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Atendimento social da Câmara Municipal


Mais de meio milhar já pediu ajuda

Há cada vez mais povoenses com dificuldades financeiras que procuram os vários apoios do atendimento social da câmara, como o apoio alimentar e o apoio ao arrendamento, para ‘compôr’ os fracos rendimentos que têm mensalmente. Só este ano, já foram atendidas mais de meio milhar de famílias - um número que já superou o total do ano passado.
O desemprego e os baixos rendimentos das famílias (na ordem dos 200 euros) são os principais factores que levam a que as pessoas a procurarem a ajuda da autarquia. Mas há outros factores que entram na lista: desde o alcoolismo, à falta de hábitos de higiene pessoal e habitacional, à dificuldade no exercício da parentalidade e, também, a violência doméstica.
“O atendimento social da Câmara da Póvoa de Lanhoso começou a fazer-se a 19 freguesias do concelho, mas desde o ano passado, foi celebrado um protocolo com a Segurança Social, passando a autarquia a fazer o atendimento a 29”, refere Fátima Moreira, vereadora da Acção Social da autarquia povoense.
O atendimento permite a sinalização e encaminhamento das pessoas para as várias medidas que existem em termos de respostas, que podem ser medidas locais (como a ajuda alimentar ou de vestuário), medidas da Segurança Social (por exemplo para próteses) ou para as medidas do Gabinete de Apoio Familiar (que disponibiliza apoio jurídico, psicológico, formação parental, entre outros).
“No fundo, as nossas medidas de apoio local são para dar resposta a situações de emergência como dar de comer à família, mas estas têm que ser complementadas com outras medidas que incentivem à mudança de vida, fazendo com que estas pessoas passem a ter um projecto de vida e passem a ter expectativas quanto ao futuro. É este o grande desafio do apoio social”, assinalou Fátima Moreira.
Para combater os dois principais factores que levam a uma maior carência socioeconómica dos agregados familiares - e que neste caso são o desemprego e os baixos rendimentos - a Câmara tem duas respostas: “em primeiro lugar temos um protocolo com o Instituto de Emprego e Formação Profissional de Fafe, fazendo o reencaminhamento através do Gabinete de Inserção Profissional, quer para a procura de emprego, quer para melhorar as suas competências a partir de uma nova formação profissional, com o objectivo de assim vir a ter mais saídas no mercado de trabalho”, sublinhou a vereadora.
Para Manuel Baptista, presidente da câmara povoense, o facto de ter recebido, novamente este ano, a bandeira de uma das autarquias do país ‘mais familiarmente responsável’ pela Associação Nacional de Famílias Numerosas, é visto precisamente como uma forma de “reconhecimento do nosso trabalho nesta área social e, principalmente, do nosso grande empenho para criar atractividade no concelho para as empresas se instalarem aqui e, assim, serem criados postos de trabalho, que são tão precisos, sobretudo, nesta altura”. “Só com empresas e com a criação de postos de trabalho é que muitos, que nesta altura sentem mais dificuldades, podem sair dessas situações de maior fragilidade socioeconómica”, salientou o presidente da câmara municipal, considerando esta como a “melhor resposta social”.

São Martinho do Campo


Presidência Aberta

A freguesia de S. Martinho do Campo foi a segunda freguesia do concelho a receber a Presidência Aberta. A visita do presidente da Câmara, acompanhado da sua equipa, teve lugar no dia 4 de Novembro. “O autarca povoense foi recebido na sede de Junta de freguesia para uma reunião de trabalho com o Executivo local, presidido por Fernando Ribeiro, em que também participaram os vereadores Gabriela Fonseca, Armando Fernandes e Fátima Moreira e ainda o Adjunto da Presidência, Avelino Silva”, revela a Câmara Municipal, em nota de imprensa.
“O presidente respondeu às solicitações ou situações apresentadas pelo Presidente da Junta, como a pavimentação das bermas da Avenida da República, a pavimentação e saneamento da Rua das Quinteiras ou a candidatura para pavimentação da Rua do Outeiro/Rua do Monte e Santo Emilião”, destaca a autarquia.
Manuel Baptista, que foi lembrando as dificuldades financeiras que o país atravessa com consequências na actividade das autarquias, apontou depois a requalificação do Centro Cívico da Freguesia como um dos objectivos deste executivo, assim como a continuidade do investimento em abastecimento de água e saneamento. “Temos de ver caso a caso. Não queria prometer nada. Estamos com fé que iremos resolver alguns dos pedidos que vocês apresentaram, mas os tempos são muito difíceis”, adiantou, sublinhando que, em dois anos, a Câmara perdeu cerca de dois milhões e 800 mil euros em transferências do Estado, “o que daria para fazer muita obra”. O autarca recordou ainda que Campo recebe um dos principais investimentos alguma vez realizados pela Câmara em todo o concelho, como seja o Centro Escolar Dona Elvira Câmara Lopes”.

Distinção partiu da Associação Nacional de Famílias Numerosas


P. Lanhoso reeleita autarquia
familiarmente responsável


A autarquia da Póvoa de Lanhoso foi considerada, pelo segundo ano consecutivo, como uma das “Mais Familiarmente Responsável”.
A distinção partiu da Associação Nacional de Famílias Numerosas, através do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis.
A cerimónia de entrega da respectiva bandeira ocorreu na quarta-feira, dia 19 de Outubro, numa cerimónia realizada no auditório da Associação Nacional de Municípios, em Coimbra.
“A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso implementou, ao longo dos últimos anos, um conjunto de medidas de que têm beneficiado os povoenses. A título de exemplo, há que referir o subsídio às rendas de casa sendo que, entre Janeiro e Setembro de 2011, o valor deste apoio situou-se na ordem dos 65 mil e 600 euros; e o Programa HabitaLanhoso – Atribuição de Apoios a Estratos Sociais Desfavorecidos ao nível da Habitação (recuperação e melhoria das condições habitacionais), que, desde o seu arranque, já apoiou oito dos 19 pedidos recebidos, com o valor concedido a situar-se já perto dos 37 mil euros. De destacar ainda que são cada vez mais os jovens (e, por consequência, as famílias) abrangidos pela Acção Social Escolar, sendo esta mais uma de entre inúmeras outras medidas de apoio às famílias em implementação pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso”, destaca a autarquia, em nota de imprensa.
“A família é a principal razão do nosso trabalho. Todas as políticas sociais da nossa autarquia visam melhorar a qualidade de vida das famílias Povoenses e ajudá-las a ultrapassar estes tempos mais difíceis”, referiu o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, na mesma nota.
Para Manuel José Baptista, “esta bandeira vem reconhecer o nosso trabalho, pelo segundo ano consecutivo, o que nos traz responsabilidades sociais acrescidas, sobretudo a de fazer mais e melhor pelas pessoas, pelas famílias, pelas gentes do concelho da Póvoa de Lanhoso”.

Dia da Prevenção das Catástrofes Naturais


Câmara faz acção nas escolas

A realização de uma sementeira e de uma acção de sensibilização foram as actividades que assinalaram as comemorações do Dia Mundial para a Prevenção das Catástrofes Naturais, numa organização da Câmara Municipal. A acção, desenvolvida no âmbito de uma estratégia de sensibilização para as questões ambientais e de protecção de pessoas e bens, contou com a participação de cerca de 65 crianças, das escolas do primeiro ciclo de Sobradelo da Goma e Travassos. O Parque de Lazer do Pontão, na Barragem da Andorinha, em Sobradelo da Goma, foi o local escolhido para as cerimónias. “Esta iniciativa teve um carácter essencialmente pedagógico, envolvendo uma acção de sensibilização e uma sementeira. O público-alvo foi a comunidade escolar e, por isso, foram convidadas a participar as escolas de duas freguesias banhadas pela Barragem das Andorinhas, Sobradelo da Goma e Travassos, onde também estudam as crianças de Esperança e de Brunhais”, destaca a Câmara em nota de imprensa.
“Apesar de ser uma iniciativa transversal do Pelouro do Ambiente e da Protecção Civil, entendo que também tem muito a ver com a Protecção Civil, sobretudo porque falamos de prevenção, de alertar as pessoas e de criar os meios para prever e actuar ao nível das catástrofes naturais. Felizmente, o nosso concelho e o nosso país não são muito propícios a este tipo de catástrofes, mas temos que estar atentos, porque não há ninguém que esteja imune às catástrofes naturais”, considerou o vereador da Protecção Civil, que acompanhou esta iniciativa. De acordo com Armando Fernandes, a Protecção Civil tem estado no terreno a preparar o Inverno. “Alguma coisa está a ser feita, embora, em termos logísticos, não haja muito a fazer, porque uma catástrofe natural é sempre imprevisível e não sabemos quais são as consequências. Este ano, o inverno está tardio e, quando começarem as chuvas, não temos grandes dúvidas de que vão ser intensas. Os serviços municipais de Protecção Civil estão atentos a essa situação e está a ser desenvolvido já um trabalho de limpeza, fundamentalmente na vila, e sobretudo de condutas, para combater ou eliminar os riscos de inundações”, revelou.
Para além de uma sensibilização sobre catástrofes naturais, o que são, suas causas e efeitos, bem como conselhos de prevenção, em que os mais novos foram chamados a partilhar e a adquirir conhecimentos sobre aquele tema, as crianças ainda participaram, com entusiasmo, numa sementeira de espécies ripícolas autóctones (como o freixo, o amieiro ou o salgueiro), destinadas a uma futura plantação nas margens da própria albufeira, depois do processo de germinação e de crescimento, nos viveiros municipais. Num processo simples e após as instruções, os mais jovens foram divididos por grupos e, acompanhados pelos respectivos professores, fizeram a sementeira em tabuleiros de quatro espécies diferentes. O objectivo foi de que percebessem como é que as árvores autóctones ripícolas promovem uma série de factores ambientais e funcionais do ecossistema nas zonas ribeirinhas e podem ser agentes importantes na prevenção de catástrofes naturais, como cheias e até desabamentos de terras. “No fundo, é o chamar a atenção às crianças destas freguesias banhadas pela albufeira, como Sobradelo e Travassos, para o tesouro ambiental que temos aqui e dar-lhes algumas dicas de como é que podem ajudar a Autarquia e o concelho a preservar estas zonas”, referiu a técnica Ambiental Municipal responsável por esta actividade. De entre outros aspectos, Melisa Costa explicou, ainda, que a autarquia tem actuado, por exemplo, ao nível da sensibilização e da reflorestação de zonas ardidas como forma de prevenir desabamento de terras; e ao nível da requalificação daquela albufeira (limpeza de espécies invasoras das margens, criação de pesqueiros para promover a arte da pesca, requalificação de algumas zonas com a plantação de espécies ripícolas) por forma a prevenir cheias e inundações.

Esperança


Iniciou Presidência Aberta

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso escolheu a freguesia de Esperança, na passada sexta-feira, dia 14 de Outubro, para iniciar a Presidência Aberta. Durante os próximos meses, Manuel Baptista e os elementos do executivo camarário percorrem o concelho, visitando as 29 freguesias e contactando com autarcas, associações e população. A visita à freguesia de Esperança, iniciada pelas 14 horas, contou com uma reunião entre os elementos da Junta de Freguesia e Câmara Municipal. No decurso da mesma, José Alberto Pereira, presidente da Junta de Freguesia, e a restante equipa, transmitiu aos responsáveis camarários alguns dos projectos que gostaria de ver concretizados na sua freguesia. O abastecimento de água da rede pública, a construção de uma capela mortuária, o acesso lateral ao cemitério e a intervenção na zona de lazer foram algumas das ideias apresentadas pelos responsáveis da Junta.
Depois da reunião, a presidência aberta continuou com a visita ao Centro de Convívio e a alguns pontos da freguesia. O caminho de Várzeas, o caminho da Murteira, onde a Junta da freguesia pretende colocar contentores e ecopontos, o Largo da Igreja e a Rua da Ceboleirinha foram alguns dos locais visitados pela comitiva.
“O objectivo destas Presidências Abertas é o de uma maior proximidade às pessoas”, referiu Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, antes de reunir com as associações e colectividades da freguesia de Esperança.
Perceber no terreno quais as necessidades e priorizar as mesmas é um dos objectivos das Presidências Abertas, conforme destacou o presidente da Câmara Municipal. A prioridade vai, segundo o autarca, para as obras que possam ser candidatadas ao QREN, uma vez que têm uma comparticipação de 85%. Uma das grandes obras, a construção da capela mortuária, será concretizada até final do mandato, conforme assegurou Manuel Baptista.
Segundo dados fornecidos pela autarquia, desde 2006 até ao momento, foram investidos na freguesia de Esperança cerca de 204 mil euros. Ao protocolo de 60 mil euros, junta-se a intervenção no Largo da Igreja, a pavimentação de acesso ao campo de futebol, as intervenções no caminho do Forno e no caminho de Lourosas, entre outras.
Depois de Esperança segue-se a freguesia de S. Martinho do Campo, no dia 4 de Novembro.

Póvoa de Lanhoso


Dia do Concelho

No próximo domingo, dia 25 de Setembro, a Póvoa de Lanhoso festeja o “Dia do Concelho”. Foi a 25 de Setembro de 1292 que o Rei D. Dinis outorgou a carta de Foral das Terras de Lanhoso, documento que instituiu o concelho da Póvoa de Lanhoso.
Tal como no ano passado, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso preparou um programa festivo para assinalar a passagem de uma data histórica para as Terras de Lanhoso.
O programa, que se estende ao longo de dois dias, dias 24 e 25, visa assinalar a passagem dos 719 anos da criação do concelho da Póvoa de Lanhoso.
No sábado, dia 24 de Setembro, pelas 21h30, tem lugar o concerto gala, com o lançamento da revista “Entre Notas” da Banda Musical dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, no Forúm dos Bombeiros. Para domingo, dia 25, Dia do Concelho, o programa festivo prevê, às 10h30, a visita às obras do Centro Educativo D. Elvira Câmara Lopes, em S. Martinho do Campo, seguindo-se, pelas 11h30, a visita à Incubadora de Empresas, na freguesia de Ferreiros.
À tarde, a partir das 15 horas, o programa prossegue no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com a sessão evocativa do Dia do Concelho.

Zé Amaro na Póvoa
O programa comemorativo encerra com o concerto do artista Zé Amaro, pelas 16 horas, na Praça Engenheiro Armando Rodrigues, no centro da vila.

Alunos do 1.º ciclo


Câmara ofereceu livros

Numa iniciativa que visa apoiar as famílias povoenses, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, tal como no ano passado, ofereceu os livros aos alunos do primeiro ciclo de ensino. O investimento feito pela autarquia povoense ronda os 30 mil euros.
De acordo com a nota de imprensa enviada pela autarquia, tal medida abrange cerca de 1100 crianças e “terá um impacto positivo no orçamento das famílias povoenses”.
“A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso implementa, pelo segundo ano consecutivo, esta medida que irá abranger cerca de 1100 crianças e que A entrega simbólica a alguns alunos decorreu durante a sessão de abertura do ano lectivo 2011/2012, que se realizou na noite de 14 de Setembro, no pavilhão de desporto do Centro Educativo António Lopes, estabelecimento que acolhe cerca de 250 crianças do primeiro ciclo de ensino, na Vila”, destaca a Câmara Municipal, em nota de imprensa.
A entrega simbólica foi realizada por Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso. Na sua intervenção, o autarca realçou, de entre outros aspectos, o enorme investimento que a Autarquia está a realizar no capítulo da Educação, e que passa pela construção dos Centros Educativos, conforme estipula a Carta Educativa, e por apoios ao nível da Acção Social Escolar, de transportes e outros, como as Bolsas de Estudo (atribuídas anualmente a alunos do Ensino Secundário e ou Profissional e do Ensino Superior e ou Politécnico).
“Sabendo das dificuldades que as famílias têm e mesmo com as dificuldades que a Câmara também tem, este ano, vamos ainda oferecer estes manuais. Mas para além de tudo isto e para que os alunos tenham sucesso, é preciso ter condições. E a Câmara Municipal está empenhada em criar condições para as nossas crianças”, referiu o autarca, salientando, que, este ano, será também lançado o Centro Educativo de Taíde e que o Centro Educativo D. Elvira Câmara Lopes está em construção. “São estas as condições que estamos a criar. Entendemos que todos os jovens do Concelho têm os mesmos direitos e devem ter as mesmas condições. É essa a nossa preocupação. O sucesso dos nossos filhos depende de todos nós e estão reunidas as condições para que a Póvoa de Lanhoso seja uma referência ao nível da educação”, considerou.
Presentes na sessão de abertura do ano lectivo estiveram ainda a Vereadora da Educação, Gabriela Fonseca, a Presidente do Agrupamento de Escolas Prof. Gonçalo Sampaio, Luísa Rodrigues Sousa Dias, e o Coordenador do CE António Lopes, Manuel Luís Ferreira, assim como pais, mães e encarregados de educação e crianças do primeiro ciclo.
“Acho que esta é uma medida muito importante, pelo menos para mim, que sou mãe divorciada com três crianças”, referiu Aurora, a mãe da primeira menina a receber os manuais escolares das mãos do Presidente da Câmara. Maria da Conceição é avó, reformada, e encarregada de educação de dois alunos do quarto ano, irmão e irmã gémeos. “Já senti muito na carteira, mas tendo o apoio ao nível dos livros, já é muito bom, porque as despesas são a dobrar e assim já sobra alguma coisa mais para outras necessidades”, manifestou.

Livros devolvidos no final do ano

“Este ano, a acompanhar os manuais escolares, os pais, mães e encarregados de educação recebem uma declaração que devem devolver preenchida à escola, em que se comprometem pela devolução dos livros, em bom estado, no final do ano lectivo. O objectivo é de que possam, no próximo ano, ser utilizados por outra criança, com poupança de recursos financeiros da autarquia, que assim ficarão disponíveis para outras aplicações”, dá conta a Câmara Municipal.
As crianças com escalão A, para além dos manuais escolares, recebem ainda os cadernos de actividades.

‘Vencer o Tempo nas 7 Cidades’


Os seniores como prioridade

A criação de espaços de lazer, com a colocação de bancos e mesas, a construção de passeios ao longo das estradas, a criação de sanitários públicos nas freguesias, a melhoria dos serviços de saúde, no tocante ao atendimento prestado, a falta de segurança e a melhoria da rede de transportes foram alguns dos aspectos mais focados pelos 63 seniores que integram o projecto “Vencer o Tempo nas 7 Cidades”, do qual faz parte o município da Póvoa de Lanhoso. A falta de atenção dos mais novos foi também apontada pelos inquiridos.
No decurso do “focus group”, os idosos deram a conhecer as suas opiniões, as suas necessidades e anseios. Espaços exteriores e interiores, transportes, habitação, participação social, respeito e inclusão social, participação cívica e emprego, comunicação e informação e apoio comunitário e serviços de saúde foram as áreas abordadas ao longo do inquérito dirigido aos mais velhos. Identificar as rotinas dos mais velhos, as dificuldades que têm na concretização dessas mesmas rotinas e criar condições para superar os problemas identificados foram alguns dos objectivos, partilha dirigida aos utentes do Centro Social e Paroquial de Taíde, Centro de Convívio de Vilela, Centro de Convívio de S. João de Rei e Universidade Sénior.
A apresentação dos resultados do “focus group”, no âmbito do projecto “Vencer o Tempo nas 7 Cidades” de-correu na tarde do dia 14 de Setembro, no Theatro Club. Naquele momento, Ivone Dias Ferreira, presidente da associação “Vencer o Tempo nas 7 Cidades” destacou que “só ouvindo os mais velhos é que podemos perceber o que querem e como podem ser mais felizes na terra onde vivem”.
De entre as várias considerações, os mais velhos consideram, de forma geral, a sua área de residência como bonita e manifestam vontade de lá continuarem a viver. A grande maio-ria dos inquirido possui casa própria e, de forma geral, com as condições básicas suficientes.
“A segurança é um dos pontos mais acentuados em todos os discursos e de uma forma geral apontam na mesma direcção: a falta de segurança que, nos dias de hoje, todos sentem nas mais diversas áreas”, revelou Ivone Ferreira.
“De uma forma geral, sentem que os mais novos não lhes dão atenção, os olham com algum desinteresse e muitas vezes os tratam de uma forma desinteressada e, até, humilhante porque não lhes reconhecem já capacidades de afirmação”, revelou Ivone Ferreira.
Ser considerada, pela Organização Mundial de Saúde, como uma vila amiga dos idosos é um dos objectivos do município da Póvoa de Lanhoso que, depois de analisar as preocupações e recomendações deixadas pelos mais velhos, se prepara para colocar no terreno algumas acções que visam ir de encontro às aspirações dos idosos. Algumas das necessidades apontadas pelos mais velhos já tinham sido identificadas pela autarquia. A intervenção nos centros cívicos de algumas freguesias do concelho é uma das apostas da Câmara Municipal que vai de encontro aos anseios do público sénior. No tocante aos aspectos ligados à saúde e segurança, o município pretende fazer chegar às autoridades competentes os resultados do “focus group”. A realização de campanhas de sensibilização nas escolas e de prevenção rodoviária são algumas das medidas a implementar.

Jovens e idosos na escola
A abertura do ano escolar na Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso teve, este ano, um “sabor” diferente. Depois da ida dos mais jovens aos centros de convívio, foi a vez dos mais velhos visitarem a escola frequentada por alguns dos jovens que os acompanham no projecto “Vencer o Tempo nas 7 Cidades”. Na manhã de quarta-feira, dia 14 de Setembro, os mais velhos “invadiram” a Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso. Ali, os mais novos receberam de braços abertos os cerca de 70 seniores do concelho. “O sénior vai à escola” foi a iniciativa que permitiu reunir jovens e idosos, dando a oportunidade, a estes últimos, de conheceram o ambiente escolar dos tempos actuais. Depois da recepção, pelos alunos e professores, os mais velhos foram presenteados com o lanche, recheado de mimos e carinho. Saciado o apetite, os mais velhos deitaram mãos à obra e confeccionaram broa, dando a conhecer, aos mais jovens, uma das tarefas que marcava a sua juventude. Na resposta, os jovens presentearam os seniores com as danças tradicionais. Enquanto alguns dos presentes se entretinham com os jogos, Maria Amélia Fernandes, de 66 anos, utente do Centro Social e Paroquial de Taíde, construía trança com tecido e rafia.
Tinha 11 anos quando aprendeu a fazer tranças com rafia, que por sua vez eram usadas para confeccionar chapéus. “Fazia tranças com 9 metros. Aprendia na infância, com apenas 11 anos. Depois fui servir e mais tarde fui para França”, revela Amélia Fernandes, mostrando-se satisfeita com o convívio com os mais jovens. “Estou a gostar muito. Dá-me muito prazer estar aqui”, revelou , satisfeita, aquela utente do Centro Social de Taíde.
Com a “mão na massa”, Alzira Cruz, de 65 anos, do Centro de Convívio de Esperança, mostrava aos mais novos como se confeccionava a broa caseira. “Estou a gostar. É bonito”, revelou, mostrando-se satisfeita com a ideia dos jovens acompanharam os mais velhos, quer conversando, quer visitando-os para se inteirarem da sua situação e das suas necessidades.
Residente em Rendufinho, Rebeca Jager, de 16 anos, é uma das jovens que integra o projecto “Vencer o Tempo nas 7 Cidades”. A seu cargo tem, como carinhosamente chama, duas madrinhas: Fernanda e Lurdes, da Universidade Sénior.
“Está a correr bastante bem. Além das pessoas serem simpáticas, são bastante acolhedoras e tratam-nos muito bem”, revelou a jovem Rebeca.
Com 17 anos e residente em Santo Emilião, Cátia Sousa acompanha, no projecto, um casal de Esperança: Alberto e Graça. O contacto é mantido, na maior parte das vezes, por telemóvel. A par disso, as actividades organizadas pela autarquia possibilitam o encontro com o casal.
“Acho óptimo porque é uma maneira de acabar com a solidão. Mesmo cá na Póvoa, que parece um sitio muito urbanizado, há muita solidão. Costumo visitar o lar e para alguns daqueles idosos eu sou a única visita. Não acho que isso seja bom. Os idosos, não é por serem velhos ou por não fazerem aquilo que fazemos, que não são pessoas importantes. São eles que nos ensinam tudo aquilo que sabemos e se estamos aqui é por causa deles. Se não fossem eles, nenhum de nós existia e acho que não merecem passar pelo que passam”, revelou a jovem Cátia Sousa.

Balanço positivo
O projecto “Vencer o Tempo nas 7 Cidades” tenta melhorar as condições dos seniores. Queremos ser uma vila cada vez mais amiga dos idosos e por isso abraçamos este projecto, em que estão envolvidos sete cidades e vilas de Portugal, que têm este desafio de serem consideradas, pela Organização Mundial de Saúde, como cidades amigas dos idosos”, destacou Fátima Moreira, vereadora do Pelouro da Saúde e Acção Social da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.
“A Póvoa de Lanhoso, com esta actividade, vai retomar laços criados no ano lectivo anterior dos jovens com os idosos. Os laços reatam-se aqui neste momento, com a abertura do ano lectivo. Hoje, esta escola fica com o ano lectivo marcado de uma forma diferente, em que os idosos tiveram a oportunidade de conhecer o contexto escolar dos seus jovens”, vincou Fátima Moreira.
CASTELO

Passeio a Fátima

Os passeios concelhios, proporcionados pela Câmara Municipal e pelas Juntas de Freguesia, são um dos momentos privilegiados para o reencontro de amigos. O passeio a Fátima, no dia 16, não foi excepção e a ocasião foi aproveitada por muitos para reverem amigos de outras freguesias. O convívio e a alegria proporcionados por este tipo de eventos levam os autarcas a manterem a aposta. Cerca de dois mil povoenses participaram no passeio sénior concelhio.

Cortes nas transferências

Autarquia obrigada
a redefinir prioridades


A rede de água e saneamento, os centros educativos e os centros vicos nas freguesias, aos quais se junta a requalificação urbana da vila da Póvoa de Lanhoso são as grandes apostas da Câmara Municipal para os próximos tempos.
Com uma taxa de execução de 75% dos apoios contratualizados ao abrigo do QREN, a autarquia da Póvoa de Lanhoso prepara-se para apresentar novos projectos à “Bolsa de Mérito de Execução Municipal”.
A rede de saneamento e água será pois, e segundo Manuel Baptista, uma das grandes apostas da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso que irá ser submetida à Bolsa de Mérito. A estes, junta-se o Centro Educativo de Taíde
Com os cortes sofridos por parte das transferências vindas do poder central, Manuel Baptista salientou a necessidade de uma política de contenção e redefinição de prioridades.
Segundo Manuel Baptista, os cortes estendem-se, nestes quatro anos (2009 a 2013) a mais de dois milhões de euros. A estes cortes, juntam-se o atraso nas transferências dos fundos comunitários, que ascendem a um milhão de euros.
De acordo com o autarca, tais cortes obrigaram a dar prioridade a outro tipo de investimentos. Um dos casos é o projecto para a construção da biblioteca, arquivo e pavilhão municipal, o qual teve que ser recalendarizado quanto à sua prioridade. Segundo o autarca, estes projectos apenas seriam financiados na ordem dos 50%.
“Estes três projectos obrigariam a um esforço financeiro do município de 1,5 milhões de euros. Vamos ver para o próximo mandato. Neste momento, iremos só investir naquilo que efectivamente é necessário e investimentos que sejam financiados a 85%, porque a componente da Câmara é só de 15% e é essa a prioridade que iremos dar”.
Estes dados foram adiantados pelo presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista, à margem do encontro dos utentes dos centros de convívio, realizado, em Esperança, no passado dia 3 de Setembro.
“Está, neste momento, a decorrer um concurso público para a requalificação urbana da vila”, anunciou o presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso. A intervenção estende-se, de acordo com Manuel Baptista, à Avenida 25 de Abril, Rua 1.º de Maio, Rua Sá Carneiro, Praça Engenheiro Armando Rodrigues e Avenida dos Bombeiros Voluntários. Cerca de 2,2 milhões de euros é o valor da intervenção a realizar, a qual deverá estar concluída em Março de 2012.
A intervenção nos centros cívicos das freguesias são outra das apostas da Câmara Municipal. Garfe, Travassos, Sobradelo da Goma, S. João de Rei, S. Martinho do Campo e Águas Santas são algumas das freguesias se preparam para receber obras de requalificação dos seus centros cívicos.
A captação de novas empresas para o concelho é uma das preocupações do executivo liderado por Manuel Baptista, que assumiu uma nova candidatura para 2013.
Depois da criação de uma incubadora de empresas, na freguesia de Ferreiros, e da vinda das duas empresas para o Parque Industrial de Mirão, uma serralharia e uma empresa ligada à área têxtil, que emprega cerca de cem pessoas, o executivo municipal está em negociações e a encetar esforços para a vinda de uma empresa para o Parque Industrial de Fontarcada.

Preço da água vai aumentar
Destacando que muitos povoenses não pagam a água nem o lixo, com a valor em débito deste último a ascender aos 120 mil euros, Manuel José Baptista anunciou aumentos no preço da água.
“Neste momento, estamos a fazer um regulamento para a taxa social. Temos que aumentar a água porque, neste momento, a água está a dar prejuízo ao município”, anunciou o autarca.
O aumento será, segundo o autarca, de forma ligeira e a realizar anualmente. Para os povoenses com baixos rendimentos está a ser criada uma taxa social.

Câmara Municipal


Apoio ao Munícipe com ajuda
ao consumidor e ao emigrante


A funcionar no edifício dos Paços do Concelho, o Gabinete de Apoio ao Munícipe da Póvoa de Lanhoso proporciona diversas respostas, de entre as quais ao nível do CIAB – Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Consumo (Tribunal Arbitral) e do Apoio ao Emigrante.
“Sempre que resulte lesado numa aquisição de bens ou serviços, qualquer interessado pode recorrer aos serviços do CIAB junto do Gabinete de Apoio ao Munícipe, que funciona de Segunda a Sexta-feira, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30, no edifício da Câmara Municipal (rés-do-chão), na Vila da Póvoa de Lanhoso. Os processos aí recebidos serão reencaminhados para o CIAB, onde um jurista prestará os esclarecimentos necessários e tentará a resolução dos conflitos através da mediação. Caso a mediação não resulte, os processos serão preparados para a conciliação e arbitragem a realizar nas instalações do CIAB, em Braga”, destaca a Câmara Municipal.
Do acordo de cooperação com a Direcção-Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso criou, também, um Gabinete de Apoio ao Emigrante, que funciona nos mesmos horários. Informar os emigrantes e ex-emigrantes sobre os seus direitos adquiridos, especialmente no âmbito da segurança social é um dos objectivos.
Pensões do Estrangeiro, Autorizações de Residência, Alteração de Cartas de Condução, Equivalências Escolares são algumas das razões pelas quais deve procurar este serviço no Gabinete de Apoio ao Munícipe.

HabitaLanhoso

Candidaturas até final de Agosto

Destinado a apoiar a recuperação e beneficiação de habitações de indivíduos ou agregados familiares economicamente desfavorecidos, o programa HabitaLanhoso, instituído pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, alargou o prazo de entrega das candidaturas até ao final do mês de Agosto.
Para beneficiar de tal apoio é necessário que os indivíduos ou agregados familiares preencham os requisitos que constam no regulamento daquele programa de apoio, que mostrem condições habitacionais precárias, isto é, que tenham comprometidas as condições mínimas de habitabilidade ou esteja dificultada a mobilidade (barreiras arquitectónicas), salubridade e/ou segurança no domicílio devido a doenças crónicas debilitantes e/ou deficiência, conforme destaca a autarquia, em nota de imprensa.
Os interessados em candidatar-se ao HabitaLanhoso devem dirigir-se ao Gabinete de Apoio ao Munícipe, no edifício dos Paços do Concelho, para organização dos processos.
As candidaturas deverão ser depois entregues na Divisão Administrativa da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, no mesmo edifício.

Cartão do Munícipe

Autarquia + próxima + eficaz

Acelerar o atendimento ao público e diminuir burocracias é um dos objectivos do Cartão do Munícipe, apresentado pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, no dia 3 de Junho, na Casa da Botica. Trata-se, e segundo Armando Fernandes, vereador do Pelouro da Modernização Administrativa, de um novo elemento de identificação do cidadão povoense perante a Câmara Municipal, que faculta o acessos aos diferentes serviços disponibilizados pela autarquia.
Aproximar os munícipes do município é um dos objectivos do Cartão do Munícipe, através do qual os munícipes têm acesso a todos os serviços e funções disponibilizados pela autarquia, conforme destacou o vereador Armando Fernandes.
Na sua intervenção, o responsável pela pasta da modernização administrativa vincou que “este cartão destina-se a todos os munícipes povoenses, bem como a todos os cidadãos não residentes no concelho, bem como empresas, mas que tenham processos a tratar, ou que pretendam vir a tratar, na Câmara Municipal de Póvoa de Lanhoso.
“Pretende-se, ainda, que possa servir para reduzir o atendimento presencial, uma vez que passa a existir a possibilidade dos requerimentos serem pedidos via internet”, revelou Armando Fernandes.
Os interessados em possuir o Cartão do Munícipe devem dirigir-se ao Gabinete do Munícipe, no edifício dos Paços do Concelho, e preencher um formulário próprio, que deverá ser acompanhado por fotocópia do cartão do cidadão ou contribuinte e comprovativo de morada (cópia de uma factura de electricidade, telefone, tv, entre outras).
De acordo com a Câmara Municipal, a sua emissão, pelo me-nos até final do ano, é gratuita. Depois de realizado o pedido, o cartão chegará ao seu requerente acompanhado de um código secreto.
Destacando alguns dos passos dados no âmbito da modernização administrativa, e mostrando-se satisfeito com os avanços verificados nesta área, Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, considerou que o Cartão do Munícipe trará uma grande responsabilidade aos serviços e funcionários, sendo que estes últimos irão receber formação adequada. Manuel Baptista considerou o Cartão do Munícipe como uma excelente ferramenta de trabalho.
Depois de apresentado, o Cartão do Munícipe foi entregue ao presidente da Câmara assim como aos vereadores Armando Fernandes, Gabriela Fonseca e Fátima Moreira, bem como aos presidentes de Junta do concelho.
Acedendo à página da autarquia, via internet, em www.mun-planhoso.pt, e, posteriormente, na secção “Serviços” os munícipes são direccionados para uma área onde consta a indicação “Serviços Online”. Aí, através do número de utilizador e da password, os interessados acedem a um conjunto de ferramentas disponibilizadas pela autarquia. Consultar o estado dos processos, dar entrada de requerimentos e apresentar sugestões, bem como aceder às respostas às questões apresentadas são algumas das facilidades.
No atendimento presencial, ao fornecer o cartão no balcão de atendimento, o acesso aos processos e historial de cada munícipe será mais eficaz, conforme deu conta o vereador Armando Fernandes.
Ainda segundo o vereador Armando Fernandes, desde que os serviços estejam ligados à base de dados, o cartão do munícipe pode ser o meio de identificação para acesso às piscinas e outros equipamentos municipais.

Executivo aposto na modernização administrativa
A modernização administrativa é um das bandeias do executivo liderado por Manuel Baptista. A consolidação da rede de dados, com os vários espaços municipais interligados por fibra óptica; a implementação dos Serviços de Informação Geográfica, que possibilitam, entre outros, a georreferenciação da rede de abastecimento de água, da rede de saneamento e dos processos de licenciamento urbanístico; a unificação das comunicações; a implementação dos sistema de gestão documental são alguns dos passos dados pelo actual executivo no âmbito da modernização administrativa.

Melhorar a eficiência energética do concelho

Câmara poupa na luz pública

O reordenamento das luminárias, a aplicação de novos horários e a redução das luminárias ligadas são algumas das medidas que a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso está a implementar, desde o início deste mês, com vista a reduzir os custos com a iluminação pública no concelho.
“De modo a melhorar a eficiência energética do concelho e atendendo aos cortes impostos nas transferências de verbas do Governo para as Câmaras Municipais e à diminuição de outras receitas, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso vê-se na necessidade de reduzir em cerca de 15 por cento os custos com a iluminação pública”, explica a Câmara Municipal em nota de imprensa.
“Assim, no inicio deste mês, a autarquia começou a implementar algumas medidas com vista à redução da factura com a iluminação pública, medidas essas que contribuem, em simultâneo, para a protecção do meio ambiente, para a promoção de uma maior eficiência na utilização de recursos e para uma diminuição da dependência energética do nosso país”, revela ainda a autarquia.
“Desta forma, atendendo aos referidos aspectos económicos e ambientais, a Câmara Municipal está a proceder ao reordenamento de luminárias e à aplicação de novos horários. Assim, verifica-se, em alguns casos, uma redução das luminárias ligadas e, em outros casos, o desligar da iluminação a partir da 1 hora. Posteriormente, a autarquia pretende substituir gradualmente as lâmpadas existentes por lâmpadas de mais baixo consumo”, adianta.

Medidas abrangem a iluminação pública e fachadas das igrejas
As medidas a implementar abrangem a iluminação pública das ruas da Vila, a iluminação das fachadas de igrejas e outras, os largos e adros de Igreja, os loteamentos ou urbanizações novas onde ainda não há construção, as vias de acesso às aldeias, zonas habitacionais contínuas (dentro das aldeias), as zonas habitacionais mais dispersas (e becos), os acessos individuais, as zonas de circulação de pessoas com casas dispersas, os cemitérios e os acessos.
Quanto à sede do concelho, as alterações na iluminação pública abrangem a Avenida da República, Avenida 25 de Abril, Rua António Francês, Paços do Concelho, Pontido, Jardim António Lopes, Rua Neuves Maisons, Rua Comandante Luís Pinto da Silva, Feira e loteamentos em Mirão.

Plano Municipal


Igualdade do Género une regiões

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso prepara-se para avançar com a concepção e implementação do Plano de Igualdade Municipal, num projecto aprovado no âmbito do eixo 7, do POPH, através da CIG – Comissão para a Cidadania e a Igualdade do Género. A notícia foi transmitida por Fátima Moreira, vereadora do Pelouro da Saúde e Acção Social, no dia de 13 de Maio, no decurso de uma conferência de imprensa de apresentação do projecto transfronteiriço REDECIM, do qual a mara Municipal da Póvoa de Lanhoso é parceira. Fátima Moreira apontou o mês de Outubro como o de início de implementação daquela estratégia que prevê, a par da concepção e implementação do Plano de Igualdade Municipal, acções voltadas para os funcionários e serviços da autarquia, nomeadamente relacionadas com a conciliação do trabalho com a família, assim como a continuidade do trabalho já iniciado, no tocante à sensibilização e formação de técnicos e parceiros da rede social.
O momento coincidiu com o de encerramento da exposição "Mulleres no Obxectivo", patente na Galeria do Theatro Club, local que acolheu a conferência de imprensa, numa iniciativa que contou com a presença de Marta González, Secretária Geral da Igualdade da Junta da Galiza (Espanha), e de Manuel Albano, vice-presidente da CIG. A exposição, composta por fotografias de 23 fotojornalistas da região da Galiza, que retrata a vida das mulheres ao longo dos anos, nomeadamente a conciliação da vida laboral e familiar, marcou presença nas Terras da Maria da Fonte pela mão do projecto REDECIM.
A par do Norte de Portugal, o projecto REDECIM integra as regiões da Galiza e Castela e Leão, na vizinha Espanha. De entre os vários objectivos, destaca-se o da criação de redes de comunicação, reflexão e partilha de boas práticas no âmbito da igualdade do género e cidadania.
“É um projecto para o qual a Câmara Municipal foi convidada através da Comissão de Igualdade do Género e onde estamos com muito interesse”, explicou a vereadora Fátima Moreira.
Na sua intervenção, a responsável pelo Pelouro da Saúde e Acção Social, destacou algumas das iniciativas desenvolvidas pela autarquia no âmbito da Igualdade do Género. A criação do SIG (Serviço de Promoção da Igualdade do Género), a realização de acções de formação destinadas ao público jovem no âmbito da violência no namoro e do bullying e a nomeação da Conselheira Local da Igualdade, cargo ocupado por Fátima Moreira, foram algumas das medidas apontadas.
“Temos uma preocupação muito grande com a problemática da Igualdade do Género sobretudo, numa primeira fase, virada para as questões da violência. Sentimos que, de facto, as questões sociais e económicas têm feito com que esta problemática esteja cada vez mais acentuada. São crescentes os casos de denúncia de violência, quer seja violência doméstica, violência a menores e violência a idosos”, frisou Fátima Moreira.

Celebrado a 7 de abril

Dia Mundial da Saúde

A Praça Eng. Armando Rodrigues, no centro da vila, recebeu, no dia 7 de Abril, as actividades comemorativas do Dia Mundial da Saúde. A par da sensibilização para diversas temáticas, a iniciativa contou com um conjunto de rastreios, gratuitos e abertos a toda a população.
As comemorações envolveram a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e alguns parceiros locais, dos quais se destaca o Centro de Saúde, que marcou presença com a Unidade de Saúde Móvel, e o ISAVE, que promoveu os vários rastreios de saúde, nomeadamente a medição da tensão arterial, índice de massa corporal e glicemia. A par destes, foi ainda proporcionado, por uma outra entidade, um rastreio visual.
“Ali estiveram profissionais e colaboradores das várias entidades envolvidas realizando acções de sensibilização da população sobre temas variados da área da saúde e rastreios. A Unidade Móvel de Saúde, o Centro de Saúde da P. Lanhoso, o ISAVE, a Santa Casa da Misericórdia da P. Lanhoso e a Unidade Móvel de Rastreio Visual da Central Ópticas foram os parceiros da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, com propostas destinadas a toda a população”, refere a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, dando conta das actividades desenvolvidas na Praça Engenheiro Armando Rodrigues.
Recomendações para uma alimentação diária saudável, proteja o seu coração, planeamento familiar, ondas de calor e as pessoas idosas e alimentação saudável e actividade física foram alguns dos conselhos deixados pela Unidade de Saúde Móvel.

Fátima moreira - presidente da regi-cooperativa do centro de criatividade

“Foi um ano que exigiu muito”

Depois de um ano que “exigiu muito trabalho” a toda a estrutura, a presidente da direcção da regi-cooperativa do Centro de Criatividade da Póvoa de Lanhoso (CCPL), Fátima Moreira, também vereadora da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, está satisfeita com o projecto supra-partidário que dirige, destaca já a grande visibilidade do projecto cultural na região local, nacional e até além fronteiras, e aponta a sustentabilidade financeira como o caminho a seguir.
Maria da Fonte (MF) - O ano de 2010 foi um ano de funcionamento pleno do Centro de Criatividade (CC) como regi-cooperativa. Qual o balanço?
Fátima Moreira (FM) - A regi-cooperativa trouxe-nos a possibilidade de ultrapassarmos alguns constrangimentos com que nos vínhamos debatendo, que tinham a ver, sobretudo, com a prestação de serviços para além do serviço prestado pela Câmara Municipal. Se, anteriormente, era quase necessário haver protocolos de colaboração da Câmara Municipal com essas instituições, o dinheiro tinha que entrar e havia algum dificuldade em termos de tesouraria, em termos de procedimentos. A regi-cooperativa trouxe-nos essa facilidade em termos de procedimentos.
A regi-cooperativa acaba por ser um grande desafio, porque é quase o ousar trabalhar a cultura de uma forma quase empresarial, é caminhar para a sustentabilidade económica dum projecto cultural. Esse é o grande desafio da gestão do Centro de Criatividade, nesta filosofia de regi-cooperativa.
Olhando para o ano 2010, foi um ano que não foi fácil, foi um ano difícil. Certamente que não foi só para o CC, foi um ano difícil, em termos globais. Para nós, teve a ver com a necessidade de afinarmos alguns procedimentos, que têm a ver com a própria dinâmica do Centro. Assumimos que, não foi um ano fácil. Foi um ano que exigiu muito. Exigiu muito à equipa da direcção, que é muito coesa.
A regi-cooperativa, ao nível de direcção, é um projecto que se assume supra-partidário, porque é liderado por dois partidos. Tem membros do PSD e PS e tem sido um bom exemplo de gestão. Por isso, é possível que pessoas com diferentes filosofias partidárias encarem projectos como o mesmo rumo, digamos assim.
Por outro lado, além desta equipa de direcção, a equipa que está à frente dos destinos do CC, não só a equipa técnica como a equipa artística, com a sua dedicação e empenho, foram fundamentais para ultrapassarmos muitos constrangimentos que nos foram surgindo. Conseguimos chegar ao final do ano com um resultado positivo.

MF - A fundação da regi-cooperativa veio agilizar o estabelecimento de parcerias com outros municípios. Como está esse processo?
FM - O ano 2010 foi assumido pela direcção e pela estrutura do CC como o ano de expansão. O Centro de Criatividade foi sempre assumido como um projecto cultural local e continua a sê-lo. O Centro assume já uma visibilidade muito grande na região. Eu diria até que em muitos pontos do país já em conhecido e tem levado o nome da Póvoa de Lanhoso além fronteiras e ao longo do país. Para isso, foi necessário darmos, no ano passado, esse passo de expansão. Foi criada uma rede informal de parcerias com 11 autarquias aqui à volta e foi apresentado um projecto à Capital Europeia da Cultura, num trabalho que nasceu aqui no CC e teve uma aceitação muito satisfatória desses onze municípios. Há, de facto, uma vontade desses 11 municípios em terem uma estratégia idêntica e identificaram-se com esta estratégia do CC.
Esta expansão permitiu vincularmos já um trabalho efectivo num dos municípios, que foi Montalegre, onde criamos o Centro de Estudos do Alto Barroso. Foi constituído o centro e o ano passado foi um ano pleno de trabalho em Montalegre, que resultou na grande apresentação da sexta-feira 13, em Agosto. Paralelamente, em Maio do ano passado, constituiu-se um grupo de trabalho formal em Cabeceiras de Basto, que ainda funciona e que é o Centro de Teatro de Cabeceiras de Basto, que também é um projecto local mas que está, de alguma forma, assessorado pelo CCPL.
Para além disso, temos parcerias várias. Temos, neste momento, a trabalhar connosco dois estagiários que vieram do ISMAE, temos essa parceria com a Escola Superior de Formação em Artes e também com o Chapitô. Várias companhias contactam- -nos para darmos apoio ao nível da confecção de figurinos e outro tipo de apoios. Temos sido muito solicitados, mesmo ao nível local. Ao nível das escolas, tem sido feito um trabalho de parceria muito válido. As escolas estão cada vez mais despertas para a necessidade de trabalharmos de forma articulada. Iniciamos, no ano passado, um projecto muito interessante ao nível do Agrupamento do Ave, em que o Centro de Criatividade está, neste momento, a promover aulas de hip-hop em todas as escolas daquele Agrupamento.

MF - A que se propõem neste ano de 2011?
FM - O que se propõe é fazer o mesmo, pelo menos, com menos dinheiro. O que aconteceu relativamente a 2010 é que o CC, à semelhança doutras instituições que têm sido apoiadas pela Câmara Municipal, sofreu uma redução de 15% nas verbas transferidas. Por isso, esse já é um constrangimento. Mas, nós aqui no Centro de Criatividade temos quase a ousadia, a audácia, de caminhar para a sustentabilidade desta utopia e de sonhar com a sustentabilidade desta utopia que é o Centro de Criatividade.
A cultura custa dinheiro mas a cultura, quando nos deparamos com anos difíceis e de crise, é quase sempre a área onde as apostas são menores e onde é mais fácil cortar as verbas.
Mas, nós, a equipa que aqui está, acreditamos que, com determinação, com vontade, apesar de todo este constrangimento, vamos ter um ano melhor que o de 2010.
Temos em mente alguns projectos e não vamos deixar de concorrer a candidaturas que nos permitam encontrar outras saídas. Aliás, já o fizemos o ano passado e vamos tenta-lo novamente. No ano passado não tivemos sucesso em muitas candidaturas que fizemos mas este ano vamos voltar a tentar.
A direcção está empenhada. O ano de 2010 foi um ano de aprendizagem ao nível dos comportamentos e das rotinas do Centro de Criatividade. Este ano, estas aprendizagens já estão incutidas e acredito que, apesar de termos um orçamento mais reduzido, os resultados vão ser ainda melhores que no ano anterior. (...)

I Semana da Arqueologia da Póvoa de Lanhoso

Simulação de Escavação
e Atelier de Arqueologia

Experimental
deliciou crianças


Cerca de uma centena de jovens da Escola Eb 2,3 de Taíde, EB 1 de Rendufinho, da EB1 de Arrifana, em Fontarcada e da EB1 de Calvos estiveram envolvidas em simulações de escavação arqueológica e num atelier de arqueologia experimental, no âmbito da I Semana da Arqueologia da Póvoa de Lanhoso, numa organização da Câmara Municipal, que decorreu de 4 a 8 de Abril.
“A adesão e o entusiasmo dos participantes bem como a certeza de que os ensinamentos transmitidos terão contribuído para que também estes jovens estejam mais atentos e activos no que se refere à preservação e salvaguarda do património permitem fazer um balanço positivo desta iniciativa, dinamizada através do Gabinete do Património”, revela a autarquia.
“O local a “escavar” foi preparado previamente e os fragmentos cerâmicos foram ocultados. Antes da simulação, foi explicado aos mais novos, inexperientes neste tipo de actividade, os procedimentos a adoptar numa escavação arqueológica, os métodos de escavação e ainda como deviam proceder à remoção dos fragmentos cerâmicos que encontrassem. No final da “escavação”, foi possível reconstituir a peça encontrada”, explicam os responsáveis da autarquia.
Sensibilizar as crianças para a preservação e salvaguarda do património foi um dos objectivos da iniciativa, promovida pelo Gabinete do Património da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.
“Esta actividade deixou todos os participantes entusiasmados e, com vontade de a repetir brevemente. Além do entusiasmo, alguns destes jovens manifestaram vontade em seguir a carreira de Arqueólogo, percebendo a importância da Arqueologia como ciência que estuda os antepassados da evolução humana”, adianta ainda a autarquia. Os jovens da EB 1 de Calvos participaram num Atelier de Arqueologia Experimental com barro, iniciativa que contou com a colaboração dos técnicos do Gabinete de Arqueologia de Vila do Conde. Antes de se iniciar esta actividade, foi-lhes explicado como seria a forma primitiva de trabalhar o barro, culminando na visualização de uma peça cerâmica do período do Calcolítico (Idade do Cobre). Seguidamente puderam manusear o barro tentando reproduzir uma peça idêntica à que tinham visualizado. Terminada a peça que lhes tinham pedido para executar, os alunos puderam manusear o barro livremente, pondo em prática toda a imaginação, criando peças interessantes e originais. Esta actividade foi bem acolhida entre os alunos participantes, demonstrando arte para manusear o barro.

Gestão Urb@nística

Câmara Municipal premiada

Uma cartaz apresentado pelos serviços municipais da autarquia da Póvoa de Lanhoso sobre a temática da “Gestão Urb@nística – Georreferenciação de processos de obras” obteve o prémio de melhor poster (conteúdo técnico), conforme revela a Câmara Municipal, em note de imprensa.
O cartaz foi integrou um concurso promovido pela ERSI Portugal.
“Mostrar o trabalho desenvolvido, ao nível dos Sistemas de Informação Geográfica (SIG), por cada instituição foi o objectivo deste concurso. Para o município povoense, a atribuição deste prémio representa o reconhecimento do trabalho que tem vindo a desenvolver, que se destaca do ponto de vista da implementação do Sistema de Informação Geográfica, e que está a trabalhar com sucesso a este nível”, refere a Câmara Municipal.
As distinções foram entregues aos vencedores, no início do mês de Março, em Lisboa. O Município da Póvoa de Lanhoso submeteu o seu cartaz ao concurso EUE 2011, que se realizou no âmbito do Encontro de Utilizadores ESRI.
O Gabinete Municipal de Informação Geográfica (GMIG) iniciou em Abril de 2009, inserido na Divisão de Estudos Projectos e Planeamento, mas ligado, directamente à Presidência da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.
Trabalha com todas as Divisões da Câmara Municipal, desde a Divisão de Ambiente, com o cadastro de água e saneamento e as rotas de reco-lha dos Resíduos Sólidos Urbanos, desde a Divisão de Gestão Urbanística, com a publicidade e georeferenciação de processos de obras, desde a Divisão de Cultura e Turismo, com o apoio a georreferenciação do património, etc.. A ESRI Portugal é uma empresa ligada à oferta de tecnologia de Sistemas de Informação Geográfica em Portugal, a qual comercializa o software SIG que o Município utiliza.
Anualmente, esta entidade promove um encontro no sentido dos seus utilizadores mostrarem os projectos que estão a desenvolver.

Póvoa de Lanhoso

Recolha do lixo com alterações

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso implementou, desde 14 de Março, um novo sistema de recolha de resíduos sólidos urbanos na vila da Póvoa de Lanhoso. Nesse sentido, foram estabelecidos 38 locais para a colocação dos lixos domésticos. Nas várias artérias foram colocadas, no pavimento, placas indicativas onde devem ser colocados os sacos com os resíduos, deixando, por isso, de existir a chamada “recolha porta a porta”.
“Esta recolha continua a ser efectuada todos os dias, excepto domingos e feriados (não coincidentes com sábados ou segundas–feiras), a partir das 21h00. Contudo,desde 14 de Março, o lixo doméstico tem obrigatoriamente que ser colocado nos locais indicados, que estarão sinalizados por uma placa indicativa, entre as 20h00 e as 21h00”, esclarece.
“Este lixo doméstico deve estar em sacos de plástico resistentes e devidamente fechados de forma a não existirem derrames”, alerta a autarquia.
Quanto aos resíduos passíveis de reciclagem (papel/cartão, vidro e embalagens), o mesmo deve ser “obrigatoriamente depositado nos ecopontos existentes para o efeito, não sendo este lixo levantado pelo camião de recolha de lixo doméstico”. “Atenta à qualidade de vida de todos os povoenses, a Câmara Municipal exercerá uma fiscalização atenta e os infractores estarão sujeitos a coimas”, revela a Câmara Municipal, em nota de imprensa.