ACRD comemorou 21 anos
A Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Fontarcada esteve em festa no sábado, dia 29 de Outubro, com a comemoração dos 21 anos de vida. Jogos de futebol, teatro, cantares ao desafio e música popular abrilhantaram a cerimónia festiva. Depois dos jogos de futebol, na tarde daquele dia, os festejos prosseguiram no salão paroquial. A noite de festa teve início pelas 21h30 com a apresentação da peça “Comerás Ovos”, um pequeno sketch interpretado por um conjunto de mães da EB1 de Arrifana, à qual se seguiu uma outra peça de teatro interpretada por quatro amigos, que trouxe muita animação aos presentes, com cenas cómicas que proporcionaram grandes gargalhadas.
Depois do teatro, seguiu-se a entrega de lembranças comemorativas do 21.º aniversário da ACRD de Fontarcada, briosamente concebidas por Alegria Soares, aos convidados, desde forças civis e religioss, passando pelos movimentos da paróquia de Fontarcada. Na sua intervenção, Augusto Henriques, presidente da direcção da ACRD de Fontarcada, agradeceu a presença de todos, bem como a todos quantos colaboraram para o embelezamento da festa. De entre outras considerações, Augusto Henriques alertou para a colaboração de todos é imprescindível para o desenvolvimento daquela associação. Depois desta e de outras intervenções, seguiu-se o cantar de parabéns e a distribuição do bolo de aniversário e champanhe pelos presentes.
A festa não ficou por aqui. Duarte e Fininho iniciaram a segunda ronda de actuações. Cantando ao desafio, contaram um pouco da história da associação, brincaram com algumas situações e ainda convidaram os presidentes da direcção da ACRD e da freguesia para se juntarem a eles.
E claro que, em terra de cantadores, estes também deram um ar da sua graça. De seguida, Davi-Música, com o David e a Cátia, convidou à dança. O encerramento da noite de festa ficou entregue ao DJ Tony. Para além de toda a animação, teve lugar o sorteio de rifas para um recheado cabaz.
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Dias 12 e 19 de Novembro
Encontro de Teatro António Francês
O Encontro de Teatro António Francês, previsto para decorrer de 29 de Outubro a 26 de Novembro e promovido pela ACJP (Associação Cultural da Juventude Povoense), ocorrerá apenas nos dias 12 e 19 de Novembro.
Este certame terá a participação da ACJP, no dia 12, com "Brandos Costumes", pelas 21h45, no Theatro Club, e do Tin.Bra, com “Memória de Um Passado Feliz”, no dia 19, pelas 21h45, também no Theatro Club.
O Encontro de Teatro António Francês, previsto para decorrer de 29 de Outubro a 26 de Novembro e promovido pela ACJP (Associação Cultural da Juventude Povoense), ocorrerá apenas nos dias 12 e 19 de Novembro.
Este certame terá a participação da ACJP, no dia 12, com "Brandos Costumes", pelas 21h45, no Theatro Club, e do Tin.Bra, com “Memória de Um Passado Feliz”, no dia 19, pelas 21h45, também no Theatro Club.
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13.º aniversário da associação ‘em diálogo
Homenagem a Helena Areias
A Associação “Em Diálogo” organizou, de 23 a 28 de Outubro, a 3.ª edição da Semana Aberta, numa iniciativa que visou assinalar a passagem do 13.º aniversário da instituição. O momento alto do programa aconteceu na noite de quinta-feira, dia 27 de Outubro, com o jantar festivo de homenagem a Helena Maria Areias, ex-coordenadora da Segurança Social de Braga.
Durante os dias de festa, a “Em Diálogo” abriu as suas portas às instituições do concelho, num intercâmbio de conhecimentos e partilha de saberes entre os idosos das várias IPSS’s. A par disso, a instituição promoveu acções de formação para os seus colaboradores e funcionários.
O Restaurante Põe-te a Pau, em Fontarcada, foi o local escolhido para a realização do jantar festivo de homenagem a Helena Areias num momento animado pelos grupos da instituição: grupo de cavaquinhos “Os Amigos da Em Diálogo”, grupo de concertinas e grupo de guitarras.
O jantar festivo marcou a recta final do aniversário da Em Diálogo e segundo a presidente da direcção, Clarisse Matos, aqueles momentos representam “mais um marco, pela positiva na história da Associação Em Diálogo”. “A solidariedade e a partilha” foi o tema da 3.ª Semana Aberta e enquadrou as vertentes da solidariedade, partilha, interligação com outras instituições e a melhoria dos serviços prestados.
“Em nome da Em Diálogo quero prestar-lhe esta justa e afectuosa homenagem que nasce do profundo reconhecimento por parte daqueles que tiveram a oportunidade e a satisfação de conviver consigo, do seu talento profissional e da sua imensa generosidade”, referiu Clarisse Matos, dirigindo-se a Helena Areias, ex-coordenadora da Segurança Social, ligada à criação da Associação “Em Diálogo”. O entusiasmo, a competência, a generosidade, as inúmeras contribuições e o esforço colocados na “Em Diálogo”, por parte da homenageada, foram também vincados.
O projecto de criação do Centro Comunitário do Vale do Cávado, em Monsul, a definição do projecto de intervenção do Centro Comunitário, a criação do Gabinete de Atendimento e Acompanhamento Social, a implementação das actividades lúdico-pedagógicas, a implementação da rede social no concelho e a elaboração de várias candidaturas foram alguns assuntos que mereceram a colaboração de Helena Areias.
Das mãos da presidente da direcção da “Em Diálogo”, recebeu uma lembrança como forma de reconhecimento de todo o contributo dado à instituição. “Esse projecto lançou-me o desafio que eu senti desde o primeiro momento em poder apoiar pessoas em situação difícil no baixo concelho. Era um entusiasmo muito grande que eu sentia em poder fazer coisas diferentes, coisas que transformassem a situação de pessoas em situação de desfavorecimento”, revelou a homenageada, recordando o aparecimento da instituição aniversariante.
A festa terminou com o cantar de parabéns à “Associação em Diálogo” pelo seu 13.º aniversário.
A Associação “Em Diálogo” organizou, de 23 a 28 de Outubro, a 3.ª edição da Semana Aberta, numa iniciativa que visou assinalar a passagem do 13.º aniversário da instituição. O momento alto do programa aconteceu na noite de quinta-feira, dia 27 de Outubro, com o jantar festivo de homenagem a Helena Maria Areias, ex-coordenadora da Segurança Social de Braga.Durante os dias de festa, a “Em Diálogo” abriu as suas portas às instituições do concelho, num intercâmbio de conhecimentos e partilha de saberes entre os idosos das várias IPSS’s. A par disso, a instituição promoveu acções de formação para os seus colaboradores e funcionários.
O Restaurante Põe-te a Pau, em Fontarcada, foi o local escolhido para a realização do jantar festivo de homenagem a Helena Areias num momento animado pelos grupos da instituição: grupo de cavaquinhos “Os Amigos da Em Diálogo”, grupo de concertinas e grupo de guitarras.
O jantar festivo marcou a recta final do aniversário da Em Diálogo e segundo a presidente da direcção, Clarisse Matos, aqueles momentos representam “mais um marco, pela positiva na história da Associação Em Diálogo”. “A solidariedade e a partilha” foi o tema da 3.ª Semana Aberta e enquadrou as vertentes da solidariedade, partilha, interligação com outras instituições e a melhoria dos serviços prestados.
“Em nome da Em Diálogo quero prestar-lhe esta justa e afectuosa homenagem que nasce do profundo reconhecimento por parte daqueles que tiveram a oportunidade e a satisfação de conviver consigo, do seu talento profissional e da sua imensa generosidade”, referiu Clarisse Matos, dirigindo-se a Helena Areias, ex-coordenadora da Segurança Social, ligada à criação da Associação “Em Diálogo”. O entusiasmo, a competência, a generosidade, as inúmeras contribuições e o esforço colocados na “Em Diálogo”, por parte da homenageada, foram também vincados.
O projecto de criação do Centro Comunitário do Vale do Cávado, em Monsul, a definição do projecto de intervenção do Centro Comunitário, a criação do Gabinete de Atendimento e Acompanhamento Social, a implementação das actividades lúdico-pedagógicas, a implementação da rede social no concelho e a elaboração de várias candidaturas foram alguns assuntos que mereceram a colaboração de Helena Areias.
Das mãos da presidente da direcção da “Em Diálogo”, recebeu uma lembrança como forma de reconhecimento de todo o contributo dado à instituição. “Esse projecto lançou-me o desafio que eu senti desde o primeiro momento em poder apoiar pessoas em situação difícil no baixo concelho. Era um entusiasmo muito grande que eu sentia em poder fazer coisas diferentes, coisas que transformassem a situação de pessoas em situação de desfavorecimento”, revelou a homenageada, recordando o aparecimento da instituição aniversariante.
A festa terminou com o cantar de parabéns à “Associação em Diálogo” pelo seu 13.º aniversário.
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Universidade do Saber, da ‘Em Diálogo’
Workshop de Bonecas de Pano
Promovido no âmbito da Universidade do Saber, da Associação “Em Diálogo”, o 1.º Workshop de Bonecas de Pano contou com uma boa adesão. No total, foram 25 as pessoas presentes nesta primeira formação, numa participação deveras entusiástica. “Para além das pessoas que vivem no concelho da Póvoa de Lanhoso, este novo projecto do Centro Comunitário da Associação Em Diálogo, chamou até Monsul pessoas de diversos concelhos do distrito de Braga: Guimarães, Braga, Cabeceiras de Basto, Vila Verde, etc”, revelou a “Em Diálogo”, em nota de imprensa.
“O excelente trabalho e criatividade da formadora e designer têxtil Portuense – Teresa Delgado surpreendeu as participantes e permitiu que todas elas aprendessem a técnica de elaboração das “Marioskas” (designação do tipo de boneca elaborada) e que elaborassem um exemplar para levar para casa”, referem. De acordo com os responsáveis da “Em Diálogo” foram várias as pessoas que ficaram em lista de espera para uma segunda edição deste Workshop que deverá ocorrer, possivelmente, no mês de Novembro.
“O excelente trabalho e criatividade da formadora e designer têxtil Portuense – Teresa Delgado surpreendeu as participantes e permitiu que todas elas aprendessem a técnica de elaboração das “Marioskas” (designação do tipo de boneca elaborada) e que elaborassem um exemplar para levar para casa”, referem. De acordo com os responsáveis da “Em Diálogo” foram várias as pessoas que ficaram em lista de espera para uma segunda edição deste Workshop que deverá ocorrer, possivelmente, no mês de Novembro.
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Distinção partiu da Associação Nacional de Famílias Numerosas
P. Lanhoso reeleita autarquia
familiarmente responsável
A autarquia da Póvoa de Lanhoso foi considerada, pelo segundo ano consecutivo, como uma das “Mais Familiarmente Responsável”.
A distinção partiu da Associação Nacional de Famílias Numerosas, através do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis.
A cerimónia de entrega da respectiva bandeira ocorreu na quarta-feira, dia 19 de Outubro, numa cerimónia realizada no auditório da Associação Nacional de Municípios, em Coimbra.
“A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso implementou, ao longo dos últimos anos, um conjunto de medidas de que têm beneficiado os povoenses. A título de exemplo, há que referir o subsídio às rendas de casa sendo que, entre Janeiro e Setembro de 2011, o valor deste apoio situou-se na ordem dos 65 mil e 600 euros; e o Programa HabitaLanhoso – Atribuição de Apoios a Estratos Sociais Desfavorecidos ao nível da Habitação (recuperação e melhoria das condições habitacionais), que, desde o seu arranque, já apoiou oito dos 19 pedidos recebidos, com o valor concedido a situar-se já perto dos 37 mil euros. De destacar ainda que são cada vez mais os jovens (e, por consequência, as famílias) abrangidos pela Acção Social Escolar, sendo esta mais uma de entre inúmeras outras medidas de apoio às famílias em implementação pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso”, destaca a autarquia, em nota de imprensa.
“A família é a principal razão do nosso trabalho. Todas as políticas sociais da nossa autarquia visam melhorar a qualidade de vida das famílias Povoenses e ajudá-las a ultrapassar estes tempos mais difíceis”, referiu o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, na mesma nota.
Para Manuel José Baptista, “esta bandeira vem reconhecer o nosso trabalho, pelo segundo ano consecutivo, o que nos traz responsabilidades sociais acrescidas, sobretudo a de fazer mais e melhor pelas pessoas, pelas famílias, pelas gentes do concelho da Póvoa de Lanhoso”.
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Responsáveis do Hospital de Braga
Visita à Associação de Invisuais
Conhecer os anseios e as dificuldades sentidas pelos deficientes visuais no acesso ao Hospital de Braga foi um dos objectivos da visita de Rui Raposo, presidente do Conselho de Administração, e de Mário Vieira de Carvalho, director clínico daquela unidade de saúde, no dia 12 de Outubro, à Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga (AADVDB), localizada na Póvoa de Lanhoso.
Depois da visita às instalações, os responsáveis do Hospital de Braga contactaram com os deficientes visuais que lhes transmitiram algumas das dificuldades sentidas daquela unidade hospitalar.
O acompanhamento durante a presença no Hospital de Braga foi um dos aspectos focados pelos deficientes visuais e pelos técnicos da AADVDB.
“Hoje, aqui, as preocupações deixadas prendem-se muito com o apoio aos doentes com necessidades especiais, o apoio dentro do Hospital de Braga. Foi aqui manifestada alguma preocupação e relatados alguns casos reais, em que as pessoas chegaram ao hospital e uma vez que são deficientes visuais sentiram-se perdidos no meio daquele mundo tão grande que é o Hospital de Braga”, referiu Rui Raposo, administrador do Hospital.
“Aquilo que me comprometi é de, mal chegue ao hospital, reunir quer com a direcção clínica quer com os serviços administrativos para que estejam sensibilizados para as necessidades destes utentes e para se encontrarem respostas, muito rapidamente, para que estes casos não se voltem a repetir”, revelou Rui Raposo.
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3.ª Semana Aberta
‘Em Diálogo’ abre as portas
A Em Diálogo – Associação para o Desenvolvimento Social da Póvoa de Lanhoso, está a preparar a 3ª Edição da Semana Aberta.
Este ano, de 23 a 28 de Outubro, de domingo a sexta-feira, as diversas valências abrem as portas à comunidade, prontas a acolher todos os que pretendam contactar de perto com o mundo das instituições.
No domingo, dia 23, pelas 16 horas, primeiro dia das jornadas, a associação promove uma caminhada, intitulada “Pela Solidariedade e pelo Diálogo”, tendo como ponto de partida o Pólo do Centro Comunitário do Vale do Cávado, na vila, passando por Vilarinho, Fontarcada e outros locais e terminando no Anfiteatro do Parque do Pontido onde, todos os presentes, podem usufruir de uma aula aberta de Ioga.
Centro Comunitário do Vale do Cávado
Por sua vez, o Centro Comunitário do Vale do Cávado, em Monsul, nas manhãs dos dias 24, 25 e 26, recebe as diversas instituições de solidariedade social do concelho, possibilitando um intercâmbio de conhecimentos e partilha de saberes entre os nossos “mestres da sabedoria” – os idosos!
Paralelamente, ao longo de toda a semana, decorrem diversas acções de formação destinadas aos colaboradores das diversas valências e serviços da Associação.
“O culminar desta edição da Semana Aberta fica marcado pela homenagem a uma pessoa que trabalhou ao longo de vários anos ao serviço do desenvolvimento social do concelho e que deu um excelente contributo para a criação e expansão da Associação ‘Em Diálogo’ – Dra. Helena Maria Areias (ex-coordenadora da Segurança Social). Assim, será levado a cabo um jantar em sua homenagem que decorrerá no dia de aniversário da ‘Em Diálogo’, dia 27 de Outubro.
As inscrições devem ser feitas através dos telefones: 253 634 280/ 253 909 280/ 963 682334/ ou através do email: social@emdialogo.pt, até ao dia 25 de Outubro de 2011”, anunciam os responsáveis da ‘Em Diálogo’.
A Em Diálogo – Associação para o Desenvolvimento Social da Póvoa de Lanhoso, está a preparar a 3ª Edição da Semana Aberta.Este ano, de 23 a 28 de Outubro, de domingo a sexta-feira, as diversas valências abrem as portas à comunidade, prontas a acolher todos os que pretendam contactar de perto com o mundo das instituições.
No domingo, dia 23, pelas 16 horas, primeiro dia das jornadas, a associação promove uma caminhada, intitulada “Pela Solidariedade e pelo Diálogo”, tendo como ponto de partida o Pólo do Centro Comunitário do Vale do Cávado, na vila, passando por Vilarinho, Fontarcada e outros locais e terminando no Anfiteatro do Parque do Pontido onde, todos os presentes, podem usufruir de uma aula aberta de Ioga.
Centro Comunitário do Vale do Cávado
Por sua vez, o Centro Comunitário do Vale do Cávado, em Monsul, nas manhãs dos dias 24, 25 e 26, recebe as diversas instituições de solidariedade social do concelho, possibilitando um intercâmbio de conhecimentos e partilha de saberes entre os nossos “mestres da sabedoria” – os idosos!
Paralelamente, ao longo de toda a semana, decorrem diversas acções de formação destinadas aos colaboradores das diversas valências e serviços da Associação.
“O culminar desta edição da Semana Aberta fica marcado pela homenagem a uma pessoa que trabalhou ao longo de vários anos ao serviço do desenvolvimento social do concelho e que deu um excelente contributo para a criação e expansão da Associação ‘Em Diálogo’ – Dra. Helena Maria Areias (ex-coordenadora da Segurança Social). Assim, será levado a cabo um jantar em sua homenagem que decorrerá no dia de aniversário da ‘Em Diálogo’, dia 27 de Outubro.
As inscrições devem ser feitas através dos telefones: 253 634 280/ 253 909 280/ 963 682334/ ou através do email: social@emdialogo.pt, até ao dia 25 de Outubro de 2011”, anunciam os responsáveis da ‘Em Diálogo’.
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Augusto Henriques, presidente da Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Fontarcada
“A minha vontade é trabalhar”
A Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Fontarcada começou e escrever uma nova página na sua história no início de 2011. Depois de alguns anos de inactividade, a ACRD de Fontarcada ganhou nova vida em Janeiro, com a eleição dos novos órgãos sociais. Augusto Laurentino Alves Henriques é o novo presidente da ACRD de Fontarcada. O ‘Maria da Fonte’ foi ao encontro do responsável da ACRD para ficar a conhecer os projectos e anseios da nova direcção.
Maria da Fonte - É presidente da direcção da ACRD de Fontarcada desde Janeiro. O que já foi feito nestes dez meses de mandato?
Augusto Henriques – O mandato é de dois anos e já cumprimos cerca de dez meses de mandato. A primeira actividade oficial foi a 12 de Junho, com a caminhada pela freguesia. Os primeiros meses de mandato foram destinados à reestruturação, com a intervenção na sede da associação, no lugar da Costa, junto ao ringue. A associação esteve parada entre 5 a 6 anos o que levou a que o espaço ficasse destruído devido à infiltração de água. Ainda não está como queremos, mas temos que ir devagar pois os apoios, nesta ocasião, são poucos. Temos o apoio da Junta de Freguesia e Câmara Municipal pois estamos num contexto em que é difícil arranjar apoios dos privados. Nestes dois anos, queremos deixar aquele espaço melhor e acolhedor. Para além disso, no Carnaval, realizamos um jogo entre solteiros e casados e colaboramos nas várias actividades da Junta de Freguesia e Câmara Municipal sempre que o nosso apoio é solicitado, como foi o caso do Rallye Torrié. Organizamos, também, um torneio de sueca, ao ar livre, que teve muita adesão e foi do agrado dos participantes. Dado o sucesso, esta será, sem dúvida, uma actividade a repetir. Participamos, ainda, num torneio de futebol e nos Jogos Sem Barreiras promovidos pela ACJP. Além disso, criamos novos cartões para os sócios da associação.
MF - Do vosso plano de actividades, o que segue?
AH – A próxima actividade é no dia 29 deste mês, com a comemoração do 21.º aniversário da Associação. As comemorações serão realizadas com a “prata da casa”, com duas peças de teatro e música, onde não faltam os cantares ao desafio. Vamos também colaborar com a Junta de Freguesia na organização do magusto. As actividades já realizadas são de carácter recreativo e desportivo. A realização de actividades de carácter cultural é também um dos objectivos para o futuro. Recordo que, há anos atrás, a associação chegou a organizar exposições de fotografia.
Este ano está a chegar ao fim e temos que preparar o plano para o próximo ano. Temos algumas ideias que serão partilhadas com os restantes membros da associação pois este é um trabalho de equipa. Queremos alargar o leque de actividades e que as mesmas abranjam as várias áreas da associação, quer recreativa, desportiva e cultural.
MF - O que o levou a assumir este desafio de reactivar a associação?
AH – Esta era uma associação que tinha muita actividade. A freguesia de Fontarcada tinha duas associações e em determinado momento ficou sem nenhuma. Houve uma reunião e nessa reunião vi que existiam pessoas com vontade de trabalhar e foi uma das coisas que me levou a participar. A minha vontade é a de trabalhar. Vi várias pessoas com vontade para que esta associação voltasse ao activo.
MF - Que sócios tem a associação. O que pretendem fazer neste aspecto?
AH – Uma das fontes de rendimento da associação são os sócios, que pagam as suas quotas. Temos despesas mensais fixas, como a luz e a água e esses valores são pagos com a ajuda das quotas dos sócios. Neste momento, temos cerca de 140 sócios com as suas quotas actualizadas. Um dos objectivos passa, também, pela captação de novos sócios e pela actualização dos existentes. Muitos sócios já não pagam quotas há muitos anos pois a associação esteve inactiva. Decidimos que o pagamento só será feito a partir do momento em que assumimos a direcção.
MF - Que apoios conta a associação?
AH - Para além da Junta de Freguesia e Câmara Municipal, contamos com as quotas dos sócios e alguns patrocínios que dependem da actividade realizada. Queremos captar cada vez mais jovens para o associativismo. Debatemo-nos, também, com um problema que é a emigração, com muitos moradores a sair do país na procura de melhores condições de vida. A nossa freguesia sofre, tal como outras, com a saída dos nossos jovens. Há anos atrás, tínhamos duas associações em funcionamento, com muitos jovens a participar nas actividades realizadas.
MF - Que balanço fazem da caminhada pela freguesia?
AH - O passeio pelos caminhos de Fontarcada foi do agrado dos participantes e o balanço é positivo. Participaram entre 70 a 80 pessoas na caminhada. Era a primeira actividade e a divulgação apenas foi realizada na freguesia. Algumas das pessoas não passavam, há já vários anos, por alguns dos caminhos percorridos e alguns dos jovens nunca por lá tinham passado. “Pelos caminhos de Fontarcada” foi o nome dado à iniciativa que procurou dar a conhecer a freguesia aos participantes. Foram construídas novas estradas e pelos caminhos antigos quase ninguém passa.
MF - Que intervenção realizaram na sede da associação?
AH – Tivemos que resolver, com a colaboração da Câmara, de algumas pessoas da freguesia e dos membros da associação, os problemas de infiltração de água. Fizemos a ligação da luz eléctrica, que ainda não existia aqui, e do abastecimento de água. Pintamos o interior e renovamos, também, o exterior da sede. Tínhamos esquentadores que vieram da anterior direcção. Mandamo-los limpar e tinham sido reparados. Estavam prontos a funcionar mas fomos assaltados e ficamos sem três esquentadores, a máquina e o moinho de café, o que afectou a nossa actividade. Colocamos tela para revestimento, renovamos as portas e limpamos toda a área. A Junta de Freguesia intervencionou o caminho de acesso ao ringue, com a colocação de tapete fresado, o que leva mais pessoas a frequentar aquele espaço.
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Póvoa de Lanhoso

Mais de 200 deficientes visuais
reunidos em encontro nacional
Hoje a igualdade tem novos nomes” foi o tema da iniciativa desenvolvida pela AADVDB – Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga que reuniu mais de 200 deficientes visuais na Póvoa de Lanhoso. O encontro, iniciado na noite de sexta-feira, dia 23 de Setembro e que se prolongou até domingo, dia 25, trouxe à Póvoa de Lanhoso deficientes visuais de todo o país. Sensibilizar a sociedade para as problemáticas associadas à deficiência, fomentando a mudança de atitudes da população em geral face à deficiência; promover a integração e sociabilização dos cidadãos portadores de deficiência, reduzindo as taxas de exclusão social; e sensibilizar os parceiros sociais bem como a comunidade em geral para os direitos e deveres das pessoas com deficiência foram alguns dos objectivos associados à iniciativa.
Na sessão de abertura do encontro, realizada na manhã de sábado, dia 24, no Fórum dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, Joaquim Barreto, presidente da Assembleia Geral da AADVDB enalteceu o trabalho desenvolvido pelo presidente da associação, Domingos Silva, assim como de toda a equipa que o acompanha. Na sua intervenção, Joaquim Barreto considerou que a AADVDB é um “espaço de grande convivência social, de aproximação e solidariedade”.
“Uma instituição que não tem fronteiras no relacionamento com as instituições, com as comunidades e com o movimento associativo e com tudo aquilo que possa promover e projectar a associação e que ao mesmo tempo possa criar melhores condições para os seus associados”, destacou ainda Joaquim Barreto.
Visivelmente satisfeita com a iniciativa, Maria do Carmo Antunes, directora do Centro Distrital de Segurança Social, de entre outras considerações, apontou que a AADVDB é “uma associação que em termos de dimensão é uma associação pequena mas que tem uma enorme alma e que consegue mobilizar mundos”.
O nome da iniciativa – A Igualdade Tem Novos Nomes, foi do agrado de Maria do Carmo Antunes. “Igualdade tem que ter novos nomes e esses novos nomes passam por todos nós, pela alma de todos nós”, considerou aquela responsável.
Depois da intervenção de Armando Fernandes, vereador da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, seguiu-se a intervenção de Domingos Silva, presidente da AADVDB que, para além dos agradecimentos endereçados a todas as instituições e entidades que colaboram com aquela associação, apontou a certificação de qualidade e a construção de uma casa residencial como os grandes projectos da AADVDB.
“É importante que esta instituição seja certificada. Além do apoio que damos aos invisuais, possamos ter essa certificação que é um passo importante para cada vez mais possamos fazer as coisas de forma mais organizada e com mais eficácia”, destacou Domingos Silva. “A pobreza, exclusão social e a inclusão social na deficiência” e “A educação especial como factor promotor do emprego das pessoas com deficiência visual” foram os temas das palestras que marcaram a manhã de sábado, num dia que contou ainda com actividades com o ciclismo e a aeróbica, promovendo momentos de convívio e partilha entre os participantes.
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Canil/Gatil Intermunicipal
Braval apresentou candidatura
Planeado há já algum tempo, o Canil/Gatil Intermunicipal da Braval poderá tornar-se uma realidade. “Este projecto, há já algum tempo na forja, somente é possível graças à candidatura hoje apresentada ao programa do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) mais propriamente aos programas da ON – 2 (Operação Regional Norte) e à coesão existente entre os municípios da Braval”, revela Pedro Machado, director geral executivo do Ecoparque Braval.
“A Braval em parceria com os seis municípios accionistas, Braga, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Amares, Vila Verde e Terras de Bouro, pretende criar nas suas instalações um Canil/ /Gatil Intermunicipal, acolhendo os animais de companhia.
A Braval acolherá animais mortos e vítimas de abandono por parte dos seus donos nas instalações do Canil/Gatil Intermunicipal”, revela o responsável da Braval, em nota de imprensa, assegurando que “antes de proceder ao abate dos animais abandonados, a Braval procurará uma solução alternativa em colaboração com associações de defesa dos animais, nomeadamente a adopção por parte de novos donos”. Para além do canil/gatil, o projecto apresentado engloba um cremador de animais de companhia.
“Este projecto vem engrandecer, uma vez mais, o Ecoparque Braval e assim, contribuir para a melhoria da qualidade de vida ambiental dos munícipes dos concelhos pertencentes à Braval – Ecoparque”, afirma Pedro Machado.
Planeado há já algum tempo, o Canil/Gatil Intermunicipal da Braval poderá tornar-se uma realidade. “Este projecto, há já algum tempo na forja, somente é possível graças à candidatura hoje apresentada ao programa do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) mais propriamente aos programas da ON – 2 (Operação Regional Norte) e à coesão existente entre os municípios da Braval”, revela Pedro Machado, director geral executivo do Ecoparque Braval.
“A Braval em parceria com os seis municípios accionistas, Braga, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Amares, Vila Verde e Terras de Bouro, pretende criar nas suas instalações um Canil/ /Gatil Intermunicipal, acolhendo os animais de companhia.
A Braval acolherá animais mortos e vítimas de abandono por parte dos seus donos nas instalações do Canil/Gatil Intermunicipal”, revela o responsável da Braval, em nota de imprensa, assegurando que “antes de proceder ao abate dos animais abandonados, a Braval procurará uma solução alternativa em colaboração com associações de defesa dos animais, nomeadamente a adopção por parte de novos donos”. Para além do canil/gatil, o projecto apresentado engloba um cremador de animais de companhia.
“Este projecto vem engrandecer, uma vez mais, o Ecoparque Braval e assim, contribuir para a melhoria da qualidade de vida ambiental dos munícipes dos concelhos pertencentes à Braval – Ecoparque”, afirma Pedro Machado.
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Associação de Invisuais

Hulk e Rúben Micael apoiam
Uma sessão de autógrafos, que contou com a presença de duas importantes figuras do plantel do Futebol Clube do Porto – Hulk e Rúben Micael, foi a forma encontrada pelo clube portista para se associar à causa da Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga (AADVDB), localizada na Póvoa de Lanhoso. Na tarde de terça-feira, dia 16 de Agosto, e durante cerca de uma hora, os dois atletas portistas, acompanhados de elementos do clube, distribuíram autógrafos pelos sócios e simpatizantes do clube azul e branco. A presença das duas importantes figuras do clube trouxe muita gente até à Praça Engenheiro Armando Rodrigues, na expectativa de verem os atletas portistas e de conseguirem um autógrafo. Muitos jovens, acompanhados de cachecóis, bolas e t-shirts, mostravam-se ansiosos pela chegada dos seus ídolos, a fim de conseguirem um autógrafo dos atletas portistas.
Zé Amaro, conhecido cantor, marcou presença no evento e deliciou os presentes com algumas das suas melodias. No final dos autógrafos, Domingos Silva e Clarisse Matos, da AADVDB, procederam ao sorteio de uma bola e de uma camisola autografada pelo plantel do F. C. Porto.
Num mês que coincide com a presença de muitos emigrantes no concelho, e apesar da pouca divulgação, a Praça Engenheiro Ar- mando Rodrigues encheu-se de adeptos portistas.
Mas, não foram só os adeptos portistas que marcaram presença no centro da vila. Com 9 anos, e residente na freguesia de Oliveira, Ana Rita Neves, que não é simpatizantes do clube azul e branco, foi das primeiras a conseguir um autógrafo. De bola na mão, lá conseguiu um autógrafo para o primo e mostrou-se satisfeita por ter visto os dois jogadores, que ela considera importantes. Apesar de não ser portista, também o Alexandre, da freguesia de Lanhoso, se encontrava na fila para conseguir um autógrafo. Os irmãos Leandro e Joana Henriques, de Fontarcada, ambos adeptos do F. C. Porto, mostraram- -se satisfeitos por terem conseguido um autógrafo. “Sinto-me feliz. É bom ver ao vivo um dos meus ídolos. Este é o primeiro autógrafo que consigo”, revelou a Joana Henriques.
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CASTELOMisericórdia
Para além de possuir, no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Integrados, duas unidades de referência nacional, a Unidade de Convalescença e a Unidade de Longa Duração, a Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso viu o seu trabalho mais uma vez reconhecido, com a visita de uma comitiva brasileira que se deslocou, esta terça-feira, à Póvoa de Lanhoso para conhecer o trabalho desenvolvido por aquela instituição e levar os boas práticas da Misericórdia povoense para o Brasil, onde pretendem reformular a rede de cuidados à população.
Para além do reconhecimento nacional, a Misericórdia povoense vê, agora, o seu trabalho reconhecido a nível internacional.
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Fernando Freitas - Ass. Empresarial da P. Lanhoso
‘Impulso’ anseia por uma sede
Conseguir um local para desenvolver a sua actividade é um dos grandes anseios da Impulso – Associação Empresarial da Póvoa de Lanhoso. Em entrevista aos representantes da Impulso, o “Maria da Fonte” quis saber como está o projecto associativo de empresas da Póvoa de Lanhoso. Fernando Freitas, o rosto mais visível da Impulso, deu a conhecer a situação da associação, assim como os projectos e os anseios daqueles que a lideram.
Maria da Fonte - A necessidade de um espaço físico para albergar a actividade da Impulso tem sido, desde sempre, defendida. Como está o processo?
Fernando Freitas – A identificação de uma organização também se faz pela associação desta ao local da sua se-de. Não ter sede física é uma questão de apenas representar o que podemos chamar de meio-rosto. Neste momento, a Impulso não tendo um local físico, tem apenas o rosto das três pessoas que a representam e se esforçam, ainda que em regime de comissão de instalação, para que a associação possa criar as “condições vida”, com actividades credível, e, para isso, tem de ter uma sede. É necessário dar os passos seguintes, de arranque, da associação para lhe dar mais legitimidade e, para isso é necessário fazer eleições, que ainda não foram feitas porque ainda não existem as condições mínimas para garantir a sua actividade regular. De entre as condições necessárias, é fundamental existir um local físico, que identifique e que possa servir de ponto de encontro e de referência. Em paralelo, também tem de existir um plafond mínimo garantido no banco, ou garantias de financiamento para as necessidades de financiamento da actividade corrente, tem de existir um rumo de trabalho definido em partilha com os parceiros estratégicos locais – empresas, restantes associações de empresários e Câmara Municipal. Se não se garantir estas condições, a Impulso, existir só por existir, então é melhor deixá-la estar como está.
MF - É fundamental o apoio da autarquia para conseguirem esse espaço físico?
FF – Já fizemos o pedido à Câmara Municipal, em reunião tida com o senhor presidente, Manuel Baptista, aquando da apresentação do nosso plano de actividades para 2007 e, desde então e até este momento, não tivemos qualquer resposta, quer seja escrita ou falada. É mais um pormenor que demonstra que o município ainda não está sensível para apostar, apoiar e partilhar nas iniciativas empresariais locais em contexto organizado. De qualquer forma, parece-nos natural ser exigível o apoio do município às empresas locais, através da Impulso, porque a autarquia é a estrutura local com maior peso de “lobbing” junto de outras instituições de âmbito nacional ou internacional para influenciar a economia local. Nós podemos ser o braço direito das empresas locais nessa representação. Salientamos que, a nossa estratégia, ao nível económico, passa por queremos ser, nomeadamente, um bom parceiro de todas as entidades com actuação local, nomeadamente da Câmara. Relativamente ao local, em 2007 indicamos à autarquia três locais, de todo modo, estamos abertos a aceitar a cedência de um espaço, que esteja enquadrado no espírito da actividade e necessidades futuras da Impulso e que, acima de tudo, dê para desenvolver o projecto.
MF - É fundamental que seja a autarquia a disponibilizar este apoio?
FF – Sim. Isto, obviamente, porque não temos empresas que tenham a melhor saúde financeira e que tenham a disponibilidade de nos poder co-financiar num bem dessa natureza. Não tendo o município dado resposta, aguardamo-la e temos todo o interesse em aceitar um espaço, ainda que doado por um tempo determinado, para termos o nosso espaço físico e um lugar para trabalharmos com as empresas. A existência desse espaço dará melhor garantia de visibilidade à associação e, permitirá, obviamente, a captação de mais associados. Ter uma sede, que servirá de ponto de referência e de encontro, traz mais credibilidade e dá autonomia à própria instituição. No fundo, permitirá uma maior influência junto dos associados e ter argumentos mais válidos para garantir a aprovação de candidaturas que nós possamos fazer para receber co-financiamentos para as nossas empresas.
MF - No decurso de um simpósio, em Janeiro, de-ram a conhecer um vídeo para apresentar a potenciais investidores...
FF – Este trabalho, tem o objectivo de inclui conteúdos ilustrados em mapas e referências de geolocalização, com pontos chaves da economia e infra-estruturas logísticas da região e do país e inclui, nomeadamente, imagens e estatísticas acerca das infraestruturas industriais, comerciais e logísticas dispo-níveis no concelho e proximidades; informação acerca das estatísticas gerais do concelho; informação acerca das características do tecido empresarial do concelho; descreve as mais-valias ao nível das infra-estruturas logísticas, tecnológicas e viárias, entre outros. Depois de finalizado, o objectivo é a reprodução do vídeo em CD para distribuição a futuros contactos de potenciais investidores no concelho, compradores de produtos ou serviços das nossas empresas e a apresentação em eventos, nomeadamente feiras internacionais.
Resume, tudo aquilo que tem de interesse para um investidor. Na prática será uma ferramenta de trabalho para apresentar o concelho, fora da Póvoa de Lanhoso, mesmo antes de conseguir trazer até cá potenciais interessados no tecido empresarial da Póvoa de Lanhoso, cativando-os mesmo antes de os trazer.
(...)
Conseguir um local para desenvolver a sua actividade é um dos grandes anseios da Impulso – Associação Empresarial da Póvoa de Lanhoso. Em entrevista aos representantes da Impulso, o “Maria da Fonte” quis saber como está o projecto associativo de empresas da Póvoa de Lanhoso. Fernando Freitas, o rosto mais visível da Impulso, deu a conhecer a situação da associação, assim como os projectos e os anseios daqueles que a lideram.
Fernando Freitas – A identificação de uma organização também se faz pela associação desta ao local da sua se-de. Não ter sede física é uma questão de apenas representar o que podemos chamar de meio-rosto. Neste momento, a Impulso não tendo um local físico, tem apenas o rosto das três pessoas que a representam e se esforçam, ainda que em regime de comissão de instalação, para que a associação possa criar as “condições vida”, com actividades credível, e, para isso, tem de ter uma sede. É necessário dar os passos seguintes, de arranque, da associação para lhe dar mais legitimidade e, para isso é necessário fazer eleições, que ainda não foram feitas porque ainda não existem as condições mínimas para garantir a sua actividade regular. De entre as condições necessárias, é fundamental existir um local físico, que identifique e que possa servir de ponto de encontro e de referência. Em paralelo, também tem de existir um plafond mínimo garantido no banco, ou garantias de financiamento para as necessidades de financiamento da actividade corrente, tem de existir um rumo de trabalho definido em partilha com os parceiros estratégicos locais – empresas, restantes associações de empresários e Câmara Municipal. Se não se garantir estas condições, a Impulso, existir só por existir, então é melhor deixá-la estar como está.
MF - É fundamental o apoio da autarquia para conseguirem esse espaço físico?
FF – Já fizemos o pedido à Câmara Municipal, em reunião tida com o senhor presidente, Manuel Baptista, aquando da apresentação do nosso plano de actividades para 2007 e, desde então e até este momento, não tivemos qualquer resposta, quer seja escrita ou falada. É mais um pormenor que demonstra que o município ainda não está sensível para apostar, apoiar e partilhar nas iniciativas empresariais locais em contexto organizado. De qualquer forma, parece-nos natural ser exigível o apoio do município às empresas locais, através da Impulso, porque a autarquia é a estrutura local com maior peso de “lobbing” junto de outras instituições de âmbito nacional ou internacional para influenciar a economia local. Nós podemos ser o braço direito das empresas locais nessa representação. Salientamos que, a nossa estratégia, ao nível económico, passa por queremos ser, nomeadamente, um bom parceiro de todas as entidades com actuação local, nomeadamente da Câmara. Relativamente ao local, em 2007 indicamos à autarquia três locais, de todo modo, estamos abertos a aceitar a cedência de um espaço, que esteja enquadrado no espírito da actividade e necessidades futuras da Impulso e que, acima de tudo, dê para desenvolver o projecto.
MF - É fundamental que seja a autarquia a disponibilizar este apoio?
FF – Sim. Isto, obviamente, porque não temos empresas que tenham a melhor saúde financeira e que tenham a disponibilidade de nos poder co-financiar num bem dessa natureza. Não tendo o município dado resposta, aguardamo-la e temos todo o interesse em aceitar um espaço, ainda que doado por um tempo determinado, para termos o nosso espaço físico e um lugar para trabalharmos com as empresas. A existência desse espaço dará melhor garantia de visibilidade à associação e, permitirá, obviamente, a captação de mais associados. Ter uma sede, que servirá de ponto de referência e de encontro, traz mais credibilidade e dá autonomia à própria instituição. No fundo, permitirá uma maior influência junto dos associados e ter argumentos mais válidos para garantir a aprovação de candidaturas que nós possamos fazer para receber co-financiamentos para as nossas empresas.
MF - No decurso de um simpósio, em Janeiro, de-ram a conhecer um vídeo para apresentar a potenciais investidores...
FF – Este trabalho, tem o objectivo de inclui conteúdos ilustrados em mapas e referências de geolocalização, com pontos chaves da economia e infra-estruturas logísticas da região e do país e inclui, nomeadamente, imagens e estatísticas acerca das infraestruturas industriais, comerciais e logísticas dispo-níveis no concelho e proximidades; informação acerca das estatísticas gerais do concelho; informação acerca das características do tecido empresarial do concelho; descreve as mais-valias ao nível das infra-estruturas logísticas, tecnológicas e viárias, entre outros. Depois de finalizado, o objectivo é a reprodução do vídeo em CD para distribuição a futuros contactos de potenciais investidores no concelho, compradores de produtos ou serviços das nossas empresas e a apresentação em eventos, nomeadamente feiras internacionais.
Resume, tudo aquilo que tem de interesse para um investidor. Na prática será uma ferramenta de trabalho para apresentar o concelho, fora da Póvoa de Lanhoso, mesmo antes de conseguir trazer até cá potenciais interessados no tecido empresarial da Póvoa de Lanhoso, cativando-os mesmo antes de os trazer.
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Associação dos Bombeiros Voluntários
Situação económico saudável
A sessão ordinária da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso (AHBVPL), realizada a 14 de Abril, ficou marcada pela aprovação, por unanimidade, dos documentos relativos ao Relatório de Actividades e Contas de Gestão do ano de 2010.
Quanto ao resultado final do exercício de 2010, o mesmo foi “francamente positivo”, conforme dá conta, em nota de imprensa, o presidente da Assembleia Geral da instituição, o advogado Rui Rebelo. Ainda de acordo com a mesma informação, o ano de 2010 comportou um movimento de exercício no valor global de 747.348,12 euros.
“O colectivo de Associados assinalou com satisfação a situação económico-financeira saudável da Instituição”, revela ainda o presidente da Assembleia Geral da AHBVPL.
A par da aprovação dos documentos relativos ao ano de 2010, os associados aprovaram, por unanimidade, votos de pesar e silêncio pelos recentes falecimentos de Carlos Alberto Rodrigues Guimarães, esposo da Cármen Guimarães Lopes (ex-membro dos corpos sociais e benfeitora da Associação Humanitária) e de Maria da Conceição Peixoto Gomes Ribeiro Pereira, esposa do Dr. Luís Artur Ribeiro Pereira, presidente do Conselho Fiscal da AHBVPL. A estes, junta-se ainda um voto de pesar e gratidão, também ele por una-nimidade, a Manuel Dílio da Silva, falecido a 19 de Fevereiro deste ano. Recorde-se que Manuel Dílio da Silva, conjuntamente com sua esposa, Anita Adelaide Guimarães Lopes, doou à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso o prédio constituído pelo quartel antigo e Theatro Club, no Largo António Lopes, nesta vila.
Por unanimidade, foi ainda aprovado um voto de reconhecimento e louvor ao Comando, ao Corpo Activo e a todos quantos têm trabalhado e se têm empenhado na formação dos mais de 50 Cadetes e Infantes da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso.
Corpo activo teve Mais de 10 mil serviços num ano
Ao longo do ano de 2010, o Corpo Activo dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso efectuou 10.437 serviços, sendo: 358 incêndios, 144 acidentes, 2.419 pré-hospital, 7.381 transporte de recuperações, 80 limpeza de vias e 55 outras actividades inerentes aos serviços.
Tais números e conforme revela o presidente da Assembleia Geral, mostram a importância da corporação no concelho povoense, assim como o enorme desgaste de viaturas e outros materiais.
Com vista a colmatar esse desgaste, durante o ano de 2010 procedeu à renovação da sua frota adquirindo uma ambulância (ABTM), uma viatura de combate a incêndios pesado (VTTR) e uma viatura de combate a incêndios ligeira. A par das viaturas, foi ainda adquirido material de incêndio e material clínico e de transporte de cadáveres.
A sessão ordinária da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso (AHBVPL), realizada a 14 de Abril, ficou marcada pela aprovação, por unanimidade, dos documentos relativos ao Relatório de Actividades e Contas de Gestão do ano de 2010.
Quanto ao resultado final do exercício de 2010, o mesmo foi “francamente positivo”, conforme dá conta, em nota de imprensa, o presidente da Assembleia Geral da instituição, o advogado Rui Rebelo. Ainda de acordo com a mesma informação, o ano de 2010 comportou um movimento de exercício no valor global de 747.348,12 euros.
“O colectivo de Associados assinalou com satisfação a situação económico-financeira saudável da Instituição”, revela ainda o presidente da Assembleia Geral da AHBVPL.
A par da aprovação dos documentos relativos ao ano de 2010, os associados aprovaram, por unanimidade, votos de pesar e silêncio pelos recentes falecimentos de Carlos Alberto Rodrigues Guimarães, esposo da Cármen Guimarães Lopes (ex-membro dos corpos sociais e benfeitora da Associação Humanitária) e de Maria da Conceição Peixoto Gomes Ribeiro Pereira, esposa do Dr. Luís Artur Ribeiro Pereira, presidente do Conselho Fiscal da AHBVPL. A estes, junta-se ainda um voto de pesar e gratidão, também ele por una-nimidade, a Manuel Dílio da Silva, falecido a 19 de Fevereiro deste ano. Recorde-se que Manuel Dílio da Silva, conjuntamente com sua esposa, Anita Adelaide Guimarães Lopes, doou à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso o prédio constituído pelo quartel antigo e Theatro Club, no Largo António Lopes, nesta vila.
Por unanimidade, foi ainda aprovado um voto de reconhecimento e louvor ao Comando, ao Corpo Activo e a todos quantos têm trabalhado e se têm empenhado na formação dos mais de 50 Cadetes e Infantes da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso.
Corpo activo teve Mais de 10 mil serviços num ano
Ao longo do ano de 2010, o Corpo Activo dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso efectuou 10.437 serviços, sendo: 358 incêndios, 144 acidentes, 2.419 pré-hospital, 7.381 transporte de recuperações, 80 limpeza de vias e 55 outras actividades inerentes aos serviços.
Tais números e conforme revela o presidente da Assembleia Geral, mostram a importância da corporação no concelho povoense, assim como o enorme desgaste de viaturas e outros materiais.
Com vista a colmatar esse desgaste, durante o ano de 2010 procedeu à renovação da sua frota adquirindo uma ambulância (ABTM), uma viatura de combate a incêndios pesado (VTTR) e uma viatura de combate a incêndios ligeira. A par das viaturas, foi ainda adquirido material de incêndio e material clínico e de transporte de cadáveres.
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Póvoa de Lanhoso

Rancho Folclórico vai a França
O Rancho Folclórico da Póvoa de Lanhoso participa, no dia 22 de Maio, na 10.ª Festa em honra de Nossa Senhora de Fátima, promovida pela Associação Franco-Portuguesa de Neuves Maisons, localidade onde estão radicados muitos povoenses.
Do programa festivo consta, às 10h30, a missa solene, à qual se segue a procissão em honra de Nossa Senhora de Fátima. Findo o acto religioso, segue-se a oferta de um aperitivo pela associação franco-portuguesa. Mais tarde, a partir das 12 horas, tem lugar o almoço, no qual marcará presença a comida típica portuguesa. A animação mantém-se durante a tarde com a actuação, a partir das 14h30, da Fanfarra de Neuves Maisons, do Grupo Folclórico Português de Vandoeuvre, do grupo “West County Club” e do Rancho Folclórico da Póvoa de Lanhoso.
Saída a 20 de Maio
A saída da Póvoa de Lanhoso está agendada para o dia 20 de Maio, com o regresso a acontecer no dia 23. De acordo com informações recolhidas junto de um dos responsáveis, desde 1995 que o rancho povoense não se deslocava ao estrangeiro. Dezasseis anos depois, o Rancho Folclórico da Póvoa de Lanhoso volta a atravessar a fronteira, indo ao encontro dos povoenses radicados em Neuves Maisons. Este será, pois, um momento de confraternização com os povoenses radicados naquela localidade, assim como em localidades vizi-nhas. Fundado a 28 de Maio de 1979, o Rancho Folclórico da Póvoa de Lanhoso teve a sua primeira actuação no dia 26 de Junho daquele ano, na festa em honra de S. Pedro, no Horto. Depois da participação na Festa em honra de Nossa Senhora de Fátima, o Rancho Folclórico da Pó-voa de Lanhoso volta a França dias depois, participando no Festival de Folclore, no dia 5 de Junho, promovido pela associação dos portugueses em Montereau.
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Instituto Superior de Saúde do Alto Ave
Isave: nove anos a formar
profissionais de saúde
O ISAVE – Instituto Superior de Saúde do Alto Ave, localizado em Geraz do Minho, comemorou, na passada terça-feira, dia 19, nove anos a formar profissionais de saúde. Num momento em que a instituição se vê a braços com um plano de viabilização económico-financeira, as palavras foram de união e tranquilidade. A figura de Monsenhor Eduardo Melo Peixoto, e o seu exemplo de força, foi também relembrada nos decurso das cerimónias comemorativas do 9.º aniversário do ISAVE.
“Permitam-me que nesta minha breve intervenção recorde aqui, e mais uma vez, o nosso querido Monsenhor Eduardo Melo Peixoto. Neste momento particular da vida do ISAVE, tem toda a pertinência apelar para a sua memória e recordar o seu exemplo de persistência, coragem e bom senso demonstrado ao longo de todo o processo complexo e difícil da implementação desta nossa instituição”, referiu Virgílio Alves, presidente do Conselho Científico daquela instituição, na cerimónia solene.
“Esta memória exige-nos a mais alta responsabilidade, obriga-nos a mantermo-nos unidos à volta do grande sonho que foi e ainda é o ISAVE, à volta deste grande projecto de desenvolvimento sócio-cultural para o concelho da Póvoa de Lanhoso e para toda esta região”, frisou ainda aquele responsável, que se mostrou confiante de que existem condições para “recolocarmos esta instituição no caminho da mais e melhores êxitos académicos”.
“Depois de tempos conturbados e com algumas indefinições, sentimos agora que o ISAVE está diferente. Diferente para melhor, mais intenso, mais vivo, mais directo, mais aberto, com sol e com futuro. A Associação de Estudantes do ISAVE tem tido com a Administração de Insolvência um contacto diário e em tudo somos chamados e tudo nos é explicado. Neste novo ISAVE não nos sentimos de parte, sentimo-nos como parte integrante de uma estrutura que se solidifica com ideias renovadas e coerentes”, referiu Ana Valente, vice-presidente da Associação de Estudantes do ISAVE (AEI), lendo algumas das palavras endereçadas pelo presidente da AEI, Tiago Couto.
As cerimónias comemorativas do 9.º Aniversário do ISAVE tiveram o seu início pelas 10h30, com uma missa de homenagem ao Monsenhor Eduardo Melo Peixoto, celebrada pelo Padre Marco Gil, à qual se seguiu a sessão solene, no auditório da instituição, que, para além dos intervenções, contou com a entrega dos prémios de mérito aos melhores estudantes do ano lectivo de 2009/2010 e a entrega dos diplomas.
profissionais de saúde
“Permitam-me que nesta minha breve intervenção recorde aqui, e mais uma vez, o nosso querido Monsenhor Eduardo Melo Peixoto. Neste momento particular da vida do ISAVE, tem toda a pertinência apelar para a sua memória e recordar o seu exemplo de persistência, coragem e bom senso demonstrado ao longo de todo o processo complexo e difícil da implementação desta nossa instituição”, referiu Virgílio Alves, presidente do Conselho Científico daquela instituição, na cerimónia solene.
“Esta memória exige-nos a mais alta responsabilidade, obriga-nos a mantermo-nos unidos à volta do grande sonho que foi e ainda é o ISAVE, à volta deste grande projecto de desenvolvimento sócio-cultural para o concelho da Póvoa de Lanhoso e para toda esta região”, frisou ainda aquele responsável, que se mostrou confiante de que existem condições para “recolocarmos esta instituição no caminho da mais e melhores êxitos académicos”.
“Depois de tempos conturbados e com algumas indefinições, sentimos agora que o ISAVE está diferente. Diferente para melhor, mais intenso, mais vivo, mais directo, mais aberto, com sol e com futuro. A Associação de Estudantes do ISAVE tem tido com a Administração de Insolvência um contacto diário e em tudo somos chamados e tudo nos é explicado. Neste novo ISAVE não nos sentimos de parte, sentimo-nos como parte integrante de uma estrutura que se solidifica com ideias renovadas e coerentes”, referiu Ana Valente, vice-presidente da Associação de Estudantes do ISAVE (AEI), lendo algumas das palavras endereçadas pelo presidente da AEI, Tiago Couto.
As cerimónias comemorativas do 9.º Aniversário do ISAVE tiveram o seu início pelas 10h30, com uma missa de homenagem ao Monsenhor Eduardo Melo Peixoto, celebrada pelo Padre Marco Gil, à qual se seguiu a sessão solene, no auditório da instituição, que, para além dos intervenções, contou com a entrega dos prémios de mérito aos melhores estudantes do ano lectivo de 2009/2010 e a entrega dos diplomas.
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CASTELOInvisuais
Depois do Hospital de S. Marcos, a Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrital do Distrito de Braga (AADVDB) estabeleceu, recentemente, protocolos de colaboração com os hospitais de Barcelos e Guimarães. Possibilitar um melhor acompanhamento aos deficientes visuais é um dos intuitos dos referidos protocolos. Dar as mesmas oportunidades aos cidadãos portadores de deficiência visual é um dos objectivos da AADVDB.
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Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga
Portas Abertas na AADVDB
As portas da AADVDB abriram-se para uma tarde de visitas no passado dia 18 de Fevereiro. Foi uma tarde marcada por acções de sensibilização, actuações musicais e cerimónias protocolares.
Os utentes dos Centros de Convívio de Vilela, Esperança e Friande, pertencentes ao concelho da Póvoa de Lanhoso, visitaram as instalações e tiveram a oportunidade de conviver com a comunidade invisual da Associação.
Esta tarde ficou também marcada pela visita do Exmo. Senhor Dr. Fernando Moniz, Governador Civil de Braga, recebido com bastante entusiasmo pelo Presidente da AADVDB, Domingos Silva, e pela sua actual Direcção, uma vez que este convite já tinha sido feito por diversas vezes, e agora a visita foi finalmente realizada.
Durante a visita às instalações as novidades foram tomando conta dos idosos dos Centros de Convívio presentes. A sua reacção foi bastante positiva ao verificarem que os nossos sócios tinham na AADVDB uma série de actividades desde os trabalhos manuais, alfabetização informática, piscinas, ginástica, ciclismo, AVD’S (Actividades da Vida Diária), Goalball, etc. para além dos atendimentos em Psicologia e Assistência Social.
Na sala de informática a demonstração dos aparelhos como o ‘poet compact’, um scaner para a tradução em áudio de um documento escrito a negro, a impressora de Braille e os computadores “que não tinham monitor e falavam”, devido à aplicação com o programa Jaws, fizeram as delícias dos mais idosos.
A perfeição com que com os deficientes visuais executam os sacos, os tapetes e outros objectos mereceu o elogio dos mais velhos...
As portas da AADVDB abriram-se para uma tarde de visitas no passado dia 18 de Fevereiro. Foi uma tarde marcada por acções de sensibilização, actuações musicais e cerimónias protocolares.Os utentes dos Centros de Convívio de Vilela, Esperança e Friande, pertencentes ao concelho da Póvoa de Lanhoso, visitaram as instalações e tiveram a oportunidade de conviver com a comunidade invisual da Associação.
Esta tarde ficou também marcada pela visita do Exmo. Senhor Dr. Fernando Moniz, Governador Civil de Braga, recebido com bastante entusiasmo pelo Presidente da AADVDB, Domingos Silva, e pela sua actual Direcção, uma vez que este convite já tinha sido feito por diversas vezes, e agora a visita foi finalmente realizada.
Durante a visita às instalações as novidades foram tomando conta dos idosos dos Centros de Convívio presentes. A sua reacção foi bastante positiva ao verificarem que os nossos sócios tinham na AADVDB uma série de actividades desde os trabalhos manuais, alfabetização informática, piscinas, ginástica, ciclismo, AVD’S (Actividades da Vida Diária), Goalball, etc. para além dos atendimentos em Psicologia e Assistência Social.
Na sala de informática a demonstração dos aparelhos como o ‘poet compact’, um scaner para a tradução em áudio de um documento escrito a negro, a impressora de Braille e os computadores “que não tinham monitor e falavam”, devido à aplicação com o programa Jaws, fizeram as delícias dos mais idosos.
A perfeição com que com os deficientes visuais executam os sacos, os tapetes e outros objectos mereceu o elogio dos mais velhos...
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Mais dois Protocolos
com Instituições de Saúde
A Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga assinou mais dois protocolos no passado dia 18 de Fevereiro de 2011, com o Hospital do Alto Ave (Guimarães) e com o Hospital Sta. Maria Maior (Barcelos).
A cerimónia contou com a presença dos Administradores dos Hospitais, Dr. António Barbosa e Eng. Lino Mesquita Machado, o Governador Civil de Braga, Dr. Fernando Moniz e Vereadora da Educação da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Dra. Gabriela Fonseca.
Estes protocolos vêm colmatar algumas dificuldades dos invisuais dentro das instalações dos Hospitais, sendo muito difícil para um invisual se deslocar dentro do edifício, que por vezes é um local totalmente desconhecido.
Estes Protocolos também tem uma função de aproximar assim o Serviço de Saúde e o Serviço Social da AADVDB numa conformidade a favor do Sócio da AADVDB.
Agradecendo a ajuda e solidariedade, por parte dos presidentes dos conselhos de administração das duas unidades hospitalares, Domingos Silva, presidente da AADVDB, destacou a importância dos acordos celebrados, uma vez que, a partir daquele momento, os deficientes visuais vão ser acompanhados, a par e passo, quando se deslocarem àquelas unidades hospitalares.
A articulação entre os serviços sociais daquelas unidades e a AADVDB foi também destacada por Domingos Silva.
Agradecendo a oportunidade de se tornarem parceiros da Associação de Invisuais, o responsável do Hospital de Barcelos, Lino Mesquita Machado, deu conta da necessidade que houve de adaptar o protocolo, tornando-o pragmático e eficaz. Colocar o protocolo em vigor e levá-lo à prática todos os dias é, pois, o objectivo do Hospital de Barcelos...
com Instituições de Saúde
A Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga assinou mais dois protocolos no passado dia 18 de Fevereiro de 2011, com o Hospital do Alto Ave (Guimarães) e com o Hospital Sta. Maria Maior (Barcelos).
A cerimónia contou com a presença dos Administradores dos Hospitais, Dr. António Barbosa e Eng. Lino Mesquita Machado, o Governador Civil de Braga, Dr. Fernando Moniz e Vereadora da Educação da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Dra. Gabriela Fonseca.
Estes protocolos vêm colmatar algumas dificuldades dos invisuais dentro das instalações dos Hospitais, sendo muito difícil para um invisual se deslocar dentro do edifício, que por vezes é um local totalmente desconhecido.
Estes Protocolos também tem uma função de aproximar assim o Serviço de Saúde e o Serviço Social da AADVDB numa conformidade a favor do Sócio da AADVDB.
Agradecendo a ajuda e solidariedade, por parte dos presidentes dos conselhos de administração das duas unidades hospitalares, Domingos Silva, presidente da AADVDB, destacou a importância dos acordos celebrados, uma vez que, a partir daquele momento, os deficientes visuais vão ser acompanhados, a par e passo, quando se deslocarem àquelas unidades hospitalares.
A articulação entre os serviços sociais daquelas unidades e a AADVDB foi também destacada por Domingos Silva.
Agradecendo a oportunidade de se tornarem parceiros da Associação de Invisuais, o responsável do Hospital de Barcelos, Lino Mesquita Machado, deu conta da necessidade que houve de adaptar o protocolo, tornando-o pragmático e eficaz. Colocar o protocolo em vigor e levá-lo à prática todos os dias é, pois, o objectivo do Hospital de Barcelos...
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Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso
Associação mantém aposta
na renovação da frota
A aquisição de duas viaturas, uma de transporte de doentes e outra de combate a incêndios, é uma das propostas que consta do Plano de Actividades da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso. A par destas aquisições, que dão seguimento à renovação da frota levada a cabo pela direcção da Associação Humanitária, consta a recuperação do museu, dando-lhe a grandeza que merece; a recuperação de viaturas; a aquisição de fardamento para o corpo activo e auxiliar, de materiais para ambulâncias, de material de socorro e de combate a incêndios; e a formação.
No decurso da Assembleia Geral Ordinária, realizada neste mês de Dezembro, os associados aprovaram por unanimidade e aclamação, um voto de reconhecimento e louvor à Direcção pelo bom exercício no mandato social que ora termina, gerindo de forma adequada à grandeza e vicissitudes da Associação Humanitária, com competência e benefício para esta, conforme dá conta o advogado Rui Rebelo, presidente da Assembleia Geral...
na renovação da frota
A aquisição de duas viaturas, uma de transporte de doentes e outra de combate a incêndios, é uma das propostas que consta do Plano de Actividades da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso. A par destas aquisições, que dão seguimento à renovação da frota levada a cabo pela direcção da Associação Humanitária, consta a recuperação do museu, dando-lhe a grandeza que merece; a recuperação de viaturas; a aquisição de fardamento para o corpo activo e auxiliar, de materiais para ambulâncias, de material de socorro e de combate a incêndios; e a formação.
No decurso da Assembleia Geral Ordinária, realizada neste mês de Dezembro, os associados aprovaram por unanimidade e aclamação, um voto de reconhecimento e louvor à Direcção pelo bom exercício no mandato social que ora termina, gerindo de forma adequada à grandeza e vicissitudes da Associação Humanitária, com competência e benefício para esta, conforme dá conta o advogado Rui Rebelo, presidente da Assembleia Geral...
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