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Ligação Braga - Chaves


EN103 palco de vários acidentes

No passado domingo, dia 13 de Novembro, a Estrada Nacional 103, que liga Braga a Chaves, foi palco de dois acidentes de viação, dos quais resultaram quatro feridos. Os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso foram solicitados, pelas 16h25, para acorrer a um acidente de viação que se tinha verificado na freguesia de Serzedelo. A caminho do sinistro, os soldados da paz deparam-se com um outro acidente, naquela estrada nacional, na freguesia de Frades. Segundo apuramos, duas ambulâncias de socorro dirigiam-se para o acidente de viação registado em Serzedelo quando se depararam com o outro acidente em Frades, tendo uma das ambulância ficado no local para prestar os primeiros socorros aos feridos. A segunda ambulância seguiu para o acidente de viação de Serzedelo, tendo transportado ao Hospital um ferido, uma vez que o segundo ferido naquele acidente recusou o transporte à unidade hospitalar. O ferido foi imobilizado como medida de precaução.
Quanto ao acidente registado em Frades, para além da ambulância de socorro que prestou a primeira assistência às vítimas, os soldados da paz fizeram deslocar para o local uma outra ambulância de socorro, a viatura de desencarceramento e o veículo de comando e operações tácticas.
Segundo dados obtidos, foi necessário proceder a operações de desencarceramento para retirar um dos feridos da viatura, que apresentava queixas ao vel da coluna cervical e membros inferiores. Os dois feridos deste sinistro foram conduzidos pelos Bombeiros da Póvoa de Lanhoso ao Hospital de Braga. A operação de socorro envolveu 14 soldados da paz.

Travassos


Explosão causou ferido grave

Um homem, de 70 anos, ficou gravemente ferido, na manhã de segunda-feira, na sequência de uma explosão provocada por uma alegada fuga de gás. Daniel Pinheiro, de 70 anos, que resida na Rua de Santo António, em Travassos, encontrava-se sozinho na oficina de ourivesaria quando tudo aconteceu. A vítima apresentava queimaduras na face, abdómen, tórax e membros superiores.
A oficina, que funciona num anexo, ficou bastante destruída, com muitos dos objectos a serem projectados. No exterior da oficina estavam as botijas de gás, que não chegaram a explodir.
Ourives reformado, Daniel Pinheiro fazia, esporadicamente, pequenos trabalhos, nomeadamente reparações de objectos de ourivesaria. Eram 8h30 da manhã quando se deu a explosão que terá sido despoletada, ao que tudo indica, pela utilização de um maçarico, ferramenta utilizada pelos ourives. Com a acumulação de gás no interior daquele espaço, a chama funcionou como uma fonte de ignição, provocando a explosão que feriu com gravidade o ourives.
Segundo a filha, Daniela Pinheiro, o pai saiu pelo próprio pé da oficina. “Estava a dormir. Ouvi o barulho, vim ver o que se passava e já vi a minha mãe com o meu pai a sair da oficina”, explica Daniela, que aponta como causa da explosão uma fuga de gás. “Aqui nunca aconteceu nada. Temos cuidado e as botijas estão colocadas fora da oficina”, revelou ainda Daniela Pinheiro.
No local compareceram amigos e familiares de Daniel Pinheiro. De entre os presentes encontrava-se Custódio Gomes, sobrinho e afilhado da vítima, e também ele ourives. “Ouvi o forte estrondo e vim à varanda e vi uns papéis no ar e apercebi-me que era no meu padrinho”, explicou o ourives, que ia dando apoio aos seus familiares, abalados com o acidente ocorrido.
O ferido foi assistido, no local, pelos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso e pela equipa médica da VMER de Braga. Depois de assistido, foi transportado para o Hospital de Braga, seguindo posteriormente para uma das unidades hospitalares do Porto.
Além da assistência ao ferido, os soldados da paz povoenses apagaram pequenos focos de incêndio, que deflagravam na oficina de ourivesaria.
No local, compareceram, também, militares do Posto da GNR da Póvoa de Lanhoso, que tomaram conta da ocorrência.

Serzedelo

Colisão de viaturas faz um ferido
Uma senhora ficou ferida, ao final da tarde de sexta-feira, dia 24 de Outubro, na sequência da colisão frontal de duas viaturas, na freguesia de Serzedelo.
O acidente, que ocorreu pelas 17h55, teve lugar no lugar da Igreja Nova e envolveu duas viaturas ligeiras, um Hunday Accent e um furgão Ford Transit. Depois da colisão frontal, uma das viaturas, o furgão, foi embater na galera de um camião que estava estacionado próximo do local. No local, para além das forças policiais, compareceram os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso que assistiram a vítima no local e a conduziram ao Hospital de Braga.

Chuva e vento deram muito que fazer...


Mau tempo provoca estragos

A chuva e o vento que se fizeram sentir na passada quarta-feira, dia 26 de Outubro, provocaram estragos no concelho, sobretudo nas freguesias do baixo concelho, onde se registaram os maiores danos.
Queda de árvores, inundações e estradas alagadas marcaram um dia de muita chuva. Naquele dia, os Bombeiros Voluntários da não tiveram mãos a medir para acorrer a todas as solicitações.
Para além da quarta-feira, dia 26 de Outubro, as inundações em habitações também se registaram no domingo, dia 23, na Rua António Francês e na Rua Capitão Tinoco de Faria. Póvoa de Lanhoso, Verim, Lanhoso, Monsul, Sobradelo da Goma, Ferreiros, Gerás, Fontarcada e S. João de Rei foram algumas das freguesias onde se registaram danos provocados pelas chuvas fortes e que obrigaram à intervenção dos Bombeiros Voluntários.
Em Ponte Pereiros, na vila, nas antigas instalações da fábrica Gori, o entupimento das caixas de saneamento provocou inundações naquele edifício. Os Bombeiros Voluntários foram chamados ao local.
Na Avenida 25 de Abril, um apartamento, várias lojas e garagens ficaram inundados. Também nos Moinhos Novos, várias garagens ficaram repletas de água. Os Bombeiros povoenses procederam, também, ao desentupimento dos aquedutos da estrada de ligação a Vilela.
Os trabalhos dos bombeiros estenderam-se, também, à Avenida da República e ao centro da vila, nomeadamente a Praça Eng. Armando Rodrigues. Nestes locais, os soldados da paz procederam à limpeza e ao levantamento das grelhas das caixas de saneamento que estavam obstruídas e a provocar a inundação de lojas naquelas artérias da vila. Em Verim, o edifício onde funciona um talho e a garagem de uma habitação ficaram inundadas. O alerta foi dado pelas 18.55 horas.
No lugar de Aldeia, em Lanhoso, duas habitações ficaram com garagens inundadas. Em Fontarcada, uma garagem ficou inundada e foi necessário desentupir várias caixas de saneamento na via pública.
O Centro Educativo do Cávado, em Monsul, também foi atingido e alguns espaços ficaram inundados. Algumas crianças ficaram privadas de aulas na quinta-feira, dia 27, para que a realização das devidas limpezas. Também em Monsul, um talho e uma garagem ficaram inundados.
Em Sobradelo da Goma, o entupimento das caixas de saneamento provocou a inundação numa das estradas do concelho. Nesta freguesia também se registou a queda de árvores. Parte de um muro, em Friande, junto ao centro de convívio, ficou também destruído.
Na freguesia de Ferreiros registaram-se os maiores estragos, que se estendem a milhares de euros. Habitações inundadas, caminhos destruídos, muros derrubados, taludes destruídos e ca-sas isoladas devido à chuva foram algumas das consequências do mau tempo naquela freguesia. O lugar das Boucinhas foi um dos lugares mais afectados. Um pontilhão, no Ribeiro do Pêgo, ruiu parcialmente. Aquele curso de água ficou obstruído e obrigou à intervenção dos Bombeiros, assim como de equipas camarárias que, com a ajuda de máquinas, retiraram o lixo e desimpediram o ribeiro.
No lugar do Monte, na estrada que liga Geraz do Minho a Monsul, deu-se a destruição de uma parte da via. Trata-se, segundo foi possível apurar, de um pontão que atravessava um ribeiro.
Na freguesia de S. João de Rei, no lugar do Cabo, deu-se o abatimento de parte do pavimento, que condicionou o trânsito naquela via, e a estrada que liga aquela freguesia de Rendufinho ficou repleta de entulho, arrastado pelas águas. Além disso, alguns caminhos, que ainda permanecem em terra, ficaram danificados.
Para além de todas estas solicitações, no dia 27, a corporação povoenses procedeu à lavagem da estrada que liga a freguesia de Galegos a Pedralva, que ficou com muito lixo acumulado devido às intensas chuvas e retirou, com a ajuda de uma bomba, a água que se mantinha numa habitação na freguesia de S. João de Rei, que ficou com elevados estragos provocados pelo mau tempo. Em nota de imprensa, a Câmara Municipal destaca que o presidente da autarquia, Manuel Baptista, acompanhado de elementos do seu gabinete e de técnicos da Câmara, visitou os estragos causados pelo mau tempo, avaliando a situação e estudando as soluções para resolver as situações mais prioritárias.

Povoenses ajudaram bracarenses
A cidade de Braga foi uma das mais fustigadas pelo mau tempo no passado dia 26 de Outubro. Para além dos elevados estragos, o mau tempo provocou uma vítima mortal. Para além do socorro prestado no concelho, os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso deram o seu apoio às corporações de bombeiros da cidade de Braga. No dia 26, os soldados da paz apoiaram as populações de Braga com duas viaturas e duas auto-bombas rebocáveis. O apoio estendeu-se também aos dias 27 e 28 de Outubro. Com o apoio das auto-bombas, os bombeiros povoenses retiraram água de lojas e garagens, assim como do túnel junto ao Hotel Melia.

Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso


Número anormal de incêndios

De 1 a 17 de Outubro, os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso registaram 108 incêndios florestais, um mero bastante elevado, comparativamente com o resto do ano e com anos anteriores. De Janeiro a 17 de Outubro, e no concelho, os soldados da paz combateram 280 incêndios, sendo que destes, 108 foram nos primeiros 17 dias de Outubro. A estes números, juntam-se ainda os 107 incêndios combatidos fora do concelho, na ajuda às corporações de concelhos vizinhos.
“Não tem comparação possível. Costumamos receber cerca de 300 a 400 alertas para incêndios por ano cuja incidência é sobretudo nos meses de Julho e Agosto. Quanto ao mês de Setembro, em alguns anos, é também um mês complicado. Nunca tivemos um mês de Outubro com um número tão grande de ocorrências. Tal situação tem a ver com muitas razões, de ordem climatérica, como é evidente, mas tem a ver, sobretudo, com as pessoas por-que, como eu digo há muitos anos, 99% dos incêndios são de origem criminosa”, refere António Lourenço, comandante dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso.
Na primeira quinzena de Outubro, as altas temperaturas, aliadas a uma baixa humidade facilitaram o alastramento do fogo e levaram a incêndios de maiores dimensões.
Um dos exemplos surgiu na passada segunda-feira, dia 17 de Outubro, no Monte Vermelho, em Friande. Recebido o alerta por volta das 7h30, o incêndio, que chegou a ter três frentes de fogo activas, só foi dado por extinto por volta das 17h30.
Apesar deste número elevado de ocorrências no mês de Outubro, regista-se uma área ardida inferior ao ano passado.
Com um dispositivo no terreno inferior aos meses de Julho e Agosto, António Lourenço revela que não tem sido fácil mas mostra-se muito satisfeito com a resposta dada pelos bombeiros povoenses. “Sempre que foi necessário conseguimos ter os meios indispensáveis para resolver os problemas. A resposta que os voluntários dão, que o corpo activo em geral dá, é uma óptima resposta que deixa o seu comandante muito feliz”, destaca António Lourenço.
Friande, S. Gens de Calvos, Lanhoso, Serra do Carvalho (este ano muito fustigada pelo fogo), Galegos e Garfe foram alguns dos locais onde se registaram os incêndios florestais que exigiram um maior esforço aos soldados da paz povoenses.

Concerto Gala


‘Entre Notas’ dá a conhecer
Banda Musical dos Bombeiros


A noite de sábado, dia 24 de Setembro, ficou marcada pelo Concerto Gala de apresentação da revista “Entre Notas” da Banda Musical dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, num momento que integrou as comemorações do Dia do Concelho. A cerimónia, realizada no Fórum dos Bombeiros Voluntários, teve o seu início pelas 21h30, com a banda povoense a proporcionar um concerto notável, durante o qual a revista “Entre Notas” foi apresentada aos presentes.
“Há onze anos assumi a preidência da Direcção Executiva desta Banda e, desde logo, assumi o compromisso de dinamizar estratégias que fomentassem o constante desenvolvimento artístico e musical da mesma e, paralelamente, promovessem as condições necessárias para que esta continuasse a cumprir com a sua função cultural, educativa e social”, referiu Joaquim Galão Silva, presidente da direcção executiva da Banda dos Bombeiros
Revelando que a revista “Entre Notas” surgiu da necessidade de estreitar os laços entre a Banda e a comunidade, Joaquim Galão Silva adiantou que pretendem que a revista se torne, cada vez mais, um espaço de comunicação aberto a todos os amantes da música, em especial àqueles que constantemente têm dado a sua colaboração à banda.
Na hora dos agradecimentos, o presidente da direcção da banda não esqueceu a direcção da Associação dos Bombeiros Voluntários, a Câmara Municipal, bem como todos aqueles que participaram na elaboração da revista, a qual terá uma periodicidade anual.
Além do presidente da direcção executiva, usaram da palavra o padre Luís Fernandes, presidente da direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso; Rui Rebelo, presidente da Assembleia Geral dos Bombeiros; e Manuel Baptista, presidente da Câmara Municipal.
No final, os presentes foram brindados com um exemplar da revista “Entre Notas”.

‘Entre Notas’
Para além do editorial, da responsabilidade do presidente da direcção executiva, Joaquim Galão Silva, a revista ‘Entre Notas’, conta, com os textos “Mais de um século na solidariedade da arte pela música”, da autoria de Rui Rebelo, presidente da Assembleia Geral da Associação dos Bombeiros; “De mãos dadas a caminho do futuro”, do padre Luís Peixoto Fernandes, presidente da direcção da Associação de Bombeiros; “Glória à Banda dos nossos Bombeiros…”, por José Ferreira Martins, presidente Honorário da Associação dos Bombeiros; “Baluarte da Arte”, de Fátima Moreira, vereadora da Cultura da Câmara Municipal, e “A Música e o desenvolvimento cognitivo da criança, pelo maestro Daniel Lima.
Um pouco de história; direcção executiva; Maestro – Fernando Ribeiro; Composição da Banda – Os Músicos, Repertório; Apresentações públicas; Escola de Música; Sócios; Entrevista com o maestro Fernando Ri-beiro; O tradicional “Cantar dos Reis; e a participação da Escola de Música da Banda no desfile concelhio de Carnaval, são alguns dos pontos que integram a revista, composta por 52 páginas.
“A Música da Póvoa, que se supõe estar na origem da Banda Musical dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, está comprovada pelo menos desde 1896 em festividades e romarias locais (Nossa Senhora do Pilar – 1896, e S. José – 1897), quando era seu Mestre Custódio Baptista Fernandes. Phylarmónica Povoense foi a última designação antes de em 1904 passar a designar-se por “Banda dos Voluntários”, pode ler-se na secção “Um pouco de História”. (...)

Instituições comemoraram 107 e 94 anos


Bombeiros Voluntários
e
Misericórdia de parabéns

No dia 5 de Setembro, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso e a Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso/Hospital António Lopes celebraram o seu aniversário. Naquele dia, as duas nobres instituições comemoraram 107 e 94 anos, respectivamente.
Do programa festivo constou o hastear das bandeiras, com formatura geral na parada do Quartel Sede dos Bombeiros Voluntários e no Hospital António Lopes; a romagem ao cemitério, com homenagem aos Bombeiros, benfeitores e Irmãos falecidos; e a missa solenizada, presidida pelo Cónego José Paulo de Abreu, na Igreja de Nossa Senhora do Amparo, evocando a memória dos que passaram pelas instituições aniversariantes.
Findo a cerimónia religiosa, seguiu-se a deposição de flores, no Monumento do Largo António Lopes, e a sessão solene da Santa Casa da Misericórdia, no Salão Nobre do Hospital António Lopes, seguida de um almoço de confraternização.
A partir das 16 horas, as cerimónias prosseguiram na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, com a recepção às autoridades oficiais e convidados, a imposição de condecorações e promoções, a bênção de uma nova viatura, a homenagem aos saudosos comandantes na figura do comandante Luís Pinto da Silva, com deposição de flores no seu busto; a homenagem ao Bombeiro Voluntário junto ao monumento na Avenida da República; e a sessão solene, no Cine-Fórum, que contou com a intervenção de entidades oficiais e convidados.
À noite, as atenções estiveram voltadas para o concerto pela Banda de Música dos Bombeiros e o desfile das viaturas, num momento muito apreciado pelos povoenses.

Bombeiros

Benzeram desencarcerador

Os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso procederam, no dia 26 de Maio, à bênção do novo desencarcerador, entregue à corporação povoense no passado dia 19 de Maio, numa cerimónia realizada na Praça Eng. Armando Rodrigues, no centro da vila. O sonho de há muito foi finalmente cumprido. A nova viatura entregue, prometida há quase seis anos, e que integra um lote de 95 viaturas que foram adquiridas ao abrigo de uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN), vem substituir uma viatura de desencarceramento que já conta com 25 anos e dotar os soldados da paz povoenses de melhores meios de socorro. Ao longo dos últimos anos, a aposta das direcções da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso tem recaído na renovação do parque de viaturas ao serviço da corporação.
O desencarcerador é um Veículo de Socorro e Assistência Táctico (VSAT). Trata-se de uma viatura do tipo todo-o-terreno (4×4), equipado com material específico destinado à intervenção em operações de salvamento que representam risco para vidas e bens, nomeadamente decorrentes de acidentes.
Com um custo de 125 mil euros, a nova viatura, a par do apoio do Governo, contou com a comparticipação do Governo Civil de Braga. Fernando Moniz, Governador Civil de Braga, foi o padrinho da nova viatura. “Esta viatura, pelo equipamento que tem, garante melhor resposta aos problemas que se colocam à corporação, em termos de acidentes rodoviários”, referiu António Lourenço, comandante dos Bombeiros Voluntários da P. Lanhoso, no decurso da cerimónia de bênção do desencarcerador.
Para além da cerimónia de bênção do novo desencarcerador, os bombeiros povoenses apresentaram à população outras três novas viaturas: uma viatura ligeira de combate a incêndios, um auto-tanque e uma viatura ligeira de combate a incêndios urbanos, tendo as duas últimas sido adquiridas com o apoio dos povoenses, nomeadamente particulares e empresas, e das autarquias.

Nas Freguesias de Serzedelo e Vilela


Acções de fogo controlado
para proteger floresta do concelho


As freguesias de Serzedelo e Vilela receberam, no dia 10 de Maio, acções de fogo controlado, cujo objectivo foi o da limpeza de terrenos florestais. No total, e segundo informações da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, foram queimadas cerca de 10 hectares de mato naquelas freguesias.
A iniciativa, sob o lema “Queimar no Inverno para proteger no Verão”, permitiu a criação de “mosaicos na paisagem” que permitem a redução de áreas ardidas, a diminuição da gravidade dos incêndios e a facilidade no seu combate. “Por outro lado, estes mosaicos permitem eliminar áreas de matos, protegendo áreas arborizadas”, revela a autarquia. “Desta forma, colocou-se em prática o Plano de Fogo Controlado da Póvoa de Lanhoso, aprovado em sede de Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios, tendo sido atendidas as solicitações dos proprietários florestais junto do município”, esclarece a Câmara Municipal.
“O fogo controlado é uma ferramenta de gestão de espaços florestais, que consiste no uso do fogo sob condições específicas, de temperatura e humidade, e sob responsabilidade de um técnico credenciado da Autoridade Florestal Nacional”, adianta aquela entidade.
“Esta iniciativa contou com a colaboração conjunta de várias entidades no terreno, colaborando 23 elementos, do Município da Póvoa de Lanhoso, através do Gabinete Técnico Florestal, da Autoridade Florestal Nacional, através da colaboração de um técnico credenciado em fogo controlado, cuja presença é obrigatória, das equipas de sapadores florestais e dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso”, refere a autarquia.

Associação dos Bombeiros Voluntários

Situação económico saudável

A sessão ordinária da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso (AHBVPL), realizada a 14 de Abril, ficou marcada pela aprovação, por unanimidade, dos documentos relativos ao Relatório de Actividades e Contas de Gestão do ano de 2010.
Quanto ao resultado final do exercício de 2010, o mesmo foi “francamente positivo”, conforme dá conta, em nota de imprensa, o presidente da Assembleia Geral da instituição, o advogado Rui Rebelo. Ainda de acordo com a mesma informação, o ano de 2010 comportou um movimento de exercício no valor global de 747.348,12 euros.
“O colectivo de Associados assinalou com satisfação a situação económico-financeira saudável da Instituição”, revela ainda o presidente da Assembleia Geral da AHBVPL.
A par da aprovação dos documentos relativos ao ano de 2010, os associados aprovaram, por unanimidade, votos de pesar e silêncio pelos recentes falecimentos de Carlos Alberto Rodrigues Guimarães, esposo da Cármen Guimarães Lopes (ex-membro dos corpos sociais e benfeitora da Associação Humanitária) e de Maria da Conceição Peixoto Gomes Ribeiro Pereira, esposa do Dr. Luís Artur Ribeiro Pereira, presidente do Conselho Fiscal da AHBVPL. A estes, junta-se ainda um voto de pesar e gratidão, também ele por una-nimidade, a Manuel Dílio da Silva, falecido a 19 de Fevereiro deste ano. Recorde-se que Manuel Dílio da Silva, conjuntamente com sua esposa, Anita Adelaide Guimarães Lopes, doou à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso o prédio constituído pelo quartel antigo e Theatro Club, no Largo António Lopes, nesta vila.
Por unanimidade, foi ainda aprovado um voto de reconhecimento e louvor ao Comando, ao Corpo Activo e a todos quantos têm trabalhado e se têm empenhado na formação dos mais de 50 Cadetes e Infantes da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso.

Corpo activo teve Mais de 10 mil serviços num ano
Ao longo do ano de 2010, o Corpo Activo dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso efectuou 10.437 serviços, sendo: 358 incêndios, 144 acidentes, 2.419 pré-hospital, 7.381 transporte de recuperações, 80 limpeza de vias e 55 outras actividades inerentes aos serviços.
Tais números e conforme revela o presidente da Assembleia Geral, mostram a importância da corporação no concelho povoense, assim como o enorme desgaste de viaturas e outros materiais.
Com vista a colmatar esse desgaste, durante o ano de 2010 procedeu à renovação da sua frota adquirindo uma ambulância (ABTM), uma viatura de combate a incêndios pesado (VTTR) e uma viatura de combate a incêndios ligeira. A par das viaturas, foi ainda adquirido material de incêndio e material clínico e de transporte de cadáveres.

Rua Jorge Amado, no centro da vila


Homem baleado com dois tiros

Um homem, de 50 anos, residente na vila da P. Lanhoso, foi baleado, com dois tiros, no início da madrugada de 2 de Abril. O caso está entregue à Polícia Judiciária. Desconhecem-se as razões e a forma como tudo aconteceu. Apenas se sabe que os Bombeiros Voluntários da P. Lanhoso, foram chamados à Rua Jorge Amado, na vila, pela GNR, para transportar o homem ao hospital.
O homem, que estava consciente, foi baleado com dois tiros, que atingiram o abdómen e uma perna, mas sem grande gravidade.
Tudo aconteceu nas proximidades da residência da vítima, na Rua Jorge Amado, por volta da meia-noite e meia, em circunstâncias que estão por apurar.
No local, alguns dos vizinhos negaram ter ouvido qualquer barulho.
Uma moradora, que não se quis identificar, terá ouvido um tiro, mas pensou que estava a sonhar e, só na manhã daquele dia, quando ouviu o relato é que se apercebeu que o que sentiu era real.
Quando a patrulha chegou ao local, encontrou a vítima – António Fernandes, de cerca de 50 anos, que tinha sido alvejado com dois tiros.
A patrulha da GNR encontrou-o consciente e alertou os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso que o socorreram e o transportaram ao hospital de Braga.
A vítima não assumiu conhecer o atirador. Disse apenas que o autor dos disparos se pôs em fuga, a pé.
Assalto ou desavença, está por esclarecer, sendo certo que acabou ao tiro. A investigação está na alçada da Polícia Judiciária que esteve no local do crime e procedeu à inspecção judiciária.

Póvoa de Lanhoso

Bombeiros com desfibrilhador

Os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso estão melhor equipados na área da saúde. Desde a passada segunda-feira, os soldados da paz povoenses dispõe de desfibrilhador. A entrega deste importante equipamento de reanimação decorreu na passada segunda-feira, dia 4, em Coimbra, numa cerimónia que contou com a presença de Manuel Pi-zarro, Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, e de Miguel Soares de Oliveira, presidente do INEM. Os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso fizeram-se representar pelo presidente da direcção, Padre Luís Peixoto Fernandes, e pelo comandante do corpo activo, António Lourenço.
A corporação povoense foi uma das contempladas com os desfibrilhadores automáticos externos. No total, foram entregues, pelo INEM, 101 desfibrilhadores às várias corporações dos bom-beiros de todo o país.
O desfibrilhador automático externo (DAE) é um dispositivo portátil que permite, numa vítima em paragem cardiorespiratória, analisar o ritmo cardíaco e recomendar ou não um choque eléctrico. Para o uso correcto do equipamento, cinco elementos do Corpo Activo dos bombeiros voluntários povoenses receberam formação específica, ministrada no Centro de Formação do INEM, no Porto.
António Lourenço, comandante dos Bombeiros Voluntários, mostrava-se satisfeito com o equipamento recebido. “Trata-se de mais uma ferramenta para cumprir a nossa missão, na ajuda a salvar vidas. Este é um importante equipamento para situações de emergência, em caso de paragem cardiorespiratória”, referiu.
“Era uma necessidade. É um equipamento que pode salvar uma vida”, disse ainda o comandante dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso.
Ao longo dos últimos anos, os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso sofreram um grande salto qualitativo, tanto na renovação da frota e equipamentos, como na contínua formação dos seus elementos. Neste momento, os soldados da paz povenses possuem excelentes condições técnicas e humanas que lhes permitem responder, com mais prontidão e eficácia, às situações de emergência.

Comemoração do Dia da Protecção Civil

Crianças e os meios de socorro
Cerca de 350 crianças, das escolas da vila da Póvoa de Lanhoso, participaram, terça-feira, dia 1 de Março, nas comemorações do Dia da Protecção Civil. A iniciativa, promovida pelo Gabinete Municipal de Protecção Civil, permitiu aos mais pequenos o contacto com os meios de socorro, numa actividade que envolveu os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, o Agrupamento de Escolas Professor Gonçalo Sampaio e os alunos do Clube de Protecção Civil da Escola Profissional do Alto Ave. A estas entidades, juntou-se ainda Hercílio Campos, Comandante Operacional Distrital de Braga da Protecção Civil, e elementos afectos ao Regimento de Cavalaria n.º 6, de Braga.
Alunos do Centro Educativo António Lopes e da Escola EB1/JI da P. Lanhoso ficaram a conhecer de perto alguns dos meios de socorro dos soldados da paz povoenses e tiveram a oportunidade de se transformar, por alguns minutos, em bombeiros.
Na Praça Eng. Armando Rodrigues, no centro da vila, os bombeiros povoenses compareceram com uma ambulância, um veículo de reabastecimento, uma viatura florestal e uma auto-escada, que fizeram as delícias dos mais novos. “O objectivo é levar as preocupações ao nível da prevenção às escolas. Fundamentalmente, é fazer com que os mais pequenos se empenhem neste acto de cidadania que é, por exemplo, a prevenção dos fogos florestais. É um martírio que nos afecta todos os anos e o município da P. Lanhoso está preocupado com esta situação”, referiu Armando Fernandes, vereador responsável pelo Pelouro da Protecção Civil da autarquia povoense. De acordo com aquele responsável, está em fase de elaboração o Plano Municipal de Emergência, num documento que se prevê estar concluído em meados deste ano. Depois do período de discussão pública, previsto por lei, aquele documento será levado à Assembleia Municipal, para discussão e votação. No tocante à protecção civil municipal, ainda está por nomear o Comandante Operacional Municipal. Ainda sem perspectivas quanto à referida nomeação, Armando Fernandes, vereador da Protecção Civil, deu conta de que a mesma poderá ocorrer no momento de entrada em funcionamento do Plano Municipal de Emergência.
No final da iniciativa, cada aluno recebeu um certificado de participação, tendo ainda sido entregue, a cada uma das turmas, um CD com conteúdos sobre Protecção Civil para exploração em sala de aula.


Auto-escada deliciou
De capacete na cabeça, como verdadeiros bombeiros, os mais pequenos tiveram a oportunidade de apreciar a paisagem da vila desde o alto da auto-escada. Deveras entusiasmados, os mais novos contagiaram os presentes com a sua alegria. “Os bombeiros são importantes. Gostei muito de subir na auto-escada”, disse Ana Filipa de 7 anos, que naquela manhã teve ainda oportunidade de ficar a conhecer por dentro uma ambulância e de experimentar o “combate” a um incêndio.
Higino, de 8 anos, partilhava da mesma alegria que a amiga Ana Filipa. “Gostei. Nunca tinha estado numa auto-escada. Lá de cima é bonito. Vi a Câmara Municipal e o Parque do Pontido”, disse o aluno do Centro Educativo António Lopes.
“Gostava de ser bombeiro mas decidi ser cozinheiro”, referiu Alexandre, de 8 anos. Deveras corajoso, demonstrou não ter tido medo em subir na auto-escada. “Gostei. Não tive medo e foi muito divertido”, disse o jovem Alexandre, que se mostrou disposto a repetir a experiência.
Com 8 anos, a Margarida partilhava da mesma alegria e coragem dos amigos. “Não tive medo. O que mais gostei foi ter estado no cimo da auto-escada”, disse. “Para nós Bombeiros, é sempre boa a ligação com a população. Gostamos de estar junto da população. Com as crianças, há sempre uma adesão muito boa e eles são fonte de alegria. Talvez estejam aqui alguns futuros bombeiros”, disse António Veloso, adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso.
Para Luís Ferreira, coordenador do Centro Educativo António Lopes, a iniciativa assume-se de grande importância, uma vez que a protecção civil é uma questão que diz respeito a toda a gente. “É de pequenino que se deve começar a pensar seriamente neste problema. As crianças adoram quando se fala em bombeiros pois é uma instituição que lhes diz muito e a maior parte deles têm familiares que são bombeiros”, referiu aquele responsável do centro educativo da vila da Póvoa de Lanhoso.

Bombeiros povoenses
deram-se a conhecer

Os carros de combate a incêndios, a auto-escada e as ambulâncias não passaram despercebidos a quem passava em Ponte Pereiros, na Póvoa de Lanhoso. A presença dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso no local despertou a curiosidade dos povoenses e foram muitos os que contactaram de perto com os meios de socorro e de combate a incêndios presentes no parque de estacionamento, junto ao Intermarché. Durante o fim-de-semana, de 5 e 6 de Fevereiro, os soldados da paz povoenses marcaram presença em Ponte Pereiros, realizando actividades como o rappel, demonstração de combate a incêndios, suporte básico de vida e imobilizações.
Numa tenda colocada no local, os Bombeiros Voluntários realizaram medições de tensão arterial e diabetes. “O objectivo foi o de mostrar algumas das actividades desenvolvidas pelos bombeiros e dar a conhecer algum do equipamento que integra a frota dos soldados da paz povoenses, como a auto-escada, os carros de combate a incêndios e as ambulâncias”, explicou António Lourenço, comandante dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso. Para além da demons-tração de meios, a iniciativa pretendeu sensibilizar a comunidade para aderirem ao voluntariado e serviram a causa dos bombeiros voluntários, defendendo o lema – Vida por Vida.

Elementos dos Órgãos Sociais
dos Bombeiros empossados

O Salão Nobre do Quartel-sede dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, recebeu, no dia 11 de Fevereiro, a cerimónia de tomada de posse dos órgãos sociais da instituição, eleitos na Assembleia Geral Ordinária Eleitoral de 27 de Janeiro.
Na presidência da direcção mantém--se o padre Luís Peixoto Fernandes, com a Assembleia Geral a ser novamente presidida por Rui Manuel Macedo Rebelo, advogado desta vila. Quanto ao Conselho Fiscal, na presidência mantém-se o economista Luís Artur Ribeiro Pereira.
“Declaro por minha honra servir bem o cargo para que fui eleito e observar e fazer observar os estatutos e regulamentos desta associação humanitária”, repetiu cada um dos elementos eleitos, no decurso da tomada de posse. A cerimónia de tomada de posse contou ainda com a leitura de mensagens recebidas, uma das quais da parte do Governo Civil de Braga.
“As corporações de Bombeiros são, hoje, e cada vez mais, instituições absolutamente necessárias às populações do país. É esse o caso da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso”, disse o padre Luís Peixoto Fernandes, recém-empossado para o segundo mandato como presidente da Associação Humanitária, no início da sua intervenção.
Destacando as profundas alterações verificadas ao longo dos anos na sociedade portuguesa, que levaram a um aumento brutal do apoio dos bombeiros às populações, o presidente dos Bombeiros vincou que o crescimento das solicitações obrigou a “esforços monstruosos, não apenas no que diz respeito à compra de novas viaturas, de fardamentos e de ferramentas de trabalho, como no que concerne ao reforço do nosso Corpo Activo, que precisa de constante renovação”.
“É propósito da direcção a que preciso, em leal e estreita colaboração com o comando, dar cada vez melhores condições para que a nossa corporação esteja preparada para tudo”, disse o padre Luís Peixoto, destacando a aquisição, nos últimos três anos, de viaturas modernas, possantes, fáceis de manobrar e dotadas, dentro do possível, dos melhores materiais para que o trabalho dos bombeiros seja eficaz..

Na Rua Maria da Fonte, na vila

Recusou transporte ao hospital
.
e faleceu horas depois


Apesar das tentativas de reanimação pelos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso e equipa médica do INEM, um homem de 33 anos, de nacionalidade brasileira, morreu, dia 29 de Janeiro, horas depois de alguém ter recusado que fosse transportado ao hospital. O caso teve lugar num apartamento na Rua Maria da Fonte, nesta vila, tendo os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso sido accionados, às 11H34, para socorrer uma pessoa que estava em paragem cardio-respiratória. De acordo com o que foi possível apurar, aquela foi a segunda vez, no espaço sete horas, que os soldados da paz povoenses foram chamados para acorrer àquela residência.
De madrugada, às 04H08, via CODU, foi accionado socorro para a mesma morada, mas foi recusado o transporte para o hospital.
De acordo com o comandante dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, António Lourenço, os bombeiros foram recebidos por uma mulher - também de nacionalidade brasileira - que confirmou que tinham solicitado socorro, mas que não valia a pena porque já era costume, que estava embriagado e que “o que precisava era de dormir”.
Tal como se impõe, a pessoa foi instada a assinar o verbete em que assume a responsabilidade pelo não socorro.
Só que à segunda vez que foram chamados, os bombeiros já nada puderam fazer e a vítima acabou por falecer, apesar das manobras de reanimação e da acção da equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de Braga.
De acordo com o que foi possível apurar, o homem estava na Póvoa de Lanhoso desde o dia 23 de Janeiro.
Ao que tudo indica, estaria de visita, já que não tinha residência em Portugal. Foi acolhido pelo casal que ocupa a residência - também de nacionalidade brasileira - com cuja filha terá tido, em tempos, um relacionamento amoroso de que nasceu uma criança.
Desconhece-se se a vítima tinha algum problema de saúde. O cadáver foi removido para a morgue cerca de três horas depois, tendo sido submetido a autópsia para apurar a causa da morte, o que ditará o desenrolar do processo.
Ao local, foi também chamada a GNR da Póvoa de Lanhoso e elementos do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) daquele Destacamento. O caso foi participado ao Ministério Público.

Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso

Associação mantém aposta
na renovação da frota

A aquisição de duas viaturas, uma de transporte de doentes e outra de combate a incêndios, é uma das propostas que consta do Plano de Actividades da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso. A par destas aquisições, que dão seguimento à renovação da frota levada a cabo pela direcção da Associação Humanitária, consta a recuperação do museu, dando-lhe a grandeza que merece; a recuperação de viaturas; a aquisição de fardamento para o corpo activo e auxiliar, de materiais para ambulâncias, de material de socorro e de combate a incêndios; e a formação.
No decurso da Assembleia Geral Ordinária, realizada neste mês de Dezembro, os associados aprovaram por unanimidade e aclamação, um voto de reconhecimento e louvor à Direcção pelo bom exercício no mandato social que ora termina, gerindo de forma adequada à grandeza e vicissitudes da Associação Humanitária, com competência e benefício para esta, conforme dá conta o advogado Rui Rebelo, presidente da Assembleia Geral...

Rendufinho


Duas vítimas mortais em despiste
de viatura seguido de embate

O despiste de uma viatura ligeira, seguida de colisão, provocou na noite de segunda-feira, dia 6, duas vítimas mortais. O acidente ocorreu na Estrada Nacional 103, em Rendufinho, por volta das 23h30, e provocou a morte a um casal, um homem de 41 anos e uma mulher de 31 anos.
De acordo com o que foi possível apurar, a vítima, natural do concelho de Vieira do Minho, estaria grávida de 4 meses, com o tempo correcto de gestação a só ser possível de comprovar após a realização da autópsia.
O casal, que se deslocava de Vieira do Minho para Braga, onde residiam, seguiam na Estrada Nacional 103 quando, após uma curva, e por razões que ainda estão a ser apuradas pelas autoridades, entrou em despiste e embateu violentamente numa árvore.
Apesar dos esforços de reanimação, as vítimas faleceram no local. No local, compareceram os Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, com 16 homens apoiados por seis viaturas, assim como a VMER de Guimarães.

Plantar Portugal e Semana Bio
envolveram a comunidade

Póvoa de Lanhoso e a Biodiversidade” foi a iniciativa promovida, de 22 a 28 de Novembro, pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, a qual integrou as actividades Plantar Portugal e Semana Bio. Sensibilizar a população para a preservação da sua biodiversidade e dar a conhecer a realidade local ao nível, sobretudo, das boas práticas ambientais foi um dos objectivos da iniciativa. Aliando as comemorações do Dia da Floresta Autóctone e do Centenário da República (através do Movimento Plantar Portugal) à V Semana Bio (promovida pela Interbio em termos nacionais), a Câmara Municipal promoveu a semana Póvoa de Lanhoso e a Biodiversidade.
No âmbito do Movimento Plantar Portugal, foi realizada a reflorestação de duas áreas ardidas do concelho, Frades (Monte de S. Mamede) e Sobradelo da Goma (Vilarinho de Cima), e a realização de sementeiras de espécies autóctones nas escolas do concelho, esta última com o objectivo de constituir um Banco de Árvores para futuras reflorestações, conforme revela a Câmara Municipal. No total, foram plantadas uma centena de árvores, 40 das quais pelos alunos da EB 2,3 Professor Gonçalo Sampaio, número ligado ao 40º aniversário daquele estabelecimento de ensino. De acordo com a autarquia, estas actividades contaram com a parceria da GNR e Bombeiros Voluntários locais bem como com a colaboração das equipas Eco – Escolas, Clubes da Floresta e Escuteiros...

VILELA

Idosa esteve desaparecida
durante cerca de seis horas

Depois de ter estado desaparecida, durante cerca de seis horas, uma idosa, residente na freguesia de Vilela, foi encontrada, pelos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, caída junto a um caminho rural, nas traseiras de uma casa em ruínas, e a cerca de 60 metros do local de onde tinha desaparecido. O caso aconteceu no lugar de Pousada, em Vilela, no passado dia 2 de Novembro. O desaparecimento ocorreu pelas 17h30, tendo o mesmo sido participado às autoridades, pelas 20h30, com a GNR e os Bombeiros a proceder a intensas buscas para detectar a idosa, a qual veio a ser encontrada por volta das 23 horas daquele dia, com sinais de hipotermia.
Dado o alerta para o posto da GNR da Póvoa de Lanhoso, e atendendo aos problemas de saúde de idosa, diabética e com fraca mobilidade, de imediato quatro militares do posto da Póvoa de Lanhoso dirigiram-se para o local para procederem a buscas, os quais foram acompanhados por uma equipa de bombeiros.

Possível queda

Os elementos que integraram as buscas palmilharam os terrenos em volta, uma vez que a idosa poderia estar caída e não ter condições de se levantar, dados os seus problemas de mobilidade. No momento em que dez militares do Posto da GNR da Póvoa de Lanhoso já se preparavam para integrar as buscas, a idosa foi encontrada, pelos soldados da paz povenses, cerca das 23 horas, caída junto a um caminho, nas traseiras de uma casa em ruínas.
Segundo apuramos, naquela ocasião já tinha sido solicitada a presença de um cão pisteiro para participar nas buscas. A idosa foi assistida, no local, pelos bombeiros povoenses, e, posteriormente, conduzida ao Hospital de S. Marcos, em Braga...