Assinalado a 1 de Março

Dia da Protecção Civil

O Dia da Protecção Civil, comemorado a 1 de Março, ficou marcado, na Póvoa de Lanhoso, por uma acção de sensibilização dirigida aos mais jovens, numa iniciativa promovida pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, através do Gabinete Técnico Florestal. Os alunos do 5.º ano da Escola EB 2,3 de Taíde foram os primeiros a receber a acção de sensibilização que, durante os próximos dias, se estende a outros estabelecimentos de ensino do concelho.
A estas acções de sensibilização junta-se, na tarde de sábado, dia 2, em S. João de Rei, um Exercício LIVEX, realizado pela Autoridade Nacional da Protecção Civil, através do CDOS de Braga, com simulação de incêndio florestal.
“O Cidadão: primeiro agente de protecção civil” é o tema das comemorações deste ano. Aos jovens alunos, Manuela Freitas, responsável pelo Gabinete Técnico Florestal da autarquia da Póvoa de Lanhoso, elucidou que “a protecção civil somos todos nós”. O que é a Protecção Civil, qual o papel da Protecção Civil no nosso dia-a-dia, quem intervém, e os três p’s da Protecção Civil (Prever, prevenir e Proteger/Socorrer) foram alguns dos assuntos abordados ao longo da sessão. A sessão contou com a presença dos responsáveis da  Escola EB 2,3 de Taíde e do Agrupamento de Escolas da Póvoa de Lanhoso, assim como do Vereador da Protecção Civil, Armando Fernandes.
“Há uma mensagem que devem levar daqui: o primeiro agente da protecção civil é cada um de nós. Levem estes ensinamentos para as vossas casas, para as salas de aula, para os sítios onde se encontrem no dia-a-dia. Sigam aquilo que são as indicações dos vossos professores quando tiveram que por em práticas os planos de emergência, os planos de evacuação da vossa escola”, pediu o vereador Armando Fernandes.
As comemorações ficaram também marcadas pela entrega do fardamento aos voluntários que integram a equipa municipal de protecção civil, num total de doze elementos. Blusões, boné, fato impermeável, colete e botas compõem o novo fardamento.

Concurso Nacional de Teatro

'Joana, a Donzela' foi a vencedora

Chegou ao fim, na noite de sábado, dia 2 de Março, o Concurso Nacional de Teatro, realizado no Theatro Club, numa iniciativa promovida pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso em parceira com a Federação Nacional de Teatro e o Inatel. A cerimónia de encerramento do concurso, iniciado a 3 de Fevereiro, contou com a presença do consagrado actor Ruy de Carvalho, patrono do prémio entregue à melhor produção. “Joana, a Donzela” foi a grande vencedora deste ano. Para além do prémio de “Melhor Produção”, a peça trazida a concurso pelo Grupo Mérito Dramático Avintense, arrecadou o prémio de “Melhor Encenação”, “Melhor Guarda-Roupa”, “Melhor Coreografia” e “Desenho de Luz – Prémio Orlando Worm”. A melhor interpretação masculina e feminina foram entregues a Rafael Amaral Vergamota e Rute Lourenço, que integraram o elenco de “Sobre a Mesa de Cabeceira”, da Companhia de Teatro Poucaterra.
O anfitrião do evento, o Theatro Club da Póvoa de Lanhoso, recebeu o prémio “Prestígio/Inatel”. A peça “Gradim à Janela da Ausência”, que arrecadou o prémio de “Melhor Produção” em 2012, foi trazida a cena   na cerimónia de encerramento.
Por ocasião dos discursos, Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, revelou que “é com enorme satisfação que a autarquia da Póvoa de Lanhoso, através da realização deste concurso, dá o seu contributo para a afirmação do teatro em Portugal e para a promoção da cultura no nosso concelho”.
“A Póvoa de Lanhoso tem uma tradição muito particular na arte de representar. Ao longo de muitas gerações a sociedade civil e algumas associações envolveram-se na for- mação de actores e na construção de peças de teatro de qualidade reconhecida, que nos permite ter hoje um lugar especial no circuito cultural e em especial no teatro”, afirmou Manuel Baptista.
Revelando que o concurso é um bom exemplo da importância que a Póvoa de Lanhoso atribui ao teatro, Manuel Baptista apontou que apesar das dificuldades “a autarquia entendeu manter este concurso pois reconhece a sua importância no cartaz cultural do nosso concelho”.
“Queridos amigos, que linda noite. Estivemos a viver um festival de amor, um festival de amor pelo teatro. Uma noite memorável. Amo aquilo que faço. Sou um amador profissional. Vivam felizes, vão ao teatro e não se esqueçam que o teatro é fundamental para mostrar a capacidade de um povo”, disse Ruy de Carvalho, na cerimónia de encerramento do Concurso Nacional de Teatro.

AADVDB recebida por Pedro Machado

Braval aposta na sensibilização

A sensibilização e a educação ambiental é uma das bandeiras do Ecoparque Braval. Anualmente, a Braval recebe cerce de 7 mil visitantes, muitos deles alunos dos estabelecimentos de ensino dos concelhos da área de abrangência da Braval. Dar a conhecer o trabalho desenvolvido e as várias áreas que integram o Ecoparque Braval é um dos objectivos, ao qual se alia a sensibilização ambiental, alertando os visitantes para a necessidade da separação de resíduos.
Há dias atrás, a Braval recebeu a visita dos utentes e técnicos da Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga (AADVDB), localizada na Póvoa de Lanhoso, com as visitantes a repartirem-se por três dias. Ali chegados, os utentes da AADVDB ficaram a conhecer o trabalho desenvolvido no Ecoparque Braval, assim como as estruturas que o integram. A separação de resíduos foi um dos temas abordados e de grande interesse para os utentes portadores de deficiência visual.
Pedro Machado, director  executivo da Braval, recebeu os elementos da AADVDB e deu a conhecer todas as estruturas que integram a Braval, não deixando de alertar para os benefícios da separação dos resíduos.
Em 2009, a Braval tinha colocado nos concelhos de abrangência um total de 1245 ecopontos, 300 dos quais subterrâneos.
Nos novos ecopontos subterrâneos, a Braval instalou um pedal e um manípulo para que aquelas estruturas estejam acessíveis a todos os cidadãos, ultrapassando algumas dificuldades sentidas pelos portadores de deficiência motora. Nos próximos tempos, a Braval pretende colocar uma sinalética adaptada aos portadores de deficiência visual, nomeadamente com a colocação de imagens salientes. Fazer chegar a separação de resíduos a todos os cidadãos é um dos objectivos.  Além da separação dos resíduos, os utentes da AADVDB ficaram a conhecer as unidades que integram o Ecocentro, bem como o projecto “óleo +”.

Rancho Folclórico de Covelas

Comemorou 9.º aniversário

Foi a 22 de Fevereiro de 2004 que nasceu, na freguesia de Covelas, o Rancho Folclórico S. Julião de Covelas. Homens e mulheres da freguesia, e de freguesias vizinhas, compunham o rancho folclórico cuja apresentação pública ocorreu a 28 de Novembro, num convívio promovido pela Junta de Freguesia de Covelas.
Nestes 9 anos de existência, o Rancho Folclórico S. Julião de Covelas tem realizado várias actuações na região e as suas danças têm merecido os mais rasgados elogios.
As comemorações do 9.º Aniversário, realizadas no dia 23 de Fevereiro, ficaram marcadas pela celebração de uma eucaristia e por um convívio, onde não faltou o bolo de ani-versário.
“É com sentida emoção e satisfação que estamos a celebrar o 9º aniversário. Quero em primeiro lugar agradecer todo o contributo prestado por todos os que compõem o rancho: direcção, ensaiadora, praticantes e familiares. Sem a vossa ajuda não seria possível estarmos aqui neste fraterno convívio, nem continuar a desenvolver a nossa actividade que é a divulgação do Folclore, e sobretudo a Freguesia de Covelas. Para todos vós em nome da direcção do Rancho S. Julião de Covelas e em meu nome pessoal um muito obrigado, Agradeço ainda à Junta desta freguesia todo o apoio que nos tem concedido, bem como a todos que contribuíram para a realização deste convívio, não esquecendo o Grupo Coral pelo contributo na eucaristia deste dia”, referiu António Faria Peixoto, presidente da direcção do rancho folclórico, por ocasião dos discursos.

Doentes Mentais

Oportunidades integra a FNERDM

A Oportunidades – Associação Portuguesa de Prevenção e Apoio à Saúde Mental, da Póvoa de Lanhoso integra a FNERDM - Federação Nacional de Entidades de Reabilitação de Doentes Mentais. Trata-se de uma associação sem fins lucrativos, que reúne entidades públicas e particulares de solidariedade social que se dedicam à Reabilitação Psicossocial.
Criada em 1997, por várias entidades de reabilitação psicossocial, a FNERDM conta, actualmente, com cerca de 21 entidades associadas, de entres as quais se encontra a “Oportunidades” da Póvoa de Lanhoso.  Fortalecer a rede de associações nacionais que desenvolvem serviços de reabilitação;  representar as entidades associadas e participar em organismos oficiais, comissões e grupos de trabalho; debater e aprofundar as políticas e medidas dirigidas à integração social das pessoas com doença mental; identificar e divulgar recursos e apoios que promovam o desenvolvimento dos serviços comunitários de saúde mental; incentivar a criação de novos programas de reabilitação comunitária dirigidos às pessoas com doença mental; desenvolver acções de sensibilização e divulgação junto dos meios de comunicação social; e desenvolver formação dirigida aos profissionais na área de reabilitação e integração social são os objectivos da Federação Nacional.

João Pardelho apresentou a sua mais recente obra

‘Automóveis com mau-olhado’

CDepois de ‘Marta’ e ‘Acontecimentos Marcantes da Minha Vida’, o povoense João Antunes Pardelho apresentou,  no passado dia 23 de Fevereiro, a sua mais recente obra: ‘Automóveis com Mau-Olhado’.
O auditório da Casa da Botica tornou-se pequeno para acolher todos os familiares e amigos que ali se deslocaram para acompanhar o lançamento do terceiro livro do autor. Como se pode ler na contracapa da obra, “com emoção, o autor recorda insólitas situações, aflitivas e inexplicavelmente misteriosas, que sucederam com todos os automóveis que lhe passaram pela mão”.
“Dificilmente consigo encontrar uma terra da dimensão da nossa que albergue, ou tenha albergado, tão elevado número de homens e mulheres dedicadas às artes e às letras, ainda para mais de significativa qualidade”, revelou o escritor e historiador José Abílio Coelho, no decurso da apresentação da obra.
“O título, ‘Automóveis com Mau-Olhado’, pode, à primeira vista, ser enganoso porque o que neste volume se encerra, o que neste livro nos é dado, o que desta obra ressalva é tudo menos mau olhado”, disse José Abílio Coelho.
“João Antunes Pardelho aproveitou episódios que viveu com a família e com os automóveis que possuiu ao longo da sua vida para nos trazer pedaços das suas vivências passadas. Todos esses automóveis lhe proporcionaram vivências, casos estranhos, episódios às vezes próximos do irreal”, revelou ainda o apresentador da obra, destacando que a mesma deveria ser lida por conhecida e lida por todos, principalmente pelos mais novos.
“É um daqueles autores que escreve por gosto, se esmera no que escreve e que, juntando esse gosto e esse esmero profissional, tem ainda muita literatura nas veias e muita memória acumulada para nos poder surpreender num futuro breve”, adiantou, pedindo que “a terra saiba aproveitar o legado literário de João Antunes Pardelho”
“A sua literatura, contribuindo para que reflictamos sobre o assunto, sobre o passado ou sobre o presente, ajuda-nos a dar forma àquilo que queremos que seja o futuro. E essa é a missão de quem se dedica à suprema e nobre arte da escrita”, considerou José Abílio Coelho.
Revelando que todos os acontecimentos relatados são verídicos, João Antunes Pardelho recordou que, como autor, romanceou algumas das situações, tornando as frases mais apelativas mas nunca se desviando da realidade.
Neste livro que dá a conhecer histórias e peripécias sucedidas com os seus sete automóveis, João Antunes Pardelho recordou que o “mais complicado e doloroso foi recordar situações insólitas, aflitivas e inexplicavelmente misteriosas” que ficaram marcadas na sua memória como “maldades do demo ou consequências do mau-olhado”, por se repetirem invariavelmente com todos os automóveis que possuiu.
Ainda este ano, o autor promete trazer à leitura uma nova obra, um livro diferente que apaixone os leitores e que o prenda à leitura página após página.
“Deixem extravasar as vossas emoções. Procurem viver com intensidade alguns relatos de acontecimentos dramáticos da minha vida ligados aos automóveis que possui”, pediu o autor aos presentes.
Agradecendo ao escritor João Antunes Pardelho pela coragem, o vereador Armando Fernandes apontou que “não é fácil, nos dias que correm, ter a coragem de escrever um livro, passar para o papel aquilo que nos vai na alma”.
“Estamos numa terra de gente da escrita, de escritores. E isso para mim, enquanto representante da autarquia, é obviamente motivo de orgulho”, salientou Armando Fernandes, que não deixou de apontar os constrangimentos financeiros.
“É evidente que eu gostaria de ter a tutela de um pelouro que tivesse orçamento para poder apoiar todas as iniciativas culturais e, nomeadamente, todas as edições que os escritores da Póvoa de Lanhoso têm a coragem de mandar para o prelo. Seria óptimo que a Câmara Municipal tivesse recursos para esse fim. Infelizmente, esses recursos são cada vez mais escassos. Mas, não tendo recursos temos este património imaterial que é a alma de cada escritor e isso é, obviamente, para nós um motivo de grande mas muito grande satisfação”, disse ainda o vereador Armando Fernandes.

Chamadas telefónicas

GNR alerta para burlas

No seguimento do trabalho desenvolvido junto da comunidade, aconselhando as populações de forma a prevenir as burlas, a Secção de Programas Especiais do Destacamento da GNR da Póvoa de Lanhoso alertou, na semana passada, para as chamadas para telemóveis provenientes de números com indicativos 00371 (indicativo da Bielorrússia) e 00375 (indicativo da Letónia).
“Trata-se de uma fraude de-signada por "wangiri" que atinge quem retornar as chamadas recebidas e não atendidas. O retorno destas chamadas tem um custo que depende do país/gama de destino e duração da chamada. A TMN não tem forma, quer por limitação técnica, quer por limitação legal de impedir que os seus clientes recebam  os referidos "toques". Face ao exposto alertamos para que não respondam nem liguem de volta a essas chamadas. Se ligarem de volta a um desses números serão cobrados € 15 ou € 30 e podem copiar a lista de contactos em 3 segundos. Se tiverem informações bancárias ou de cartões de crédito no telefone, eles podem copiar também”, alertam os militares do DTER da GNR da Póvoa de Lanhoso.
Outro dos alertas duma eventual burla diz respeito a chamadas provenientes de um número não identificado, realizadas por um indivíduo que se intitula como representante da ZON, em que a referida pessoa informa que ganharam um prémio monetário no valor de 200 euros e para obter a recompensa terá que ligar para o número 607 930 013, sendo que o custo da referida chamada seria apenas de 0,60 cêntimos.  Os alegados burlões informam que as pessoas que efectuarem chamada para esse número irão responder a um questionário com cerca de 30 questões. No final deste questionário, terão direito ao prémio, “O que acontece é que as pessoas que ligam para esse número não ganham, nenhum prémio e a chamada efectuada para o referido número tem um custo de 24,87 euro + IVA”, alerta a GNR.
Os militares do Destacamento da GNR a Póvoa de Lanhoso lançaram também o alerta para uma possível burla com ouro. De acordo com os militares, uns indivíduos estariam a vender ouro, usado, às ourivesarias, o qual reage positivamente aos testes primários existentes para confirmação de verdadeiro ou falso, e ainda ostenta contraste da casa da moeda, mas após pedido de análise, o mesmo possui um grau de pureza muito baixo.

Assembleia Municipal da Póvoa de Lanhoso

Pontos da ordem de trabalhos aprovados

Com uma ordem de trabalhos curta, as atenções na última Assembleia Municipal da Póvoa de Lanhoso, realizada no dia 25 de Fevereiro, estiveram voltadas para o período antes da ordem do dia. Num momento em que já são conhecidos os candidatos do Partido Socialista às eleições autárquicas, o líder da bancada social-democrata, Nuno Aguilar, centrou o seu discurso na política concelhia, em especial nos dois candidatos conhecidos: Manuel Baptista, do PSD, e Frederico Castro, do PS.
“Adivinham-se tempos difíceis, tempos com alguma agitação política. A nível nacional, é o que se tem visto. A nível local, com os principais devidamente alinhados pelas estruturas partidárias, é natural que comecem a fazer os aquecimentos para uma prova que se avizinha.
Espero, muito francamente, que esses protagonistas do combate político saibam encarar as suas responsabilidades com elevação que os povoenses desejam e merecem”, disse o líder da bancada do PSD, tecendo ainda alguns comentários quanto aos dois candidatos e vincando que há um claro descontentamento para com a classe política.
Tecendo críticas à acta da última Assembleia Municipal, no que diz respeito à sua intervenção, José Eduardo Vieira, líder da bancada do CDS/PP, trouxe novamente a debate um tema que considera importante e que já tinha sido trazido a debate há cerca de dois anos, o regime de fruta nas escolas. Dando conta de um relatório apresentado pela Comissão Europeia, o líder da bancada do CDS questionou a autarquia quanto à não adesão ao referido programa.
Quanto à bancada socialista, a deputada Patrícia Pereira, líder da bancada, trouxe novamente a debate dos protocolos das refeições escolares, questionou o executivo quanto ao PAEL, Plano de Apoio à Economia Local, e ao relatório da extinta IGAL. Já Frederico Castro abordou as diligências realizadas quanto ao processo de encerramento do Centro de Criatividade e as opções da Festa de S. José, respondendo, também, à intervenção do líder da bancada social-democrata.
Questionando quanto ao ponto de situações de dois documentos apresentados, relativamente ao Serviço Nacional de Saúde e TDT, António Carvalho, do PS, questionou o executivo quanto à saída da Aquinos do concelho, apenas um ano depois da sua chegada.
Na resposta às várias interpelações, o presidente da Câmara Municipal, Manuel Baptista, apontou que já chegou a primeira parte do valor do PAEL, de 70%, e que o processo do Centro de Criatividade está a decorrer, estando  o processo de encerramento a decorrer em tribunal, uma vez que não houve entendimento com a comissão liquidatária.
No que diz respeito às Festas de S. José, Manuel Baptista apontou que apenas uma empresa é de fora do concelho e que mesmo a empresa que traz o cantor Quim Barreiros às festividades é da Póvoa de Lanhoso.
Respondendo às questões colocadas, Manuel Baptista deu conta do trabalho realizado para captação de empresas.
Quanto ao regime das frutas nas escolas, a vereadora Gabriela Fonseca afirmou que nenhum dos agrupamentos de escolas entendeu que deveria atender ao programa. O relatório da Comissão de Ambiente foi também dado a conhecer aos vários deputados.

Novo livro de Augusto Freitas

‘O Alecrim da Fantasia’

A Casa da Botica acolheu, no dia 28 de Fevereiro, a apresentação do livro de poesia ‘O Alecrim da Fantasia’, da autoria de Augusto Oliveira Freitas. Ao longo de cerca de 120 páginas, Augusto Freitas, residente em Monsul, apresenta prosas e versos inéditos. ‘Família’; ‘A Alma e a Gratidão’; ‘O Sonho e os Amigos’; ‘A Guerra Colonial e suas Sombras’; ‘Os Amigos e os “Pardais”’; ‘A História e a Fantasia’; e ‘A Hora e a Amizade’ são os capítulos que integram o livro de poesia.
Nascido em Tibães (Braga) e residente na freguesia de Monsul, Augusto Oliveira Freitas é, de entre outras formações, bacharel em Engenharia Civil, licenciado em Ciências da Educação e Ciências Filosóficas, Mestrado em Logopedia e doutor em Neuropsicologia. De entre outros cargos, Augusto Freitas é Presidente Nacional da Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra.
“Penso que o ser humano precisa para se aliviar das vicissitudes da vida da poesia como terapia para as suas almas”, revelou o autor,na apresentação da obra.
Para além da família e amigos, a apresentação de “O Alecrim da Fantasia” contou com a presença de Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, da vereadora Gabriela Fonseca e de Paulo Freitas, chefe da Divisão de Cultura da Câmara Municipal.
Destacando o tempo empregue pelo autor da defesa dos interesses dos veteranos de guerra, o presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso revelou que Augusto Freitas ainda tem muito para dar ao país e ao concelho.