e a filha teria entre três e quatro anos.
Durante grande parte do tempo que aquela família coabitou a mesma mesa, espaço de excelência para trocarem saberes, os três mais velhos deixaram a menina perfeitamente isolada, com o olhar perdido no mundo que a rodeava.
Quando se quer fazer estrugido e passar a ferro ao mesmo tempo algum deles se vai queimar. Ou, quem sabe, os dois.
Não sei porquê mas já me cheira a esturro.
Até um dia destes.
Recorde de público
Modalanhoso é já
uma marca no concelho
uma marca no concelho
A edição deste ano do Modalanhoso, realizado a 14 de Agosto, véspera de feriado, bateu todos os recordes de público. Uma verdadeira multidão assistiu ao desfile das propostas das lojas e criadores do concelho. Cerca de 30 estabelecimentos comerciais participaram no evento. Apoiar o comércio local e dar visibilidade aos criadores da terra e aos jovens povoenses é um dos objectivos do Modalanhoso, que mantém a aposta na “prata da casa”. A receita é de sucesso e o Modalanhoso é já um evento de referência no concelho da Póvoa de Lanhoso, numa organização da Câmara Municipal e Associação de Turismo da Póvoa de Lanhoso. Pela ‘passerelle’, jovens povoenses desfilarem as propostas do comércio local e de jovens criadores. Finalistas do Festival de Talentos animaram musicalmente o evento que contou, também, com a participação do DJ Rui Vercetti e Evang.
“Festa que é de todos”
Satisfeito com a extensa plateia que marcou presença no Modalanhoso, Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, apontou a importância do evento para o comércio e para o concelho. A receita, de apostar na prata da casa, modelos e animação musical, é para manter.
O autarca apontou a necessidade de envolver os povoenses nesta iniciativa, que é uma festa de todos.
Armando Fernandes, vereador da cultura do município da Póvoa de Lanhoso traçou um balanço positivo do evento e destacou a oportunidade que foi dada aos jovens povoenses de mostrarem o seu talento no âmbito da moda e da música.
“Um dos nossos lemas é promover aquilo que somos e aquilo que temos”, apontou o vereador da Cultura, revelando que a aposta na “prata da casa” se estende a outros domínios, nomeadamente o teatro.
“Estamos aqui numa noite fantástica e com uma moldura humana como nunca vimos num evento destes”, destacou o presidente da Associação de Turismo da Póvoa de Lanhoso, revelando que o objectivo do Modalanhoso é “promover o comércio e dar a conhecer o que de melhor tem o comércio local”.
Lojas e criadores deram a conhecer propostas
Ourivesaria, acessórios, vestuário, calçado, cabeleireiro e estética e decoração foram as áreas representadas na ‘passerelle’, que contou com o desfile de peças produzidas pelos alunos do Curso de Coordenação e Produção de Moda da EPAVE, assim como dos jovens criadores, Diana Veloso e Hugo Silva. Salvador Nery, apresentador do programa Art Attack e encenador e actor na Companhia de Teatro big-problem foi o apresentador do Modalanhoso.
PDM
Reserva Ecológica
passa dos 64 para os 32%
passa dos 64 para os 32%
A passagem dos 64 para os 32% da Reserva Ecológica Nacional foi a grande conquista do Plano Director Municipal (PDM) da Póvoa de Lanhoso, em fase de discussão pública até 25 de Setembro. Na noite de quarta-feira, dia 13 de Agosto, no Theatro Club, a autarquia da Póvoa de Lanhoso apresentou à população a proposta de revisão do PDM.
“Culmina assim uma etapa extremamente importante do processo de revisão do Plano Director Municipal da Póvoa de Lanhoso. Uma longa etapa de seis anos que teve o seu início em Julho de 2008. Mas, porque é a etapa que antecede a mete, a sensação de cansaço dilui-se no regozijo do objectivo cumprido”, anunciou o vereador Armando Fernandes.
O caminho trilhado ao longo destes anos não foi fácil, conforme destacou o vereador Armando Fernandes. “Integram a nossa Comissão de Acompanhamento 22 entidades. Não foi fácil, ao longo destes anos, lutar por aquilo que acreditávamos. Até por-que as sensibilidades são díspares. Se houve entidades que foram inexcedíveis na colaboração prestada, outras houve com quem tivemos de esgrimir fortes argumentos para conseguirmos ver as nossas propostas reflectidas no documento final”, apontou Armando Fernandes.
Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, mostrou-se satisfeito com a apresentação da proposta do PDM e recordou que, quando chegou à Câmara Municipal, em 2005, o executivo por si liderado deu prioridade ao documento, uma vez que é importante para o desenvolvimento económico e social do concelho. O autarca recordou que o PDM é um instrumento de trabalho e de progresso do concelho. Dar a conhecer aos emigrantes, que marcam presença no concelho, a proposta do PDM foi uma das razões que levou a autarquia a apresentar o documento neste mês. O prazo de apresentação de sugestões ou reclamações, presencialmente ou através do site da autarquia, decorre até 25 de Setembro mas, segundo o presidente Manuel Baptista, poder ser alargado, caso se justifique.
Atendimento personalizado aos munícipes
Até 25 de Setembro, os munícipes têm à sua disposição, no edifício dos Paços do Concelho, um gabinete com atendimento personalizado, dedicado à discussão pública do PDM, onde podem consultar a proposta e apresentar as suas reclamações. Tais serviços podem também ser acedidos através da internet, no portal do município.
Conquistas e alterações do novo PDM
- Reserva Agrícola Nacional passa dos 64 para os 32%.
- Solo urbano mantém significativamente as mesmas percentagens do actual PDM. Aberto o caminho para a possibilidade de legalização de algumas empresas e edificações.
- Reordenamento dos espaços urbanos de forma a possibilitar a rentabilização de infra-estruturas públicas.
- Solo agrícola, em termos percentuais, aumenta ligeiramente, de forma sustentada para possibilitar o surgimento de mais projectos ligados à agricultura.
- Espaços dedicados às actividades económicas não sofrem alterações profundas. Parques industriais existentes respondem às necessidades dos próximos anos.
No Brasil
“Maria da Fonte” dá nome
a rancho folclórico
a rancho folclórico
O XVII Festival Folclórico Gonçalo Sampaio contou, este ano, com a presença de um rancho internacional. Aos três ranchos do concelho - Covelas, Verim e Porto d’Ave, juntou-se o Grupo Etnográfico de Valbom e o Rancho Folclórico Maria da Fonte, do Brasil.
Pertencente à Casa do Minho do Rio de Janeiro, o Rancho Folclórico Maria da Fonte foi criado a 18 de Dezem
O edifício dos Paços do Concelho acolheu a cerimónia de boas-vindas ao Rancho Folclórico Maria da Fonte do Brasil. Para além de integrarem o Festival de Folclore, a comitiva teve a oportunidade de ficar a conhecer a história da heroína que dá nome ao rancho: a Maria da Fonte, assim como de visitar alguns dos locais mais emblemáticos do concelho.
“É com satisfação que os recebemos aqui no concelho. Ter um rancho da Maria da Fonte na Póvoa de Lanhoso, para nós é uma honra. A Maria da Fonte é a nossa heroína”, revelou Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, dando a conhecer um pouco do concelho, nomeadamente o número de habitantes, as actividades económicas que marcam o território e as freguesias que integram as terras da Maria da Fonte.
“Somos um povo humilde. Gostamos de receber bem e ficamos contentes com a vossa actuação”, disse Manuel Baptista, revelando que, em Novembro deste ano, a cidade de Braga vai realizar uma geminação com a cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.
Agostinho dos Santos, da Casa do Minho recebeu algumas lembranças, que marcam a passagem da comitiva pelo concelho da Póvoa de Lanhoso. O momento ficou também registado para a posteridade no livro de honra do concelho.
Manuel Baptista foi presenteado com o diploma de sócio benemérito da Casa do Minho do Rio de Janeiro, oferecido por Agostinho dos Santos, que preside àquela instituição.
Rancho com 98% de brasileiros
Apontando a data de criação do Rancho Folclórico Maria da Fonte, 18 de Dezembro de 1954, Agostinho dos Santos revelou que, naquela época, a emigração para o Brasil era muito grande. “Quando foi fundado o rancho da Casa do Minho, ele tinha 99% de portugueses e apenas um brasileiro. Hoje, devido à falta de emigração, invertemos as coisas. São 98% brasileiros e 2% portugueses”, destacou o responsável da Casa do Minho do Rio de Janeiro.
bro de 1954, com o intuito de preservar as danças, cantares e tradições do Minho.
Agrupamento 527 N.ª S.ª do Amparo do CNE
Rolhas de cortiça por árvores
O Agrupamento 527 Nossa Senhora do Amparo do CNE alcançou um excelente terceiro lugar no projecto Green Cork. Trata-se de um projecto de reciclagem de rolhas de cortiça que reúne à sua volta várias entidades, nomeadamente a Quercus e a Corticeira Amorim.
O desafio foi lançado a nível nacional a escola e agrupamentos de escuteiros e consistia na recolha de rolhas de cortiça para reciclagem.
No que concerne ao Corpo Nacional de Escutas, o desafio lançado consistia que, por cada quilo de rolhas recolhido seria plantada uma árvore no Campo Nacional de Actividades Escutistas, loca em Idanha-a-Nova. O Agrupamento 527 classificou-se em terceiro lugar, arrecadando 189,05 Kg de rolhas de cortiça.
“Durante este ano, lançamos novamente o desafio do Green Cork aos bandos de Lobitos para que recolhessem o maior número de rolhas de cortiça.
Os bandos aceitaram o desafio e os dirigentes também foram recolhendo rolhas, contribuindo para a pesagem final. Conseguimos recolher 189,05 kg. A totalidade das rolhas foi entregue no Continente de Braga no dia 11 de Julho de 2014. Esperamos poder contribuir para o número a nível nacional e, mais ainda, contribuir para a preservação da natureza a reflorestação do nosso país”, explicam os responsáveis do Agrupamento 527 Nossa Senhora do Amparo.
lizado
Vilela
Freguesia acolhe
projectos empreendedores
projectos empreendedores
É na Quinta do Passal, em Vilela, que Rita Trindade e André Moreira, encontraram as condições necessárias para desenvolver o seu projecto agrícola ligado às plantas aromáticas e medicinais: a Earth Essences. Com formação em Biologia Aplicada, Rita e André abraçam um projecto comum: produzir plantas aromáticas e medicinais e extrair os seus óleos. Produzir com qualidade é o objectivo destes jovens empreendedores.
À vontade de levar em frente um projecto agrícola juntou-se a Junta de Freguesia de Vilela, que apoiou os jovens empreendedores desde a primeira hora, cedendo o andar superior do edifício da sede de junta para acolher a área administrativa da “Earth Essences”. O acolhimento das gentes daquela freguesia levou André a trocar Oliveira de Azeméis por Vilela. Com ele, vieram também os pais.
“Conhecemo-nos no laboratório de biologia vegetal e foi aí que surgiu a ideia de criar uma empresa. Percebemos que não havia qualidade nas plantas que utilizávamos no nosso estudo”, esclarecem os jovens empreendedores, apontando ainda que existia um grande desfasamento entre a qualidade e o preço das plantas que adquiriam para o estudo desenvolvido.
“A mais-valia do projecto, o valor acrescentado, é a extracção dos óleos. É aí que vamos ter o valor do produto. Podem ser usados na indústria farmacêutica, na cosmética, nos produtos higiénicos, na parte alimentar”, destacam. O projecto tem, pois, duas vertentes: a componente da biomassa seca e os óleos.
Os jovens empreendedores desafiam os agricultores a unirem-se ao projecto, produzindo nos seus terrenos plantas aromáticas. Na Quinta do Passal, as alcachofras crescem a olhos vistos.
O escoamento dos produtos já está garantido. Agora, é preciso ganhar dimensão, ganhar escala para colocar a Eart Essences no mapa nacional.
“A presidente da Junta de Freguesia de Vilela tem-nos ajudado imenso. Tem sido um apoio muito grande. Cedeu o andar superior para estabelecermos o escritório”, revela Rita Trindade.
“Fala-se muito de empreendedorismo, de apoiar o empreendedorismo. Quando estamos no papel corre tudo bem. No terreno, é dife-rente. Este tipo de apoio da Junta de Freguesia é muito importante para nós”, aponta André.
Junta de Freguesia no apoio ao empreendedorismo
Armandina Machado mostra-se satisfeita com os projectos empreendedores que nas-cem na freguesia. Os jovens empreendedores têm recebido todo o apoio do executivo de Vilela.
“São projectos importantes para a freguesia. Sabem que podem contar connosco. Recebi-os de braços abertos. Venham mais projectos para Vilela que estamos aqui para os receber”, revela Armandina Machado.
Durante o mês de Agosto
Emigrantes deram
vida ao concelho
vida ao concelho
Nada como o mês de Agosto para o concelho ganhar uma nova vida. Muitos povoenses, radicados além fronteiras, escolheram a sua terra natal para passar as férias de Verão. A vinda dos emigrantes trouxe alegria e um maior colo- rido às Terras da Maria da Fonte.
As ruas ganharam um movimento maior, que se reflectiu também no comércio. O comércio local agradece. O tempo “um pouco cinzento” que pinta o comércio local transformou-se num bonito colorido.
“As férias dos nossos emigrantes deviam ser de três em três meses. Ainda bem que muitos deles continuam a escolher o concelho onde nasceram para passar férias. Nós, comerciantes, agradecemos a vinda deles. Os negócios aumentam nesta época. Ainda bem que têm um bom poder de compra, comparando com quem trabalha cá”, revelou um comerciante da vila, satisfeito pelo aumento do volume de negócios nesta época.
No centro da vila, a animação de Verão promovida pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso trouxe muita gente até à sede do concelho, com as esplana-das dos vários estabelecimentos comerciais a registar uma grande afluência de público.
A caminhar para a última semana do mês de Agosto, o movimento de viaturas e pessoas é mais reduzido. Muitos emigrantes, principalmente os que estão radicados na Suíça, já partiram para mais um ano de trabalho.
Emigrantes continuam a frequentar feira semanal
Local de compras, a feira semanal é também um local de reencontro de amigos. Pomadas milagrosas, chapéus, meias e até um palhaço que cria figuras com balões se podia encontrar à entrada da feira. Adriano Vieira mora no Porto e vem, há vários anos, até à Póvoa de Lanhoso na época de Verão. Vestido de palhaço percorre a feira semanal e procura cativar os mais pequenos com as suas construções mas até aqui a crise já chegou e o “negócio” já não é o mesmo que em outros anos.
Conversas na Junta de Freguesia
Póvoa de Lanhoso - Avelino Silva
“Damos especial atenção
às famílias carenciadas
“Damos especial atenção
às famílias carenciadas
Deixar um legado de excelência é um dos objectivos do executivo da Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso. O trabalho de proximidade com a população tem sido a marca do trabalho da equipa liderada por Avelino Silva. O apoio aos projectos das colectividades da freguesia, o apoio social às famílias mais carenciadas, a limpeza e manutenção da rede viária tem norteado o trabalho desenvolvido neste mandato. Ao seu lado, Avelino Silva conta com uma equipa empenhada e dedicada em servir as gentes da freguesia.
Como têm sido estes anos na presidência da Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso?
Tem sido um trabalho de proximidade com a população, tentando sempre responder às suas necessidades. Temos feito por cumprir todos os pontos a que nos propusémos nos planos eleitorais, com muito trabalho e dedicação a esta freguesia. Para que isto se tenha tornado possível, conto com uma equipa coesa e empenhada que se dedica, tal como eu, a esta freguesia e às suas necessidades.
Quanto a este mandato, como está a decorrer este primeiro ano?
Embora seja o último mandato deste executivo, temos trabalhado ainda com mais afinco pois é nosso objectivo deixar um legado de excelência e um passado memorável, quer a nível de obras, quer a nível social e económico.
Aproveito para me referir ao Centro de Convívio que conta já com um ano de existência e fica marcado pelo facto de termos conseguido oferecer aos utentes um espaço e tempo de convívio, lutando, assim, contra a exclusão social e solidão, que afecta principalmente os mais idosos.
Que obras foram realizadas?
Durante este início de mandato, continuamos a limpeza de todos os caminhos vicinais da freguesia e procedemos à limpeza e reflorestação do baldio sito nos Moinhos Novos com uma área de cinco hectares, com diferentes tipos de árvores que futuramente serão uma fonte de receita e uma mais-valia para a Junta de Freguesia e para a população.
Embora a obra física seja pouca neste início de mandato e devido à crise económica que se faz sentir, temos dado especial atenção ao apoio social das famílias carenciadas.
O que se propõe ainda fazer em 2014?
Ainda em 2014 a prioridade é dar continuidade a projectos como o Centro de Convívio, apostar no apoio aos idosos, famílias carenciadas e realizar algumas pequenas obras, sem esquecer o apertado orçamento de que dispomos.
Salientamos a intervenção na Rua do Pomarelho a nível de saneamento, água ao domicílio, águas pluviais, pavimentação e alargamento da mesma.
Temos também feito pressão junto da Câmara Municipal para a colocação de relva sintética no Campo Municipal. Pretendemos, também, realizar um percurso pedonal desde o Espaço Jovem até ao limite da freguesia na fronteira com Rendufinho, o que para tal foi já efectuada a limpeza de um troço do caminho.
E quanto ao mandato, quais os projectos a concretizar?
Conforme foi dito por mim em tempo de campanha eleitoral e consta do manifesto eleitoral, e como sou um homem que gosta de cumprir com a sua palavra, estamos a trabalhar no sentido de apoiar, de todas as formas possíveis os projectos das colectividades, realizar eventos de carácter sociocultural, dar continuidade às actividades desenvolvidas no Centro de Convívio, requalificar a rede viária existente e melhorar a sinalética rodoviária. Para além disto, em parceria com a Câmara Municipal, pretendemos requalificar as ruas Capitão Tinoco de Faria, Dr. Manuel Ferreira, Dr. Jorge Sampaio e repavimentar a Rua Arlindo Lopes.
Pretendemos, também, iniciar a segunda fase de intervenção do cemitério municipal e sua ampliação.
(...)
U.F. Brunhais e Esperança
Cemitério de Esperança
ganhou maior dignidade
A população de Esperança aprovou a intervenção no cemitério da freguesia. No Domingo, dia 17 de Agosto, após a missa dominical, os responsáveis da Junta de Freguesia e Câmara Municipal, acompanhados de muitos populares, visitaram o campo santo, agora totalmente renovado. “Está muito bonito. Parabéns”, dizia um popular, dirigindo-se aos responsáveis da União de Freguesias.
A intervenção no interior do campo santo foi total. Os muros e o pavimento foram totalmente intervencionados. Os passeios foram renovados e o betão deu lugar ao granito. Uma das importantes intervenções diz respeito à drenagem no local, que até então acumulava muita água.
Dar maior dignidade ao local foi um dos objectivos da intervenção realizada pela Junta de Freguesia com o apoio da Câmara Municipal. Nesta intervenção, procurou-se também reorganizar o espaço. António Marques, presidente do executivo da União de Freguesias de Brunhais e Esperança, apontou que a obra vem na sequência da construção da capela mortuária, inaugurada no final do mandato passado. O autarca aproveitou a ocasião para agradecer o apoio da Câmara Municipal, apoio esse imprescindível para a concretização da obra e pediu que se preserve o local.
Agradecendo a presença de todos, Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso destacou que a “obra magnífica” e que esta obra, juntamente com a capela mortuária, são duas obras importantes para a freguesia.
“Que a gente dure muitos anos para não precisar disto. Muita saúde é o que vos desejo. É sempre bom estar aqui em Esperança, aqui com o padre António, meu amigo de há muitos anos, e com vocês todos”, disse ainda Manuel Baptista, desejando uma boa viagem aos filhos da terra que iniciaram viagem naquele fim-de-semana até à Suíça.
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