CASTELO DE AREIA
Nascimentos
Dos 83 mil partos, em 2010, registaram-se no ano de 2012 um total de 72 mil partos. Em três anos, foram menos 11 mil nascimentos registados nos hospitais e maternidades do Serviço Nacional de Saúde.
Há cada vez menos nascimentos e os responsáveis mostram-se preocupados com a falta de renovação das gerações. Há responsáveis que alertam que a sustentabilidade da Segurança Social pode estar em causa.

Compasso visitou lares do concelho

Páscoa vista pelo ‘Maria da Fonte’

Voltando no tempo, fomos ao encontro do ano de 1913. Há cem anos atrás, na edição de 23 de Março, o “Maria da Fonte” dava realce à Queima do Judas na vila da Póvoa de Lanhoso.
“Hontem nesta vila procedeu-se á queima do Judas, tendo andado pouco antes com ele de «charóla» pelas ruas e largos da mesma vila, varios rapases que, de casacos vermelhos e descomunais «canècos» na cabeça, despertaram a hilariedade dos habitantes, tocando desafinadamente em instrumentos de metaes, etc”, podia ler-se.
Realizada na segunda-feira de Páscoa, a festa em honra de Nossa Senhora da Alegria mereceu destaque na edição de 30 de Março de 1913. “Segunda-feira finda festejou-se em Louredo com toda a pompa e luzimento, a imagem de Nossa Senhora d’Alegria, tocando no arraial a filarmonica das Taipas”, anunciava o “Maria da Fonte”.
“A não ser na freguesia de Ferreiros, onde a visita pascal ficou assinalada por um desagradavel incidente, em tôdas as demais freguesias decorreu festiva e cheia de alegria”, lia-se na notícia intitulada “Visita Pascal”, publicada a 1 de Maio de 1938, há cerca de 75 anos atrás. Há 50 anos atrás, na edição de 21 de Março de 1963, destacava sob o título “Aleluia! Aleluia!” que o “domingo amanheceu risonho, propício à visita pascal do novo Pároco que quis levar as aleluias a cada lar. Sendo o seu território espiritual muito extenso, foi preciso estender essa visita a segunda-feira. Apesar deste dia estar chuvoso, não deixou de haver alegria e animação também”.
“Nos lugares mais populosos havia arcos revestidos de murta e papel de seda de cores garridas, à maneira minhota: Portela, Valdemil, S. Pedro e Aldeia. Caminhos atapetados de flores cheirosas, festões, aqui chamados bandós, a unir pinheirinhos novos, cheios de crescentes, talvez a simbolizar as almas desejosas das alturas. Estralejaram foguetes, o som límpido da campainha alegrava os corações e meninas discursavam, singelamente, para enlevo do sr. Abade e orgulho das mães”, lia-se ainda. Na mesma notícia é ainda dado enfoque a boa impressão de bondade e simpatia deixada pelo novo pároco.

Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso

Contas aprovadas: saldo 200 mil

Foi aprovado, por unanimidade, o Relatório de Actividades e Contas de 2002 da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso. A aprovação dos documentos decorreu no âmbito da Assembleia Geral realizada a 23 de Março. No ano transacto, a Misericórdia da Póvoa de Lanhoso teve um saldo positivo de 200 mil       euros.
“De acordo com os documentos apresentados pela Mesa Administrativa liderada pelo Provedor Humberto Carneiro, a Instituição terminou o exercício do ano em análise com um resultado líquido positivo superior a 200 mil euros fruto, essencialmente, dos resultados obtidos no Hospital António Lopes que, progressivamente, se tem vindo a impor como a principal valência de rendimento, pode ler-se na nota de imprensa.
Durante o ano passado, a Misericórdia interveio de uma forma mais activa, no combate à adversidade que assolou os povoenses.
“A estrutura familiar da nossa comunidade está, infelizmente, cada vez mais débil. É no apoio às famílias mais carenciadas que a instituição tem concentrado, em grande medida, os esforços de bem-fazer. Verificou-se, também, que aos mais idosos vai faltando alguma retaguarda familiar, fruto, em grande medida, da emigração dos mais novos. Também para estes idosos a instituição tem direcionado a sua atenção e ação, assumindo-se, nestes tempos adversos, como uma almofada social para aqueles que mais precisam. A Misericórdia tem vindo a aumentar as parcerias com o Estado Português, no âmbito do combate à pobreza e exclusão social”, apontam os responsáveis da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso.
Exemplos disso foi a implementação uma “cantina social” que fornece, diariamente, cerca de 90 refeições quentes a povoenses mais necessitados; papel de entidade mediadora do PCAAC-Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados, fornecendo alimentos a cerca de 200 famílias do concelho, com mais de 500 elementos do agregado; e adesão ao “Banco do Medicamento”, um projeto que visa ajudar os mais carenciados a aceder a medicação gratuita.
Ao longo do ano, foram investidos cerca de 230 mil euros na conservação e manu-tenção dos edifícios da Misericórdia, destacando-se a substituição de toda a caixilharia do edifício do Lar de S. José, cujo custo superou os 100 mil euros; participação no Projeto SINAS – Sistema de Nacional de Avaliação em Saúde levado a cabo pela ERS – Entidade Reguladora de Saúde, tendo o Hospital António Lopes, numa avaliação, obtido a classificação de Hospital de 5 estrelas, tendo ainda sido considerado o mais seguro no item “cultura e procedimentos relacionados com a segurança dos doentes”. Noutra avaliação, o Hospital António Lopes foi o único que conseguiu obter o nível máximo nas áreas de Excelência Clínica nos serviços de Ortopedia, demonstrando boas práticas nos cuidados prestados aos doentes;  e prossecução de uma política de qualidade da gestão, visando a melhoria contínua do desempenho dos colaboradores, mediante a monitorização e avaliação das práticas internas adoptadas.
“Em suma, pode-se afirmar, com toda a propriedade, que a Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso se constitui, cada vez mais, como um porto de abrigo para os povoenses mais necessitados e desprotegidos. É com este espírito de missão que se norteia a gestão desta instituição quase secular”, apontam ainda os responsáveis da instituição.
Na referida Assembleia Geral, foi também aprovada a proposta da Mesa Administrativa, de alienação da quota que esta Santa Casa detém na sociedade Actimédico-Centro Médico, Lda., correspondente a 20% do capital social no valor de € 1.000,00, à Cooperativa de Ensino Superior, Politécnico e Universitário, CRL.

É o grande anseio

Requalificar residência paroquial

Recuperar a residência paroquial da vila é um dos anseios do padre Armindo Gonçalves e de toda a população da freguesia de Póvoa de Lanhoso (Nossa Senhora do Amparo). O anseio é partilhado por todos e as obras já se iniciaram, estando pronto o rés-do-chão do edifício e o espaço envolvente. A seu tempo, a paróquia, e mediante as possibilidades, pretende intervir no restante edifício, dando-lhe outra dignidade e colocando-o ao serviço da paróquia e dos paroquianos. Este desejo foi dado a conhecer na inauguração das obras de requalificação do adro da Igreja Paroquial, no dia 19 de Março. Para além de assinalar o Dia do Pai e o feriado municipal da Póvoa de Lanhoso, o dia 19 de Março ficou marcado pela inauguração das obras do adro, que, para além do embelezamento, deram outra dignidade ao espaço.
“Era um espaço que estava um pouco abandonado. Agora, está mais limpo, mais bonito e mais belo e disponível para as pessoas”, recordou o padre Armindo Gonçalves.
Destacando a boa relação com a Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso e a Câmara Municipal e o apoio recebido dos fiéis ao longo destes cinco anos, o padre Armindo Gonçalves recordou, entre outras intervenções, a beneficiação da Igreja Paroquial, com novo telhado intervenção nas paredes, portas e janelas, e a intervenção no interior do salão paroquial.
Quanto a este último espaço, falta apenas intervir no pavimento e nos bancos, existindo, também, um projecto de intervenção para a fachada. O objectivo é, e de acordo com o padre Armindo Gonçalves, identificar e dignificar o espaço. Recorde-se que ao longo dos últimos tempos, o interior do salão paroquial foi totalmente renovado, com a criação de uma nova sacristia.
Cerca de 60 mil euros foi o custo da intervenção no adro da Igreja Paroquial, numa obra que envolveu a pavimentação, ajardinamento e iluminação e contou com o apoio da Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso, Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e Fábrica da Igreja.
“O adro é o salão de visitas. Era uma ansiedade do padre Armindo e dos paroquianos. Isto é a cereja em cima do bolo. Agora, só nos falta nova igreja mas temos que ir devagar”, destacou Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, à margem da cerimónia de inauguração das obras. “Ficamos muito contentes porque as pessoas estão a gostar. É para isso que aqui estamos, para servir as pessoas”, disse ainda Manuel Baptista.
Naquele momento, Avelino Silva, presidente da Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso, recordou que, há 12 anos atrás, a Junta de Freguesia da Póvoa de Lanhoso, então presidida por Manuel Baptista, construiu a capela mortuária, que se encontra localizada junto à Igreja Paroquial, num grande investimento da Junta de Freguesia, da paróquia e dos paroquianos.
Estamos no bom caminho, recordaram os responsáveis da Câmara Municipal e Junta de Freguesia. 

Há nove anos à espera

Pedido de desvio das linhas da PT

Está desde 2004 a tentar que lhe sejam desviados os cabos do telefone que se encontram pousados sobre o telhado da sua habitação. O pedido foi feito e repetido mas até agora a situação mantém-se. Nove anos à espera sem nunca ter qualquer resposta à correspondência enviada. A situação ocorre na Avenida de Lanhoso, na freguesia de Lanhoso, e José Manuel Vieira Azevedo prontifica-se para que os novos postes sejam colocados num outro ponto da sua propriedade. Apenas quer que lhe sejam retiradas as linhas que se encontram sob o telhado. Os pedidos têm, até agora, caído em “saco roto”.
“Pedi o desvio de postes e de linhas telefónicas mas nunca me responderam”, clarifica José Manuel Azevedo.
“Como era sócio da Deco utilizei os serviços mas em nada resultou. Entreguei várias cartas na loja da PT, na Loja do Cidadão, mas também não deu em nada”, explica, desejoso para ver a situação resolvida, num processo que já se arrasta há 9 anos.
Há dias, os cabos a rouçar no telhado já lhe levantaram algumas telhas. A chuva que caiu provocou estragos na residência e o seguro que possuiu já fez saber que não cobre danos provocados por terceiros.
Nestes anos, José Manuel Azevedo assegura que entregou umas sete a oito cartas. “Nunca me responderam”, assegura.
“Não me importo que coloquem outros postes na minha propriedade. O que eu quero é que retirem os cabos do telhado”, esclarece.
Quem ali se deslocar apercebe-se que os vários postes que suportam as linhas telefónicas estão todos inclinados, talvez devido ao peso provocado pelas várias linhas.
José Manuel Azevedo aguarda que a situação seja resolvida. A última carta, juntamente com fotografias, foi entregue nos serviços da PT da Loja do Cidadão, em Braga, em Agosto de 2012. Até agora, nem resposta nem resolução do problema.
Na missiva, dirigida ao director dos Serviços de Manutenção de Linhas Exteriores da PT Comunicações, é pedida a reparação de linhas telefónicas, alertando para a situação em que se encontram os postes em madeira, com os cabos pousados sobre o telhado e para as consequências que a situação pode provocar.

Decorreu em Covelas no passado dia 30 de março

Ex-combatentes em convívio

Avivaram-se memórias, reencontraram-se amigos, fizeram-se novas amizades e partilharam-se momentos de alegria e tristeza vividos em combate no Ultramar. É desta forma que se pode descrever o encontro de ex-combatentes realizado no passado sábado, dia 30 de Março, em Covelas. Lutaram pela pátria durante meses a fio, deixando para trás família e amigos, em Angola, Timor, Moçambique e Guiné. Do baú das recordações trouxeram fotografias, boinas e aerogramas enviados aos familiares para partilhar com os camaradas que marcaram presença no convívio.
O livro das memórias abriu-se e foi com emoção que partilharam alguns dos momentos vividos. Os anos passaram mas ainda hoje é com voz embargada que recordam os momentos passados em Timor, Guiné. Moçambique e Angola. Mas nem tudo foram tristezas. Os momentos de alegria também foram muitos e algumas das passagens vividas há dezenas de anos atrás foram relembradas. O combate pela pátria une estes homens. No convívio destes anos, organizado pelo ex-combatente Jaime Oliveira, marcaram presença mais de 50 combatentes. Este ano, o convívio foi extensivo aos familiares. A anteceder o almoço-convívio foi descerrada uma placa comemorativa do 2.º convívio de ex-combatentes da Póvoa de Lanhoso, pelo ex-combatente Jaime Oliveira e capitão Carvalho. Residente em Lanhoso, Silvina Helena Mota Silva trouxe consigo fotografias do marido, Joaquim Lopes da Silva, em Angola e aerogramas enviados pelo irmão, que se encontra há largos anos no Brasil e que também combateu em Angola.
“Num delas, de Julho de 1961, envia um beijo para o Zé Mota, seu primo, que foi guarda-redes do Maria da Fonte”, explica Silvina, revelando que era a forma que tinham para manter contacto com a família. “
“Recebíamos a correspondência de mês a mês ou de 15 em 15 dias. Íamos ver o café, onde é agora o Quim Gravia, onde havia televisão para ver as reportagens do Norte de África mas nunca o chegamos a ver”, recorda a esposa e irmã de ex-combatentes.

Plano Municipal de Defesa da Floresta

Acções para prevenir riscos

Decorreu, no dia 14 de Março, a apresentação do Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios da Póvoa de Lanhoso aos elementos da Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios. A reunião foi orientada pelo vereador da Protecção Civil, Armando Fernandes, com a apresentação do documento a ficar a cargo de Manuela Freitas, técnica do Gabinete Técnico Florestal da autarquia da Póvoa de Lanhoso.
“Este Plano inscreve-se no Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios (SNDFCI), segundo o Decreto-Lei nº 124/2006, de 28 de Junho, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 17/2009 de 14 de Janeiro, que preconiza a obrigatoriedade da elaboração de um Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios pela Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de cada Município, com o apoio técnico do Gabinete Técnico Florestal”, esclarece a Câmara Municipal.
Na reunião, marcaram presença os representantes de todas as entidades locais e regionais que constituem a Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios. Para além da apresentação do Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios, estas pessoas aprovaram o envio do mesmo ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.
O Plano é constituído pelo caderno I, com o diagnóstico, pelo caderno II, com o plano de acção, e pelo caderno III, o Plano Operacional Municipal.
“O plano de acção (caderno II) apresenta uma análise para o concelho do risco e da vulnerabilidade aos incêndios, com propostas de acção, com um 1º eixo estratégico, com as acções a realizar durante o período de vigência do Plano de defesa da floresta (2013/ /2017) para minimizar os riscos de incêndio e melhorar o combate (faixas de gestão de combustível, rede viária florestal e rede de pontos de água), um 2º eixo estratégico com propostas para acções de sensibilização e fiscalização, um 3º eixo estratégico, onde são apresentados e organizados operacionalmente os meios no concelho para a vigilância, a primeira intervenção, o combate e o rescaldo de incêndios florestais, um 4º eixo estratégico, com o projecto de recuperação de área ardida e um 5º eixo estratégico que pretende criar uma estrutura orgânica funcional e eficaz para as acções de Defesa da Floresta Contra Incêndios na Póvoa de Lanhoso”, destaca a autarquia, esclarecendo que compete à Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios facilitar, organizar, orientar, agilizar e uniformizar as acções necessárias à generalidade das situações de combate a incêndios que possam vir a ocorrer na Póvoa de Lanhoso.

Conselheiros(as) Municipais

Póvoa recebeu formação

A Póvoa de Lanhoso acolheu um workshop destinado exclusivamente a Conselheiras e Conselheiros Municipais para a Igualdade. Durante dois dias, estiveram no concelho povoense Vereadoras de diferentes municípios, como Oliveira de Azeméis, Vila Verde, Vieira do Minho ou Braga, assim como Conselheiras e Conselheiro de Celorico de Basto, Amares, Amarante, Vila Nova de Cerveira, Santa Maria da Feira, Ponte da Barca e Abrantes, pessoas que diariamente, nos seus territórios, têm a responsabilidade de promover a Igualdade e a Não Discriminação enquanto valores de uma verdadeira cidadania.
Esta acção decorreu no Theatro Club e resultou do protocolo de colaboração estabelecido desde 2009 entre a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, organismo governamental. A Autarquia Po-voense, representada nesta iniciativa pelo seu Conselheiro Municipal, o Presidente da Câmara, Manuel Baptista, e pela coordenadora do SIGO, Carla Melo, teve o privilégio de ser a terceira Autarquia a acolher esta acção.
“A escolha do nosso concelho por parte da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género para receber este workshop demonstra o reconhecimento pelo bom desempenho que o Município tem tido no âmbito da promoção da igualdade, do combate à violência doméstica e da sensibilização para o respeito pelos direitos humanos, temáticas que no concelho são trabalhadas pelo Serviço para a Promoção da Igualdade de Género, tendo tido a Póvoa de Lanhoso, à semelhança das Autarquias de Abrantes e Vila Verde, o privilégio de mostrar às representantes das Autarquias presentes as boas práticas que, no âmbito destes assuntos, se têm vindo a desenvolver, inovando”, destaca a Câmara Municipal.
“É para nós um orgulho receber este workshop e é algo que nos prestigia. Resulta do trabalho que temos vindo a desenvolver a nível social, em geral, e ao nível da cidadania, de igualdade de género e da não discriminação, de uma maneira particular, através do Serviço para a Promoção da Igualdade de Género e do projeto LocalDiguais. Temos apostado na área social, criando novas respostas e reforçando as já existentes, mas, para tal, a formação é um elemento importante e é isso que estamos aqui a fazer", referiu Manuel Baptista, à margem desta iniciativa.

DESPORTO - Boccia: Classe BC4

Domingos Vieira é campeão

Domingos Vieira, que integra a equipa de Boccia do Sporting Club e de Braga, sagrou-se campeão regional norte na classe BC4. O atleta povoense foi um dos presentes, nos dias 23 e 24 de Março, no Campeonato nacional de Boccia da Zona Norte, realizado em Vila Real. Para além de Domingos Vieira, a comitiva bracarense inte-grou os atletas Carlos Clemente (BC1), Joaquim Soares (BC2), Joana Pereira (BC4), e a povoense Alexandrina Oliveira (BC1).
Na classe BC4,  Domingos Vieira conseguiu o apuramento para as finais, tendo vencido os seus opositores da 1/2 final e da final, com a sua colega, Joana Pereira a não conseguir apurar-se para as finais.
“Domingos Vieira dá mais um passo seguro rumo à selecção nacional demonstrando a sua enorme consistência de jogo, sem dúvida o atleta BC4 mais forte de Portugal nas últimas 2 épocas e que nesta se perfila da mesma forma com mais este título de campeão regional Norte BC4’2013”, destacam os responsáveis da secção de boccia.
Na classe BC2, Joaquim Soares venceu o seu grupo de apuramento mas não conseguiu superar o seu adversário dos 1/8 de final. Na classe BC1, Carlos Clemente e Alexandrina Oliveira superaram a fase de grupos da respectiva classe e venceram os seus adversários dos 1/8 de final. Nos 1/4 de final, os 2 atletas minhotos encontraram-se tendo Carlos Clemente levado de vencida a sua colega de clube. Nas finais, Carlos Clemente não se conseguiu impôr aos seus adversários, apesar dos jogos das 1/2 finais e de discussão dos 3º e 4º lugares terem sido bastante disputados e incertos quanto ao resultado final. De qualquer das formas, Carlos Clemente conseguiu o seu objectivo de apuramento para a fase final da prova ao ficar em 4º lugar.
“Assim, o SC Braga consegue apurar mais 2 atletas para a fase final do campeonato nacional (Domingos Vieira e Carlos Clemente), os quais se vão juntar a José Carlos Macedo na classe BC3 e ao par representativo do clube.
Terminada a fase regional das provas nacionais, o SC Braga leva já em carteira os títulos de campeão regional norte individual das classes BC3 e BC4 e ainda de campeão regional norte de pares da classe BC3”, destacam ainda os responsáveis da secção de Boccia.